Archive for janeiro \31\UTC 2010

>Ao brincar de Deus, Lula se dá conta de que é mortal

Posted on janeiro 31, 2010. Filed under: autêntico, FMI, genuíno, humildade, Lula, popularidade |

> Orlandeli

As piadas, como as ideologias, são moldadas pelo tempo. Corre em Brasília uma dessas anedotas velhas que as circunstâncias se encarregam de ajustar.

O presidente saía do banho. Trazia uma toalha amarrada na cintura. A caminho do closet, deu de cara com uma camareira do Alvorada.


Súbito, o nó que prendia a toalha se desfez. E o pedaço de pano que lhe protegia as vergonhas foi ao solo. A camareira arregalou os olhos: “Óhhhh! Meu Deus!”.


E o presidente, com ar de indisfarçável superioridade: “Sim, sim, companheira. Mas pode me chamar de Lula”.


Na última quarta-feira, falando para uma platéia de pernambucanos amistosos, Lula discorreu sobre algo que lhe causa jucunda satisfação.


“Vocês estão lembrados, o orgulho que eu tenho, quando o FMI chegava aqui no Brasil humilhando o governo brasileiro…”


“…Já descia no aeroporto, dando palpite, dizendo o que a gente tinha que comprar, o que a gente tinha que vender, o que a gente tinha que estatizar…”


“…Agora quem fala grosso sou eu. Porque, se antes era o Brasil que devia ao FMI e ficava que nem cachorrinho magro, com o rabo entre as pernas, agora quem me deve é o FMI”.


Vale a pena repetir dois pedaços do raciocínio do presidente. O primeiro: “Agora quem fala grosso sou eu.” O outro: “Agora quem me deve é o FMI”.


Os ouvidos sensatos alcançados pelo lero-lero de Lula viram-se tentados a perguntar: Eu quem, divino presidente? Eu quem, supremo mandatário?


Ora, quem deu o dinheiro que o Brasil borrifou nas arcas do FMI foi a bugrada. Lula apenas o gastou. O Fundo deve aos brasileiros, não a Sua Excelência.


Parece implicância, mas é preciso dizer: Tudo leva a crer que algo de muito errado sucede com a cabeça do presidente da República.


Falta-lhe o parafuso que fixa as sinapses que ligam os neurônios do bom-senso aos da humildade. Lula esforça-se para mimetizar Luís XIV de Bourbon.


O soberano francês foi ao verbete da enciclopédia como autor da frase fatídica: “L’État c’est moi”. Lula o ecoa: “O Estado sou Eu”.


O presidente não gosta da rotina de Brasília. A idéia de acordar, pendurar uma gravata no pescoço e ir ao Planalto para receber, digamos, Edison Lobão o aborrece.


Dono de popularidade alta e de discurso baixo, Lula prefere a eletricidade proporcionada pelas multidões à frieza das audiências individuais.


Sua praia é o palanque. A visão das platéias hipnotizadas o conduz a um plano superior. Agrada-o a sensação de espectadores que o vêem como um Deus.


Lula aceita o papel. Gostosamente. À medida que se aproxima do final, seu governo vai virando um grande comício. Um comício entrecortado por audiências brasilienses.


No caminho para as estrelas, Lula pisa nos tribunais, distraído. Em campanha aberta por Dilma Rousseff, testa os limites da Justiça Eleitoral.


Se o TCU e o Congresso cortam as verbas de obras tisnadas pela irregularidade, o presidente “dá” o dinheiro. Com uma canetada, libera R$ 13 bilhões.


Às favas com os auditores. Que se dane o Congresso. A oposição chiou? São uns “babacas”. Não se opõem ao presidente. São rivais da razão divina.


No discurso de quarta-feira, aquele em que celebrou o fato de que o FMI lhe deve, Lula exagerou. Brincou de Deus.


Inaugurava um posto de saúde em Pernambuco. A alturas tantas, fez uma pilhéria premonitória: “Dá até vontade de a gente ficar doente para ser atendido aqui”.


Adoeceu. Não foi à cama do “seu” estabelecimento. Levaram-no, obviamente, a um hospital de primeira linha, mais condizente com sua condição de presidente.


Lula atravessou uma dessas experiências que dão aos (falsos) deuses a incômoda sensação de finitude.


