agricultura

>Dilma precisa ser uma Presidenta durona

Posted on novembro 2, 2010. Filed under: agricultura, biografias, conjuntura, Dilma, durona, Fernando Henrique, Lula, PMDB, Presidenta, Responsabilidade Fiscal |

>Por Alexandre Garcia*

Nas biografias, estão apresentando como defeito o fato de Dilma ser durona. Penso que na atual conjuntura é uma qualidade necessária. Ela precisa deixar de lado o coração feminino e ser durona com os que querem mamar nas tetas dos nossos impostos. Precisa ser durona com quem inventa mensalões, com aloprados, com sanguessugas, com gente do PMDB que quer poder para mandar em ministérios e estatais nomeando a seu bel-prazer cunhados e namorados das netas. Se ela for durona com o desequilíbrio fiscal, com o excesso de despesas públicas que não sejam investimento para gerar desenvolvimento, os 55 milhões de eleitores que votaram nela terão acertado e feito um bem para o Brasil.
Que esse coração endurecido pela tortura física caia como um castigo sobre os corruptos e os desonestos que usam o voto e o poder para roubar do povo que fingem defender. Que a presidente faça reviver os ideais da moça de 19 anos e nos defenda dos bandidos que venham a cercá-la, fingindo que têm os mesmos ideais. Que ela agora, no poder, aplique seus sonhos mais juvenis pela justiça e pela ética. São os meus votos.

Ela venceu por valor próprio e também por causa de Lula, seu criador como candidata. A criatura não conseguiu igualar o criador no desempenho eleitoral. Lula venceu Serra e depois Alkmin com 61% dos votos válidos. Dilma chegou aos 56%. Em compensação, venceu na primeira eleição. Lula só chegou à presidência na quarta tentativa. Agora paira no ar a curiosidade sobe o futuro de seu mandato: será ela tutelada por Lula, como foi Cristina pelo marido Nestor? No pronunciamento de vitória, ela disse que bateria à porta de Lula e sabe que sempre será bem acolhida. Até onde ela terá autonomia? Até onde tentará o PT reclamar poder? E o PMDB, esse insaciável maior partido? Seu coração temperado no governo militar terá disciplina para não cair em tentação?

Ela já avisou que vai seguir a política de controle fiscal e estabilidade da moeda, que começou com Fernando Henrique. Serão, pois, 20 anos de política econômica com as mesmas metas. Mas o grande desafio será cortar as farras que foram embutidas na política de responsabilidade fiscal. Há muito gasto corrente e pouco investimento. Ela é economista e deve saber o que fazer. Vai depender também das escolhas que fizer para a equipe econômica.

José Serra é outro vitorioso: quis perder e conseguiu. Parabéns. Só lembrou de Aécio depois que ele elegeu seu sucessor. Esqueceu-se de que FHC é o pai de tudo que deu certo nesses últimos 15 anos. Teve medo de mostrar o óbvio: que a privatização é maravilhosa, que sem ela não teríamos quase 200 milhões de telefones celulares; sem ela a Vale não seria uma das maiores empresas do mundo; as siderúrgicas não estariam dando emprego e lucro; sem quebra de monopólio não teríamos autossuficiência de petróleo nem pré-sal. Em vez de procurar uma vice mulher, para equilibrar com Dilma, como a senador Kátia Abreu, presidente da Confederação Nacional da Agricultura, que mobilizaria o poderoso meio rural, foi buscar um índio no Rio. Derrotas são feitas de erros.

*Alexandre Garcia é jornalista em Brasília. E-mail: alexgar@terra.com.br

Anúncios
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Cuba vai demitir meio milhão de funcionários públicos até 2011

Posted on setembro 14, 2010. Filed under: agricultura, construção, Cuba, demitir, Educação, empregos, Fidel Castro, funcionários públicos, polícia, Raúl Castro, Sindicato |

