África do Sul

>Funcionários de hotéis onde a Seleção Brasileira hospedou na África recusam falar sobre ambiente entre os jogadores e comissão

Posted on julho 5, 2010. Filed under: África, África do Sul, Copa do Mundo, FUTEBOL, jogador de futebol, seleção brasileira |

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Copa do Mundo – A seleção brasileira foi embora da África do Sul no último sábado, mas deixou resquícios de seu comportamento no país da Copa do Mundo. Funcionários que tiveram contato mais próximo com os jogadores são proibidos de falar sobre o assunto. Em dois dos três hotéis usados pela delegação, conversar sobre a seleção significa risco de advertência ou punição mais grave. Apenas hóspedes contaram um pouco do “day after” do time de Dunga.
Em Port Elizabeth, palco da eliminação brasileira diante da Holanda, nas quartas de final, os funcionários não escondem o medo em dar alguma declaração ou fazer o mais simples comentário. No domingo, um dia depois de a seleção partir rumo ao Brasil, o silêncio foi total.
“O gerente não está aqui e nós não falamos sobre isso”, respondeu uma recepcionista. Quando questionada o motivo de tal postura, ela informou: “não podemos falar disso, estamos proibidos.”
Os funcionários do pequeno bar do hotel também se mostraram assustados. Perguntado se o Brasil esteve hospedado lá, um atendente respondeu: “sim”. E você viu os jogadores? “Não posso falar”, emendou ele, baixando o tom de voz e indo para outro canto do balcão.
Em Johanesburgo, onde a seleção passou grande parte do tempo concentrada e isolada, a restrição foi ainda maior. Ter contato com os funcionários foi praticamente impossível. Aqueles que mais se aproximaram dos jogadores também não abriram a boca. “Estamos proibidos de falar. Eu, ela e todo mundo”, afirmou um segurança apontando para a colega que tomava conta da entrada do lugar.
Mas se em Johanesburgo a seleção se despediu feliz e animada depois de bater o Chile por 3 a 0 nas oitavas de final, em Port Elizabeth o clima foi pesado depois do duelo com os holandeses, que venceram por 2 a 1.
A brasileira Dina Applegreen Oliveira estava no mesmo hotel da seleção na manhã de sábado. Viu de perto as reações de alguns jogadores horas depois da eliminação diante da Holanda. “O clima era de muita tristeza. O Julio Cesar estava com cara de enterro, parecia que tinha ido num velório. Seus olhos estavam inchados e vermelhos”, contou Dina.
 Dunga manteve o clima de discrição na África, o que seguiu mesmo após a eliminação brasileira
Embora tivessem o dia livre até embarcar no final da tarde, os jogadores preferiram não deixar o hotel. A maioria sequer tomou café da manhã. Juan e Luisão foram os que ficaram mais tempo no lobby do hotel durante o sábado. “Eles estavam bem abatidos e ficaram no barzinho do hotel, mas sem beber nada com álcool”, disse a torcedora.
Kaká esteve entre aqueles que não saíram do quarto. E foi um dos poucos que Dina não conseguiu ter um contato mais próximo. Nada de fotos ou autógrafo. “Quando ele finalmente apareceu no lobby algumas pessoas já estavam em volta dele e ficou difícil.” Fonte: UOL Esportes
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>Hoje, futebol

Posted on junho 20, 2010. Filed under: África do Sul, Carlos Chagas, Fifa, FUTEBOL, política |

