Archive for setembro \30\UTC 2010

>Debate na Rede Globo: Presidenciáveis se enfrentam hoje

Posted on setembro 30, 2010. Filed under: âncora, comitê, Debate na Rede Globo, Dilma, eleições 2010, Jornal Nacional, Marina, Plínio, presidenciáveis, Serra, William Bonner |

>Eleições 2010 – A três dias da eleição e com 2 turno indefinido, TV exibe hoje encontro entre Dilma, Serra, Marina e Plínio

A três dias das eleições e com a indefinição sobre a possibilidade de um segundo turno — diante dos números conflitantes dos institutos de pesquisa —, a TV Globo realiza hoje no Rio o último debate entre os principais candidatos à Presidência, a partir das 22h30. Participarão Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).

Participam do debate, José Serra, Dilma Rousseff, Marina Silva e Plínio Arruda

A dinâmica do programa será semelhante à dos debates entre candidatos a governador realizados terça-feira pela emissora.

Mediado pelo âncora e editor-chefe do “Jornal Nacional”, William Bonner, o programa terá cinco blocos. No primeiro e no terceiro, os candidatos deverão fazer perguntas entre si, mas com temas determinados e sorteados na hora.

No segundo e quarto blocos, os concorrentes poderão escolher o tema da pergunta livremente. O quinto será dedicado às considerações finais.

Na abertura de cada bloco, Bonner vai sortear quem fará a primeira pergunta. Haverá um rodízio entre os candidatos para que o primeiro a perguntar seja o último do bloco a responder.

Cada candidato poderá convidar 25 pessoas para a plateia. Os quatro presidenciáveis também poderão credenciar dez assessores, mas só dois poderão passar orientações durante os intervalos.

Ao término do programa, os candidatos darão uma entrevista coletiva de cinco minutos. A ordem das entrevistas foi determinada por sorteio. Dilma será a primeira a falar com a imprensa, seguida de Plínio de Arruda Sampaio, José Serra e Marina Silva.

O comando da campanha de Dilma avalia que o debate será um grande trunfo para evitar o segundo turno. Nos últimos dois dias, Dilma foi treinada para evitar provocações e rebater de forma mais serena os ataques. A expectativa é que ela seja atacada por Marina Silva e por Plínio. Ontem, a grande dúvida era em relação ao comportamento de Serra.

Hoje, Dilma passa o dia no Rio, se preparando para o debate. Fará simulações de perguntas e respostas com o marqueteiro João Santana e a jornalista Olga Curado.

Entre os novos ajustes para o debate, foi proposto que ela passe a acentuar uma linha de ação social com o claro compromisso de acabar com a miséria.

Outra preocupação da campanha é com a exploração do escândalo de tráfico de influência envolvendo ex-chefe da Casa Civil Erenice Guerra. O temor é com a associação direta com Dilma. Como uma espécie de escudo, Dilma foi aconselhada a explorar o fato de ter uma ficha limpa, em seus 25 anos de vida pública.

A coordenação de campanha também solicitou à TV Globo mudança no formato do programa por causa de dificuldade de locomoção de Dilma, que tem usado uma bota ortopédica para imobilizar o pé, depois de uma lesão. O formato original do debate prevê que eles possam andar pelo estúdio.

Serra deverá destacar propostas, avaliadas internamente pelo seu comando de campanha como trunfo para ganhar popularidade: salário mínimo de R$ 600 e aumento da aposentadoria.

E pretende lembrar a ligação de Dilma com escândalos de quebra de sigilos fiscais de tucanos e as denúncias de tráfico de influência envolvendo Erenice.

No comitê tucano, a avaliação é que Serra não pode endossar o discurso bélico dos adversários. Uma das estratégias é jogar o assunto na roda sem que a pergunta seja feita diretamente por ele a Dilma, mas por Marina ou Plínio.

Marina manterá o discurso mais ofensivo na tentativa de surpreender um pouco mais e tentar alavancar a campanha na reta final.

O coordenador da candidatura verde, João Paulo Capobianco, negou que Marina tenha assumido uma posição mais combativa no último debate. E disse que ela apenas fez o que os outros não fizeram: abordar um tema que interessa ao país.

— No caso da Erenice, ela fez uma cobrança diante da instituição do problema. Ela não fez críticas para desclassificar ninguém, mas para chamar a atenção sobre a enorme gravidade da questão, o que faria se não fosse eleição. No debate, os dois líderes (das pesquisas) se evitaram. Alguém no debate tinha que colocar na mesa os problemas que estão acontecendo, já que os envolvidos se esquivaram. Eu não sei se rendeu mais apoio popular, porque ela já vinha conquistando apoio recentemente — disse Capobianco.

