Agropecuária

>Economia brasileira cresceu 8,9% no 1º semestre

Posted on setembro 3, 2010. Filed under: Agropecuária, economia brasileira, IBGE, Indústria, Investimentos, O QUE É O PIB, PIB, sazonais, serviços |

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A economia brasileira cresceu 8,9% no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2009, informou o Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 3. Foi o melhor desempenho histórico para um semestre desde o início da série, em 1996. Nos últimos 12 meses até junho, o PIB acumula alta de 5,1%. 
De acordo com agerente da Coordenação das Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, a expansão recorde teve como destaque a indústria, que mostrou bom desempenho no período, com alta de 14,2% no PIB do primeiro semestre ante o primeiro semestre de 2009.
No entanto, ela fez uma ressalva. “É importante destacar que estamos comparando este período com o recorde negativo do PIB semestral” disse, lembrando que, no primeiro semestre de 2009, o PIB caiu 1,9% ante igual período em 2008. Ou seja: o resultado está sendo influenciado por base de comparação mais fraca.
http://www.estadao.com.br/especiais/2010/09/pib_materia.swf
No segundo trimestre, a expansão do PIB foi de 1,2% ante o período de janeiro a março deste ano, superando as estimativas. Ainda segundo o instituto, o PIB do segundo trimestre somou R$ 900,7 bilhões. Segundo um levantamento realizado pelo serviço AE Projeções, com 42 instituições, a variação projetada pelos analistas para o PIB era de 0,30% a 1,12% em relação ao primeiro trimestre, já descontando os ajustes sazonais. A aposta média ficou em 0,70%.

Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, o PIB apresentou alta de 8,8% entre abril e junho deste ano, resultado que também superou o teto das estimativas coletadas pelo AE Projeções, que variavam de 7,00% a 8,70%, com mediana de 8,00%.

No primeiro trimestre, o PIB subiu 2,7% em relação ao trimestre anterior e 9% ante o mesmo trimestre de 2009. Para os especialistas, esses números marcaram o auge dos incentivos fiscais e monetários, dados pelo governo para amenizar os efeitos da crise global.

Já o segundo trimestre foi marcado pela redução dos incentivos fiscais e pelo início do ciclo de alta e juros, para diminuir o aquecimento da economia e conter a inflação. Além disso, a Copa do Mundo afetou os negócios, especialmente nos dias de jogo da Seleção Brasileira.

Nesse período, a produção industrial sofreu três quedas mensais seguidas.

Investimentos em alta
A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), constituída principalmente por máquinas e equipamentos e pela construção civil, registrou alta de 2,4% no segundo trimestre de 2010, na comparação com os três primeiros meses deste ano. Em relação ao segundo trimestre de 2009, o indicador registrou alta de 26,5%, o maior crescimento nesta base de comparação desde o início da série histórica, em 1996.

Já a taxa de investimento (FBCF/PIB) registrou alta de 17,9% no segundo trimestre de 2010, contra 15,8% no segundo trimestre de 2009. Já a taxa de poupança bruta atingiu 18,1%, ante 16,0% do segundo trimestre de 2009.

Indústria, agropecuária e serviços
O Produto Interno Bruto (PIB) da indústria subiu 1,9% no segundo trimestre deste ano ante o trimestre imediatamente anterior, de acordo o IBGE. Ainda segundo o instituto, na comparação com o segundo trimestre do ano passado, o PIB da indústria cresceu 13,8% entre abril e junho deste ano.

Segundo o instituto, o PIB da agropecuária subiu 2,1% no segundo trimestre ante primeiro trimestre. Na comparação com segundo trimestre de 2009, o PIB da agropecuária teve avanço de 11,4%.

Já o PIB do setor de serviços mostrou alta de 1,2% em base trimestral e, na comparação anual, avançou 5,6%.

Investimentos influenciam e importações crescem 38,8%
A alta de 38,8% registrada nas importações de bens e serviços no segundo trimestre de 2010 em relação ao mesmo período de 2009 foi influenciada por uma alta dos investimentos, segundo a gerente de contas nacionais do IBGE, Rebeca Palis. Ela explicou que foram destaques na pauta de importação no período itens que podem ser considerados, em parte, investimento, como automóveis, caminhões, equipamentos elétricos e material elétrico.

A taxa de crescimento das importações (38,8%) foi mais de cinco vezes superior à das exportações (alta de 7,3%, na mesma comparação). Segundo Rebeca, o resultado foi influenciado pela variação da taxa de câmbio no período. No segundo trimestre de 2010, o câmbio estava em R$ 1,79, na média trimestral das taxas de compra e venda. Já no segundo trimestre de 2009, a taxa estava em R$ 2,07.

