Anfavea

>Presidente da Anfavea afirma que montadoras vão diminuir ritmo de contratação

Posted on agosto 5, 2010. Filed under: Anfavea, Automotores, contratações, Produção, veículos, vendas |

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O presidente da Anfavea, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Cledorvino Belini afirmou que a indústria automotiva deve reduzir o ritmo de contratações nos próximos meses. 
Segundo os dados divulgados nesta quinta-feira pela entidade, o setor empregava ao final do mês passado 132.165 funcionários, considerando aqueles que trabalham também em fabricantes de máquinas agrícolas.
Montadora de veículos
Esse é o melhor nível desde 1990, quando as montadoras tinham cerca de 138 mil trabalhadores, e ultrapassa o patamar contabilizado em outubro de 2008 (131.717), quando houve o agravamento da crise mundial. “O que faz a mão de obra é o mercado. Não temos previsão de grande alta para o final do ano. A mão de obra deve ficar estável”, disse Belini.
A Anfavea espera terminar 2010 com 3,4 milhões de veículos fabricados. Se o número se confirmar, será o maior patamar já registrado no país e representará um crescimento de 6,5% ante 2009.
A maior parte da contratação para o setor foi feita entre o fim de 2009 e o início deste ano. Nessa época, a produção foi reforçada para suprir as vendas em alta por conta da redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que vigorou até março.

PRODUÇÃO
No acumulado deste ano até julho, a produção de veículos no país cresceu 18,3% na comparação com igual intervalo em 2009, com a fabricação de 2,07 milhões de unidades.
Em julho foram 315.879 unidades fabricadas, incremento de 3,2% em relação ao mês anterior. O número é 12% maior do que o registrado em julho do ano passado.
As exportações tiveram acréscimo de 78,4% no acumulado do ano (422.227 unidades). Em julho, as vendas para o mercado externo (64.864) tiveram aumento de 2,0% na comparação com o mês passado e expansão de 80,5% em relação a julho de 2009.

VENDAS
As vendas apresentaram expansão de 5,9% em julho, no confronto com o mesmo intervalo no ano passado, batendo o recorde para o mês com o emplacamento de 302,3 mil unidades. Já no confronto com junho, houve alta de 15,1%.
As montadoras registraram uma nova marca também no acumulado de janeiro a julho (1,88 milhão de veículos), com acréscimo de 8,5% sobre igual período em 2009.
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>Economês

Posted on dezembro 5, 2009. Filed under: Anfavea, Casas Bahia, Economês, Estater, FGV, Pão de Açucar, Ponto Frio |

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O diretor da Estater, Percio de Souza, disse que as marcas Pão de Açúcar, Ponto Frio e Casas Bahia, continuarão a existir, apesar da associação. Segundo o executivo da Estater – que é empresa que formatou a negociação – o grupo terá toda a liberdade para utilizar quaisquer das marcas, a depender do público e da localidade em que as lojas estiverem em operação.

Veículos

As vendas de veículos no mercado brasileiro somaram 251.698 unidades em novembro deste ano, com um recuo de 14,5% em relação a outubro e uma alta de 41,5% no confronto com o mesmo mês do ano passado. Entre janeiro e novembro, foram vendidos 2.848.214 veículos, um acréscimo de 8,5% ante igual intervalo do ano passado. Os dados foram divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea.

Compras

O consumidor brasileiro está disposto a gastar mais com presentes no Natal deste ano. A disposição do consumidor para os gastos supera a marca do Natal de 2008, período em que o país estava sob o efeito da crise financeira internacional, e se aproxima do recorde registrado em 2007, revela a edição de novembro da Sondagem de Expectativas do Consumidor, produzida pela Fundação Getulio Vargas, FGV. Isso mostra que o consumidor está otimista.

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>Governo pode prorrogar incentivo fiscal do IPI

Posted on setembro 16, 2009. Filed under: alíquota de IPI, Anfavea, incentivo fiscal, IPI reduzido |

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Se depender do governo federal a decisão sobre o fim do Imposto sobre Produtos Industrializados reduzido para veículos, materiais de construção e eletrodomésticos da linha branca será adiada mais uma vez. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou esta semana que a redução do IPI pode continuar em vigor, caso haja necessidade. “Nada é imutável. Este governo é flexível e está acompanhando de perto o que acontecerá com a economia a partir de outubro, quando o imposto começa a ser cobrado como era antes”. Segundo o ministro, o crédito aumentou para o consumidor final, o que deve continuar aquecendo a economia. “Não temos mais problemas de crédito e isso deve ser levado em conta. Estamos atentos à avaliação das montadoras, mas não acreditamos que haverá desemprego”, disse.


O primeiro segmento contemplado com o imposto reduzido foi o de veículos. A redução, em vigor desde dezembro de 2008, contemplou principalmente os carros de mil cilindradas (1.0). A medida teve como objetivo fazer com que a economia brasileira tivesse meios para reagir aos efeitos da crise financeira internacional e foi acompanhada de um acordo com as empresas para não demitirem seus funcionários durante o período. O IPI reduzido valeria inicialmente por três meses mas depois foi prorrogado por mais três com prazo de vencimento em 30 de junho estendido posteriormente para setembro.


