agronegócio

>Turismo em Mato Grosso uma mina de ouro a ser descoberta

Posted on agosto 26, 2010. Filed under: agronegócio, Alimentação, compras, Copa de 2014, descoberta, HOTELARIA, Lazer, mina, Ouro, pantanal, tradição, transportes, Turismo, Turismo em Mato Grosso |

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 Por Walmir B. J. Pires
Como um estado considerado novo Eldorado no agronegócio e com tantas belezas naturais e outros atrativos como a nossa culinária não tem tradição na área de turismo?
                 
Se o fluxo de turista em MT é vergonhoso segundo empresário Oiran Gutierrez em sua na análise apontando a falha apenas para o governo do estado de Mato Grosso é por que não conhece bem a realidade mato-grossense, pois para melhorar é preciso utilizar uma radiografia mais ampla do problema. Está mais preocupado em garantir mais a receita dos setores de agência de turismo e hotelaria.
               
Existe a expectativa na área do turismo com Copa de 2014 gerará receita de R$ 5,9 bilhões. Fonte: Ernst & Young e a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A pergunta é qual vai ser a cota de Mato Grosso com a copa do Pantanal? Vamos comprar a passagem deste “Trem-bala brasileiro em 2014” ou esperar o governo conseguir cortesia para nós mato-grossenses?
                 
Quando se fala nestes números envolvem as receitas de Hotelaria, alimentação, compras, transportes, cultura e lazer.
                 
Além de um trabalho estatístico, que as agências e hotéis devem ter um papel fundamental, pois estão na linha de frente e parte interessada. Podemos diagnosticar alguns de pontos de estrangulamentos: estrutura física e logística qualificação profissional da área, preços competitivos e pouco investimentos público e privado.
                 
Também existem bons exemplos, como o caso Senhor empresário Renato de P. Pereira que vendeu um dos maiores hotéis de Cuiabá para um grupo holandês e está construindo outro maior. Isto vai com certeza melhorar o padrão de atendimento e conforto aos nossos turistas. Outro é o trabalho desenvolvido pelas entidades como o Sebrae/MT de integração entre os setores e Fórum/IEL que desenvolvem um trabalho de disseminação de conhecimentos, parabéns Sr.s José Guilherme e o diretor Gustavo Oliveira, lideres natos que merecem serem consultados.
                
 O governo estadual tem feito colaborado com eventos culturais e feiras no Brasil e no exterior, os nossos folclore e artesanatos já são conhecidos lá fora e isto amplia nossos horizontes na área do turismo, é preciso fazer mais.
                
Enfim, é preciso também, utilizar novas ferramentas, novas técnicas como a tecnologia de BI, business inteligence para a tomada de decisões de negócios. É hora dos nossos empreendedores aproveitarem esta chance. Vamos colocar a mão na massa. Caso contrário  esta mina de ouro será explorada por empresários aventureiros que irão transforma a nossa terra em serra pelada, pois bate o ponto aqui na Copa do Pantanal, não irão criar raízes e outros aspectos negativos.
Walmir B. J. Pires
Servidor público estadual , ex- artesão.

Bacharel em Administração e C. Contábeis.

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>Campo tem prejuízos por causa de endividamento

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: agronegócio, algodão, endividamento, Estados Unidos, exportação, incentivos, investimento, Mato Grosso, prejuízos |

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O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura (Mapa), Célio Porto, afirma que além dos problemas de logísticas, o endividamento do produtor rural pode causar prejuízos para Mato Grosso. Porto diz que há 15 anos o endividamento atinge os empresários do campo e isso diminuiu o ritmo de expansão do agronegócio no Estado, mesmo não cessando o crescimento.
Para Célio Porto, a única alternativa para a situação estaria no início de um novo governo. Segundo o secretário, políticas de incentivos são lançadas neste período, o que pode trazer um alternativa para o problema. Outra situação que pode dificultar a exportação e investimento na ampliação da produção é, de acordo com Célio Porto, o câmbio. “Em 2010 os preços eram menores apenas dos de 2008, mas com a desvalorização do dólar frente ao real, a renda do produtor ficou comprometida”.
Algodão – O algodão mato-grossense, apesar de ter o envio reduzido em 33% este ano com relação aos 7 primeiros meses de 2009, está mais valorizado devido o aumenta da demanda. Para Célio, os problemas internacionais com relação à baixa tributação do algodão norte-americano só terão solução após 2013, quando o congresso dos Estados Unidos pode reverter a tarifa e que enquanto isso o crescimento da demanda mundial foi suficiente para valorizar o produto brasileiro. Fonte: A Gazeta
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>Exportação de Mato Grosso é destaque no cenário nacional

