Banco do Brasil

>Crédito para pecuária é ampliano pelo Banco do Brasil

Posted on dezembro 22, 2010. Filed under: Banco do Brasil |

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Maior fornecedor de crédito para o setor rural, o Banco do Brasil emprestou R$ 5,059 bilhões para o segmento pecuário entre janeiro e setembro deste ano, um aumento de 30% relação ao valor registrado em igual período de 2009, de R$ 3,898 bilhões.
Agência do Banco do Brasil
Segundo Álvaro Schwerz Tosetto, gerente executivo da diretoria de agronegócio do banco, a evolução na concessão de crédito ao pecuarista reflete principalmente o comportamento da arroba do boi gordo e do bezerro, que vêm registrando elevação nos preços no decorrer deste ano em todos os Estados produtores. “De um lado, a valorização da arroba do boi estimula novos investimentos na propriedade, o que ele o pecuarista buscar linhas de créditos que atendam as suas necessidades. De outro, a alta do bezerro resulta em aumento de custo para aqueles que necessitam fazer a reposição, levando-os a procurar recursos para poder girar os seus negócios”, diz o executivo.
Pecuaristas com rebanhos voltados exclusivamente para produção de carne são os principais clientes do BB, com tomada de recursos de R$ 2,963 bilhões de janeiro a setembro, o equivalente a 58,5% do total liberado no período pela instituição.
Com uma carteira de crédito de R$ 18,7 bilhões na pecuária, o BB parece não se incomodar com a presença do banco JBS, o braço financeiro da empresa JBS-Friboi, que vem se fortalecendo no mercado de financiamento pecuário. “Em casos de repasse de recursos ao produtor rural, nenhum banco gosta de deter exclusividade sobre o cliente; é recomendável dividir o risco de crédito com outras instituições”, afirma Tosseto.
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>Banco do Brasil e Petrobras custeiam revista da CUT pró-Dilma

Posted on outubro 19, 2010. Filed under: Banco do Brasil, CUT, Justiça Eleitoral., Petrobras, Revista do Brasil, TSE |

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TSE proíbe circulação sob a alegação de que sindicato não pode fazer campanha

Na edição deste mês, “Revista do Brasil” traz na capa reportagem que saúda possibilidade de vitória da candidata

Proibida de circular pela Justiça Eleitoral pelo conteúdo favorável à campanha de Dilma Rousseff (PT), a edição deste mês da “Revista do Brasil”, vinculada à CUT (Central Única do Trabalhador), teve anúncios pagos por Petrobras e Banco do Brasil.
Revista Brasil, paga com dinheiro do povo brasileiro por 
meio do Banco do Brasil e Petrobras
A estatal e o banco confirmam que são anunciantes da revista, mas se recusaram a informar o valor repassado.
Ontem, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Joelson Dias determinou a interrupção da circulação da revista, cuja tiragem é de 360 mil exemplares mensais.
O responsável pela publicação, Paulo Salvador, disse, porém, que todas as revistas já foram distribuídas.
O entendimento do ministro é que a publicação faz defesa aberta da candidatura de Dilma. Pela Lei Eleitoral, sindicatos não podem contribuir direta ou indiretamente com campanhas políticas.
A decisão atende a um pedido da coligação de José Serra (PSDB). O mesmo ministro do TSE aplicou multa a Serra e ao diretório tucano na Bahia em julho por propaganda antecipada em maio.
Diz o TSE: “A representante noticia e traz elementos que demonstram a divulgação, por entidade sindical, ou criada por sindicatos, de mensagens de conteúdo aparentemente eleitoral, em publicações que distribuem e também em seus sítios na internet, o que, ao menos em tese, configuraria violação ao inciso da Lei Eleitoral”.
A edição barrada traz uma foto de Dilma na capa sob o título “A vez de Dilma – o país está bem perto de seguir mudando para melhor”.
Há, inclusive, foto de Dilma cumprimentando Marina Silva (PV) em evento com o presidente Lula. Também inclui reportagem sobre a derrota de oposicionistas da “velha guarda” no Senado.
Em meio à atual polêmica religiosa, a edição traz o bispo de Jales (SP), dom Demétrio Valentini, enaltecendo Lula e lembrando que Dilma é sua candidata.
A despeito da decisão do TSE, o conteúdo da revista estava na internet ontem.
O “conselho diretivo” da revista é formado por dirigentes da CUT e filiados ao PT, como o presidente da central, Artur Henrique, e Maria Izabel Noronha, a Bebel, que comandou greve de professores contra Serra.
A revista é produzida pela Editora Gráfica Atitude, administrada em rodízio pelos presidentes em exercício do Sindicato dos Metalúrgicos e do Sindicato dos Bancários.
Já estiveram à frente da empresa, por exemplo, o deputado estadual eleito Luiz Cláudio Marcolino (PT), aliado do deputado federal Ricardo Berzoini (PT), e o vice-presidente da CUT, José Lopez Feijóo, membro do “Conselhão” do governo federal.

Fonte: Folha de S. Paulo

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>Com possibilidades reais da eleição de Serra a Presidente, Bovespa sobe 0,19% e retoma nível anterior à crise 2008

Posted on outubro 16, 2010. Filed under: Banco do Brasil, Bovespa, Cemig, Dilma Rousseff, Dow Jones, Eletrobrás, Fed, José Serra, Mercado, Nasdaq, Petrobras, tucano |

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Com alta de 0,19%, a quinta seguida, a Bovespa alcançou os 71.830,18 pontos, a maior pontuação desde 2 de junho de 2008, quando marcou 71.897,20 pontos. Retoma assim pela primeira vez em mais de dois anos o bom desempenho no período pré-crise financeira de 2008. A alta foi apoiada em forte ganho de ações de energia elétrica, motivado, no caso da Eletrobras, pelo avanço do tucano José Serra nas pesquisas de 2º turno presidencial sobre sua adversária, Dilma Rousseff (PT). Com isso, a Bovespa encerrou uma semana em que fechou no azul todos os dias e escapou da indecisão das Bolsas norte-americanas, que encerraram hoje com sinais divergentes: enquanto o Dow Jones caiu, Nasdaq e S&P500 registraram altas.