>

Foto: / Reuters

Cuba vai eliminar mais de meio milhão de empregos até o primeiro trimestre de 2011, numa tentativa de elevar a produtividade e tornar sua economia mais eficiente, anunciou nesta segunda-feira o sindicato único de trabalhadores, em uma das mudanças de rumo mais importantes decidida pelo governo em décadas.
O presidente cubano, Raúl Castro, anunciou em abril um plano que prevê a demissão de mais de 1 milhão de funcionários públicos nos próximos cinco anos, como parte de suas reformas moderadas para melhorar a produtividade do trabalho e elevar a qualidade dos serviços.
“Dentro do processo de modernização do modelo econômico e das previsões da economia para o período de 2011-2015, está prevista a redução de mais de 500 mil trabalhadores do setor estatal”, disse a Central de Trabalhadores de Cuba.
“O calendário para a execução do plano foi traçado pelos organismos e empresas até o primeiro trimestre de 2011”, acrescentou a central, em texto publicado pela imprensa local.
O Estado é o maior empregador em Cuba, e a decisão de eliminar 20 por cento de sua força de trabalho deixa muitos trabalhadores na incerteza em relação a seu futuro.
O governo assegurou que ninguém ficará desamparado e ofereceu recolocar os funcionários excedentes em outros setores que historicamente são deficitários de mão-de-obra no país, como a agricultura, a construção, a educação e a polícia, entre outros.
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Pesquisa descobre que Mato Grosso tem a 2ª maior jazida de minérios do Brasil

Posted on setembro 2, 2010. Filed under: agricultura, Daniel Dantas, ferro, fosfato, grupo Opportunity, jazida de minérios, Mato Grosso, Pecuária, Pedro Nadaf |

>

Foi comprovada a existência de um depósito de fosfato e de ferro em Mato Grosso de aproximadamente 70 metros quadrados. O depósito, localizado na região oeste do Estado, próximo ao município de Mirassol D”Oeste, somente para produção de grãos significará uma economia de R$ 400 milhões por ano, além dos ganhos provenientes da exploração e exportação dos minerais. Ao todo foram identificadas 427 milhões de toneladas de fosfato e mais 11,5 bilhões de toneladas de ferro, com um teor de 41% de concentração. O volume é 4 vezes superior ao existente na serra dos Carajás (PA).
A novidade foi anunciada pelo governador do estado  em coletiva de imprensa, juntamente com o secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, e representantes do setor produtivo. A descoberta é fruto do Programa Brasil Fosfato, que em Mato Grosso atua há um ano no mapeamento geológica do solo e identificação de fosfato, além de outros minérios.
O fosfato e o ferro foram identificados em uma montanha de 52 metros de altura, em média, e 19 quilômetros de comprimento, sendo formada por camadas de rocha de fosfato e de ferro, intercaladamente. A área está sob a tutela da empresa GME4, que solicitou além desta área, outros 2 milhões de hectares em Mato Grosso para estudos geológicos. A empresa pertence ao grupo Opportunity, de propriedade do banqueiro Daniel Dantas e atua na exploração de ferro no Piauí e Minas Gerais.
Após a identificação do depósito, devem ser iniciados estudos de viabilidade econômica para definir a exploração, o que pode levar até 5 anos.
O presidente da Federação mato-grossense de Agricultura e Pecuária (Famato), Rui Prado, afirma que esta é a melhor notícia da última década e ressalta as economias que poderão trazer à produção agrícola e pecuária no Estado. “Se isso tivesse sido explorado antes, teria evitado o endividamento de muitos produtores por conta dos custos de produção”.
Anualmente são consumidas 610 mil toneladas de fosfato, sendo sua totalidade importada dos Estados de São Paulo, Paraná e de Israel, para a produção de 8 bilhões de toneladas de grãos. Para a pecuária, o mineral poderia ser utilizado para a recuperação de cerca de 9 milhões de hectares de pastagem degradada, acarretando em uma produção ambientalmente correta e uma produtividade bovina maior.
De acordo com o Secretário Pedro Nadaf, o fosfato encontrado poderia abastecer o mercado estadual por 700 anos se o consumo se mantivesse estável. “Temos fosfato suficiente para suprir as necessidades locais e até exportar”.
O governador  afirma que a notícia pode dar início a uma outra atividade econômica no Estado, mas que é preciso atentar para a logística. “Temos problemas de logística que devem ser resolvidos para viabilizar a produção e a comercialização deste potencial mineral”.
Ferro – O depósito de ferro descoberto, segundo o estudo realizado, seria maior que a jazida de Carajás, a maior a céu aberto do país com 3 bilhões de toneladas. Pedro Nadaf diz que a quantia encontrada em Mato Grosso, 11,5 bilhões de toneladas, coloca Mato Grosso na segunda posição nacional, ficando atrás apenas de Minas Gerais.
Quanto ao teor de concentração, de 41%, ele é menor do que a do ferro explorado em Carajás, que é em torno de 60% de concentração. Mas, segundo o geólogo Waldemar Abreu, hoje em dia há exploração de ferro com teores de até 30% em todo o mundo, e que isso torna a exploração possível e rentável.
Fonte: A Gazeta
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Diversificação agrícola em Mato Grosso

