Agecopa

>Deputado Emanuel Pinheiro quer acabar com a Agecopa

Posted on fevereiro 22, 2011. Filed under: Agecopa |

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O deputado Emanuel Pinheiro (PR) disse em entrevista à Rádio CBN Cuiabá que pretende extinguir a estrutura da Agecopa. A intenção é criar uma estrutura hierárquica de subordinação, inexistente na autarquia.
“Tenho duas propostas para modificar a Agecopa, uma delas é criar uma secretaria Especial da Copa, na qual terá um secretário subordinado ao Governo. A outra proposta é vincular a agência a uma das secretarias já existentes, seja ela de Cidades ou qualquer outra”, explica o deputado.
Essa decisão do deputado se deve segundo ele, à falta de prestação de esclarecimentos da Agecopa em relação os projetos que estão sendo executados. “Na semana passada convocamos uma audiência pública para debater os projetos da Copa, a sociedade esteve presente, mas a Agecopa não foi. Isso é uma falta de respeito, não comigo, mas com a sociedade matogrossense,” diz Pinheiro.
Outra questão que preocupa o deputado é a falta de um contrato de gestão entre a Agecopa e o Governo. “Tenho receio de perdermos a condição de subsede da Copa do Mundo de 2014 por falta de competência dessa agência”, pontua o deputado. Fonte: PNB Online
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>Goleiro bom e político têm que ter sorte

Posted on outubro 31, 2010. Filed under: Agecopa, Alfredo da Mota Menezes, Collor, Copa em Cuiabá, FMI, Lula, Petrobras, Zoneamento Agroambiental |

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Três assuntos

Por Alfredo da Mota Menezes
Acredito que goleiro bom e político têm que ter sorte. O caso Dante de Oliveira, quando Ulysses Guimarães escolheu sua emenda das diretas, é sempre citado. Catapultou a carreira dele. Lula, se eleito em 1989 na disputa do segundo turno com Collor, com a economia em frangalhos e como via o mundo por outro prisma, teria desaparecido na história. Elegeu-se na hora certa.

O Silval Barbosa tem sorte também. Pego dois fatos recentes. O pedido de demissão do Adilton Sachetti da presidência da Agecopa é um. Sem um tiro, sem um grito ou empurrão, caiu no colo dele. Não fez nenhum gesto que contrariasse o Maggi, seu aliado mais importante na eleição. Silval vai ordenar as despesas para a Copa em Cuiabá.

Outro fato foi o do gás. Será retomado, volta a usina termelétrica a funcionar e beneficiaria os carros a gás e empresas. Sem um grito extra ou empurrão, na hora mais apropriada para ele, tudo se encaixou.

Tenho conversado com muita gente da nova classe média brasileira, esta que está decidindo a eleição. Ela acredita com convicção que o governo Lula pagou toda a dívida externa do país.

Pagou a do FMI, não toda a externa, tento arguir. Ninguém tira da cabeça desse brasileiro que o Brasil não tem mais dívida. Olha para a gente até com cara de piedade por ser “contra” o Lula. Essa aceitação dele talvez seja porque o FMI aparece como bicho-papão em nossa história.

Ao emprestar dinheiro ou dar aval para que outros emprestassem, o FMI exige austeridade econômica dos governos. Nossa dívida externa não é com o FMI. Ele é apenas o xerife dos interesses capitalistas. Não consegui convencer ninguém disso.

Outro argumento que pegou é que querem vender a Petrobras. Ela vive do sistema de concessão criado no governo anterior. O que a Petrobras pode tocar, toca. O que não pode entrega a outros e recebe por isso. Não precisa privatizar nada.

Não sei se por pesquisa ou intuitivamente, não importa se diz a verdade ou não, Lula soube chegar a corações e mentes do eleitor com os mesmos argumentos em três eleições. A oposição não soube sair dessa armadilha, não criou um discurso alternativo. Talvez seja culpa da jactância paulista. Quem sabe o grupo de Minas Gerais possa entender melhor a situação.