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: agronegócio, Agropecuária, economia, exportação, Mato Grosso, Ministério da Agricultura |

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Quatro fatores são apontados para o incremento da exportação de grãos do país e Mato Grosso desponta no cenário como o principal fornecedor para os países asiáticos. O Estado também atuaria como alternativa de fornecedor para países que enfrentam problemas de abastecimento por questões climáticas. O anúncio da perspectiva foi feito durante Fórum Internacional de Produtores de Soja & Cia (Soybean Fórum), realizado em Salvador (BA), nesta quinta-feira (19).
O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura (Mapa), Célio Porto, diz que há dois movimentos ligados a demanda e uma oferta que possibilitarão a ampliação das exportações da soja, principal commoditie do Estado. “O desenvolvimento chinês, a produção de etanol a partir do milho nos Estados Unidos e as mudanças climáticas vão impulsionar o mercado externo e o Brasil se apresenta como fornecedor, principalmente Mato Grosso”.
O superintendente do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Celidônio, diz que o Estado tem capacidade para atender esta demanda, mas que é preciso viabilizar os custos, principalmente de logística, para colocar no mercado produtos com preços acessíveis. O secretário Célio Porto diz que outros Estados são promessas para ofertar os produtos, como a região entre Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia e mais o Noroeste de Minas Gerais, região que recebeu investimentos da Vale para dar infraestrutura. “Todas essas regiões vão agregar, mas Mato Grosso é único que tem como atender a demanda de pronto”.
Todas essas expectativas são entorno também da demanda a ser gerada nos Estados Unidos. Segundo Otávio Celidônio, na América do Norte, quando se planta milho não se planta soja e como haverá uma demanda até 2022 de 342 milhões de toneladas de milho, haverá perda de área plantada por soja. Em Mato Grosso, Celidônio diz que até julho a expectativa também era de redução de área plantada de 2% em relação aos 6,2 milhões de hectares plantados na safra 2009/2010, mas que isso pode ser revertido. “Os preços tendem a melhorar e o produtor deverá investir mais”.  Fonte: A Gazeta
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>Banco do Brasil tem 1 bilhão de Reais para financiar produtor de MT, porém 80% dos pedidos são indeferidos

Posted on janeiro 29, 2010. Filed under: agrário, agrícola, agronegócio, Banco do Brasil, CCIR, financiamento, INCRA, Mato Grosso, safra |

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Famato
Na pauta da reunião com o gerente do BB o financiamento da safra

O gerente de Agronegócio do Banco do Brasil em Mato Grosso, José Rui de Medeiros confirmou que a instituição está com o montante de um bilhão de reais pronto para ser liberado para o financiamento da safra agrícola no Estado, no entanto 80% dos produtores que apresentaram propostas junto ao banco tiveram seus pedidos indeferidos por conta do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR).

Ao procurar a agencia bancaria em busca do financiamento, o produtor constata que sua propriedade está classificada como improdutiva, ou seja, não está atendo as normas dos índices de produtividade exigidos pelo Incra que são 80% do Grau de Utilização da Terra) GUT) e 100% do Grau de Eficiência de Utilização (GEU).

Para resolver é preciso que o produtor atualize seu cadastro junto ao Instituto de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), no entanto ao fazer isso ele se depara outro problema. Pra a fazer a atualização de áreas acima de 500 hectares é preciso apresentar o planta e memorial descritiva georeferenciada, ou seja, terá que fazer o georeferenciamento da propriedade, processo que demando tempo e custo.