Posted on agosto 25, 2010. Filed under: agricultura, cerrados, fibras, grãos, Mato Grosso, MT Regional, produtividade, produtor, Teles Pires |

> Por Amado de Oliveira Filho

Mato Grosso é conhecido como campeão de produção e de produtividade de grãos e fibras, sua agricultura praticada em escala comercial hoje, seria inimaginável nas décadas de 60/70. 
Muitos pensadores de outrora, sucumbiram sem que pudessem conhecer, por exemplo, a agropecuária praticada em nossas áreas de cerrados.
Porém vem surgindo com muita qualidade, mas ainda de forma recôndita outras culturas com potencialidade, produtividade e rentabilidade financeira, como é o caso da olericultura. 
Recentemente percorri diversos municípios que fazem parte do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental Alto do Teles Pires – CIDESA, onde constatei iniciativas extremamente importantes para a diversificação da produção rural.
Antes, porém, devo registrar que em 2007 quando foi implantado o MT Regional que trouxe dentre outros, o objetivo de fomentar todas as cadeias produtivas com algum potencial na região. Fui cético quanto à eficácia dos seus resultados e ainda da sua necessidade, em função de que as ações para a qual foi criada, estão também pulverizadas em outras áreas do Governo Estadual.
O MT Regional mapeou estrategicamente 15 regiões e criou superintendências regionais, que representam o elo entre o Governo Estadual e os empreendedores rurais e urbanos. Através de constantes articulações os produtos são identificados e estimulados sua produção, e tem possibilitado às empresas e produtores a formação de diferentes tipos de arranjos produtivos, como criação de redes, incluindo novas formas de relações interempresariais na busca de sustentabilidade e maior competitividade nos mercados onde atuam com as oportunidades que despontam através das cadeias produtivas
Em suas ações o MT Regional não objetiva tão somente alavancar o setor primário, busca implementar ações que envolvam também os setores secundários e terciários cujas estratégias são voltadas para desobstruir os gargalos e, dar celeridade na entabulação das negociações empresariais.
Na região do Alto Teles Pires, vimos um rol de produtos que são comercializados no nosso estado e/ou exportado para outros estados e países e que possuem grande potencial de demanda, já são negociados produtos da agricultura familiar e cadeias da fruticultura, olericultura, suinocultura, alimentos derivados da soja e ainda da cadeia láctea.
Um caso de grande sucesso merece registro. Trata-se do produtor rural Sr. Osnir que produz 50 ha de batata doce e exporta para Portugal e Inglaterra e já tem registro de demandas de outros países. Este produtor ainda planta 30 ha de abóbora kabutiã e também 30 ha de melância.
Nos municípios de Vera, União do Sul e Sorriso se verifica a produção de cebola que não deixa nada a desejar da importada da Argentina, é uma cultura que vem tendo destaque com o seu plantio em alguns municípios.
Visitei uma plantação de cebola no município de Itanhangá que não pertence ao Consórcio do Vale do Teles Pires. O produtor que já experimentou várias outras culturas, está muito feliz com sua produção. Ele fez todo tipo de conta e concluiu que com um hectare de cebola é possível obter a mesma renda de 55 hectares de soja. “Isto faz a diferença” diz ele.
O lado nebuloso de tudo isto é que os Prefeitos praticamente não conseguem estimular a produção de forma a gerar escala que atenda aos mercados. É necessário pouco recurso para isto. Porém, os efeitos serão extremamente positivos para o Estado que hoje ainda importa hortifrutigranjeiros de Goiás, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Esta importação é extremamente organizada por um grupo empresarial com grande freqüência nas páginas policiais.
São diversas as demonstrações oferecidas pelos municípios da possibilidade de se produzir aqui mesmo o alimento importado que é caro e que perde a qualidade em seu transporte. Assim é hora de no orçamento de 2011 inserirmos recursos para fomentar este segmento que as duras penas insiste em mostrar que Mato Grosso não produz apenas soja e boi.

