Acrimat

>Preço da carne bovina dispara em Mato Grosso

Posted on outubro 26, 2010. Filed under: Acrimat, carne bovina, consumidor, Consumo, Criadores, Economia Agropecuária, Imea, Mato Grosso, preço, Preço da carne |

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De agosto para setembro, alguns cortes tiveram aumento de até 40% nos preços, segundo o Imea. Consumo cai
Escassez de animal no pasto, queimadas, crise no setor frigorífico e dólar em baixa são alguns dos fatores que causam susto no consumidor na hora de comprar carne bovina. De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), nos últimos 5 anos o preço do quilo da carne aumentou 106% no varejo enquanto que a arroba do boi teve valorização de 70%. No último mês, alguns cortes tiveram incremento acima de 40% e o consumo caiu em média 5%.
Carne bovina
Todo este movimento no setor da pecuária, da indústria frigorífica e no setor varejista afeta o consumidor final, mesmo aqueles que não cozinham em casa. No segmento de alimentos, por exemplo, empresários tentam driblar o aumento oferecendo alternativas como frango e carne suína, mas em alguns casos, o aumento de preço vai ser inevitável. No restaurante KG, o proprietário José Ignácio de Lima diz que está tentando negociar com o fornecedor, mas que por enquanto está amargando o prejuízo. “Estamos tentando colocar outros tipos de carne, mas o cliente exige a carne vermelha. Nos últimos 60 dias meus custos com a carne aumentaram em cerca de 30%”.
Na marmitaria Maria Isabel as carnes de primeira estão sendo substituídas pelas de segunda e o proprietário está tendo que explicar aos clientes porque estão fazendo mais frango. “Até agora estou arcando com o prejuízo, mas não sei até quando isso será possível”. Na churrascaria Boi Grill, que compra uma média de uma tonelada de carne por semana, o empresário Fernando Nonato afirma que infelizmente haverá reajuste de preço do rodízio. “A gente segura até quando dá, mas como sempre teremos que repassar o aumento”.
O repasse, aliás, é a justificativa do setor industrial. Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo), Luiz Antônio Freitas, a raiz do problema está na falta de boi. “Estamos trabalhando com capacidade ociosa e os custos estão ultrapassando os lucros. Nossa margem é muito menor hoje do que há 5 anos”.
O superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari reconhece que houve uma recuperação no preço da arroba nos últimos anos e que os frigoríficos repassaram isso. O questionamento dele é sobre a discrepância entre a variação no campo, nas indústrias e no varejo. “Se acompanhar a evolução no frigorífico observa-se que é condizente ao preço da arroba, mas o varejo não. Principalmente quando há redução de preço no setor produtivo e isso não atinge o consumidor final”.
Nos supermercados, o que se percebe é um trânsito de carne vermelha para a carne branca e o diretor da Associação Mato-grossense de Supermercados (Asmat), Altair Magalhães, diz que o aumento, em primeiro lugar, é comum neste período do ano, além disso, o também proprietário da rede Modelo afirma que o preço da carne estava estável há alguns meses e com a estiagem o aumento é natural. 
Fonte: A Gazeta
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>BB disponibilizará crédito de até R$ 130 mil para aquisição de animais na 45ª Expoagro

Posted on julho 4, 2009. Filed under: 45ª Expoagro, Acrimat, Banco do Brasil, gado de cria, linha de crédito |

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Pecuaristas poderão acessar até R$ 130 mil para comprar gado de cria, recria e engorda

Linha de crédito para compra de gado é exclusiva para negociação feita em feiras agropecuárias

Pecuaristas que efetuarem a compra de animais durante a 45ª edição da Exposição Internacional, Agropecuária, Industrial e Comercial de Mato Grosso (Expoagro) poderão aderir à nova linha de crédito lançada pelo Banco do Brasil. Trata-se da MCR 6.2 Investimento, em que o criador terá um crédito de até R$ 130 mil para financiar a compra de gado para cria, recria e engorda. A parceria foi firmada durante a feira entre o agente financeiro e a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).

O gerente de Mercado do BB, Anderson Torquato Scorsafava, explica que a linha de crédito é exclusiva para aquisições feitas em feiras agropecuárias e que como em outro tipo de financiamento está condicionado à análise de crédito. “O pecuarista tem de estar com cadastro atualizado junto ao banco, não ter restrição. Além disso tem de comprovar que o gado foi comprado durante a feira”, diz o gerente ao informar porém, que as propostas fechadas durante a feira serão analisados com mais agilidade.