Preocupada com a situação, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), reuniu-se ontem (28) com o gerente de negócio do Banco do Brasil José Rui de Medeiros e com o superintendente do Incra no estado, Willian Cesar Sampaio, em busca de uma solução para o problema.

“Este é mais um entrave jurídico que prejudica o produtor e compromete o setor e a economia do Estado. Precisamos encontrar, com urgência, uma forma de para resolver a questão e permitir que o produtor acesse recursos que estão disponíveis no Banco do Brasil” disse o diretor secretário de Federação Valdir Correa.

No entanto, Sampaio deixou claro que a superintendência estadual segue a legislação nacional e que o problema terá que discutido com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Incra.

O assunto voltará a ser discutido na próxima semana em audiência com o Ministro do Desenvolvimento Agrário, da qual deverão participar o presidente da Famato, Rui Prado e o governador do estado Blairo Maggi. Fonte: Diário de Cuiabá

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>O novo agronegócio inteligente

Posted on janeiro 28, 2010. Filed under: agronegócio, delay tecnológico, equipamentos, insumos, inteligente, máquinas, PIB brasileiro, Produção, produtos, rastreabilidade, Tendências |

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Foi-se o tempo em que o campo era marcado pela distância das mais modernas tendências de mercado e pelo delay tecnológico. A realidade agora é outra e necessário dizer: completamente diferente. Desde a década de 90, com a intensificação da profissionalização do agronegócio brasileiro, as mudanças são cada vez mais expressivas e rápidas. Estão aí os espetaculares índices de produtividade para comprovar. Atualmente, o Brasil produz duas vezes mais na mesma área plantada do que há menos de três décadas. Paralelamente ao aumento da eficiência produtiva, o campo definitivamente encontrou o mesmo rumo no aperfeiçoamento da gestão dos negócios.

O Brasil está entre os principais exportadores de proteína animal e grãos do mundo. Além disso, a força do setor primário é expressa internamente: o agronegócio representa cerca de 33% do PIB brasileiro. Sem dizer que um terço da mão-de-obra está nas propriedades rurais.

A modernização se tornou, assim, mais do que necessária e a implantação de insumos, produtos, máquinas e equipamentos de última passou a fazer parte da rotina do produtor rural. Atualmente, são inúmeras as tecnologias destinadas a este setor, englobando, por exemplo, o monitoramento da produção em tempo real e a rastreabilidade de gado.

Mas e o controle desse fluxo de produção? E a gestão empresarial? Com suas raízes familiares, e uma imagem frequentemente associada à falta de credibilidade e organização, era mais do que evidente que novas preocupações estivessem em curso nos últimos anos. A realidade agora é a eficiência no controle dos processos para crescer.

Isso ajuda a explicar a crescente procura por soluções que atendam às necessidades de gestão das empresas. Falamos não só em grandes companhias, pois mesmo em pequenas e médias empresas agropecuárias adequações e inovações são necessárias à otimização do negócio e mesmo na melhoria da imagem, diminuindo possíveis barreiras comerciais, com aumento de participação no mercado.

Nunca foi tão grande o interesse pela implantação de sistemas de gestão informatizados, que integrem todas as áreas do negócio, como produção, financeiro, jurídico, RH, comercial e segurança, e compartilhe, em tempo real. Enfim, todas as informações importantes, de todos os departamentos acessíveis a partir de qualquer terminal da empresa, proporcionando agilidade para tomada de decisões, com foco no resultado econômico e financeiro.

Agilidade e confiabilidade das informações são fatores imprescindíveis para o sucesso de uma empresa nos dias atuais. É preciso ter acesso aos dados produtivos imediatamente e não apenas no fim de um período quando as perdas podem ser irreversíveis. Além disso, uma boa solução para a gestão da companhia agropecuária permite o acompanhamento detalhado de todas as operações, o que possibilita ao empresário visualizar e entender onde estão os gargalos do seu negócio em apenas um clique.

E aumento de eficiência não significa elevação dos custos. O investimento em um programa de gestão dos negócios da empresa agropecuária não chega a 1% da economia gerada em apenas um ano. E isso é comprovado. Cabe ressaltar ainda que é possível chegar à redução de custos de até 30% a partir de um bom controle gerencial integrado e online.