Amado de Oliveira Filho é produtor rural, economista, pós-graduado em mercados de commodities agropecuárias e direito ambiental – amadoofilho@ig.com.br

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Em leilão da Conab Mato Grosso comercializa 94% do milho com fortes deságios

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: agricultura, Aprosoja, Conab, leilão de milho, Mato Grosso, milho, prêmios, pregão, Produtores, soja |

>

O 11º leilão de milho realizado nesta quinta-feira (19.08) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) via Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) para Mato Grosso registrou mais uma vez fortes deságios. O Estado comercializou 94% das 250 mil toneladas ofertadas.

A companhia estatal do governo sinaliza que este será o último leilão. Mas para o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) Glauber Silveira ainda existe necessidade de que o governo continue a realização desta modalidade de oferta pública. “Prova disso, é que a demanda vem sendo maior que os volumes leiloados. Em reunião hoje com o ministro da Agricultura Wagner Rossi, defendi a realização de pelo menos mais um leilão de milho via Pepro”.

Ao final do pregão os prêmios variaram entre R$ 1,22 na região Sul até R$ 5,04 na região Nordeste. O deságio variou entre 32% na região Norte até 72% na região Oeste. Mais uma vez, a única região que não registrou deságio no prêmio foi a região Nordeste. Clique Aqui e veja a tabela.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Rondonópolis: Ciclo de palestras e eventos técnicos começam hoje na Exposul

Posted on agosto 9, 2010. Filed under: agricultura, Agronegócios, Exposição Agropecuária, Exposul, Fundação Getúlio Vargas, palestras, Produtividade Rural, Rondonópolis |

>

Com um volume de negócios na ordem de R$ 50 milhões, mais de 120 mil visitantes e 100 expositores em 2009, a Exposição Agropecuária, Comercial e Industrial do Sul de Mato Grosso (Exposul) em Rondonópolis é uma das 10 maiores feiras agropecuárias do país. 

 Ex-ministro Roberto Rodrigues é um dos palestrantes

O que mostra a força da cidade como pólo agropecuário e potencial para o crescimento. “O trabalho desenvolvido pela prefeitura contribui muito para que cidadãos e empresários de outros estados e até do exterior enxerguem em Rondonópolis uma oportunidade para efetuar seus negócios e instalar aqui suas fábricas e empresas”, diz o prefeito José Carlos do Pátio.
A exposição é uma reunião de diversos eventos, envolvendo difusão de tecnologia, comércio de animais e máquinas e entretenimento. Em termos de desenvolvimento tecnológico, há uma linha de palestras e fóruns técnicos, além de comercialização de máquinas e tecnologia agrícola de última geração. O ciclo de palestras técnicas deste ano iniciam no dia 9 e vai até o dia 14.
Entre as principais palestras, estão “Os rumos técnicos e empresariais da pecuária do futuro”, com o palestrante Doutor Cláudio M. Haddad (Esalq SP); “Área de Preservação Permanente (APP)”; “Agronegócio e o Cooperativismo”, que terá como palestrante Doutor.
Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, ex-ministro da Agricultura; “Adequação da Propriedade à NR. 31”, com o palestrante Wander Paulo da Silva Hollenwerger, especialista Serviço Nacional de Aprendizado Rural do Estado de Mato Grosso (Senar-MT); “Gestão da Empresa Pecuária”, com o palestrante Antonio Charles El-Menari Neto; “Dificuldades do Momento Agropecuário, Situação do Agronegócio Estadual e as Saídas Possíveis para os Problemas dos Produtores Rurais”, realizada pela Associação dos Produtores de Soja e Milho do estado de Mato Grosso (Aprosoja-MT); e a palestra “Legimitividade da Produtividade Rural”, com o Palestrante e escritor Carlos Roberto Micheline.
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Safra de grãos no ano será a maior da série histórica da produção nacional

Posted on agosto 6, 2010. Filed under: agricultura, grãos, IBGE, levantamento sistemático da produção agrícola, lpsa, safra |

>

Grãos Milho e a soja registram acréscimos de 4,4% e 19,8%, respectivamente, e o arroz, retração de 10,3% (Hemera Technologies)