De acordo com a associação de criadores do Estado, são realizadas 60 feiras como a Expoagro todos os anos e que nesses eventos os pecuaristas aproveitam para renovar seu plantel, adquirindo animais de alta linhagem comercial. Só para este ano, o Sindicato Rural de Cuiabá, promotor da Expoagro, estima que sejam movimentados R$ 15 milhões durante os 11 dias de feira, somente com a venda de animais nos leilões.


Além do limite de crédito de R$ 130 mil por Cadastro de Pessoa Física (CPF), o prazo para o pagamento de animais destinados ao corte é de dois anos e o leiteiro aumenta para três anos, ambos sem carência. Os juros são de 6,75% ao ano (a.a.). O integrante da Comissão de Crédito da Acrimat, Júlio Medeiros, afirma que a parceria é um avanço para o segmento, que tem muita dificuldade em conseguir financiamento para atividade. Ele acrescenta que todo o investimento feito pelos pecuaristas é feito com capital próprio.


“Esta linha de crédito é importante, porém precisamos de mais prazo para pagamento. O ideal seria de cinco anos, já que o ciclo da pecuária é diferente agricultura”, diz Malheiros ao citar por exemplo, que entre a compra de uma novilha até o momento em que ela vai reproduzir, há um intervalo considerável e que três anos é pouco para pagar o financiamento de um produto que vai gerar rentabilidade a médio prazo. Ele acrescenta ainda que, o pouco tempo destinado ao prazo para quitação do financiamento é o principal motivo para a baixa quantidade de operações realizadas pelo pecuaristas junto aos agentes financeiros. Fonte: A Gazeta

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>Presidente da Acrimat sugere que governo confisque frigoríficos

Posted on março 25, 2009. Filed under: Acrimat, confisque frigoríficos, ministro da Agricultura Reinhold Stephanes, pecuaristas de Mato Grosos |

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Atualizada em 20/05/2006 às 20:51

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A situação dos pecuaristas de Mato Grosos é de despero e de calamidade nos municípios que vivem praticamente dessa atividade. Essa visão sombria foi dada, hoje, pelo presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso, Mário Cândia de Figueiredo, durante a audiência pública, na Câmara Federal, que discutiu a crise no setor pecuário. As informações foram repassadas pela Assessoria de Imprensa de Acrimat.


Ainda segundo Mário Cândia, cidades das regiões Noroeste e Nordeste de Mato Grosso como Juina, Juara, Alta Floresta, Nova Xavantina e Confresa, estão em situação de calamidade pública, pois não conseguem vender seu gado, receber o que vendeu. Os trabalhadores seguem na mesma condição, pois perderam o emprego e não receberam seus salários. “A solução a curto prazo é o governo confiscar os frigoríficos, pois isso é legal e possível, quando a calamidade pública é decretada. Vamos trabalhar juntos para encontrar uma saída”, disse o presidente da Acrimat.

“Depois de mais de três horas de debate com ministros, políticos e representantes de toda cadeira produtiva da pecuária, a única certeza foi de que ninguém tem dados a respeito das reais consequencias do fechamento dos frigoríficos no Brasil”, acrescentou Mário Cândia.

O presidente da Acrimat saiu da audiência ainda com a visão mais pessimista. Segundo ele, depois que o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, considerou a crise pontual e não sistêmica, pois são os frigoríficos exportadores que mais sofreram com a crise mundial, penalizados pela escassez de crédito externo.”Diante do que ouvimos hoje, não acreditamos em saída para esta crise a curto ou médio prazo”, concluiu.

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>Dicas e cotações do Agronegócio

Posted on março 18, 2009. Filed under: Acrimat, BNDES, Cotação da Soja, Cotação do Boi Gordo, Cotação do Milho, Frigorífico Margem, Frigorífico Quatro Marcos, frigoríficos Arantes, Gazeta Mercantil |

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• Informações – A Gazeta Mercantil publicou na edição de ontem uma informação que ainda não é oficial, mas a estimativa é de que os frigoríficos que entraram em recuperação judicial do final do ano passado para cá, deixaram de pagar pelo menos 430 milhões de reais aos pecuaristas fornecedores de animais para abate.

• Esse cálculo considera somente os débitos pendentes nos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul, onde os frigoríficos Arantes, com sede na cidade de São José do Rio Preto – no interior de SP, o Frigorífico Independência, fundado há 30 anos em Santana do Parnaíba – no interior de SP, com 11 plantas em todo o Brasil e Frigoestrela com sede em Americana – por coincidência, também no interior de SP e os três frigoríficos tinham atuação mais forte em GO e MS.