Essa é sem dúvida a nova cara do agronegócio: ágil, inteligente e marcado por competitividade crescente, com margens cada vez mais apertadas e definidas pelos detalhes. Após a mecanização do campo, o uso da genética, a informatização estratégica é a peça que faltava entre as principais ferramentas para o negócio rural. Nada como um controle seguro, organizado e minucioso para tornar isso realidade no agronegócio.

Autor: Osmair Barrichello é diretor da Compu-Software – Fonte: A Gazeta

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>Grupo de Agronegócio Amaggi anuncia expansão

Posted on novembro 12, 2009. Filed under: agronegócio, Amaggi, armazéns, Commodities, insumos |

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A Amaggi, uma das maiores empresas do país em beneficiamento e exportação de soja e seus derivados com sede em Mato Grosso, vai atuar no mercado de grãos em quatro estados nas regiões Norte e Nordeste. A empresa firmou parceria com a Louis Dreyfus Commodities para atuar no mercado de grãos da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins. A joint venture tem como objetivos vender e comprar soja e milho, financiar produtores, trocar fertilizantes, sementes e insumos agrícolas e realizar vendas nos mercados doméstico e internacional.

A nova empresa, que se chama Amaggi & LDCommodities e está sediada no município de Luis Eduardo Magalhães (BA), deverá faturar R$ 700 milhões e movimentar um milhão de toneladas de grãos em cinco anos com investimento de US$ 100 milhões em armazéns e instalações portuárias na região. Segundo Pedro Jacyr Bongiolo, presidente do Grupo André Maggi, as negociações vêm acontecendo há um ano. “Dentro do planejamento estratégico de crescimento já estávamos contemplando estas regiões. Como a Louis Dreyfus já estava instalada lá surgiu a oportunidade de parceria. Por isso estamos apenas fazendo uma antecipação do que já tínhamos programado”.

Ambas empresas já estão consolidadas em outras regiões do país e esta joint venture é a oportunidade de unir experiências e trabalho em uma região promissora. Atualmente, a região conhecida como “Matopiba” (palavra formada pelas siglas dos quatro estados) produz 6 milhões de toneladas de soja. Na Bahia também são cultivadas 1,7 milhão de toneladas de milho.

“Como a região da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins é a nova fronteira agrícola do país, acreditamos que há grande possibilidade de expansão dos nossos negócios, principalmente com estudos e investimentos em novas alternativas logísticas”, afirmou Bongiolo, reforçando que faz parte do planejamento estratégico do Grupo André Maggi atuar em todos os estados brasileiros produtores de soja.

A joint venture que cria a Amaggi & LDCommodities terá estrutura própria administrativa e comercial. Serão 12 unidades de armazenagem de milho e soja com potencial de geração de aproximadamente 300 empregos diretos e 900 indiretos. A empresa inicia atividades com dois armazéns com capacidade de 60 mil toneladas cada, um em Luis Eduardo Magalhães (BA) e outro em Correntina (BA).

Fonte: A Gazeta


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>Mato Grosso é um estado arrojado que está transformando num dos mais importantes dos país

Posted on outubro 22, 2009. Filed under: agronegócio, Banco do Brasil, Mato Grosso, Novos horizontes |

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A região Centro-Oeste destaca-se por sua decisiva e contínua contribuição para o agronegócio brasileiro. Segundo dados do IBGE, estima-se para 2009 a produção de cerca de 50 milhões de toneladas de alimentos, com destaque para o Estado de Mato Grosso como maior produtor nacional, que se firma a cada dia como uma fronteira próspera e rentável, reflexo de investimentos em infraestrutura e oferta de crédito. É importante registrar aqui o papel desempenhado pelo Banco do Brasil em todo esse progresso.


Durante a crise mundial, enquanto a maioria dos bancos se retraía, o Banco do Brasil prosseguia, investindo e ofertando crédito. Em Mato Grosso, por exemplo, os investimentos do BB representam 61% do volume total disponibilizado pelo sistema financeiro no Estado, o que corresponde a R$ 7,8 bilhões. Nossa meta é ampliar esse volume em mais R$ 7,5 bilhões até 2011.