Levantamento de julho estima produção 9,2% maior que a de 2009 informa IBGE

A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 146,4 milhões de toneladas em 2010, passando a ser a maior da série histórica da produção nacional. Este volume é 9,2% maior que o obtido em 2009 (134,0 milhões de toneladas) e 0,3% maior que a estimativa de junho (145,9 milhões de toneladas), de acordo com a sétima estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A área a ser colhida em 2010, de 46,8 milhões de hectares, apresenta decréscimo de 0,9% frente a 2009. As áreas das três principais culturas, soja, milho e arroz, que respondem por 83,1% da área plantada, apresentam variações 7,2%, -6,5% e -5,9%, respectivamente, em relação ao ano anterior. Quanto à produção destes produtos (90,9% do total produzido), o milho e a soja registram acréscimos de 4,4% e 19,8%, respectivamente, e o arroz retração de 10,3%.
 

A estimativa é de que o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas tenha a seguinte distribuição regional: região Sul, 63,1 milhões de toneladas; Centro-Oeste, 50,9 milhões de toneladas; Sudeste, 16,5 milhões de toneladas; Nordeste, 12,0 milhões de toneladas; e Norte, 3,9 milhões de toneladas. 
 
Comparativamente à safra passada, houve decréscimo apenas na região Sudeste (4,0%), enquanto as demais mostram incrementos: Norte, 1,7%; Nordeste, 2,3%; Sul, 20,3%; e Centro-Oeste, 4,3%.

Produção estimada para 2010 para sete produtos:

Algodão herbáceo – 3 milhões de toneladas
Café – 2.753.091 toneladas
Feijão – 3.373.673 toneladas
Milho – 53,5 milhões de toneladas
Soja – 68,3 milhões de toneladas
Sorgo – 1.539.298 toneladas
Trigo – 5,3 milhões de toneladas


Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Produção de soja sustentável em MT

Posted on abril 28, 2010. Filed under: agricultura, agropecuária sustentável, Aprosoja, Lucas do Rio Verde, Produção, soja |

> por Amado de Oliveira Filho

Um assunto que não deve exaurir-se é a produção sustentável da agricultura no Estado de Mato Grosso. Vejamos o caso da soja. Nas décadas de 70 e 80, milhares de produtores rurais aqui chegaram e trouxeram pouca coisa nas carrocerias dos pequenos e velhos caminhões. No entanto, o conhecimento disponível à época era, sem dúvidas, extraordinário.
 http://jornaloexpresso.files.wordpress.com/2009/12/lavoura-de-soja.jpg
Passados aproximadamente quarenta anos desde o início deste processo migratório vemos as belíssimas cidades que surgiram e uma fortíssima sacudida na economia estadual. Assim, são inquestionáveis os benefícios da expansão da agricultura em Mato Grosso. Negar esta realidade é desconhecer uma das mais belas histórias de sucesso de uma saga de grandes brasileiros que para cá vieram.
A agricultura praticada em Mato Grosso gera uma produção invejável. Ultrapassamos o Estado do Paraná e hoje, somos o maior produtor agrícola do Brasil. Em relação ao meio ambiente caminhamos celeremente para uma produção sustentável. Várias iniciativas de parcerias, esforços das entidades de classe e dos produtores rurais apontam o caminho da sustentabilidade ambiental como meta a ser superada.
O extraordinário volume de produção agrícola e resultado de investimentos em tecnologia onde se inclui a prática do plantio direto, excelente manejo de embalagens de agrotóxicos e uma frenética busca das boas práticas agrícolas. Assim, o extraordinário volume de produção agrícola do Estado de Mato Grosso só preocupa aqueles integrantes do ambientalismo de gabinetes.
Mas, como a sustentabilidade não pode e não deve ser apenas ambiental é necessário refletirmos sobre a sustentabilidade econômica desta produção. Neste mês estão em curso seminários técnicos nas regiões produtoras através da Aprosoja, com eventos denominados de “Circuito Aprosoja”. Já em sua 5ª edição, o Circuito Aprosoja, traz o tema “Agronegócio no Novo Contexto Político e Econômico”. Trata-se de uma discussão de cenário futuro que se desenha para a atividade agrícola, com as perspectivas de mercado e de políticas governamentais para o setor.
Defende a Aprosoja e seus palestrantes que todos devemos pensar e discutir logística, se possível, 24 horas por dia. Claro que tudo isto tem sentido. Quando avaliam a área da safra colhida em 2010, verificam uma área plantada de 6,2 milhões de hectares, exatamente a mesma área plantada em 2005, a diferença é que lá em 2005 se colheu pouco mais de 16 milhões de toneladas de soja e nesta safra colheu-se uma produção de 19 milhões de toneladas.
E como fica a sustentabilidade econômica? As estradas são as mesmas, a ferrovia está parada no mesmo lugar, não utilizamos hidrovias, a rede de armazenamento é praticamente a mesma, portanto, tudo está como estava, ou seja, a nossa intermodalidade liga nada a coisa nenhuma. Continuamos exportando a metade da nossa produção de soja via porto de Santos. A grande novidade é o PAC 2, ao apagar das luzes de dois mandatos consecutivos o governo do PT, no papel, faz chegar a Lucas do Rio Verde os trilhos de uma nova ferrovia.
Em 2007 escrevi, aqui neste mesmo espaço, um artigo com o título – Pelo amor de Deus não plantem! Se republicarmos aquele artigo veremos que ele está extremamente atual. Falta-nos renda! Mas, veremos também os “ambientalistas” se juntando a governos num processo frenético de produção de leis, decretos, portarias e outros arranjos, normalmente financiados com dinheiro público ou de organismos internacionais. De outro lado, os governos com suas mirabolantes promessas de obras que não sabem se farão, e ainda, os produtores descapitalizados, as dívidas aumentando, etc.
Sinceramente! Plantar para quê? Antes que a última alternativa seja a de mudar de ramo ou de rumo, vamos encarar a realidade, ou será que nós desconhecemos que os governos governam ouvindo o barulho das ruas?
Amado de Oliveira Filho é produtor rural, economista, pós-graduado em mercados de commodities agrícolas e direito ambiental. Fonte: A Gazeta. E-mail: amadoofilho@ig.com.br
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Em Rosário Oeste Carlos Bezerra zomba de Walter Rabelo