A Assembleia Legislativa aprovou o Zoneamento Agroambiental. Acho que esse assunto foi prejudicial na eleição para o Alexandre Cesar. Seu relatório inicial, com normas ambientais mais rígidas, não foi aceito pelos deputados num ano pré-eleitoral. Perderiam votos num estado agropecuário. O Alexandre, por sua vez, passou a ser olhado enviesado pelo setor agropecuário.

A crítica vai para os ambientalistas de MT que não deram seu voto àquele deputado que enfrentara a classe econômica mais poderosa do estado em defesa do meio ambiente. Sua sinceridade o derrotou.

Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com
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>Últimas impressões

Posted on setembro 30, 2010. Filed under: Agecopa, Alfredo da Mota Menezes, Blairo, Dilma, eleições 2010, FHC, impressões, Lula, Pedro Taques, PSDB, PT, Riva, Sérgio Ricardo, Silval, UPPs, votos, Wilson Santos |

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Eleições 2010 – Imagino que cada um deve ter suas impressões sobre a eleição. Invento as minhas.

1 – A importância que a saúde tem hoje na vida do brasileiro. As UPAs ou unidades de pronto-atendimento, nascidas no Rio, são um achado. Não são esses quase pardieiros que são as policlínicas. Deve ser copiada pelo Brasil afora.

2 – Segurança é outro item que entrou na vida eleitoral mesmo. Mais classe em ascensão, mais gente preocupada com segurança. Vou outra vez ao Rio. As UPPs ou Unidades de Polícia Pacificadoras foi outro achado. Pode fazer o quase inimaginável: domar as favelas. Em MT a coisa está na fronteira com a Bolívia, gente.

3 – Educação, base para o futuro de um país, teve apelo menor.

4 – A campanha está terminando e o PSDB não toca no que fez o governo FHC. Nem mesmo em sucesso como foi a privatização da telefonia.

5 – Lula se mostrou raivoso com a imprensa.

6 – O “apoio” esquisito do Zé Carlos do Pátio ao Wilson Santos.

7 – Wilson Santos apanhou muito antes da campanha e durante a maior parte do horário gratuito se comportou como se fosse candidato na Inglaterra. Deve ser a tal da qualitativa.

8 – A surpresa Pedro Taques.

9 – Silval tem o apoio do Blairo, Dilma, Lula e grande parte das lideranças políticas e, interessantemente, não conseguiu deslanchar. Teve um breque de mão puxado que precisaria ser mais bem analisado.

10 – Lula não deu o ar da graça em MT. Ele viria, se fosse um candidato ao governo do PT?

11 – A disposição que o Júlio Campos demonstra ainda com a política.

12 – Apesar do enorme prestígio do Lula, há mais de 50% de brasileiros que não votam onde ele e o PT querem.

13 – Outro assunto que precisa de tese acadêmica: como e por que ocorreu o desgaste do Wilson Santos em apenas 15 meses?

14 – A inexpressividade política do Murilo Domingos, prefeito do segundo colégio eleitoral do estado.

15 – Como na capital se sabe pouco do que se passa na eleição no interior do estado.

16 – A briga no PT estadual também chamou a atenção.

17 – O caso do aborto estancou o crescimento eleitoral do Abicalil.

18 – Carlos Bezerra não abriu a boca nesta eleição.

19 – Até agora não apareceu nenhuma acusação à Agecopa de se meter na eleição.

20 – A diferença de aceitação eleitoral de comunicadores conhecidos como Maksuês e Rabelo, se comparada com a eleição passada.

21 – Sérgio Ricardo pode bater Riva em votos. Credencia-se para tentar a prefeitura em 2012.

22 – Você sabia que não há mais voto “em branco?” Que se clicar nele, ele se transforma em nulo?

ALFREDO DA MOTA MENEZES é professor universitário e articulista políico.
pox@terra.com.br;  www.alfredomenezes.com

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>Aeroporto e a Copa

Posted on setembro 10, 2010. Filed under: aeroporto, Agecopa, Copa 2014, Fifa, Infraero |

>Revista semanal trouxe uma entrevista com o todo poderoso secretário executivo da Fifa, o francês Jerôme Valcke. Ele é o cara que gruda no pé de quem estiver pela frente sobre as obras para uma Copa do Mundo.