— Ela não fará nada diferente do que já fez. Se a Dilma sentir a necessidade de mudar sua postura, a Marina continuará com sua postura muito firme, mas sem ataques pessoais — afirmou o assessor Basileu Alves.

Hoje Marina não terá nenhum evento público, pois pretende ficar o dia todo concentrada na preparação para o debate.

Fonte: Blog do Noblat

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>Últimas impressões

Posted on setembro 30, 2010. Filed under: Agecopa, Alfredo da Mota Menezes, Blairo, Dilma, eleições 2010, FHC, impressões, Lula, Pedro Taques, PSDB, PT, Riva, Sérgio Ricardo, Silval, UPPs, votos, Wilson Santos |

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Eleições 2010 – Imagino que cada um deve ter suas impressões sobre a eleição. Invento as minhas.

1 – A importância que a saúde tem hoje na vida do brasileiro. As UPAs ou unidades de pronto-atendimento, nascidas no Rio, são um achado. Não são esses quase pardieiros que são as policlínicas. Deve ser copiada pelo Brasil afora.

2 – Segurança é outro item que entrou na vida eleitoral mesmo. Mais classe em ascensão, mais gente preocupada com segurança. Vou outra vez ao Rio. As UPPs ou Unidades de Polícia Pacificadoras foi outro achado. Pode fazer o quase inimaginável: domar as favelas. Em MT a coisa está na fronteira com a Bolívia, gente.

3 – Educação, base para o futuro de um país, teve apelo menor.

4 – A campanha está terminando e o PSDB não toca no que fez o governo FHC. Nem mesmo em sucesso como foi a privatização da telefonia.

5 – Lula se mostrou raivoso com a imprensa.

6 – O “apoio” esquisito do Zé Carlos do Pátio ao Wilson Santos.

7 – Wilson Santos apanhou muito antes da campanha e durante a maior parte do horário gratuito se comportou como se fosse candidato na Inglaterra. Deve ser a tal da qualitativa.

8 – A surpresa Pedro Taques.

9 – Silval tem o apoio do Blairo, Dilma, Lula e grande parte das lideranças políticas e, interessantemente, não conseguiu deslanchar. Teve um breque de mão puxado que precisaria ser mais bem analisado.

10 – Lula não deu o ar da graça em MT. Ele viria, se fosse um candidato ao governo do PT?

11 – A disposição que o Júlio Campos demonstra ainda com a política.

12 – Apesar do enorme prestígio do Lula, há mais de 50% de brasileiros que não votam onde ele e o PT querem.

13 – Outro assunto que precisa de tese acadêmica: como e por que ocorreu o desgaste do Wilson Santos em apenas 15 meses?

14 – A inexpressividade política do Murilo Domingos, prefeito do segundo colégio eleitoral do estado.

15 – Como na capital se sabe pouco do que se passa na eleição no interior do estado.

16 – A briga no PT estadual também chamou a atenção.

17 – O caso do aborto estancou o crescimento eleitoral do Abicalil.

18 – Carlos Bezerra não abriu a boca nesta eleição.

19 – Até agora não apareceu nenhuma acusação à Agecopa de se meter na eleição.

20 – A diferença de aceitação eleitoral de comunicadores conhecidos como Maksuês e Rabelo, se comparada com a eleição passada.

21 – Sérgio Ricardo pode bater Riva em votos. Credencia-se para tentar a prefeitura em 2012.

22 – Você sabia que não há mais voto “em branco?” Que se clicar nele, ele se transforma em nulo?

ALFREDO DA MOTA MENEZES é professor universitário e articulista políico.
pox@terra.com.br;  www.alfredomenezes.com

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>Pesquisa Datafolha mostra estabilidade no quadro eleitoral com possibilidades de 2º turno para presidente

Posted on setembro 30, 2010. Filed under: Datafolha, Dilma Rousseff, eleições 2010, Jornal Folha de S. Paulo, José Serra, Marina Silva, pesquisa Datafolha, Plínio de Arruda, Rede Globo |

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Eleições 2010 – Segundo pesquisa nacional do instituto Datafolha, encomendada pelo Jornal Folha de S. Paulo e pela Rede Globo de televisão e realizada nos dias 28 e 29, com 13.195 eleitores, com  registro no Tribunal Superior Eleitoral é o 33119/2010. A inteção de votos para presidente da república está assim:

  • Dilma Rousseff     47%
  • José Serra            27%
  • Marina Silva         14%

A soma dos adversários de Dilma é de 48% dos válidos. Ela precisa de 50% mais um voto para vencer domingo.

Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, é impossível afirmar com segurança que não haverá segundo turno.

Considerando essa margem, Dilma pode, em seus limites, vencer com cerca de 54% dos votos válidos ou ter de enfrentar outra rodada eleitoral em 31 de outubro.