Posted on março 12, 2010. Filed under: agricultura, Carlos Bezerra, gozação, PMDB, reeleição, Rosário Oeste, Teté Bezerra, Walter Rabello |

>

 O jornalista Romilson Dourado, do dinâmico site RD News, escreveu assim a reunião do PMDB. em Rosário Oeste. Com o velho discurso que o “eterniza” como cacique regional do PMDB e como marqueteiro de si próprio, o deputado Carlos Bezerra, em pré-campanha à reeleição, voltou a repetir, em reunião com cerca de 80 pessoas nesta quinta à noite, no Cinema, em Rosário Oeste, que seu governo foi o que mais investiu na área social. Ele se mostrou eufórico também com a voltar da legenda ao comando do Estado, sob Silval Barbosa, duas décadas depois do próprio Bezerra ter ocupado a cadeira de governador.
    
 Entre elogios à própria gestão e pedido para a militância eleger candidaturas peemedebistas nas eleições deste ano, Bezerra, que preside o PMDB há mais de uma década, fez alguns comentários pouco convincentes. Disse, por xemplo, que não queria que sua esposa, ex-deputada federal Teté Bezerra, fosse candidata a deputada estadual. Em seguida, assegurou que o nome de Teté surgiu das bases e não tem como contrariar o desejo da militância. Estavam presentes alguns líderes do PMDB, como o prefeito de Rosário Oeste Joemil Araújo e o casal Bezerra, além de representantes de outras siglas. Os demais eram trabalhadores rurais, um dos setores mais explorados pelo partido.
   
Para Bezerra, Teté será “puxadora” de votos do partido na disputa à vaga na Assembleia. O quociente eleitoral deve chegar a 65 mil votos. Ele disse até que recebe muitas críticas porque tem a esposa na condição de pré-candidata e que muitos chamam-no de cacique político, pecha que, segundo Bezerra, deveria ser abolida. Argumenta que a esposa aceitou concorrer ao pleito porque “tem serviço prestado”, “possui experiência política” e também porque o PMDB se vê desfalcado, desde as saídas do Legislativo dos hoje prefeitos Juarez Costa, de Sinop, e Zé do Pátio, de Rondonópolis.
    