Foi como se Deus –o autêntico, o genuíno –soprasse nos ouvidos do seu genérico: “Não desperdice a popularidade que Eu te dei. Aproveite o seu tempo…”


“…Celebre os acertos, reveja os erros. Respeite as diferenças. Não apequene sua grandeza. Reaprenda a saborear as delícias da humildade!”

Fonte: Josias de Souza

Anúncios
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Grande Cuiabá tem madrugada e manhã chuvosa

Posted on janeiro 31, 2010. Filed under: Bom Dia Mato Grosso, CUIABÁ, Grande Cuiabá, Mato Grosso |

>

Bom Dia Mato Grosso, neste domingo, 31 de janeiro, a Grande Cuiabá teve madrugada chuvosa e continua chovendo nesta manhã.

Segunda a Clima Tempo a madrugada e manhã chuvosa ocorre em grande parte do estado.

Deixe seu comentário abaixo nos informando como está o tempo na sua cidade.

Se ocorreu algum fato/notícia interessante na sua cidade ou região, nos envie através do e-mail: agvirtual@hotmail.com, e nos publicaremos aqui no Bom Dia.

Desejamos ótimo domingo a todos.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Clima "sacode" o planeta

Posted on janeiro 30, 2010. Filed under: chuvas, chuvas torrenciais, Clima, Desastres, deslizamentos, enchentes, Haiti, ONU, planeta, terremoto |

>

O Departamento para a Redução de Desastres das Organizações das Nações Unidas, ONU, alerta que o Brasil foi o sexto país no mundo a enfrentar o maior número de desastres naturais em 2009. Segundo a estimativa, coletada em colaboração com centros de pesquisas, dez desastres naturais atingiram o Brasil entre janeiro e dezembro do ano passado. Grande parte esteve relacionado com chuvas torrenciais, deslizamentos de terra e enchentes.

Para se ter uma ideia, no Estado de São Paulo, um dos mais atingidos pelas chuvas, o número de mortes desde 1º de dezembro chegou ontem a 69, quase o triplo do registrado no período entre 1º de dezembro de 2008 e 4 de abril de 2009, quando 24 pessoas perderam a vida. Já são 31 municípios em situação de emergência em razão das chuvas e o total de desabrigados já chega a 5.161 e o de pessoas afetadas a 19.855.


O pior é que nem mesmo o crescimento dos números e o agravamento da situação serve de alerta e continuamos a optar por remediar ao invés de prevenir. Pesquisa da organização não governamental Contas Abertas apontou que o Brasil gastou dez vezes mais com reparos causados por desastres naturais do que com a prevenção. No ano passado, o governo federal teve custos de R$ 1,3 bilhão com o programa Resposta aos Desastres e Reconstrução e apenas R$ 138 milhões com o de Prevenção e Preparação para Desastres. Em 2008, foram gastos apenas R$ 112,6 milhões com prevenção e cerca de R$ 1,2 bilhão com reparo.


As chuvas no Brasil fazem parte de um conjunto maior de “reações” da natureza à forma como temos gerido o planeta Terra. Segundo dados da ONU, 780 mil pessoas morreram na última década vítimas de quatro mil desastres naturais, entre eles tufões, tornados, tempestades tropicais e terremotos, que estão se intensificando. Especialistas alertam que oito das 10 cidades mais populosas do mundo, incluindo Nova York, Tóquio, Cidade do México e Mumbai, estão localizadas em áreas de falhas entre placas tectônicas.


Atingido no dia 12 de janeiro por um forte terremoto, o Haiti acumula mais de 150 mil mortos e vive uma situação de caos. Sem ser alarmista, todos esses acontecimentos deveriam servir de alerta para que adotemos uma postura um pouco mais sustentável, só assim podemos garantir nossa sobrevivência com qualidade de vida.

Fonte: A Gazeta

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Alagoano Tiago Fernandes vence título inédito para a América Latina na Austrália

Posted on janeiro 30, 2010. Filed under: berto da Austrália, Gustavo Kuerten, jogadores, Sean Berman, Tiago Fernandes, torneios, vitória |

>

  • Tiago Fernandes comemora título do Aberto da Austrália juvenil

    Tiago Fernandes comemora título do Aberto da Austrália juvenil

O brasileiro Tiago Fernandes foi o primeiro jogador latino-americano a ganhar o torneio juvenil do Aberto da Austrália, após a vitória sobre o local Sean Berman, que jogava em casa, por 7-5 e 6-3.