No último levantamento do Datafolha, realizado na segunda-feira, Dilma havia perdido apoio ou oscilado negativamente em todos os estratos da população.

Essa queda parece ter estancado. Dilma chegou a se recuperar no Sul, entre os eleitores de 35 a 59 anos e entre os que ganham entre dois e cinco salários mínimos (R$ 1.020 e R$ 2.550) –faixa em que tinha perdido mais votos no levantamento anterior.

A petista também oscilou positivamente, dentro da margem de erro, em vários estratos da população, como entre eleitores com ensino fundamental e do Sudeste.

MOVIMENTOS
“Ao menos momentaneamente, Dilma parou sua tendência de perda de votos”, afirma o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino.

Antes da divulgação da quebra de sigilo fiscal de tucanos e da demissão da ex-braço direito de Dilma na Casa Civil, a ex-ministra Erenice Guerra, a petista chegou a ter 57% dos votos válidos.

Duas semanas depois dos escândalos, Dilma caiu para 51%, perdendo nacionalmente cerca de 6 milhões de votos no período. Agora, a candidata oscila positivamente para 52%.

Na simulação de segundo turno, a petista oscilou positivamente um ponto. Passou de 52% para 53%. O tucano manteve seus 39%.

Sobre o conhecimento do número dos candidatos, 55% acertam os algarismos e 40% admitem desconhecê-los.

No caso de Marina, apenas 39% citam corretamente o seu número. No de Dilma, 64%; e no de Serra, 53%.

O percentual de indecisos é de 6%, e outros 3% votarão em branco ou nulo. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) teve 1% das intenções dos votos. Os demais candidatos, juntos, não atingiram 1%.

A margem de erro da pesquisa Datafolha, é de dois pontos para mais ou para menos. Foram ouvidos 13.195 eleitores em 480 municípios.

Fonte: Folha

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>Entre o Ibope e o Datafolha

Posted on setembro 30, 2010. Filed under: Datafolha, Dilma Rouseff, eleições 2010, Ibope, José Serra, Marina Silva, pesquisa IBOPE/CNI, tendência, votos |

>Por Jose Roberto de Toledo

Eleições 2010 – Pesquisa Ibope/CNI concluída na segunda não confirma tendência de queda de Dilma Rousseff (PT) e mostra a petista com 55% dos votos válidos, o que lhe daria a vitória ainda no primeiro turno. Segundo o instituto, desde o final da semana passada, Dilma permaneceu com 50% do total de votos, José Serra (PSDB) oscilou de 28% para 27%, e Marina Silva (PV) manteve a tendência de crescimento e foi de 12% para 13%.
O resultado contrasta com a queda de Dilma apontada pelo Datafolha na sua pesquisa feita integralmente na segunda-feira. Essa é uma das diferenças entre as duas sondagens: a coleta do Ibope foi dividida em três dias, de sábado a segunda (cerca de mil entrevistas foram feitas no último dia), enquanto no Datafolha toda a pesquisa de campo foi realizada na própria segunda.
Outra diferença é a metodologia: como a maioria dos institutos, o Ibope entrevista os eleitores em casa, enquanto o Datafolha faz as abordagens na rua. Isso pode produzir diferenças na amostra, pelo tipo de eleitor que cada um capta: um mais “rueiro” no Datafolha, e um mais “caseiro” no caso do Ibope. Eles podem ter comportamentos eleitorais diferentes.
Se, como aponta o Datafolha, houvesse uma tendência de queda, tanto a data de campo quanto o método de coleta poderiam, em tese, fazer alguma diferença. Os dados do Ibope, que apenas indicam que Marina segue crescendo, mostram consistência quando analisados pelas diferentes faixas de renda e escolaridade do eleitorado.

Fonte: Blog do Noblat

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>Freio de arrumação nas pesquisas?

Posted on setembro 29, 2010. Filed under: arrumação, Carlos Chagas, eleitores, Freio, metodologias, municípios, pesquisas |