Na entrevista, ele fala que o Brasil não pode perder um dia sequer na sua programação para a Copa de 2014. Fala ainda que o maior problema do Brasil está nos aeroportos. Num trecho da entrevista diz que “se avaliarmos que algumas dessas cidades-sede não estão conseguindo se preparar a contento, infelizmente elas terão de ser cortadas”.

Os fatos indicam que a Agecopa tem, até agora, feito seu dever de casa. O caso do aeroporto é do governo federal, da Infraero. Aí é que está a preocupação. Tem algo no ar preocupando todo mundo.

Publiquei nesta coluna, em janeiro deste ano, artigo reclamando do aeroporto que serve Cuiabá. Falava que estava uma porcaria o atendimento a quem chegava nos vôos. Mostrava ainda números de passageiros, cargas e serviço postal do aeroporto em comparação com outros do país. Os dados levantados colocavam o aeroporto regional numa posição que deveria merecer mais atenção da Infraero.

A Infraero respondeu ao artigo, que também foi publicado em janeiro, em que ela dizia que estava praticamente tudo resolvido.

Em sua resposta, a Infraero escreveu ainda que o projeto “para o novo aeroporto estava pronto para atender a demanda atual e a Copa de 2014” e que o processo “licitatório estava em andamento”.

Escreveu também que seriam ampliadas todas as áreas do terminal e que se teriam seis pontes de embarques e desembarques. Que o estacionamento seria ampliado, também o pátio de aeronaves e as vias de acesso ao aeroporto. Dizia, por fim, que “a previsão de término das obras é dezembro de 2012”.

Agora se fica sabendo que não se tem ainda licitação da obra. Que as intervenções físicas serão menores do que se falava e que não estariam previstas obras nas vias de acesso. Estavam previstas antes, segundo o comunicado anterior da Infraero.

Será que parte do dinheiro destinado ao nosso aeroporto vai nutrir outros lugares que tem pressão política e eleitoral mais forte? O que de fato está acontecendo? Da parte do estado parece que tudo corre dentro do programado. Brasília e a Infraero é que se colocam de forma dúbia.

Época de eleição é momento de pressão, gente. Se não forem confirmados agora alguns comprometimentos, deveríamos olhar com mais cuidado a ameaça do francês secretário executivo da Fifa.

ALFREDO DA MOTA MENEZES é professor universitário e articulista político.
pox@terra.com.br – site: http://www.alfredomenezes.com

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>Síntese econômica: A Anatel prevê que em 2013 o Brasil tenha 300 milhões de celulares

Posted on maio 21, 2010. Filed under: Agecopa, Anatel, Caixa Econômica Federal, Fifa, Hotel, Negócios, penhor, Síntese econômica, SulAmérica |

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  • Reservas

Hotéis e pousadas situados em um raio de até 300 km de Cuiabá podem se cadastrar na Agecopa para se habilitar a fornecer acomodações para a Fifa durante a Copa de 2014. Depois de cadastrado, o hotel ou pousada poderá firmar um contrato com a Match (empresa ligada à Fifa) e garantir o número de quartos e estimativa de preços para o período.

  • Milho

A falta de chuva este ano poderá trazer riscos à produção de milho em Mato Grosso. A estiagem já fez com que o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisse para baixo alguns números. A produtividade este ano já está comprometida e o balanço de abril aponta para 72 sacas por hectare, o que corresponde a 14% a menos que as 84 sacas/ha colhidas em 2009.

  • Dívida pública

O estoque da dívida pública federal aumentou 6,02% no mês de abril totalizando R$ 1,585 trilhão, de acordo com o Tesouro Nacional. A maior parte é composta pela dívida mobiliária (títulos em poder do público) que aumentou de R$ 1,438 trilhão, em março, para R$ 1,492,91, em abril, com evolução de 6,61%.