Ao contribuir para o crescimento e a sustentabilidade da região, o Banco do Brasil coloca em prática o Projeto Centro-Oeste, iniciativa que visa firmar parcerias de longo prazo com os governos estaduais, auxiliando-os na execução de seus Planejamentos Plurianuais. Pela importância que tem para o país, Mato Grosso é o primeiro Estado da região a participar do Projeto. A proposta é concentrar esforços naquelas áreas definidas como prioritárias pelo próprio governo em seu planejamento, com foco nos projetos voltados para o desenvolvimento sustentável. para alcançar os melhores resultados.


Entre as opções que o BB coloca à disposição do governo estadual está o DRS (Desenvolvimento Regional Sustentável), estratégia de negócios que estimula atividades produtivas vocacionais ou potenciais de cada região. Em Mato Grosso, já são mais de 23 mil famílias beneficiadas pela estratégia DRS, que atinge 102 municípios e possui R$ 117 milhões investidos. Os planos de negócios montados concentram-se nas cadeias produtivas de apicultura, bovinocultura de leite, horticultura e reciclagem.


Nos municípios de Campinápolis e de Santo Antônio do Leverger, por exemplo, busca-se estruturar cadeias de valor da bovinocultura leiteira e da criação de frangos caipira, respectivamente, junto com parceiros locais, além de promover a melhoria das condições sociais e ambientais. Com o Projeto Centro-Oeste, a concepção é ampliar o número de famílias beneficiadas e o volume de crédito emprestado.


Além das estratégias DRS, o BB também possui outros mecanismos que serão intensificados para fortalecer atividades produtivas consideradas prioritárias, tais como: crédito voltado para Arranjos Produtivos Locais, agricultura familiar e microcrédito. Essa proposta de crescimento sustentável reforça o papel desempenhado pelo BB há exatos 201 anos, ou seja, o de servir como instrumento de política de desenvolvimento social e econômico, em razão de sua capilaridade, capacidade de investimento e de oferta de crédito, vocação agrícola e liderança em comércio exterior.


Com a perspectiva de crescimento da economia brasileira em 2010, o BB reafirma seu compromisso de participar decisivamente do fomento à atividade produtiva regional, e garantir o crescimento sustentável. É por essa razão que o “Projeto Centro-Oeste” está aqui para implementar uma agenda de compromissos duradouros com o Estado, numa parceria ampla, que alinha as ações do Banco do Brasil com as prioridades definidas pelo Estado de Mato Grosso.

Alexandre Corrêa Abreu é vice-presidente de Varejo e Distribuição do Banco do Brasil – Fonte: A Gazeta


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>Segundo o IBGE o agronegócio salva o Brasil, mas o jornalismo se ajoelha aos pés de Pedro Stedile

Posted on outubro 1, 2009. Filed under: agronegócio, Censo Agropecuário, IBGE, MST, Pedro Stedile, Superávit da Balança Comercial |

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A ignorância e o preconceito do jornalismo brasileiro quando o assunto é agronegócio são espantosos. É coisa que vem de longe. É o efeito MST. É o efeito Marina. É o efeito Minc. A entidade e essa, digamos, “personalidades” são formadoras de opinião, sabem? Sobretudo da opinião da classe média “pogreçista“, onde estão os jornalistas, que, não raro, não sabem a diferença entre uma vaca e uma jumenta. Adivinhem qual foi a abordagem unânime do Censo Agropecuário? Bidu! “Concentração de terra cresceu no Brasil!” É mesmo é?


Na Folha, lê-se a seguinte construção: “Em dez anos, o agronegócio brasileiro cresceu, modernizou-se e ganhou produtividade, mas esse avanço não alterou uma realidade: a concentração da terra na mão de poucos proprietários, que até aumentou.” “Mas”??? Por que “mas”? A concentração, vejam que espanto!, pode ser um dado positivo. Tudo indica que são terras incorporadas pelo agronegócio, que passaram a produzir usando tecnologia de ponta. Não tem “mas” nenhum! Se for o caso, deve-se buscar aí uma relação causal.