>Por Carlos Chagas

Tempos atrás singular solução foi encontrada pelos motoristas de ônibus, no Rio, quando não havia metrô e os transportes coletivos eram piores do que hoje. Diante da lotação total das viaturas e da necessidade de recolher mais passageiros nos pontos, sem espaço para entrar, os imaginativos motoristas gritavam para os trocadores, lá atrás: “vamos para mais um freio de arrumação!”
Uma freada súbita levava primeiro para a frente e depois para a retaguarda os montes de passageiros que viajam em pé, no corredor, abrindo-se espaços entre os que se agarravam aos bancos e os que iam caindo. Assim, entrava mais gente.
Guardadas as proporções, é o que acontece com as pesquisas eleitorais, com raras exceções uma atividade comercial como qualquer outra, onde o faturamento se torna essencial. Como são muitos os candidatos, os números começam não batendo, para depois chegarem a uma espécie de pré-consenso, não necessariamente um espelho das tendências populares. Entram nessas contas os patrocinadores, os clientes, os veículos onde serão publicados os resultados e, com todo o respeito, os interesses empresariais.
Apesar da sofisticação das metodologias e da capacidade dos responsáveis, sabem todos que por impossibilidade prática ou por malandragem, das dificuldades de aferir corretamente as tendências de um eleitorado de 132 milhões cidadãos e cidadãs num universo de 5.583 municípios através de consultas a no máximo 4 mil eleitores em apenas 200 cidades.
O problema é que o tempo vai passando, as campanhas se acirram e às vésperas do pleito é preciso dar um freio de arrumação nas pesquisas. Acoplá-las o melhor possível ao resultado próximo das urnas, medida imprescindível para garantir clientes nas próximas eleições.
Quando os números começam a mudar, surgem três indagações: 
  • 1. Estavam errados os percentuais divulgados até então, não era aquele o sentimento popular. 
  • 2. Estavam certos e as alterações de última hora refletem desesperada tentativa de atender a interesses obscuros.
  • 3. O povo é instável, volúvel e bobo, porque mudou como biruta de aeroporto.
De modo geral os institutos ficam com a última hipótese, insurgindo-se contra a possibilidade de terem sido parciais e cometido erros, jogando a responsabilidade nos mesmos de sempre, os eleitores. Só que vigarice tem limites. O que estão fazendo é dar um freio de arrumação nas pesquisas, quando a solução natural seria, lá como cá, investir em melhores transportes coletivos ou ampliar substancialmente o leque das consultas eleitorais.
Fonte: CH
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>Mudança de vento

Posted on setembro 29, 2010. Filed under: Antonio Palocci, Banco do Brasil, Datafolha, Dilma Rousseff, Gabinete Civil, José Serra, Marina Silva, Ministro da Fazenda, Mudança de vento, Palácio do Planalto, presidente Lula, TV Globo |

>Por Merval Pereira
As atitudes erráticas do presidente Lula nesses últimos dias de campanha eleitoral denotam que os estrategistas da candidata Dilma Rousseff estão tentando digerir as informações contraditórias que chegam com as últimas pesquisas, mostrando uma perda contínua de votos em 15 dias. Ao mesmo tempo em que recuou nos seus ataques à imprensa em determinado momento, diante da constatação de que o clima de animosidade por ele deflagrado estava provocando reações negativas em setores da sociedade, o presidente retornou ao início da campanha, quando valorizar o passado de guerrilheira de Dilma era importante para garantir o apoio da esquerda do partido à neófita política escolhida para ser a “laranja” eleitoral de Lula.

Se os ataques aos meios de comunicação para tentar desqualificar as denúncias que provocaram a demissão da chefe do Gabinete Civil Erenice Guerra produziram inicialmente efeito negativo no eleitorado mais escolarizado e de maior renda, esse efeito hoje já se espalha por todos os setores da sociedade, segundo a mais recente pesquisa do Datafolha, demonstrando que as questões morais e a radicalização política afetam diretamente o setor do eleitorado mais preocupado com o equilíbrio institucional do país.

O elogio da radicalização política que Lula fez no comício de segunda-feira em São Paulo, exaltando o lado guerrilheiro de sua candidata, também incomoda essa classe média, especialmente a ascendente.

O objetivo imediato do presidente parece ser conter uma debandada de parte do eleitorado de esquerda que, desiludido com mais uma leva de escândalos envolvendo a gestão do PT, e mais uma vez no Gabinete Civil no Palácio do Planalto, estaria engrossando as fileiras da candidata verde Marina Silva.

É interessante constatar como a questão moral, que parece nunca atingir o presidente Lula diretamente, alcança inapelavelmente o PT nas últimas campanhas eleitorais.

Em 2006, quase que Lula não encontra ambiente político para se recandidatar por conta do mensalão. No auge do caso, em 2005, a popularidade do presidente caiu vertiginosamente, e as repercussões chegaram até a campanha no ano seguinte.

O caso dos “aloprados” veio apenas relembrar o escândalo do mensalão na reta final da campanha de 2006, provocando a ida da disputa para o segundo turno. Mais uma vez Lula recuperou-se do baque e conseguiu levar sua campanha a uma vitória vigorosa, ainda mais que o candidato tucano Geraldo Alckmin acabou tendo menos votos no segundo que no primeiro turno.

Agora, quando o marasmo da campanha eleitoral parecia levar a uma vitória tranquila no primeiro turno de Dilma Rousseff, dois novos escândalos trouxeram os debates políticos para um campo menos amorfo, fazendo com que setores da sociedade acordassem para o debate político. O presidente Lula escolheu a maneira errada de tentar desqualificar as denúncias contra Erenice Guerra, que pegam diretamente em Dilma Rousseff, sua protetora.

