avião

>Avião com 152 pessoas cai no Paquistão

Posted on julho 28, 2010. Filed under: Airblue, Aviação Civil, avião, helicópteros, Islamabad, Karachi, Paquistão |

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Um avião que fazia a rota entre as cidades paquistanesas de Karachi e Islamabad caiu nesta quarta-feira, com 152 pessoas a bordo, segundo fontes oficiais. Até o momento, 45 corpos foram resgatados. 

Fogo e fumaça são vistos saindo dos supostos destroços de um avião de 
passageiros que caiu nas Colinas de Margala, ao norte de Islamabad

O avião, da empresa Airblue, que estava a poucos instantes de aterrissar em Islamabad, capital do Paquistão, tinha partido no começo da manhã (1h40 no horário de Brasília; 9h40 no local) da cidade de Karachi, sul do país, e se chocou com as colinas de Margala, ao norte da capital, segundo fontes citadas por diferentes redes de TV do país.
Um porta-voz da Aviação Civil local informou ao canal “Dawn TV” que 152 pessoas estavam no avião, das quais 146 eram passageiros e as outras seis eram membros da tripulação.
O acidente ocorreu enquanto caía uma forte chuva, e havia nevoeiro, condições que dificultam as tarefas das equipes de resgate.
O porta-voz disse que as causas do acidente são desconhecidas. A tripulação tinha perdido contato com a torre de controle minutos antes do acidente. As redes de televisão mostraram imagens da fuselagem do aparelho, parcialmente em chamas, e destruído em uma zona elevada das colinas de Margala.
Testemunhas citadas pela emissora “Geo TV” disseram ter visto que o avião voava em altitude muito baixa antes de cair. “Estava chovendo e da janela do meu escritório eu vi o avião voando muito baixo”, disse Khadim Hussain. Guardas da area florestal disseram que encontraram destroços e que viram alguns corpos, de acordo com o official Mohammad Saeed.
Cerca de 25 guardas florestais que trabalham no local, um parque nacional frequentado pela população da capital, conseguiram chegar ao ponto do acidente em cerca de 20 minutos, e iniciaram os trabalhos de resgate, prejudicados pela chuva e por um denso nevoeiro, segundo o porta-voz da Autoridade Municipal de Islamabad (CDA, sigla em inglês), Ramzan Sajid.
“É difícil o acesso ao lugar, entre dois e três quilômetros no interior de uma zona de floresta”, explicou Sajid, que acrescentou que os corpos estão sendo levados a um instituto legista em “dois ou três” helicópteros do exército.
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>A importância de uma viagem

Posted on julho 27, 2010. Filed under: Araputanga, avião, Ônibus, Lourembergue Alves, rodeios, shows, tradição, viagem, viajar |

> Por Lourembergue Alves

Viajar é necessário. Importante, inclusive, para avaliar melhor o posicionamento que se tem referente a um determinado lugar. Vale bem mais que uma aula, e, dependendo de tal aula, serve-a como complemento. Ainda que a dita viagem tenha sido também motivada pela atividade profissional. Esta, evidentemente, se soma àquela, cujo resultado é sempre positivo. Mesmo que se valha de ônibus para cortar o Oeste mato-grossense, pela MT-343.
Foram mais de cinco horas, e outras tantas de volta. Preso à poltrona. Apenas tendo como único conforto a companhia ao lado, que se dedicou a preencher o tempo com uma conversa agradável. Os assuntos eram os mais variados, desde uma boa leitura até as ingênuas piadas. Se bem que estas últimas ficavam a cargo de um ou outro passageiro, acomodado nas vizinhanças.
Assim, quase não se viu as horas passarem, nem a fotografia de uma mesma paisagem, exceto quando ocorriam as paradas obrigatórias e necessárias, até para que os passageiros pudessem esticar as pernas e beliscar alguns petiscos. Não sem antes se assustarem com os preços. São “os olhos da cara”.
De todo modo, valeu a pena ter ido. Araputanga é uma cidade extraordinária. Não apresenta o trânsito, nem o corre-corre da Capital do Estado. Lá tudo é muito pertinho. Igrejas, farmácias, bares, quiosques, restaurantes e a delegacia compõem o cenário paisagístico. Cada um deles ligados entre si por ruas largas e bem cortadas, e tem como pano de fundo duas praças, onde se pode encontrar crianças e adultos esparramados pelos bancos, caprichosamente, distribuídos. Só, por último, se notou o enorme lago, nas imediações da escola.
Somente o calor se assemelha bastante com Cuiabá. 33 a 36 graus. Certamente, por isso, se percebe certo cuidado com as árvores. Cuidado ainda bastante acanhado. Pois o clima reinante obriga as pessoas a se atentarem mais e mais com o verde. Cor que muda o ambiente e o torna bem alegre. Colorindo, portanto, os traços citadinos, contrariando o avermelhado da madeira que emprestou o nome a cidade, bastante apreciada para fabricação de móveis, embora em franco processo de extinção.
É nesse sentido que a cidade cresce. Cresce em ritmo acelerado, dentro do planejamento possível. Próprio de sua riqueza. Uma riqueza gerada no seio da agropecuária. Atividade econômica relevante, inclusive para os demais municípios da região, e que se estende a todo o Estado.
Nesse sentido, é muitíssimo valiosa a viagem para Araputanga. Particularmente no período das festas “queima do alho”, rodeios e shows. Tradição mantida, inclusive, nos demais municípios da região.

Lourembergue Alves é professor universitário e articulista. E-mail: lou.alves@uol.com.br

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