Em um torneio dominado historicamente pelos jogadores australianos, Tiago precisou enfrentar altas temperaturas, que estiveram perto de 37 graus, e a pressão dos torcedores locais, que acreditam que Berman será o sucessor de Patrick Rafter e Lleyton Hewitt.

“Talvez ele estivesse um pouco nervoso por jogar a final perante o público australiano, sua torcida”, disse Tiago, que tem como ídolo o maior tenista brasileiro de todos os tempos: Gustavo Kuerten. “É um ‘tio’ incrível, tanto fora quanto dentro da quadra”, disse o jovem campeão, que jogou ao lado de Guga no último torneio de duplas antes da aposentadoria do ídolo, no Aberto de Florianópolis em 2008.

“Enquanto treinava na semana anterior, me sentia tão bem que pensava na final, e agora sou o campeão. Estou muito feliz. Foi uma semana incrível para mim. Todos os jogadores são muito bons, mas eu joguei melhor. E agora quero desfrutar deste momento”, disse, sem falsa modéstia.

Tiago garante que não vai relaxar, e promete: “na próxima semana vou treinar ainda mais”. A partir de agora ele deve intercalar torneios juvenis com alguns profissionais.

Na final feminina juvenil, a tcheca Karolina Pliskova ganhou o título ao derrotar a australiana de origem britânica Laura Robson na decisão, vencendo por 6-1 e 7-6 (7-5). Fonte: UOL Esporte

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Presidente do Banco Central da Argentina renuncia ao cargo

Posted on janeiro 30, 2010. Filed under: Argentina, Banco Central, cargo, Martín Redrado, Presidente, renunciou |

>

O presidente do Banco Central da Argentina, Martín Redrado, renunciou ao cargo.

Ele havia sido destituído da função no dia 7 de janeiro pela presidente Cristina Kirchner e chegou a voltar ao cargo por força judicial.

Redrado pediu demissão após longo confronto com a presidente sobre o uso das reservas monetárias do país para o pagamento da dívida pública.

Ler Post Completo | Make a Comment ( 1 so far )

>Banco do Brasil tem 1 bilhão de Reais para financiar produtor de MT, porém 80% dos pedidos são indeferidos

Posted on janeiro 29, 2010. Filed under: agrário, agrícola, agronegócio, Banco do Brasil, CCIR, financiamento, INCRA, Mato Grosso, safra |

>

Famato
Na pauta da reunião com o gerente do BB o financiamento da safra

O gerente de Agronegócio do Banco do Brasil em Mato Grosso, José Rui de Medeiros confirmou que a instituição está com o montante de um bilhão de reais pronto para ser liberado para o financiamento da safra agrícola no Estado, no entanto 80% dos produtores que apresentaram propostas junto ao banco tiveram seus pedidos indeferidos por conta do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR).

Ao procurar a agencia bancaria em busca do financiamento, o produtor constata que sua propriedade está classificada como improdutiva, ou seja, não está atendo as normas dos índices de produtividade exigidos pelo Incra que são 80% do Grau de Utilização da Terra) GUT) e 100% do Grau de Eficiência de Utilização (GEU).

Para resolver é preciso que o produtor atualize seu cadastro junto ao Instituto de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), no entanto ao fazer isso ele se depara outro problema. Pra a fazer a atualização de áreas acima de 500 hectares é preciso apresentar o planta e memorial descritiva georeferenciada, ou seja, terá que fazer o georeferenciamento da propriedade, processo que demando tempo e custo.

Preocupada com a situação, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), reuniu-se ontem (28) com o gerente de negócio do Banco do Brasil José Rui de Medeiros e com o superintendente do Incra no estado, Willian Cesar Sampaio, em busca de uma solução para o problema.

“Este é mais um entrave jurídico que prejudica o produtor e compromete o setor e a economia do Estado. Precisamos encontrar, com urgência, uma forma de para resolver a questão e permitir que o produtor acesse recursos que estão disponíveis no Banco do Brasil” disse o diretor secretário de Federação Valdir Correa.

No entanto, Sampaio deixou claro que a superintendência estadual segue a legislação nacional e que o problema terá que discutido com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Incra.