Ao levar para os palanques críticas aos meios de comunicação e garantir à população que as acusações eram mentirosas, Lula incentivou seus “aloprados” a desferir uma guerra contra a imprensa dita tradicional, e uma resposta imediata a favor da liberdade de expressão e da democracia foi articulada por representantes da sociedade civil do calibre de D. Paulo Evaristo Arns e Hélio Bicudo.

O manifesto, que protesta contra diversos indícios de autoritarismo do governo, inclusive a quebra de sigilos fiscais de pessoas ligadas ao candidato oposicionista José Serra, teve uma aceitação alta da sociedade e já tem mais de 50 mil assinaturas pela internet.

A confirmação, ontem, de que também o sigilo bancário do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas, foi quebrado no Banco do Brasil remete a métodos utilizados anteriormente por membros do governo contra o caseiro Francenildo Pereira, que teve seu sigilo bancário na Caixa Econômica violado a mando do presidente da instituição na ocasião, Jorge Matoso, para conseguir dados que, supunha, poderiam ajudar na defesa do então ministro da Fazenda Antonio Palocci.

O conjunto da obra é nada edificante para o PT e demonstra publicamente como o aparelhamento da máquina estatal por sindicalistas e filiados ao PT e a partidos aliados ao governo significa, na prática, muito mais que a simples ineficiência do Estado, uma ameaça para os cidadãos. É esse quadro que está mexendo com os votos do eleitorado, em todas as regiões do país e em todas as estruturas sociais.

A candidata oficial, Dilma Rousseff, ainda vence, mas está vendo sua vantagem sobre a soma dos dois outros concorrentes ser reduzida a cada dia nas últimas duas semanas.

Já está caracterizada uma tendência de queda de sua candidatura, ao mesmo tempo em que a candidata do Partido Verde, Marina Silva, tem uma ascensão na mesma proporção, começando a ganhar a simpatia dos indecisos e partindo para ganhar fatias do eleitorado que hoje está com Dilma.

Marina acredita que a onda verde seja forte o suficiente para levá-la para o segundo turno, superando o candidato tucano José Serra.

Para tanto, porém, terá que arrancar do eleitorado de Dilma os pontos necessários, o que a levará a atacar mais fortemente a candidata oficial no último debate, amanhã, na TV Globo.

A reta final de uma eleição que até agora é a mais modorrenta dos últimos tempos tem ingredientes para ser muito excitante.

Fonte: Blog do Noblat 

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>As boquinhas fechadas

Posted on setembro 29, 2010. Filed under: agências reguladoras, Arnaldo Jabor, Banco Central, direita, esquerda, FHC, Florestan Fernandes, Gramsci., intelectuais, Lula, Marx, privatização, Sergio Buarque, Tocqueville, trair |

>Por Arnaldo Jabor
Estamos vivendo um momento grave de nossa historia política em que aparecem dois tumores gêmeos de nossa doença: a união da direita do atraso com a esquerda do atraso

O Brasil está entregue à manipulação pelo governo das denuncias, provas cabais, evidencia solares, tudo diante dos olhos impotentes da opinião publica, tapando a verdade de qualquer jeito para uma espécie de “tomada do poder”. Isso; porque não se trata de um nome por outro a idéia é mudar o Estado por dentro.

Tudo bem: muitos intelectuais têm todo o direito de acreditar nisso. Podem votar em quem quiserem. Democracia é assim.

Mas, e os intelectuais que discordam e estão calados? Muitos que sempre idealizaram o PT e se decepcionaram estão quietinhos com vergonha de falar. Há o medo de serem chamados de reacionários ou caretas.

Há também a inércia dos “latifúndios intelectuais”. Muitos acadêmicos se agarram em feudos teóricos e não ousam mudá-los. Uns são benjaminianos, outros hegelianos, mestres que justificam seus salários e status e, por isso, não podem “esquecer um pouco do que escreveram” para agir. Mudar é trair…Tambem não há coragem de admitirem o obvio: o socialismo real fracassou. Seria uma heresia, seriam chamados de “revisionistas”, como se tocassem na virgindade de Nossa Senhora.