• Aqui em Mato Grosso, estima-se que somente o frigorífico Arantes tenha um débito pendente de 70 a 80 milhões de reais com a compra de gado. O total desse rombo atinge um valor próximo de 500 milhões de reais e pode ser maior se forem contabilizadas as dívidas do Independência – que abatia bois em cinco plantas aqui em MT, além do Frigorífico Margem e do Frigorífico Quatro Marcos, todos em recuperação judicial. E tem frigorífico que ainda não declarou ou detalhou seu endividamento à Justiça.

• A Assessoria de Imprensa da Acrimat, divulgou em seu release distribuído ontem, que Mario Candia, Presidente da ACRIMAT – Associação dos Criadores de MT, recebeu com muito otimismo a notícia de que o governo federal prepara um pacote, denominado “operação de salvamento”, para socorrer os frigoríficos e evitar problemas em toda a cadeia produtiva.

• O presidente da Acrimat comentou ainda, que desde o inicio da crise na cadeia no final de 2008, que aconteceu em função do fechamento dos frigoríficos em todo país, a Acrimat vem solicitando a intervenção do governo federal para liberar recursos e ajudar os frigoríficos, como foi feito com outros setores econômicos e disse ainda que os frigoríficos não tem condições de sair dessa dificuldade financeira, de falta de crédito, sem a ajuda do governo.

• Para Luciano Vacari, superintendente da Acrimat essa medida do governo federal vem em boa hora e vai dar fôlego aos frigoríficos em curto prazo principalmente no que se refere ao capital de giro. Mas segundo Vacari, tudo isso precisa ser muito bem conversado, para que o problema não volte a acontecer. Vacari diz ainda, que a sugestão da Acrimat é que uma porcentagem dos recursos liberados pelo BNDES seja vinculada a garantia de compra de animais.

• A medida provisória que foi aprovada pelo Senado, na semana passada, garante o capital de giro através de recursos do BNDES e Banco do Brasil. São 1 bilhão e 200 milhões de reais para atender uma parcela dos frigoríficos que estão passando por dificuldades em suas operações internas e de exportação. O governo federal irá liberar recursos também por meio dos EGF – Empréstimos do Governo Federal e das LEC – Linhas Especiais de Crédito no valor de até 20 milhões de reais por empresa, para ampliar a liquidez dos frigoríficos.

• Segundo o que foi noticiado pela Gazeta Mercantil, o advogado do Frigorífico Quatro Marcos, Aibes Alberto da Silva, disse que o débito com compra de boi da empresa é de cerca de 20 milhões de reais, valor dos débitos em Mato Grosso, Goiás, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Paraná e Pará. O Frigorífico Quatro Marcos, que pediu a recuperação judicial em outubro, só teve o pedido aceito pela Justiça em fevereiro e segundo seu advogado, deverá apresentar sua proposta aos credores, em abril, o que para os pecuaristas que tem dinheiro a receber pode ser uma boa notícia.

• Agora, vejam só, o frigorífico pediu sua recuperação judicial em outubro, nós estamos em março, o frigorífico vai apresentar sua proposta aos credores em abril, portanto, terão passado 6 meses e se tudo correr bem o pecuarista irá receber em maio ou junho ou muito, muito mais tempo adiante. Será muito difícil se manter no negócio da pecuária, recebendo o boi que foi abatido em outubro, 6, 7 ou até 8 meses depois. Sem contar ainda a população de desempregados que se criou em todo estado.

• Sendo assim, cabe agora aos criadores, procurar sua associação ou os sindicatos rurais para aproveitarem o momento certo e dar entrada através dos advogados nas ações cabíveis para o recebimento do seu dinheiro.

• Mas eu ainda tenho aqui uma pergunta. Porque presidente Mario Candia da Acrimat, superintendente Luciano Vacari, porque a associação não se estabelece e assume esses frigoríficos que estão fechados?
Vencimento Fechamento em US$Bushel Equivalência em US$
futuro Equivalência em Saca

Março 9,11 20,09
Maio 9,07 20,01
Julho 8,91 19,66

• Algodão- Rondonópolis @ R$ 34,70 • Sapezal @ R$ 33,90
• Boi gordo – Cuiabá @ R$ 67.00 • Barra do Garças @ R$ 63.00
• Milho – Campo Verde R$ 13,60 • Lucas do Rio Verde Saca R$ 13,00
• Soja Rondonópolis – Saca R$38,30 • Sorriso Saca R$ 34.50

Fonte: Olhar Direto

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