O assunto voltará a ser discutido na próxima semana em audiência com o Ministro do Desenvolvimento Agrário, da qual deverão participar o presidente da Famato, Rui Prado e o governador do estado Blairo Maggi. Fonte: Diário de Cuiabá

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>As seis faces da corrupção

Posted on janeiro 29, 2010. Filed under: agilidade, corrupção, corrupto, eleitores, escândalos, imprensa, severidade |

>

Sem dúvida, a corrupção na esfera pública é algo que revolta e envergonha a grande maioria dos brasileiros. O fenômeno não é de hoje. Há registros de escândalos e propinas nas obras de fortificação do Rio de Janeiro em pleno Brasil-Colônia, no século XVIII. De igual modo, no Império e na República, nos períodos ditatoriais e democráticos. O fato é que ainda não se descobriu uma vacina totalmente eficaz contra esse mal.

No entanto, devemos combatê-lo. E para melhor combatê-lo, devemos conhecê-lo. Tenho observado que o debate público acerca da corrupção em nosso país muitas vezes não é esclarecedor, pois, de forma distorcida, é apresentada a ideia de que a corrupção se resume no personagem do “político corrupto” ou do ” funcionário corrupto”. Nada mais ilusório.

Para vencer a corrupção, temos que encarar o problema sob todos os seus ângulos. Visualizo a corrupção como um cubo, a exemplo de um dado, com seis faces, em que apenas uma é visível de cima, mas que só se sustenta pela presença das demais.

A face mais visível da corrupção é evidentemente a dos políticos – parlamentares ou não – e dos funcionários de todos os Poderes e esferas da Administração Pública. Só que não existe corrupto sem corruptor. Se alguém recebeu propina, é porque alguém, igualmente criminoso, lhe pagou. Essa é a segunda face da corrupção, a dos empresários e corruptores.

Uma terceira face, igualmente importante, é a dos órgãos judiciais e de controle. Se atuassem com a agilidade e a severidade necessárias, a corrupção seria reduzida.

A quarta face é a da imprensa. Ainda que muitas vezes seja ela quem denuncia os escândalos, em outras tantas ela silencia, mercê de interesses comerciais ou políticos.

A quinta e a sexta faces são as nossas, dos cidadãos brasileiros. Como eleitores, somos co-responsáveis pela qualidade dos dirigentes que escolhemos. Se insistimos em reeleger candidatos de probidade duvidosa ou de desonestidade comprovada, tornamo-nos cúmplices das irregularidades que vierem a ser praticadas. O eleitor alienado é a quinta face do dado.

Finalmente, a sexta face tem por nome a omissão. Para muitos de nós, a cidadania resume-se ao ato de votar e, eventualmente, resmungar contra os eleitos nos salões de barbearia ou nas filas de caixa eletrônico. Se tivéssemos maior participação, mobilização e organização, mesmo fora dos períodos eleitorais, os índices de corrupção cairiam bastante.

Para vencer essa luta, todas as seis faces da corrupção devem ser denunciadas e combatidas.

Autor: Luiz Henrique Lima é conselheiro-substituto do TCE-MT e doutor em Planejamento Energético. E-mail: luizhlima@tce.mt.gov.br – Fonte: A Gazeta

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Enem – uma operação de guerra

Posted on janeiro 28, 2010. Filed under: concurso, Enem, Gramática, INEP, MEC, prolixas |

>

Não faço parte do grupo que critica violentamente o Enem. Considero uma boa iniciativa, sujeita a aperfeiçoamentos que estão sendo providenciados pelo MEC, para o ano próximo. Fazer as provas em duas etapas (em semestres distintos) já protege o exame do seu gigantismo, que torna quase impraticável a sua implementação. Vejam o que aconteceu: 38% dos inscritos não compareceram, dando um enorme prejuízo ao erário, pois as provas foram impressas e havia locais e professores para a eventualidade de uma presença integral. Quem paga pela imprevidência?

O Enem é uma espécie de operação de guerra. A primeira versão foi a tragédia conhecida, com a anulação do concurso, pela falta de cuidados essenciais dos vencedores da licitação, todos inexperientes. Veio a segunda versão, feita agora, e muitas universidades federais se retiraram do processo, diminuindo a importância do exame. Perda de confiança ou falta de tempo? Ficou a dúvida.



O que nos causou espécie, nas segundas provas, foi o aperto geral dado na elaboração das questões. Os alunos sentiram e se queixaram. Não há uma explicação lógica para a mudança de nível e os técnicos do Inep não vieram a público para esclarecer o fato. Aliás, outro erro indesculpável foi o conhecimento de que uma das questões (no 101) deveria ser anulada, por admitir duas respostas, e mesmo assim foi mantida. Prejuízo claro para os alunos, pois perderam um tempo precioso para escolher a opção que seria correta, quando havia duas respostas possíveis. Não se entende porque uma prova assim complexa não tem um gabarito confiável.