O mito da revolução sagrada é muito grande entre nós, junto com o voluntarismo e o populismo antidemocrático. E não abrem mão de utopias – o presente é chato, preferem o futuro imaginário. Diante de Lula, o símbolo do “povo que subiu na vida”, eles capitulam. Fácil era esculhambar FHC. Mas, como espinafrar um ex-operário? É tabu. Tragicamente, nossos pobres são fracos, doentes, ignorantes e não são a força da natureza, como eles acham. Precisam de ajuda, educação, crescimento para empregos, para alem do Bolsa Familia. Quem tem peito de admitir isso? È certo que já houve um manifesto de homens sérios outro dia; mas faltam muitos que sabem (mas não dizem) que reformas politicas e econômicas seriam muito mais progressistas que velhas idéias generalistas, sobre o “todo, a luta de classes, a Historia”. Mas, eles não abrem mão dessa elegância ridícula e antiga. Não conseguem substituir um discurso épico por um mais realista. Preferem a paz de suas apostilas encardidas.

Não conseguem pensar em Weber em vez de Marx, em Sergio Buarque em vez de Florestan Fernandes, em Tocqueville em vez de Gramsci.

A explicação desta afasia e desta fixação num marxismo-leninismo tardio é muito bem analisada em dois livros recentemente publicados: “Passado Imperfeito”, do Toni Judt (que acaba de morrer) e o livro de Jorge Caldeira “Historia do Brasil com empreendedores” (Editoras Cia da Letras e Mameluco). Ali, vemos como a base de uma ideologia que persiste ate hoje vem de ecos do “Front Populaire” da Franca nos anos 30, pautando as idéias de Caio Prado Jr e deflagrando o marxismo obrigatório na Europa de 45 até 56. Os dois livros dialogam e mostram como persiste entre nós este sarapatel de teses: leninismo, getulismo desenvolvimentista- e agora, possível “chavismo cordial”.

A agenda obvia para melhorar o Brasil é consenso entre grandes cientistas sociais. Vários “prêmios Nobel” concordam com os pontos essenciais das reformas políticas e econômicas que fariam o Brasil decolar.

Mas, não; se o PT prevalecer com seu programa não-declarado (o aparente engana…) não teremos nada do que a cultura moderna preconiza.

O que vai acontecer com esse populismo-voluntarista-estatizante é previsível , é “be-a-bá” em ciencia politica. O PT, que usou os bons resultados da economia do governo FHC para fingir que governou, ousa dizer que “estabilizou” a economia, quando o PT tudo fez para acabar com o Real, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra tudo que agora apregoa como atos “seus”. Fingem de democratas para apodrecer a democracia por dentro.

Lula topa tudo para eleger seu clone que guardará a cadeira até 2014. Se eleito, as chamadas “forças populares”, que ocupam mais de 100 mil postos no Estado aparelhado, vão permanecer nas “boquinhas”, através de providencias burocráticas de legitimação.

Os sinais estão claros.

As Agencias Reguladoras serão assassinadas.

O Banco Central poderá perder a mínima autonomia se dirigentes petistas (que já rosnam) conseguirem anular Antonio Palocci, um dos poucos homens cultos e sensatos do partido.

Qualquer privatização essencial, como a do IRB, por exemplo, ou dos Correios (a gruta da eterna depravação) , será esquecida.

A reforma da Previdência “não é necessária” já dizem eles – pois os “neoliberais exageram muito sobre sua crise”, não havendo nenhum “rombo” no orçamento.

A Lei de Responsabilidade Fiscal será desmoralizada.

Os gastos públicos aumentarão pois, como afirmam, “as despesas de custeio não diminuirão para não prejudicar o funcionamento da máquina publica”.

Portanto, nossa maior doença o Estado canceroso será ignorada.

Voltará a obsessão do “Contrôle” sobre a midia e a cultura, como já anunciam, nos obrigando a uma profecia auto-realizável.

Leis “chatas” serão ignoradas, como Lula já fez com seus desmandos de cabo eleitoral da Dilma ou com a Lei que proíbe reforma agrária em terras invadidas ilegalmente, “esquecendo-a” de propósito.

Lula sempre se disse “igual” a nós ou ao “povo”, mas sempre do alto de uma “superioridade” mágica , como se ele estivesse “fora da política”, como se a origem e a ignorância lhe concedessem uma sabedoria maior. Em um debate com Alckmin (lembram?), quando o tucano perguntou a Lula ao vivo de onde vinha o dinheiro dos aloprados, ouviu-se um “ohhhh!….” escandalizado entre eleitores, como se fosse um sacrilégio contra a santidade do operário “puro”.

Vou guardar este artigo como um registro em cartorio. Não é uma profecia; é o óbvio. Um dia, tirá-lo-ei do bolso e sofrerei a torta vingança de declarar: “Agora não adianta chorar sobre o chopinho derramado!”…

Fonte: A Gazeta

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>Despesas do Tesouro Nacional crescem e governo não cumpre meta

Posted on setembro 28, 2010. Filed under: arrecadação de impostos, governo, meta, Ministério da Fazenda, PIB, superávit fiscal, Tesouro Nacional |

>As despesas do Tesouro Nacional entre janeiro e agosto deste ano cresceram quase 20% em comparação com o mesmo período do ano passado. O superávit fiscal foi de R$ 29,7 bilhões, abaixo da meta de R$ 30 bilhões.