  • Celulares

A Anatel prevê que em 2013 o Brasil tenha 300 milhões de celulares. Em 2009, o número foi de 175 milhões e a expectativa é atingir este ano 190 milhões de linhas. O crescimento é motivado pela competitividade no setor, como a portabilidade numérica, que permite que o cliente mude de operadora sem trocar de número.

  • Negócios

A Sul América Seguro Saúde, controlada da SulAmérica, fechou nesta quinta-feira (20) a compra de 49,92% do capital social da Brasilsaúde detido pelo BB Seguros, pelo preço de R$ 28,4 milhões. Com a aquisição, a SulAmérica reforça sua posição nos segmentos de saúde e odontologia, com uma carteira de 1,8 milhão de membros.

  • Penhor

A Caixa Econômica Federal dobrou de R$ 50 mil para R$ 100 mil o limite máximo por cliente para os empréstimos sob penhor. A alteração de limite tornará o penhor ainda mais atrativo. Esta linha de crédito é a mais antiga da CEF e emprestou R$ 1,896 bilhão de janeiro a abril deste ano, aumento de 7,5% em relação ao mesmo período de 2009. Fonte: A Gazeta

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>Agecopa destaca retorno social dos investimentos para Copa 2014 e Mato Grosso

Posted on maio 19, 2010. Filed under: Agecopa, BNDES, Copa de 2014, Copa do Mundo, Mato Grosso |

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A realização da Copa do Mundo em Mato Grosso deixará um legado significativo para toda a comunidade através das obras e da geração de novas oportunidades de emprego e renda, que justificará plenamente todos os investimentos previstos. Com esta visão responsável e que contempla os interesses maiores da sociedade mato-grossense, a diretoria da Agecopa participou na manhã desta terça-feira (18) da Audiência Pública promovida pela Assembleia Legislativa para discutir a contratação de empréstimos pelo Poder Executivo.

Através de três projetos de lei, já aprovados em primeira votação, o Executivo pede autorização para a contratação de crédito no valor de até R$ 1,114 bilhão, para custear obras de mobilidade urbana incluindo a construção de dois corredores exclusivos para ônibus (BRTs), construção da Arena de Multiuso e obras de infraestrutura para alavancar o setor turístico mato-grossense. Os créditos serão contratados junto ao Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES.

Depois das explicações e argumentações de todos os diretores da Agecopa, o deputado Percival Muniz, autor do requerimento solicitando a audiência pública, se declarou “totalmente convencido de que a Agecopa está realizando um bom trabalho e que os investimentos serão um excelente negócio para toda a comunidade pelo retorno e legado social”.

A audiência foi acompanhada também pelo deputado Hermínio J. Barreto, presidente da Comissão Parlamentar de Acompanhamento da Copa de 2014 e por outros parlamentares. A comissão foi criada para acompanhar e fiscalizar os projetos desenvolvidos pela Agecopa. (Com Assessoria).

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>Autorizada a construção do novo estádio Verdão

Posted on abril 21, 2010. Filed under: Agecopa, construção, Copa 2014, Copa das Confederações, estádio, Mendes Júnior, Santa Barbara, Verdão |

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Silval entrega a ordem de serviço a Linhares para a construção do novo estádio do Verdão


As obras de demolição do estádio Governador José Fragelli, “o Verdão”, terão início no próximo dia 26l, de acordo com o presidente da Agência Executora da Copa (Agecopa), Adilton Sachetti. No local será construída a Arena Multiuso, que engloba a construção do novo estádio que sediará jogos da Copa do Mundo de 2014.

A ordem de serviço para execução das obras, bem como o contrato com o consórcio Santa Barbara/Mendes Júnior, foram assinados nesta terça-feira (20) pelo governador Silval Barbosa (PMDB), pelo presidente da Agecopa e pelos representantes do consórcio que executará as obras – Fernando Linhares (Mendes Júnior) e Antonio Carlos de Oliveira (Santa Bárbara) -, no Palácio Paiaguás.