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Por Carlos Chagas
Não dá para resistir à tentação de, por um dia, trocar a política pelo futebol. Iniciativa até profilática, na medida em que determinadas observações sobre o que vai acontecendo nos gramados da África do Sul poderão servir de lição para o que se passa no Congresso, nos partidos e na sucessão presidencial.
Já reparou o leitor que pelo menos até agora estão se classificando os selecionados dos países da América Latina? México, Uruguai, Argentina, Paraguai, Brasil e Chile vão vencendo, ficando apenas Honduras no rol dos perdedores.
Por que? Pode ser que as próximas disputas venham a desmentir essa tentativa de interpretação, mas, por quanto, porque os selecionados referidos são puros. Puros? Sim, sendo todos os craques, sem exceção, cidadãos das próprias nações, mesmo em maioria atuando em clubes estrangeiros. Situação bem diferente de times como França, Inglaterra, Suíça, Alemanha e outras, polvilhadas de jogadores naturalizados cidadãos dos países onde jogam. Não se trata de uma questão de raça nem de cor, mas apenas de raízes. O africano que disputa a copa com camisa diferente daquela de sua terra natal carece de força interna capaz de fazê-lo empenhar-se no limite de sua resistência. Falta-lhe garra. Aliás, esse raciocínio também deve valer para brasileiros bissextos que viraram portugueses, japoneses e alemães por questões comerciais. Jamais se livrarão, os que abandonaram sua cidadania natural, da pecha de mercenários. Pensarão primeiro na própria carreira, até com razão.
Outra observação a registrar situa-se nessa espécie de imperialismo europeu que tem prevalecido nas copas do mundo. Basta ver, nas eliminatórias travadas nos diversos continentes, o número de vagas oferecidas. Para a América do Sul, apenas quatro, mais uma da repescagem. Para a Europa, treze. Como esquecer que até uma ilha perdida entre a Dinamarca e a Suécia entrou na disputa? Sem falar que Gales e Escócia só não se classificaram, junto com a Inglaterra, por fraqueza de seus times, apesar de constituírem a mesma pátria. Está na hora de as Américas reivindicarem mais espaço, assim como a África e até a Ásia. Ou, pelo menos, exigirem a redução dos espaços europeus. Afinal, o fato de terem inventado o futebol não os credencia ao exercício de nenhuma ditadura esportiva.
Quando presidente da Fifa, bem que João Havelange promoveu sensíveis mudanças, a começar pela inclusão da África na competição, mas não conseguiu vencer a organização do imperialismo europeu. Pode ser que o próximo presidente, em 2014, venha de algum país afastado do Velho Mundo.
Tem mais, como adendo. Há países europeus, até mais de um, nos oito grupos que disputam a copa. Faltam latino-americanos em três.
Antes da partida final, não vamos cometer a ingenuidade de supor os europeus fora da conquista da taça. Falta muito jogo. Mas, ao menos até agora, qual o continente que mais se destaca? Por coincidência o mais prejudicado, apesar de estar apresentando o melhor futebol.
Bem que alguns partidos políticos de nossa atualidade poderiam organizar-se para superar a prevalência do PMDB, por disporem de doutrina, ideologia e objetivos muito superiores à atual federação de interesses pessoais em que se transformou o maior partido nacional. Possível sempre será. Fonte: www.claudiohumberto.com.br
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>Seleção Brasileira: Dunga convoca seu exército para vencer a Copa do Mundo de 2010

Posted on maio 11, 2010. Filed under: África do Sul, Copa do Mundo de 2010, Dunga, FUTEBOL, seleção brasileira |

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OS 23 CONVOCADOS DE DUNGA PARA A COPA DO MUNDO

Júlio Cesar
Inter/ITA
Goleiro

Doni
Roma/ITA
Goleiro

Gomes
Tottenham/ING
Goleiro


Maicon
Inter/ITA
Lateral


Daniel Alves
Barcelona/ESP
Lateral


Michel Bastos
Lyon/FRA
Lateral


Gilberto
Cruzeiro
Lateral


Lúcio
Inter/ITA
Zagueiro


Juan
Roma/ITA
Zagueiro


Luisão
Benfica/POR
Zagueiro


Thiago Silva
Milan/ITA
Zagueiro


Gilberto Silva
Panathinaikos/GRE
Volante


Felipe Melo
Juventus/ITA
Volante


Josué
Wolfsburg/ALE
Volante


Kleberson
Flamengo
Volante


Kaká
Real Madrid/ESP
Meia


Ramires
Benfica/POR
Meia


Elano
Galatasaray/TUR
Meia


Júlio Baptista
Roma/ITA
Meia


Luís Fabiano
Sevilla/ESP
Atacante


Robinho
Santos
Atacante


Nilmar
Villarreal/ESP
Atacante


Grafite
Wolfsburg/ALE
Atacante

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O técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Dunga, anunciou nesta terça-feira, 11 de maio a lista dos 23 jogadores brasileiros convocados para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Sem grandes surpresas, Dunga só deixou de fora o flamenguista Adriano, que havia convocado em outras ocasiões. Em seu lugar, foi chamado Grafite, jogador do Wolfsburg e artilheiro do campeonato alemão do ano passado.  