Consumo das famílias avança 0,8%
O consumo das famílias cresceu 0,8% no segundo trimestre de 2010 ante o primeiro trimestre. Em relação ao segundo trimestre de 2009, o consumo das famílias registrou alta de 6,7%.
Já o consumo do governo cresceu 2,1% entre abril e junho deste ano na comparação com os três primeiros meses de 2010 e subiu 5,1% em relação ao segundo trimestre de 2009.
“A aceleração no consumo da administração pública é explicada pela época de eleições nas esferas federal e estadual”, disse Rebeca Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do IBGE.

O QUE É O PIB?
O Produto Interno Bruto representa o total de riquezas produzido num determinado período num país. É o indicador mais usado para medir o tamanho da economia doméstica. No Brasil, o cálculo é realizado pelo IBGE, órgão responsável pelas estatísticas oficiais, vinculado ao Ministério do Planejamento.

O cálculo do PIB leva em conta o acompanhamento de pesquisas setoriais que o próprio IBGE realiza ao longo do ano, em áreas como agricultura, indústrias, construção civil e transporte. O indicador inclui tanto os gastos do governo quanto os das empresas e famílias. Mede também a riqueza produzida pelas exportações e as importações. O IBGE usa ainda dados de fontes complementares, como o Banco Central, Ministério da Fazenda, Agência Nacional de Telecomunicações e Eletrobrás, entre outras.

O PIB pode ser medido de duas formas, para um mesmo resultado. Quando o PIB é analisado pela ótica de quem produz essas riquezas, entram no cálculo os resultados da indústria (que respondem por 30% do total), serviços (65%) e agropecuária (5%).

Outra maneira de medir o PIB é pela ótica da demanda, ou seja, de quem compra essas riquezas. Nesse caso, são considerados o consumo das famílias (60%), o consumo do governo (20%), os investimentos do governo e de empresas privadas (18%) e a soma das exportações e das importações (2%).

Fonte: Estadão

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>Exportação de Mato Grosso é destaque no cenário nacional

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: agronegócio, Agropecuária, economia, exportação, Mato Grosso, Ministério da Agricultura |

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Quatro fatores são apontados para o incremento da exportação de grãos do país e Mato Grosso desponta no cenário como o principal fornecedor para os países asiáticos. O Estado também atuaria como alternativa de fornecedor para países que enfrentam problemas de abastecimento por questões climáticas. O anúncio da perspectiva foi feito durante Fórum Internacional de Produtores de Soja & Cia (Soybean Fórum), realizado em Salvador (BA), nesta quinta-feira (19).
O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura (Mapa), Célio Porto, diz que há dois movimentos ligados a demanda e uma oferta que possibilitarão a ampliação das exportações da soja, principal commoditie do Estado. “O desenvolvimento chinês, a produção de etanol a partir do milho nos Estados Unidos e as mudanças climáticas vão impulsionar o mercado externo e o Brasil se apresenta como fornecedor, principalmente Mato Grosso”.
O superintendente do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Celidônio, diz que o Estado tem capacidade para atender esta demanda, mas que é preciso viabilizar os custos, principalmente de logística, para colocar no mercado produtos com preços acessíveis. O secretário Célio Porto diz que outros Estados são promessas para ofertar os produtos, como a região entre Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia e mais o Noroeste de Minas Gerais, região que recebeu investimentos da Vale para dar infraestrutura. “Todas essas regiões vão agregar, mas Mato Grosso é único que tem como atender a demanda de pronto”.
Todas essas expectativas são entorno também da demanda a ser gerada nos Estados Unidos. Segundo Otávio Celidônio, na América do Norte, quando se planta milho não se planta soja e como haverá uma demanda até 2022 de 342 milhões de toneladas de milho, haverá perda de área plantada por soja. Em Mato Grosso, Celidônio diz que até julho a expectativa também era de redução de área plantada de 2% em relação aos 6,2 milhões de hectares plantados na safra 2009/2010, mas que isso pode ser revertido. “Os preços tendem a melhorar e o produtor deverá investir mais”.  Fonte: A Gazeta
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>PIB cresce 2,7% no 1º trimestre de 2010 com destaque para indústria

Posted on junho 8, 2010. Filed under: Agropecuária, Indústria, PIB, reflexos |

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O PIB cresceu 2,7% em relação ao quarto trimestre de 2009. Nessa comparação, a maior alta foi na indústria (4,2%), seguida por agropecuária (2,7%) e serviços (1,9%).
Em relação ao primeiro trimestre de 2009, a alta foi de 9%. O crescimento reflete a base fraca de comparação com 2009, período com reflexos da crise financeira internacional.
No acumulado dos quatro últimos trimestres, o crescimento chegou a 2,4%, com alta nos serviços, estabilidade na indústria e queda na agropecuária.
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>Exposição Agropecuária de Sinop espera bater recordes

Posted on março 29, 2010. Filed under: Acrinorte, Agropecuária, exponop, Exposição, Sinop |

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Um evento promete movimentar o meio rural mato-grossense, a 26ª Exposição Agropecuária de Sinop (Exponop), cuja organização espera um público de mais de 250 mil pessoas este ano, superando 2009. A Associação dos Criadores do Norte de Mato Grosso (Acrinorte) espera um aumento na movimentação comercial em relação ao ano passado. O evento é terceiro do Estado nessa modalidade, precedido da Expoagro, em Cuiabá, e Exposul, em Rondonópolis.