O glorioso Estadão, antiga referência de cobertura de questões agropecuárias, foi mais dramático. Leiam:

“A agropecuária brasileira permanece marcada pela desigualdade e com um nível de concentração de terras cada vez mais grave, como mostra o Censo Agropecuário 2006, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O censo retrata as mudanças ocorridas no setor na última década, já que o levantamento anterior refere-se a 1996. No entanto, a concentração de terras permanece praticamente inalterada há mais de 20 anos, desde 1985.”


“Concentração de terra cada vez mais grave?” Quem redigiu? João Pedro Stedile? Dom Tomás Balduíno? José Rainha? E aí se faz uma lambança danada. O Índice de Gini da concentração de terra é tratado pelo jornal como se fosse o da concentração de renda:

“O Índice de Gini – medida internacional de desigualdade – no meio rural chegou a 0,872, superando o dos anos de 1985 (0,857) e 1995 (0,856). Pela tabela de Gini, que vai de zero a 1, quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade na renda.”


Virgem Santíssima!!!

E qual é a grande notícia do censo, que não interessa ao MST, pauteiro dos jornais? O formidável ganho de produtividade do setor. O país produz muito mais hoje em muito menos terra. Atenção: em 2006, havia 23 milhões de hectares a menos dedicados à agropecuária do quem em 1996. Por quê? Essas terras foram destinadas às reservas indígenas e a áreas de preservação. Mesmo assim, o país bateu sucessivos recordes de produção. Em 2006, houve um aumento de 42% nas áreas irrigadas.


No dia 22 de junho, escrevi neste blog: “É uma barbaridade, de uma estupidez que beira a sociopatia, a satanização continuada, sistemática, a que está sendo submetido o agronegócio, que responde por boa parte do crescimento recente do país e da estabilidade – e isso inclui a produção de comida barata.” No Jornal da Globo, Carlos Alberto Sardenberg deu os números:

Total das exportações brasileiras em 2008 – US$ 197,9 bilhões
Parcela do agronegócio – US$ 71,8 bilhões – 36,3%

Total das importações brasileiras em 2008 – R$ 173,2 bilhões
Parcela do agronegócio – R$ US$ 11,8 bilhões – 6,8%

Superávit da Balança Comercial em 2008 – R$ 24,7 bilhões
Superávit do Agronegócio – US$ 59,9 bilhões

Viram só? Quem é que faz o superávit da nossa balança, além de abastecer o mercado interno com uma das comidas mais baratas do mundo? O agronegócio! De 2002 a 2008, o setor fez US$ 270 bilhões de saldo comercial, convertido em reservas, que impediram que o Brasil fosse para o buraco.


Mas e daí? Querem que o agronegócio viva pedindo desculpas – além, claro, de suportar as ofensas daquele ministro que comparece a shows de reggae na Chapada dos Veadeiros. Vai ver os produtores rurais ainda não se dedica a plantas de sua predileção. Um dia nos livramos desta vaga de estupidez.


Ah, sim. O técnico do IBGE bem que advertiu os coleguinhas que essa conversa de concentração não tinha lá grande importância. Afinal, nas regiões onde o agronegócio se expande, costuma haver aumento de renda. Mas não tem jeito. Para a imprensa emessetista, a regra é “cada homem, uma gleba”. Nem que seja pra comer capim ou mandacaru.

Fonte: Revista Veja

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>Investimento: empresa Allianz Seguros expande para o interior de MT

Posted on setembro 25, 2009. Filed under: agronegócio, Allianz Seguros, Copa do Mundo, investimento |

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O momento economicamente favorável que vive Mato Grosso, tanto no crescimento do agronegócio quanto a vinda da Copa do Mundo 2014 em Allianz Seguros que está investindo na expansão para o interior do estado para Cuiabá tem favorecido o crescimento de diversas empresas, entre elas a . Segundo Rogério Santos, superintendente da Allianz Seguros na região Centro-Oeste, a empresa realiza uma série de ações de relacionamento para aumentar a base de corretores parceiros.