No momento do discurso em que lembrava das perdas de vagas na AL, o cacique se referia ironicamente e em tom de gozação a Walter Rabello, embora não tenha citado o nome do então peemedebista eleito deputado em 2006 e que, dois anos depois, foi cassado por infidelidade partidária. Rabello migrou para o PP. “Não estou me lembrando o nome daquele, como é que chama mesmo aquele violeiro!”, perguntou Bezerra. Depois que alguem da plateia respondeu “É Walter Rabello”, o cacique completou: “É isso, um cantador que mudou de partido e ficou sem mandato”. A bancada peemedebista é composta na AL por Adalto de Freitas, o Daltinho, Nilson Santos e Antonio Brito. Destes, Brito não vai à reeleição.
   
Carlos Bezerra, que exerceu os mandatos de deputado estadual, prefeito de Rondonópolis, governador e senador e ocupa vaga na Câmara Federal pela segunda, fez rasgados elogios a si próprio. Disse que o PMDB volta agora ao governo do Estado com Silval, que toma posse no próprio dia 31. Aproveitou que a maioria dos presentes era agricultores para dizer que o seu companheiro de legenda já assumiu compromisso de priorizar os trabalhadores rurais. Segundo Bezerra, a gestão Silval vai fortalecer a agricultura familiar através da Empaer. Em seguida, disse que sua administração, de 87 a 90, teve “muitos avanços na agricultura”.
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Agricultura de Mato Grosso cresce em produtividade

Posted on novembro 10, 2009. Filed under: agricultura, Mato Grosso, Oilseed Summit, produtividade, Soya, sustentabilidade |

>

Com uma palestra sobre a sustentabilidade da produção agrícola mato-grossense, o governador Blairo Maggi encerrou o Soya & Oilseed Summit (Encontro Mundial da Soja), evento realizado na cidade portuária americana de Nova Orleans. Maggi apresentou os números do agronegócio brasileiro, responsável, segundo ele, por 100% do saldo da balança comercial brasileira, e mostrou a evolução da agricultura mato-grossense nos últimos 15 anos, com a produtividade crescendo bem mais percentualmente em relação à abertura de novas áreas.

Durante o evento, foi mencionado que o mundo necessitará de 100 milhões de toneladas de soja adicionais até 2020, e o governador foi enfático em afirmar de que área para isso só existe no Brasil, especialmente em Mato Grosso. “Mas tudo tem um preço”, afirmou. “Como continuar fornecendo comida com as barreiras ambientais existentes? O mundo terá que pensar sobre isso”.

O governador explicou detalhadamente as questões relativas ao meio ambiente, como a reserva legal, e disse que Mato Grosso tem feito o dever de casa, tanto que conseguiu aumentar significativamente a produção e reduzir concomitantemente o desmatamento em 80%. Uma das alternativas para aumentar a produção agrícola, segundo ele, é ocupar parte da área destinada à pecuária para agricultura, ao se intensificar a produção pecuária para que seja feita apenas em terras que não se prestam à agricultura.

“Com apenas 8 milhões de hectares dos 25 milhões ocupados com a pecuária, podemos dobrar a produção de grãos em Mato Grosso”, afirmou Maggi. Essa conversão, porém, não é tão simples: envolve custos de 3 a 4 mil reais por hectare, o que, segundo Maggi, o produtor não tem condições de bancar. “Aqueles que precisam desse aumento de produção terão que sentar à mesa e negociar”, afirmou.

Maggi listou as medidas governamentais que estão sendo tomadas, como o MT Legal, a compensação no ICMS para os municípios com maior cobertura vegetal, o Zoneamento Sócio- Econômico e Ecológico como fatores importantes para a sustentabilidade. Falou ainda dos procedimentos adotados pelos produtores – plantio direto, integração agricultura-pecuária, recolhimento de 96% de embalagens de agrotóxicos – como práticas agrícolas corretas e modernas.

COPENHAGUE

Por fim, disse que quer levar a Copenhague uma proposta ousada, mais do que a do governo federal. Para isso, terá as últimas reuniões em meados do mês para fechar a posição mato-grossense, que deverá estar alinhada com a dos governadores da Amazônia e do próprio governo federal.

“MT não tem vergonha do que fez e tem muito orgulho de produzir comida para o mundo. Precisamos de investimentos em infraestrutura, e temos incentivos fiscais para quem quer investir no Estado”, finalizou o governador. Participaram do evento com o governador o presidente da Aprosoja, Glauber Silveira, e o diretor-executivo da entidade, Marcelo Monteiro. Fonte: Secom

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

« Entradas Anteriores

Liked it here?
Why not try sites on the blogroll...