Ahmadinejad

>Mundo não caiu no truque de Lula e Ahmadinejad na pantomina do Irã

Posted on maio 19, 2010. Filed under: Ahmadinejad, Barack Obama, Irã, Lula, ONU |

>

A pantomima do governo brasileiro no suposto acordo nuclear com o Irã não durou 24 horas. Não sou exatamente um entusiasta de Barack Obama, mas dou a mão à palmatória nesse caso: não caiu no truque encenado por Mahmoud Ahmadinejad e por Luiz Inácio Lula da Silva. Hillary Clinton, a secretária de Estado dos EUA, anunciou que as cinco potências com assento permanente no Conselho de Segurança da ONU mais a Alemanha chegaram a um acordo para um esboço “strong” — uma boa tradução seria “peremptório”, “sem ambigüidades” — de sanções, que vai ser discutido pelo Conselho.
 Mahmoud Ahmadinejad e Luiz Inácio Lula da Silva
O consenso anunciado por Hillary acontece 24 horas depois do grande “acordo”!!! É a mais formidável derrota da destrambelhada política externa brasileira até agora. A todos ficou claro o óbvio: no que diz respeito à questão nuclear propriamente, o suposto acordo só interessa ao Irã por causa da protelação das sanções.


No que diz respeito à questão política, a mentira só serve para inflar a biografia de Lula dentro e fora do Brasil, além, obviamente, de alimentar a fantasia de que está em formação um novo eixo de poder na “nova ordem mundial”.


Vocês sabem que o nosso Dom Giovanni tem o seu pressuroso Leporello, não? É Marco Aurélio Garcia — convenham: é uma metáfora mais docinha, embora mais servil, do que o Cérbero. E o que quer, agora, o assessor especial? Que o grupo “Cinco mais Um” (os  membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU mais a Alemanha) se transforme em “Cinco mais Dois”, com a entrada do Brasil. Por quê? Ora, porque o governo Lula acha que tem esse “direito”…

Qual o objetivo? Lula quer mais um fórum para poder defender o Irã!
Anúncios
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Irã lança cinco mísseis simultâneos um dia antes da visita de Celso Amorim ao presidente Ahmadinejad

Posted on abril 26, 2010. Filed under: Ahmadinejad, Celso Amorim, Estreito de Ormuz, Golfo Pérsico, Irã, mísseis, Relações Exteriores |

>Guarda Revolucionária do Irã lançou cinco mísseis durante as manobras militares que realiza em águas do Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz, uma das principais vias de passagem de petróleo e gás do mundo. A informação foi divulgada pela TV estatal.

De acordo com os militares do país, o objetivo é demonstrar a influência regional na área pela qual transita um quinto do comércio mundial de energias fósseis.

O ataque acontece um dia antes da visita do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, ao Irã para discutir a questão nuclear com o presidente Mahmoud Ahmadinejade e preparar a visita do presidente Lula, prevista para maio.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Maggi quer área florestal consolidada

Posted on novembro 20, 2009. Filed under: Aécio, Ahmadinejad, Blairo Maggi, Copenhague, florestal, Sponholz |

>

Foto
GOV. BLAIRO MAGGI

<!– function paginaSlideShow215689(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), é a favor que a nova legislação ambiental preserve os direitos dos agricultores que estavam dentro da lei na época em que derrubaram 50% da mata na zona de transição entre floresta e cerrado. Maggi criticou a insegurança jurídica na área ambiental e propôs que as decisões em relação aos zoneamentos sejam tomadas com base em dados da Embrapa. Sobre a compensação na reposição florestal, o governador afirmou que possui duas propostas. A primeira é que a compensação possa ser feita no Estado, sem necessidade de ser a mesma bacia hidrográfica. A segunda diz respeito às áreas de cerrado, onde no mínimo 20% da reposição florestal devem ser feitos dentro da propriedade. Para ele, “é um loucura tirar uma área que produz alimento para plantar cerrado”.

Sponholz

Sponholz

Sarney recebe Ahmadinejad 2ª feira

Foto
PRES. MAHMOUD AHMADINEJAD

<!– function paginaSlideShow215687(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP), receberá na próxima segunda (23) o presidente da República Islâmica do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Ahmadinejad visita o Brasil poucos dias depois do presidente de Israel, Shimon Peres. Outro chefe de Estado fará uma visita de cortesia ao presidente do Senado na próxima semana. Na terça (24) será a vez do presidente da República Tcheca, Václav Klaus.

Bandidão ficará longo período no Brasil

Foto
CESARE BATTISTI

<!– function paginaSlideShow215686(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

Em razão do recesso no Judiciário, a “análise” prévia do Ministério da Justiça e a demora para a publicação do acórdão da decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a extradição do terrorista Cesare Battisti, o italiano pode ter uma longa sobrevida no Brasil. A expectativa é de que Lula se decida apenas em fevereiro.

Fernando Henrique, o sociólogo
da interação social concreta

Foto

<!– function paginaSlideShow215685(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

Na densa produção intelectual de FHC, nenhuma o satisfaz mais do que uma pesquisa realizada no sul do país no início da década de 60. Leva o título de Capitalismo e escravidão no Brasil Meridional: o negro na sociedade escravocrata do Rio Grande do Sul. É um livro de 339 páginas lançado em 1962 pela editora Difusão Européia. Era a tese que fez FHC doutor, em 1961, pela Filosofia da USP. Na sinopse que apresenta o livro em seu site, o autor explica que o texto “reconstrói a totalidade social concreta que resultou da interação entre senhores e escravos na sociedade gaúcha”. O livro teve mais duas edições – em 1977 e em 2003. No site www.estantevirtual.com.br, a obra de FHC ainda pode ser encontrado em 36 sebos de seis Estados diferentes – 15 deles só em São Paulo. Dá uma boa idéia teórica do pensamento de FHC, até a “interação social concreta” praticada por ele em 1988 com sua empregada Maria Helena Pereira, uma negra formosa que deu ao então senador um filho, Leonardo.