A dúvida jamais poderia ser repassada aos alunos, mesmo que a questão depois fosse anulada. Isso é de uma clara irresponsabilidade, como ficou provado pelas manifestações dos 2,5 milhões de estudantes que fizeram a prova de linguagens, onde ocorreu o fenômeno. Nenhuma desculpa é válida, ainda mais depois do que havia acontecido na primeira e fracassada versão.



Outra crítica está sendo feita – e se avoluma – pelos professores de língua portuguesa. As questões eram prolixas, muito texto, e pouquíssimo apelo aos conhecimentos de Gramática. Só o bom senso não pode ser o fator determinante do sucesso.



O que está acontecendo, meio na surdina, é que os linguistas tomaram de assalto a elaboração das questões e desprezaram, como é do seu estilo, a importância da Gramática para o bom conhecimento do nosso idioma. Não dá para justificar essa preferência, a menos que o Inep deseje entrar para a história como o órgão público que acabou com a Gramática, nas nossas escolas. De onde terá vindo essa esdrúxula orientação?



Não vamos diminuir a dificuldade de elaborar tantas questões, inclusive com as diferentes cores (quatro) que impedem a existência da antiga “cola”. É muito trabalho, sabemos disso, mas é preciso começar o processo com toda antecedência que garanta a lisura e a correção de tudo o que é feito, teoricamente por pessoas altamente qualificadas. Esses erros desmoralizam o empenho do próprio MEC e todos saem perdendo.



Autor: Arnaldo Niskier – é da Academia Brasileira de Letras e presidente do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE/Rio). Fonte: CH

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Resultado oficial do Enem 2009; confira suas notas

Posted on janeiro 28, 2010. Filed under: Enem, Enem 2009, MEC, Resultado do Enem 2009 |

><!–
google_ad_client = “pub-9902381120721558”;
/* 468×60, criado 28/01/10 */
google_ad_slot = “2310803846”;
google_ad_width = 468;
google_ad_height = 60;
//–>

<script type="text/javascript"
src=”http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js”&gt;

O MEC (Ministério da Educação), divulgou nesta quinta-feira (28) o resultado do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009. Mais de 2,5 milhões de candidatos fizeram as provas e podem usar a nota em busca de vagas em universidades.

  • Confira as notas no site do MEC
  • No site é possível acessar os desempenhos individuais nas provas do Enem de duas maneiras: com o CPF e a senha contida no cartão de confirmação, enviado aos inscritos pelos correios, ou com o número de inscrição para o exame, mais a senha.

    Os candidatos receberão quatro médias diferentes, uma para cada área avaliada no exame, todas já devidamente calculadas na metodologia da TRI (Teoria de Resposta ao Item). Também estará disponível a média na redação.

    Caso o participante não tenha mais a senha solicitada, ele poderá recuperá-la no próprio sistema. Para isso, será necessário informar o CPF, nome completo, unidade federativa e data de nascimento. Também será possível resgatar o número de inscrição. Segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o sistema não permite a alteração de nenhum dado cadastral, nem mesmo da senha.

    Marcos Pinto/UOL

    Cerca de 2,6 milhões de candidatos fizeram a prova do Enem 2009;
    Os participantes que realizaram o exame em janeiro também poderão acessar suas notas a partir desta quinta-feira.

    Vagas em faculdades

    Quem fez o Enem 2009 poderá disputar 47,9 mil vagas em instituições federais de ensino superior. Tudo isso será feito por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) do MEC.

    As inscrições para a primeira etapa do Sisu vão das 6h desta sexta-feira (29) até as 23h59 de 3 de fevereiro, pelo horário de Brasília (DF), pelo site sisu.mec.gov.br.

    O sistema calculará uma nota de corte por dia: durante os períodos de inscrições, é possível se inscrever até as 23h59. Após esse horário, o site trava e ninguém mais se inscreve. Entre meia-noite e 6h, o sistema processa as notas das inscrições recebidas. Às 6h, o Sisu vai ter as primeiras listas provisórias das inscrições, e aí informa a nota de corte de cada curso/instituição.