“A ordem de serviço representa o início efetivo das obras e saímos na frente mais uma vez. Mato Grosso é o único Estado que possui um projeto de estádio voltado para o Meio Ambiente e para sustentabilidade. Vamos transformar nosso Estado e a vida das pessoas que aqui vivem. Além disso, seremos um marco de referência”, afirmou o presidente da Agecopa, Adilton Sachetti.

O representante da construtora Mendes Júnior, Fernando Linhares, informou que a empresa está se instalando em Cuiabá e, em seguida, serão realizadas as contratações de mão-de-obra qualificada para início dos trabalhos efetivos.

“Temos algumas equipes trabalhando e no dia 26 iniciaremos as obras com a demolição; em seguida, virão a limpeza da área e a terraplanagem. Será uma demolição a frio, com aproveitamento de algumas partes”, disse Linhares.

Estima-se que 800 pessoas sejam contratadas, dando preferência para a mão-de-obra local. Em seguida à demolição sem explosivos, serão feitas a limpeza da área e terraplanagem, procedimento que, segundo a empresa, durará 90 dias.

A cobertura e a iluminação retiradas do Verdão serão reutilizadas no estádio Presidente Dutra (o Dutrinha), no bairro do Porto, que deverá passar por uma ampla reforma, uma vez que será utilizado como Centro de Treinamento para as seleções que jogarão em Cuiabá.

Além disso, parte dos resíduos do Verdão será utilizada na pavimentação da praça que circundará a Arena Multiuso. A arena foi concebida em quatro módulos independentes.

A cobertura e a arquibancada superior dos setores Norte e Sul terão uma estrutura metálica desmontável. Dessa forma, aproximadamente 30% dos 43 mil assentos da arena poderão ser removidos depois do Mundial.

O local contará ainda com um parque, onde haverá restaurante, espelho d’água, choperias e playgrounds. Durante a Copa, a área servirá para as instalações de hospitalidade da Fifa e de TV Compound (estacionamento de caminhões de transmissão de TV), além de abrigar 2.580 vagas de estacionamento. Fora do estádio haverá mais 4.000 vagas.

As obras de construção do novo estádio estão orçadas em R$ 343 milhões, com previsão de serem entregue em dezembro de 2012, para que Mato Grosso possa participar da Copa das Confederações em 2013. No entanto, os representantes da empresa executora do projeto afirmaram que pretendem reduzir o prazo de entrega da arena.

“Vitrine”
O governador Silval Barbosa destacou a importância da obra, observando que Cuiabá será vitrine não só em Mato Grosso, mas em todo o mundo. “A primeira etapa iniciou com o governador Blairo Maggi, quando foi a Suíça em 2008, firmar o compromisso com a Fifa. Depois, tivemos a fase de elaboração dos projetos, a licitação e, agora, a assinatura do contrato que garante o início das obras”, afirmou.

No último dia 8, o projeto recebeu o prêmio de “Melhor Projeto de Arquitetura Corporativa” do VII Grande Prêmio de Arquitetura, um dos principais da América Latina.

A premiação foi realizada durante a feira Office Solution, na Bienal do Parque do Ibirapuera (SP). A concepção também recebeu elogios da empresa inglesa Steer Davies Gleave, parceira da Fifa que avalia os estádios brasileiros. Fonte: Mídia News

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>A Copa do Mundo é "deles"

Posted on janeiro 21, 2010. Filed under: Agecopa, ópio do povo, Chapada, Copa do Mundo, esporte, impacto ambiental, Mato Grosso, política do pão e circo |

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A verdade é que não é de hoje que o esporte (principalmente o futebol) é usado lamentavelmente como ópio do povo. É a “política do pão e circo”, já utilizada no Império Romano, quem tem como objetivo esconder os profundos problemas que a sociedade enfrenta, ofuscando os defeitos sociais e econômicos durante o período do evento esportivo.

No caso de Mato Grosso a Copa do Mundo não deixa de ser um importante evento futebolístico, empresarial e turístico. Mas será que tanto dinheiro à disposição de maus políticos trará um bom resultado? Será que restará a nós somente a ilusão de esquecer por alguns dias que existe pobreza e que nossas cidades não têm água potável, os administradores vendem ruas – aumentando o caos no trânsito, e que “eles” só falam na próxima eleição?