O presidente da entidade, Fernando Pereti Porcel, diz que a expectativa é chegar a R$ 32 milhões comercializados entre os dias 5 e 13 de junho. Em 2009 o volume de negócios atingiu R$ 25 milhões. Ele explica que os valores são obtidos levando em consideração toda a comercialização da Exponop. “A organização está otimista, pois a procura dos empresários para o aluguel de espaço para expor na Exponop é grande”. Segundo o diretor da Acrinorte, Álvaro Rezende, os primeiros contratos começaram a ser fechados em fevereiro, 10 já foram fechados, fora a participação garantida de empresas com espaço cativo e daqueles que reservaram terreno.
Outra atração é o rodeio. Neste ano as montarias serão em touros, cavalos (masculino e feminino) e burros, resgatando o rodeio mais tradicional do país. A competição é dividida em duas etapas. No qualifying os peões disputam vaga para a fase final.
Outra novidade para a 26ª edição da feira é que as montarias vão valer pontos para a Copa Mato Grosso de Rodeio. A 3ª etapa da Copa será entre os dias 10 e 13 de junho. Serão distribuídos R$ 60,00 mil em premiação, sendo um carro, duas motos e o restante em dinheiro. Para o público especializado, as atrações são nove leilões com expositores de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, além de seminários, palestras e simpósios. A Acrinorte também realiza julgamento de bovinos da raça nelore, sendo a segunda em número de animais em Mato Grosso, só perdendo para Cuiabá.
São esperados 200 expositores de todo o país. Tradicionalmente, a Exponop recebe empresas e criadores de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.
Os atrativos para o público são shows com grupo Skank, Déjávu do Brasil, Gino e Geno e com tetra campeão da Copa Brasil de Motocross Estilo Livre, Gilmar Flores, o “Joaninha”. O Show de Prêmios sorteará três caminhonetes S-10, um Celta, três motos e um terreno no bairro Jardim Maringá. As cartelas serão vendidas a R$ 60,00 e podem ser divididas em cinco vezes no cartão de crédito Visa. Porcel adianta que os empresários dos ramos hoteleiro, restaurante e transporte também estão mobilizados para oferecer o melhor tratamento possível aos visitantes. Fonte: A Gazeta
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>A vaca é a culpada?

Posted on dezembro 16, 2009. Filed under: Agropecuária, COP-15, Copenhague, direito ambiental, economista, efeito estufa, especialista, mercados de commodities, produtor rural, USP |

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A pecuária tem importância fundamental na economia brasileira desde os primórdios de nossa colonização. Vários ciclos econômicos passaram, mas a atividade pecuária sempre esteve presente, oferecendo alimento farto para a crescente população. Para o Estado de Mato Grosso não há como olvidar, a maioria da população sabe disso. Mesmo antes de chegar a energia elétrica e as rodovias, as charqueadas cumpriam o seu papel. Os batelões zingavam os rios, formando nas barrancas um intenso comércio.

Os números, normalmente não publicados, dão conta da importância da pecuária mato-grossense e brasileira. No decorrer do ano de 2008 foram exportados aproximadamente US$ 700 milhões pelo setor, mesmo considerando que 80% da carne mato-grossense é dirigida ao mercado. Já em nível nacional, para o ano de 2009 o Conselho Nacional Permanente da Pecuária de Corte estima exportações de tão somente 2 milhões de toneladas, enquanto que o consumo interno deverá ultrapassar a casa das 7,2 milhões de toneladas.


Em tempos de Copenhague, no decorrer da COP-15, nossa velha e necessária pecuária está vivendo dias de grande desconforto. Está sendo debitado à pecuária brasileira o percentual de 50% das emissões de gases de efeito estufa. Acadêmicos, ambientalistas e outros “entendidos” no assunto defendem este número com paixões e pregam uma inevitável catástrofe por conta da ruminação de nossas vacas e bois.


Levam o problema ainda mais longe, oferecem receitas de mitigação das emissões pela pecuária. Pregam que, com a integração lavoura pecuária, recuperação de pastagens, etc, os problemas serão minimizados. Enquanto isso despencam as exportações brasileiras dessa importante commodity. Não sei com precisão o que significa “desserviço prestado ao Estado de Mato Grosso”, porém, neste caso, não há como negar, demonizar a pecuária parece ser um caso bem característico dessa façanha, para o Estado e o país.