O conservador Dunga não deixou ser levado pelo apelo popular e da mídia esportiva que clamava pela convocação dos jogadores do Santos, Neymar e Ganso. Permaneceu o critério que já tinha traçado, bem antes, e que segundo afirmou na entrevista coletiva, compartilhava com seus comandados.

A Seleção formada tem cara de vitoriosa?  Não podemos afirmar que sim ou não. O que conta de agora para frente é a seriedade em que os trabalhos serão conduzidos, o espírito de equipe e o entusiasmo para superar as limitações que cada jogador, por melhor que seja tem, e principalmente equilíbrio para vencer os adversários.
O Bom Dia Mato Grosso não vai entrar na onda de criticar por criticar, aproveitando de um evento, a Copa do Mundo, e do futebol, esporte paixão do brasileiro, apenas para juntar-se a nós pelo fato de sermos críticos ferrenhos, ou apoiadores passivos, aproveitando disso para  aumentar os acessos ao blog. Procuraremos sempre ser isentos.

Veja a lista completa abaixo:

Goleiros:
Julio César (Internazionale de Milão)
Gomes (Tottenham)
Doni (Roma)

Laterais:
Maicon (Internazionale de Milão)
Gilberto (Cruzeiro)
Daniel Alves (Barcelona)
Michel Bastos (Lyon – França)

Zagueiros:
Juan (Roma)
Thiago Silva (Milan)
Lúcio (Bayern de Munique)
Luisão (Benfica)

Meias:
Gilberto Silva (Panathinaikos)
Ramires (Benfica)
Josué (Wolfsburg)Kleberson (Flamengo)Elano (Manchester City) Felipe Melo (Juventus) Júlio Baptista (Roma) Kaká (Real Madrid) 
Atacantes:
Grafite (Wolfsburg)
Luís Fabiano (Sevilla)
Nilmar (Villareal – Espanha)
Robinho (Santos)

Mais você pode comentar a vontade. Seja para apoiar, criticar, dar sugestões. Click no ícone comentários e faça o seu. Use também nosso mural de opiniões e recados

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>Brasil reclama por ser tratado como ‘rico’ em Copenhague

Posted on dezembro 17, 2009. Filed under: África do Sul, Índia, Brasil, China, Copenhague, Dilma Rousseff, rico |

> Luciana Coelho/Folha

A Dilma Rousseff que desfila por Copenhague é diferente da Dilma Rousseff que deixou o Brasil no início da semana.


Antes de voar para a capital da Dinamarca, Dilma levara o rosto à TV. Numa peça publicitária do PT, vendera a tese do Brasil-potência.


Dissera que o país logo seria a quinta economia do mundo.


Como não falara em prazos, Dilma passara a impressão de que a riqueza estaria na virada da esquina.


Chefe da delegação brasileira na cúpula do clima, a ministra-candidata foi submetida a uma novidade incômoda.


Os países mais ricos do planeta decidiram dispensar ao Brasil um tratamento de igual. É como se tomassem a Dilma da TV ao pé da letra.


Discute-se em Copenhague a criação de um fundo anual para combater o aquecimento global. Em 2030, somaria algo como US$ 200 bilhões.


Os países ricos se dispõem a custear 25% do fundo. E sugerem que nações como Brasil, China, Índia e África do Sul compareçam com 20%.


Em timbre diverso do que usara na propaganda petista, a Dilma Rousseff do exterior subiu no caixote com cara de ministra de país remediado:


“Somos a favor de compromissos comuns, mas diferenciados. Esses países têm 200 anos de desenvolvimento e de acúmulo de riqueza, por isso não concordamos”.


O ministro petista do Meio Ambiente, Carlos Minc, ecoou a colega: “Daqui a pouco, os EUA vão dizer que são um país em desenvolvimento”.


Lá fora, tomada por representante de nação endinheirada, Dilma faz voto de pobreza. No Brasil, ministra de país ainda pobre, Dilma faz voto de riqueza.


Considerando-se o fato de que o Brasil não vale senão o quanto pesa, melhor levar a sério apenas a Dilma de Copenhague.


Fonte: Blog do Josias


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