De acordo com o Ministério da Fazenda, em termos nominais, houve um aumento superior a R$ 42 bilhões. Os gastos com pessoal e encargos sociais chegaram a quase R$ 9 bilhões a mais. A receita bruta do Tesouro Nacional totalizou 18% do PIB, sendo que 8% correspondem a arrecadação de impostos.

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>Pesquisa Gazeta Dados aponta queda de Silval e indica que eleição será decida em 2º turno

Posted on setembro 28, 2010. Filed under: eleições 2010, Indecisos, Mato Grosso, Mauro Mendes, pesquisa espontânea, Pesquisa Gazeta Dados, segundo turno, Silval Barbosa, técnica Survey, Wilson Santos |

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Pesquisa do Instituto Gazeta Dados publicada no Jornal A Gazeta na edição 6877 de 28 de setembro, o governador Silval Barbosa candidato a reeleição caiu 3 pontos percentuais em relação a pesquisa anterior e Mauro Mendes subiu 1 ponto. Os números ficaram assim:
  • Silval Barbosa   43%
  • Mauro Mendes  27%
  • Wilson Santos   15%
  • Indecisos           12%
  • Brancos/Nulos    3%
 Com os resultados aponta um viés de que queda contínua de Silval e aponta para um pequeno crescimento de Mauro Mendes, Wilson Santos permanece estabelizado. Esses dados aponta com segurança que as eleições 2010 para governador em Mato Grosso será decida em 2º turno.



Histórico das pesquisas do Gazeta Dados

Em relação ao levantamento anterior, de 18 e 19 de setembro, Silval oscilou 3 pontos percentuais dentro da margem de erro, da mesma forma como Mendes. O principal adversário do peemedebista teve crescimento de somente 1 ponto percentual, saindo de 26% para 27%. Já o tucano Wilson Santos permaneceu com os mesmos 15% apontados desde a segunda rodada do Gazeta Dados, feita de 3 a 5 de setembro. Marcos Magno (PSOL), que vinha apresentando 1% da preferência dos eleitores, não pontuou.

Da primeira rodada do Gazeta Dados, ainda em agosto, antes do início do horário eleitoral gratuito, Silval Barbosa avançou 12 pontos, partindo de 31%, passando a 48%, 46% e agora está com 43%. Durante 40 dias de campanha, o atual governador impôs uma frente sobre os demais candidatos, o que lhe assegura a condição de primeiro lugar.
O empresário Mauro Mendes, que começou na terceira colocação com 15%, foi a 21%, depois 26% e hoje tem 27%, deixando para trás o adversário Wilson Santos (PSDB), com quem disputou a prefeitura de Cuiabá em 2008 e saiu derrotado em segundo turno. O tucano iniciou a campanha pela sucessão ao governo com 23%, caiu para 15%, índice que se manteve até o último final de semana. Foram 8 pontos percentuais perdidos que, pelo comportamento dos números, acabaram repassados a Mendes, resultando no aumento do índice do candidato do PSB.
Também no voto estimulado, categoria quando o eleitor tem acesso à lista de candidatos, o número de indecisos mostra uma oscilação expressiva. Eram 23% e agora totalizam 12%, 11 pontos percentuais a menos. O total de votos nulos de brancos sai de 7% para 3%, um recuo de 4 pontos percentuais.
Com 2,095 milhões de eleitores aptos a votarem em Mato Grosso, os 12% que declaram não ter ainda escolhido o candidato ao governo representam 251,4 mil votos. Com o dia da votação bem próximo, somente fatos novos e relevantes podem levar essa parcela do eleitorado a indicar claramente qual seria a tendência eleitoral. Vale lembrar que as sondagens refletem um quadro de momento e que podem variar por conta de qualquer fato político. O Gazeta Dados vai divulgar a quinta e última rodada regional de pesquisa no dia 3 de outubro.
Pesquisa espontânea
Na evolução do voto espontâneo, o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, teve um crescimento de 17 pontos percentuais, saindo de 15%, passando a 30%, 31% e agora 32%. A escolha na modalidade espontânea é considerada por estatísticos como o voto consolidado porque o eleitor responde ao entrevistador em qual candidato vai votar, sem acesso a relação oficial de candidatos.
O neossocialista Mauro Mendes chegaria em 3 de outubro em segundo lugar com 19% da preferência dos eleitores, uma elevação de 11 pontos desde a primeira rodada estadual realizada pelo Gazeta Dados. Mendes iniciou com 8%, foi a 13%, esteve em 15% e hoje apresente 19%.
Já o ex-prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), nos quatro levantamentos do instituto, manteve o índice de 10%. Marcos Magno não pontuou na modalidade de voto espontâneo. Enquanto brancos e nulos caíram de 7% para 4%, o total de indecisos recuou significativamente de 60% para 35%, 25 pontos percentuais.
Segundo turno
Como tradicionalmente vem expondo em suas pesquisas, o Gazeta Dados projetou os confrontos para um segundo turno. Silval Barbosa venceria facilmente os adversários Mauro Mendes ou Wilson Santos.
Quando a simulação coloca Silval e Mauro, o peemedebista ganharia o pleito com 15 pontos percentuais de frente. O governador teria 45%, 2% a mais que na pesquisa anterior. Já o empresário do PSB ficaria com os mesmos 30%, indicados no levantamento feito há sete dias.
Entre Silval e Wilson, o favoritismo é ainda mais expressivo para o atual governador, que levaria a eleição com 35 pontos de frente. Peemedebista teria 52% e o tucano 17%. Silval cresceu 3 pontos e Wilson perdeu 5 pontos, comparando-se com a amostragem dos dias 18 e 19 de setembro.
Em uma virtual disputa com Mauro e Wilson, o tucano sai derrotado das urnas com 20% das intenções de voto contra 41% atribuídos ao socialista, uma diferença de 21 pontos, apontando que a chance de Wilson chegar a uma final nesta eleição parece difícil.
Perfil da Pesquisa – Realizada nos dias 25 e 26 de setembro, entrevistadores do Gazeta Dados estiveram em 40 municípios, divididos em sete regiões de Mato Grosso, ouvindo 1 mil eleitores. Com margem de erro de 3% variando para mais ou para menos, a pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT) sob o número 39.272/2010. O instituto aplica a técnica Survey de questionários padronizados capazes de gerar resultados representativos do eleitorado mato-grossense.
Fonte: A Gazeta
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>Pesquisa Datafolha mostra queda de Dilma a 46% e chances de 2º turno é real