Estes mesmos “entendidos” esquecem que o setor pecuário realizou um esforço hercúleo e conseguiu reduzir a idade de abate nesta década, de cinco para três anos. Quantos milhões de toneladas de gás metano deixaram de ser emitidas? Claro, assim como a melhoria na qualidade da carne ofertada, esta informação parece não ser importante aos críticos. Nesta guerra desigual de informações vimos nosso boi, que já foi verde por conta da vaca louca, se transformar no boi pirata por obra do ministro do Meio Ambiente e agora, guardião, por decisão do ministro da Agricultura e Pecuária.


Mas, nem tudo está perdido. Esta semana a imprensa divulgou uma posição firme do professor Paulo Artaxo do Departamento de Física da USP e também membro do IPCC. Segundo ele, a atividade da pecuária emite não mais que 17% e a diferença para se chegar aos 50% refere-se aos desmatamentos na Amazônia que, erroneamente são computados totalmente para a pecuária. Portanto, estão errados todos os entendidos no assunto. Mas, esta é uma questão que não pode ser deixada de lado. Precisamos saber exatamente o quanto emitimos na criação de gado bovino para que possamos mitigar tais emissões.


E a conta de tudo isto? Tenho segurança em afirmar que se frustrarão aqueles que foram à Dinamarca com o objetivo de garantir recursos financeiros. Não há dinheiro disponível no mundo para a conta que apresentam. Certamente que os cenários internacionais indicam às nações muita cautela na definição de valores para um fundo onde “um bilhão de dólares não faz cosquinha”. Assim a definição das disponibilidades financeiras para “salvar o planeta” ficará para 2010.


Enquanto isto não ocorre, uma boa medida seria a redução drástica do rebanho brasileiro, até mesmo, em função do princípio da precaução. Precisamos fazer conta dos custos para recuperação de pastagens que são extremamente elevados, mas se reduzem com a diminuição do rebanho. Por outro lado é muito bom que os críticos da pecuária busquem novas ofertas de proteínas, afinal, enquanto você lia este artigo nasceram 819 crianças no mundo. Portanto, a culpa não é da vaca!

Autor:Amado de Oliveira Filho é produtor rural, economista, especialista em mercados de commodities agropecuárias e direito ambiental – Fonte: A Gazeta – amadoofilho@ig.com.br

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>Próxima safra de soja em Mato Grosso já tem 18% vendida

Posted on setembro 26, 2009. Filed under: Agropecuária, Bolsa de Chicago, economia, Imea, safra de soja, Sindicato Rural |

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O plantio da safra 2009/2010 de soja começou e Mato Grosso já vendeu 18,8% da produção prevista para esta temporada. Foram comercializadas 3,384 milhões de toneladas, de um total de 18 milhões (t) estimadas para este ano agrícola. O percentual de venda já fechada este ano está 18,2% menor que o contabilizado no mesmo período do ano passado, quando 23% da produção prevista para a oleaginosa já haviam sido vendidos. A variação negativa é motivada pelos baixos preços da commodity no mercado internacional, em decorrência da maior oferta do grão.

Produção mato-grossense de soja na safra 2009/2010 está estimada em 18 milhões de toneladas

Os números são do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que apontam ainda que na safra 2009/2010 serão cultivados 5,859 milhões de hectares, o que equivale a um aumento de 2,7%, na área plantada em relação ao ano passado, quando foram plantados 5,704 milhões de hectares. Da área total destinada à oleaginosa, conforme levantamento do instituto, 2,1% já foram semeados. A produção deste ano está levemente maior, passará de 17,406 milhões de toneladas para 18 milhões (t), alta de 3,4%.


O vice-presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis, Ricardo Tomczyk, que é presidente da Comissão de Endividamento da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), afirma que este é um dos menores índices de venda futura do grão de soja se comparado à média histórica, que já chegou a 70% em anos anteriores. “A crise crédito no mercado internacional prejudicou também as vendas futuras já que sem dinheiro disponível, os compradores recuaram”.


Outro problema que os sojicultores mato-grossenses estão enfrentando neste início de plantio é com relação aos preços no mercado futuro. Levantamento da SojaNet mostram que o bushel de soja (equivalente a 27,215 quilos) vendido no mercado futuro apresentam trajetória de queda. No fim de agosto o bushel foi vendido por até US$ 9,73, e ontem estava cotado a US$ 9,19, retração de 5,5% em um intervalo de 30 dias. Mas este não é o menor valor, o número mais baixo foi registrado no dia 14 de setembro, quando o bushel desceu a US$ 9,03.


“A baixa nos preços na Bolsa de Chicago está relacionada à superoferta de soja no mercado internacional. Os Estados Unidos estão com uma boa safra e a Argentina também”. Estes dois mercados são os principais concorrentes da soja brasileira no mercado externo. Fonte: A Gazeta

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