Baixada Cuiabana

>Grupo Votorantim instalará nova fábrica em MT, com investimento de cerca de R$ 350 milhões

Posted on maio 7, 2010. Filed under: Baixada Cuiabana, cimento, investimento, Mato Grosso, Nobres, Votorantim |

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O Grupo Votorantim vai instalar mais uma fábrica de cimento em Mato Grosso, desta vez  com possibilidade da instalação no distrito da Guia, cerca de 30 km de Cuiabá, com capacidade para produzir 1,1 milhão de toneladas, o investimento será em torno de R$ 350 milhões, com geração de cerca de 1.200 empregos na construção da fábrica, e cerca de 500 empregos diretos e indiretos quando a fábrica entrar em operação.
Na quinta-feira, 6 de maio, foi assinado protocolo entre a Votorantim Cimentos e o Estado de Mato Grosso, a empresa que já tem uma unidade instalada na cidade de Nobres, a 151 Km de Cuiabá, com a nova unidade vai dobrar a produção de cimento no estado. “Vamos inclusive atender a um pedido do governador Silval Barbosa de instalar a nova unidade no distrito da Guia, município de Cuiabá, para fomentarmos a economia da baixada Cuiabana”, disse o diretor de Planejamento, Luiz Alberto de Castro Santos, apontando que serão edificadas 8 novas indústrias no Brasil que potencializarão a produção de cimento fazendo da empresa a maior da América do Sul.
“É um rico momento que Mato Grosso vive e que deve ser enaltecido, pois os incentivos fiscais concedidos por nós é que permitiram a chegada desta nova indústria, mais precisamente em Cuiabá”, disse Silval lembrando que a indústria era disputada por pelo menos outros 4 Estados. O secretário de Estado de Indústria, Comércio e Minas e Energia, Pedro Nadaf, responsável pelo fechamento do contrato com a Votorantim pontuou que os méritos são dos governadores Blairo Maggi e Silval Barbosa que com responsabilidade administram um Estado que é a nova fronteira do desenvolvimento nacional. “Uma empresa deste tamanho e envergadura só vem para cá graças a política de incentivos fiscais condenadas por muitos e por causa do compromisso assumido pelos governantes”, disse Nadaf.
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>Eleições 2010: Situações complicadas

Posted on março 23, 2010. Filed under: Alfredo da Mota Menezes, Baixada Cuiabana, Ciro Gomes, Dilma, eleições 2010, Geraldo Riva, Mauro Mendes, O PC do B, PMDB, PSDB, Silval Barbosa, Tribunal de Justiça |

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Alfredo da Mota Menezes
Circunstâncias e fatos novos podem alterar rumos de candidaturas que hoje parecem definidas. Tomo três casos como exemplos: Mauro Mendes, Geraldo Riva e Ciro Gomes. Mauro Mendes é candidato ao governo do estado. A cada dia, porém, se ouve que esse ou aquele partido que o apoiaria mudou ou pode mudar para outro candidato. Estão desidratando sua candidatura.
O PC do B, que antes apoiava o Mauro, mudou de lado, decidiu ficar com o Silval Barbosa. O PRTB terá a Secretaria de Esportes da prefeitura de Cuiabá e não se faz um acordo desses sem que haja um algo mais por trás e talvez apoie o Wilson Santos. O presidente nacional do PPS anda dizendo que a sigla apoiará o Wilson Santos em MT.
A direção nacional do PV quer candidaturas próprias ao governo nos estados para dar palanque a Marina Silva. Em abril a direção do partido em MT se reúne para decidir se tem candidato próprio ou se apoia o Wilson ou o Mauro. Não esquecer que o PV tem uma secretaria na prefeitura de Cuiabá faz tempo. E lembrar ainda que estão tentando tirar o PDT da coligação do Mauro.
Estão diminuindo os apoios ao Mauro e, se continuar assim, seu tempo no horário gratuito de rádio e televisão pode ficar tão curto que poderia inviabilizar uma candidatura.
Continuo a achar que é uma temeridade tanto para o Silval como para o Wilson uma disputa testa a testa. Mas é esse o caminho que essas candidaturas querem. O Wilson talvez se beneficiasse mais com o afastamento do Mauro.
O Mauro está na frente nas pesquisas eleitorais na Baixada Cuiabana. Sem ele, o Wilson bate longe o Silval, que ainda não conseguiu se mostrar palatável ao eleitorado da região, que tem quase um terço dos votos do estado. Wilson, sem Mauro, saindo daqui recheado de votos, complicaria a vida eleitoral do Silval.
Geraldo Riva teve 82 mil votos na eleição passada. Foi, proporcionalmente, a maior votação do país. Agora se acredita que ele possa chegar a algo como 90 mil votos. Ajudaria a eleger mais três ou quatro deputados do seu partido. Mas tem um dado que está chamando a atenção das pessoas nas diferentes conversas.
Um juiz de primeira instância decretou a inelegibilidade do Riva. Se a decisão permanecer, ele não poderia ser candidato nesta eleição. Para ser candidato terá que derrubar na segunda instância a decisão daquele juiz.
Teria que passar pelo Tribunal de Justiça do estado. O TJ está sob escrutínio popular e da mídia estadual. Está precisando se mostrar mais palatável para a população do estado e pode querer fazer uma média com a opinião pública estadual com o caso do Riva.
A candidatura Ciro Gomes está sendo desidratada pelo presidente Lula. Ciro não está conseguindo levar para seu lado nenhum partido. Sem coligações, seu tempo no horário gratuito seria pequeno e é ali que ele se apresenta bem.
Ofereceram-lhe a candidatura ao governo de São Paulo para atazanar a vida do PSDB no maior colégio eleitoral daquele partido. Parece que não vai aceitar. O PMDB não vai abrir mão da vice da Dilma para acomodá-lo. Cada vez mais se estreitam as possibilidades dele para a eleição deste ano. É outra situação política complicada.
Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com
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