Posted on setembro 28, 2010. Filed under: Datafolha, Dilma, eleições 2010, José Serra, Marina, pesquisa Datafolha |

>Eleições 2010 – Pesquisa Datafolha, divulgada pelo Jornal Folha de S. Paulo nesta terça-feira, 28 de setembro, a seis dias da eleição, mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, caiu de 49% para 46%, queda de 3 pontos percentuais, já não tem mais expectativa de  vitória em primeiro turno, revela nova pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país.

Veja os números da pesquisa estimulada:

  • Dilma 46%,
  • José Serra 28%,
  • Marina 14%

Vantagem de Dilma sobre a soma dos 

adversários cai a 2 pontos

Segundo o levantamento, Dilma agora perde votos ou oscila negativamente em todos os estratos da população.

Nos últimos cinco dias, Dilma perdeu três pontos percentuais entre os votos válidos que decidirão o pleito. Ela recuou de 54% para 51% –e precisa de 50% mais um voto para ser eleita.

Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, Dilma pode ter 49% dos votos válidos. Ou 53%, o que a levaria ao Planalto sem passar por um segundo turno eleitoral.

Ainda considerando os votos válidos, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, apenas oscilou positivamente, de 31% para 32%.

Marina Silva, do PV, também oscilou positivamente dentro da margem de erro. Passou para 16%, ante os 14% que tinha na última pesquisa, realizada entre os dias 21 e 22 de setembro.

Onde houve queda de inteções de voto de Dilma
Houve queda ou oscilação negativa para a candidata escolhida pelo presidente Lula para sucedê-lo em todos os estratos da população, nos cortes por sexo, região, renda, escolaridade e idade.

Uma das maiores baixas (queda de 5% nas intenções de voto) se deu entre os que ganham de 2 a 5 salários mínimos (entre R$ 1.020,00 e R$ 2.550,00). Cerca de 33% da população brasileira se encaixa nessa faixa de renda.

Dilma vem perdendo votos desde a segunda semana de setembro. Foi quando o escândalo envolvendo tráfico de influência na Casa Civil levou ao pedido de demissão de sua ex-principal assessora, Erenice Guerra.

De lá para cá, o total das inteções de voto em Dilma caiu de 51% para 46%. Já a soma de seus adversários subiu de 39% para 44%.

Considerando somente os votos válidos, a diferença entre Dilma e os demais candidatos despencou de 14 pontos há duas semanas para dois pontos agora.

Mulheres
A pesquisa mostra também que houve forte “desembarque” da candidatura Dilma entre as mulheres (queda de 47% para 42%) e entre os eleitores mais escolarizados, com curso superior.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Serra, a vantagem da petista também caiu. No levantamento anterior, Dilma tinha 55% das intenções de voto. Agora, tem 52%. Serra, que antes tinha 38%, agora tem 39%.

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