A indústria automobilística instalada no Brasil respondeu bem ao incentivo. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) foram realizadas vendas médias mensais de 250 mil veículos, entre outubro e dezembro de 2008, já com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Caso a previsão se concretize, o setor fechará 2009 com cerca de 3 milhões de veículos comercializados. Pelos cálculos da Associação Nacional dos Fabricantes dos Veículos Automotores (Anfavea), entidade que representa as montadoras, pelo menos 300 mil veículos deixariam de ser comercializados no primeiro semestre deste ano, caso o governo não tivesse reduzido o IPI logo nos primeiros sinais de quedas de vendas decorrentes dos impactos da crise financeira global.


Juntos os segmentos de automóveis comerciais e leves venderam 247,6 mil unidades em agosto. Em Mato Grosso foram emplacados 1.628 veículos em agosto deste ano, 32,5% a mais que no mesmo mês de 2008. “O IPI reduzido funcionou. O ganho foi maior no incremento da economia do que as perdas em arrecadação da carga tributária”, observou Paulo Cesar Boscolo, presidente do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos em Mato Grosso (Sincodiv-MT). “Ainda não sabemos quais medidas serão tomadas na prática a partir de outubro mas o fim do ano é sempre um bom período para o setor automobilístico porque muita gente aproveita para trocar o carro por um mais novo. Devemos manter o fôlego até o início de 2010”.


Construção – Em março deste ano foi anunciada a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cobrado em 30 itens de material de construção com o objetivo de estimular o segmento da autoconstrução e causar um impacto positivo na cadeia da construção civil já que em abril entraria em vigor o Minha Casa, Minha Vida, pacote do governo federal para reduzir o déficit da habitação no país.


Com a medida a alíquota de IPI que incide sobre cimento caiu de 4% para zero; massa de vidraceiro passa de 10% para 2%; produtos utilizados em pinturas, de 5% para 2%; aditivos preparados para cimentos, argamassas ou concreto, de 10% para 5%; e disjuntores, de 15% para 10%. Entre os produtos cujas alíquotas passaram de 5% para zero estão: tintas e vernizes; revestimentos não refratários do tipo dos utilizados em alvenaria; argamassa e concreto para construção; banheiros, boxes para chuveiros, pias e lavatórios de plástico; assentos e tampas de sanitários de plástico; caixas de descarga e artigos semelhantes de plástico; pias, lavatórios de porcelana e cerâmica; grades e redes de aço; pias e lavatórios de aço inoxidável; fechaduras, ferrolhos, cadeados e dobradiças; válvulas para escoamento e outros dispositivos dos tipos utilizados em banheiros e cozinhas; e chuveiro elétrico. Recentemente foram incluídos os vergalhões, que não estava na lista original de desconto de imposto.


Na opinião de Wenceslau Souza Junior, presidente da Associação dos Comerciantes de Material de Construção de Mato Grosso (Acomac-MT) o reflexo do IPI reduzido foi muito positivo nas vendas. “Muitas lojas estavam paradas, ainda sentiam os efeitos da crise mundial e da retração no consumo. Acredito que o imposto deveria ser eliminado definitivamente, caso contrário o consumidor sentirá a elevação nos preços e haverá um impacto negativo no comércio novamente”.


De acordo com a Associação com a redução do IPI as vendas de materiais de construção foram crescentes de abril a julho sendo este último o melhor mês até agora com 14% de incremento na comercialização quando comparado ao mesmo mês de 2008. Em relação a todo o semestre deste ano houve um aumento de 12% nas vendas se comparado ao mesmo período do ano passado.


Linha branca – Os eletrodomésticos da linha branca foram contemplados com a redução do IPI em abril deste ano. A medida, que inicialmente valeria apenas por três meses, foi prorrogada para o dia 31 outubro. O percentual do imposto de geladeiras caiu de 15% para 5%, fogões de 5% para zero, máquinas de lavar de 20% para 10% e de tanquinhos (de 10% para zero) representando uma renúncia fiscal de R$ 173 milhões. Até outubro deste ano, segundo a equipe econômica do governo federal, a renúncia fiscal chegará a R$ 354 milhões.


“A medida foi muito positiva não apenas na venda de produtos da linha branca mas na retomada do consumo como um todo. Percebemos que o consumidor estava mais cauteloso não por causa da falta de crédito, mas pelo cenário de incerteza que se apresentou com a crise econômica”, frisou Dino Gueno, gerente de comunicação da City Lar que possui lojas nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país.


Segundo ele, os refrigeradores foram os eletrodomésticos mais vendidos seguidos de lavadoras e fogões. E mesmo não sendo incluído na lista de produtos com IPI reduzido o ar condicionado teve grande saída graças as altas temperaturas e promoções e ofertas nas quais o produto foi incluído.


“O ponto positivo do IPI reduzido é que o desconto se torna mais representativo quanto mais caro for o produto. Com isso a grande maioria das pessoas aproveitou para trocar seu eletrodoméstico por um novo, com maior capacidade, mais tecnologia e com maior valor agregado”.

Fonte: A Gazeta

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