Sponholz

Sponholz

Fotografia é história
Eduardo x Sabrina
Foto

<!– function paginaSlideShow215654(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

Senador Eduardo Suplicy novamente entrevistado por Sabrina Sato. Anteontem, quarta-feira.
Como foiA jeitosa japonesinha Sabrina Sato descobriu maneira peculiar de produzir peças televisivas sobre o Congresso para um programa de tevê do qual é estrela. Os fotógrafos ficamos de olho quando ela aparece por lá para suas entrevistas porque quase sempre têm resultado surpreendente. Há três semanas, deixou o senador paulista Eduardo Suplicy numa tremenda saia justa, ao oferecer-lhe um cuecão vermelho, que o parlamentar vestiu e desfilou. Resultou o maior rebú. Dessa vez o reencontro de Suplicy com as câmaras de Sabrina não rendeu tanto frisson. Ele limitou-se a cantarolar alguns trechos da música preferida do presidente Lula, “A triste partida”, de autoria do poeta cearense Patativa do Assaré. Orlando Brito.

Aécio cobra definição sobre candidatura

Foto
GOV. AÉCIO NEVES

<!– function paginaSlideShow215661(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O governador de Minas, Aécio Neves, voltou nesta quinta (19) a cobrar uma definição do candidato tucano à Presidência em dezembro deste ano ou no máximo em janeiro de 2010. Segundo ele, os entendimentos regionais, estaduais podem ser prejudicados com a demora, já que eles dependem do apoio “do eventual candidato à presidente da República”. Aécio disputa a indicação do partido com o governador de São Paulo, José Serra. Ele voltou a afirmar que após janeiro, caso não consiga se viabilizar como candidato à Presidência, irá se dedicar “muito e profundamente” à sua sucessão em Minas Gerais.

Lula decidirá sozinho sobre o terrorista

Orlando Brito
Foto
MIN. TARSO GENRO

<!– function paginaSlideShow215660(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O ministro Tarso Genro (Justiça) disse nesta quinta (19) que o presidente Lula vai decidir “sozinho” sobre a extradição do ex-terrorista italiano Cesare Battisti. Ele também afirmou que não há prazo para a análise do presidente sobre o caso que pode ser favorável ou não à extradição do italiano decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar de não revelar a posição de Lula, o ministro disse esperar que o presidente decida com base em sua visão “humanitária”, podendo encontrar saída jurídica para abrigar Battisti no Brasil. O ministro ainda afirmou que o Brasil tem “orgulho” de ser um destino de refugiados políticos que foram perseguidos em seus países de origem –por isso defende que Battisti fique no país.

Cristovam pede ‘ação’ em Copenhague

Orlando Brito
Foto
SEN. CRISTOVAM BUARQUE

<!– function paginaSlideShow215659(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) fez nesta quinta (19) um apelo ao presidente Lula para que adote uma posição de vanguarda durante a Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP 15), na Dinamarca, que acontecerá em dezembro. Para Cristovam, os compromissos voluntários assumidos pelo governo brasileiro de redução das emissões de gases geradores do efeito estufa, bem como de diminuição do desmatamento na Amazônia, não são suficientes para conter a tragédia ambiental planetária. Cristovam pediu ainda a Lula que participe da conferência “como um ideólogo propondo um modelo novo para a civilização, onde o consumo será limitado, de acordo com as restrições ecológicas”.

‘STF lavou as mãos no caso Battisti’

Foto
SEN. DEMÓSTENES TORRES

<!– function paginaSlideShow215658(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) criticou a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de que cabe ao presidente Lula decidir se vai cumprir ou não a extradição do ex-terrorista Cesare Battisti. Para Demóstenes, “a Suprema Corte lavou as mãos e se desmoralizou” ao deixar o caso na mão do Executivo. O senador disse que o STF não pode ficar com a pecha de que cede a pressões de outro poder e acrescentou que, com a decisão tomada, foi como se o tribunal tivesse rasgado o Estatuto do Estrangeiro. Ele reforçou ainda que o STF não pode se comportar como um órgão consultivo.

Mercadante critica falta de fiscalização
nas obras em São Paulo

Foto
SEN. ALOIZIO MERCADANTE

<!– function paginaSlideShow215657(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

Em discurso no Plenário do Senado, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) disse nesta quinta (19) que há um problema grave de fiscalização nas obras em São Paulo. Ao comentar sobre a queda de três vigas de sustentação do viaduto em construção do trecho sul do Rodoanel de São Paulo, na última sexta (13), o senador informou que os Tribunal de Contas da União (TCU) identificou 72 irregularidades na obra, que vão desde a alteração de métodos construtivos até a troca de areia por brita. Todas essas alterações, disse o senador, teriam o objetivo de reduzir custos e antecipar a conclusão da obra em 14 meses, para inaugurá-la no dia 27 de março. Mercadante comunicou que vai pedir uma audiência pública para discutir o caso. Fonte: http://www.claudiohumberto.com.br
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Liked it here?
Why not try sites on the blogroll...