    O sistema permitirá apenas a escolha de uma única opção de instituição, curso, turno e modalidade de vaga por inscrição. Durante o período de seleção é possível mudar a opção de curso, mas a escolha que vale é a final.

    Haverá mais duas oportunidades para inscrição, nos períodos de 15 a 20 de fevereiro e de 1º a 3 de março. A cada etapa, o sistema excluirá as vagas preenchidas e mostrará apenas as que ainda estão disponíveis.

    Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

    >O novo agronegócio inteligente

    Posted on janeiro 28, 2010. Filed under: agronegócio, delay tecnológico, equipamentos, insumos, inteligente, máquinas, PIB brasileiro, Produção, produtos, rastreabilidade, Tendências |

    >

    Foi-se o tempo em que o campo era marcado pela distância das mais modernas tendências de mercado e pelo delay tecnológico. A realidade agora é outra e necessário dizer: completamente diferente. Desde a década de 90, com a intensificação da profissionalização do agronegócio brasileiro, as mudanças são cada vez mais expressivas e rápidas. Estão aí os espetaculares índices de produtividade para comprovar. Atualmente, o Brasil produz duas vezes mais na mesma área plantada do que há menos de três décadas. Paralelamente ao aumento da eficiência produtiva, o campo definitivamente encontrou o mesmo rumo no aperfeiçoamento da gestão dos negócios.

    O Brasil está entre os principais exportadores de proteína animal e grãos do mundo. Além disso, a força do setor primário é expressa internamente: o agronegócio representa cerca de 33% do PIB brasileiro. Sem dizer que um terço da mão-de-obra está nas propriedades rurais.

    A modernização se tornou, assim, mais do que necessária e a implantação de insumos, produtos, máquinas e equipamentos de última passou a fazer parte da rotina do produtor rural. Atualmente, são inúmeras as tecnologias destinadas a este setor, englobando, por exemplo, o monitoramento da produção em tempo real e a rastreabilidade de gado.

    Mas e o controle desse fluxo de produção? E a gestão empresarial? Com suas raízes familiares, e uma imagem frequentemente associada à falta de credibilidade e organização, era mais do que evidente que novas preocupações estivessem em curso nos últimos anos. A realidade agora é a eficiência no controle dos processos para crescer.

    Isso ajuda a explicar a crescente procura por soluções que atendam às necessidades de gestão das empresas. Falamos não só em grandes companhias, pois mesmo em pequenas e médias empresas agropecuárias adequações e inovações são necessárias à otimização do negócio e mesmo na melhoria da imagem, diminuindo possíveis barreiras comerciais, com aumento de participação no mercado.

    Nunca foi tão grande o interesse pela implantação de sistemas de gestão informatizados, que integrem todas as áreas do negócio, como produção, financeiro, jurídico, RH, comercial e segurança, e compartilhe, em tempo real. Enfim, todas as informações importantes, de todos os departamentos acessíveis a partir de qualquer terminal da empresa, proporcionando agilidade para tomada de decisões, com foco no resultado econômico e financeiro.

    Agilidade e confiabilidade das informações são fatores imprescindíveis para o sucesso de uma empresa nos dias atuais. É preciso ter acesso aos dados produtivos imediatamente e não apenas no fim de um período quando as perdas podem ser irreversíveis. Além disso, uma boa solução para a gestão da companhia agropecuária permite o acompanhamento detalhado de todas as operações, o que possibilita ao empresário visualizar e entender onde estão os gargalos do seu negócio em apenas um clique.

    E aumento de eficiência não significa elevação dos custos. O investimento em um programa de gestão dos negócios da empresa agropecuária não chega a 1% da economia gerada em apenas um ano. E isso é comprovado. Cabe ressaltar ainda que é possível chegar à redução de custos de até 30% a partir de um bom controle gerencial integrado e online.

    Essa é sem dúvida a nova cara do agronegócio: ágil, inteligente e marcado por competitividade crescente, com margens cada vez mais apertadas e definidas pelos detalhes. Após a mecanização do campo, o uso da genética, a informatização estratégica é a peça que faltava entre as principais ferramentas para o negócio rural. Nada como um controle seguro, organizado e minucioso para tornar isso realidade no agronegócio.

    Autor: Osmair Barrichello é diretor da Compu-Software – Fonte: A Gazeta

    Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

    « Entradas Anteriores

    Liked it here?
    Why not try sites on the blogroll...