“Há dois meses estamos direcionando nosso foco para o interior, tanto tanto na parte de massificados, que inclui automóveis e empresas quanto do agronegócio com seguros para máquinas e equipamentos”, salientou. “A nossa expectativa é de crescimento forte nos próximos anos consolidando o nome da empresa em Mato Grosso”.

Com relação ao mundial esportivo a Allianz está monitorando os empreendimentos que surgirão na capital mato-grossense com a vinda da Copa. Os novos negócios estão sobretudo nas áreas de grandes riscos de engenharia como em setores de hotelaria e infraestrutura. “Os contratos destas grandes obras exigem que haja o seguro”, observou Rogério Santos. Em um segundo momento, provavelmente a partir de 2013, a seguradora também vê a possibilidade de participar com carteiras de seguro empresarial em novos empreendimentos ligados ao entretenimento como bares e hotéis que serão construídos nos próximos anos.

Fonte: A Gazeta

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>MT é o segundo maior exportador do Brasil

Posted on julho 14, 2009. Filed under: agronegócio, Comércio Exterior, exportação, Mato Grosso |

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As exportações do agronegócio mato-grossense fecharam o primeiro semestre com US$ 4,551 bilhões, alta de 20,6% na comparação com o mesmo período de 2008, quando registrou embarques de US$ 3,773 bilhões. Com este número, o Estado ocupa a segunda colocação entre as unidades da federação, atrás apenas de São Paulo que exportou US$ 6,593 bilhões de janeiro a junho de 2009. As vendas externas de produtos do agronegócio feitas pelo país somaram US$ 31,443 bilhões em igual período.

Na lista dos 10 maiores exportadores do Brasil, apenas Mato Grosso e a Bahia tiveram variação positiva nas vendas nos primeiros seis meses do ano em relação ao mesmo intervalo de 2008. Os demais, inclusive o primeiro colocado, tiveram resultado negativo. No caso de São Paulo, que exportou US$ 7,057 bilhões no ano passado, a queda foi de 6,5%, percentual semelhante ao registrado pelo país, que teve um recuo de 6,9% nas vendas, que no ano passado totalizou US$ 33,785 bilhões.

A terceira posição na lista dos maiores exportadores é ocupada pelo Rio Grande do Sul, que vendeu US$ 4,433 bilhões em produtos do agronegócio no primeiro semestre deste ano, baixa de 13,9% sobre os US$ 5,153 bilhões de 2008. Em seguida, aparece o Paraná que teve as vendas reduzidas de US$ 5,230 bilhões para US$ 4,378 bilhões, o que representou uma queda de 16,2% de um ano para outro.

Para o economista e especialista em Comércio Exterior, Vitor Galesso, a variação positiva de Mato Grosso é motivada pela característica das exportações feitas pelo Estado. “O Estado tem as vendas externas voltadas principalmente para o complexo soja e as carnes, e o resultado é motivado pelas condições de nossos concorrentes diretos que são o Paraná e o Rio Grande do Sul”, diz ao explicar que os embarques realizados no período são referentes à safra anterior, em que estes dois Estados tiveram redução na produção decorrente de problemas climáticos, que favoreceram os mato-grossenses.

Já no caso de São Paulo, que é líder nas exportações de produtos do agronegócio, o especialista afirma que o Estado tem uma indústria mais complexa e que a pauta é mais variada, tendo as carne bovina, milho, soja e seus derivados como o óleo como pauta de produtos exportados. “Aquele Estado tem uma cadeia de exportação mais avançada, e com isso o bom desempenho”. Galesso informa também que com estes resultados o Estado tem o que comemorar, mas que poderia ter sido melhor, não fosse a crise.

Para o segundo semestre, o economista prevê que ainda haverá reflexos da escassez de crédito, que poderá acarretar no não fechamento de alguns contratos de exportação, que motivado também pela redução na produção. “Os contratos que deverão ser renovados em 2010 poderão ter redução, já que se referem à produção deste ano, que está menor se comparada a do ano anterior”.

Fonte: A Gazeta

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