Permitimos uma rápida ilusão e vamos parafrasear as “Organizações Tabajara”, porque “todos os problemas se acabaram”: o Blairo Maggi criou a Agência da Copa, e escalou um timão de primeira para comandar o espetáculo. “Eles” já começaram a trabalhar, cada um já conquistou estabilidade no serviço público (sem concurso), começou a receber um salário de dar inveja à dupla Bosaipo/Júlio Campos e já estão nomeando mais aspones. Que maravilha!

Até um coronel da Polícia Militar responsável por uma covarde agressão ao Gilmar Brunetto (Gauchinho) valendo-se de uma falsa ordem judicial garantiu a sua boquinha como “fiscal da copa” em Mato Grosso.

“Eles”, os politicóides, foram criteriosos na escolha do plantel dos “fiscais da Copa”, assim não se exigiu formação técnica no setor, experiência, qualificação enfim, esses detalhezinhos descartáveis (para “eles”). Bastou aos postulantes apresentarem ligação política com algum dos caciques de plantão, mas restou obrigatório que tenham contra si processos por improbidade administrativa. Esse quesito era fundamental e condição “sine qua non” para a nomeação. Teve um postulante que apresentou um processo trabalhista de sua empregada doméstica. Foi aplaudido de pé pelos colegas!

E vamos às obras. Lá vai a Agecopa (é esse o nome, parece remédio), prepara a sua primeira obra, a duplicação da rodovia pra Chapada. A torcida gosta, aplaude, a obra é essencial. Mas… o que é isso? A obra é ilegal? Só porque faltou estudo de impacto ambiental? Ora, isso foi um errinho à toa. Vocês vão ver na hora da prestação de contas.

E aí, você ainda acha que a Copa do Mundo é nossa?

Autores: Vilson Nery e Antônio Cavalcante Filho são militantes do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral) Comitê de Mato Grosso – Fonte: A Gazeta

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>Blairo Maggi e outros 11 governadores se reúnem com o presidente Lula em Brasília, falta dinheiro para obras da Copa 2014

Posted on janeiro 12, 2010. Filed under: Agecopa, Blairo Maggi, Copa 2014, Copa do Mundo, Fifa, Investimentos |

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O governador Blairo Maggi (PR) e outros 11 governadores de estados onde serão realizados oficialmente os jogos da Copa do Mundo de 2014, estarão cobrando amanhã do presidente Lula um compromisso de investimentos para que as exigências da Fifa e CBF em relação obras sejam executadas.

Até o momento, o governo federal só se manifestou a respeito de uma linha de crédito de R$ 5,2 bilhões a ser emprestada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Socia (BNDES), que num primeiro momento não agradou a nenhum governante já que se trata de empréstimo a ser pago pelas unidades federadas, mas que em Mato Grosso já despertou interesse para assegurar a construção do novo Estádio do Verdão, orçado em R$ 500 milhões.


A reunião conta com a articulação do governador Blairo Maggi (PR) que deseja deixar o mandato no final do mês de março, se desincompatibilizando para disputar uma das duas vagas para o Senado, mas quer antes definir as questões da Copa do Mundo.


Além das obras do novo Estádio, outras complementares intituladas de mobilidade urbana por se tratar de trânsito; questões de segurança pública e também dos Centros de Treinamento estão na pauta de Mato Grosso que segundo Maggi já tem assegurados R$ 1 bilhão em investimentos de recursos próprios para os próximos quatro anos e que serão aplicados pela Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Mundo do Pantanal FIFA 2014 – Agecopa.


A Agecopa terá ainda em 2010 orçamento próprio vindo de percentuais da arrecadação do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab); do Fundo de Desenvolvimento da Indústria e Comércio (Fundeic) e de rendimentos da Conta Única do Tesouro Estadual, conforme estabelecido na Lei Orçamentária Anual (LOA) aprovada no final de 2009 pelos deputados estaduais.

A esperança dos governadores é de que a União lance um PAC/Copa.

Fonte: A Gazeta

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