Bovespa – Bolsa de valores

Ao longo da sessão, oscilou entre a mínima de 71.351,38 pontos, queda de 0,48%, à máxima de 72.139,59 pontos, em alta de 0,62%. Na semana, subiu 1,44%. No mês, acumula ganho de 3,46% e no ano, de 4,73%. O volume financeiro atingiu R$ 6,401 bilhões.
A Eletrobras apareceu novamente no topo da lista dos destaques de alta. No fechamento, as ações PNB da estatal de energia avançaram 5,17%, enquanto as ON subiram 4,41%. Após a pesquisa CNT/Sensus de ontem, que mostrou empate técnico entre os candidatos, a expectativa do mercado volta-se ao levantamento do instituto Datafolha, que deve sair hoje à noite, e o mercado não descarta que o tucano já possa aparecer até um pouco à frente da petista.
Ainda no setor de energia elétrica, Cesp PNB avançou 2,72% e Cemig PN subiu 2,70%, ambas também entre as maiores altas do índice. Além de Eletrobras, Banco do Brasil também reage ao fator eleição presidencial, com alta de 1,37%.
As blues chips Petrobras e Vale fecharam em direções opostas, em meio à briga entre comprados e vendidos com vistas ao vencimento de opções sobre ações, que acontece na próxima segunda-feira. Petrobras PN caiu 0,57% e Petrobras ON recuou 1,58%, enquanto Vale PNA subiu 0,50% e Vale ON ganhou 0,30%.
A indecisão das Bolsas em Nova York abriu espaço na Bovespa para movimentos localizados de realização de lucro, que foram mais sentidos em ações de construtoras, após fortes altas recentes. No fechamento,Brookfield ON apresentava a maior perda, com -2,43%, seguida de perto por MRV, com -1,64%, e Cyrela ON, -1,24%.
No exterior, o que seria uma boa notícia acabou hoje atrapalhando o desempenho das bolsas de valores em Nova York: o aumento das vendas no varejo maior do que esperado. Contudo, o problema foi que este dado abalou as expectativas dos investidores de que o Federal Reserve poderia adotar já na próxima reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Fed em 2 e 3 de novembro medidas de estímulo à economia.
O fato é que mais cedo os investidores haviam se animado com a fala do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, de que o Fed está preparado para adotar medidas de suporte à recuperação econômica, se necessário. Em seguida, a divulgação de um índice pior que o esperado para sentimento do consumidor de Michigan reforçou a expectativa de que tais medidas seriam iminentes. Mas, depois, a divulgação do avanço nas vendas no varejo significou que medidas de afrouxamento monetário para estimular a economia podem não vir já, uma vez que o próprio Bernanke havia alertado que dados econômicos futuros é que vão determinar os próximos passos do Fed.
Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,29%; o Nasdaq subiu 1,37% e o S&P500 evoluiu 0,20%.
Fonte: Exame
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>Mudança de vento

Posted on setembro 29, 2010. Filed under: Antonio Palocci, Banco do Brasil, Datafolha, Dilma Rousseff, Gabinete Civil, José Serra, Marina Silva, Ministro da Fazenda, Mudança de vento, Palácio do Planalto, presidente Lula, TV Globo |

>Por Merval Pereira
As atitudes erráticas do presidente Lula nesses últimos dias de campanha eleitoral denotam que os estrategistas da candidata Dilma Rousseff estão tentando digerir as informações contraditórias que chegam com as últimas pesquisas, mostrando uma perda contínua de votos em 15 dias. Ao mesmo tempo em que recuou nos seus ataques à imprensa em determinado momento, diante da constatação de que o clima de animosidade por ele deflagrado estava provocando reações negativas em setores da sociedade, o presidente retornou ao início da campanha, quando valorizar o passado de guerrilheira de Dilma era importante para garantir o apoio da esquerda do partido à neófita política escolhida para ser a “laranja” eleitoral de Lula.

Se os ataques aos meios de comunicação para tentar desqualificar as denúncias que provocaram a demissão da chefe do Gabinete Civil Erenice Guerra produziram inicialmente efeito negativo no eleitorado mais escolarizado e de maior renda, esse efeito hoje já se espalha por todos os setores da sociedade, segundo a mais recente pesquisa do Datafolha, demonstrando que as questões morais e a radicalização política afetam diretamente o setor do eleitorado mais preocupado com o equilíbrio institucional do país.

O elogio da radicalização política que Lula fez no comício de segunda-feira em São Paulo, exaltando o lado guerrilheiro de sua candidata, também incomoda essa classe média, especialmente a ascendente.

O objetivo imediato do presidente parece ser conter uma debandada de parte do eleitorado de esquerda que, desiludido com mais uma leva de escândalos envolvendo a gestão do PT, e mais uma vez no Gabinete Civil no Palácio do Planalto, estaria engrossando as fileiras da candidata verde Marina Silva.

É interessante constatar como a questão moral, que parece nunca atingir o presidente Lula diretamente, alcança inapelavelmente o PT nas últimas campanhas eleitorais.

Em 2006, quase que Lula não encontra ambiente político para se recandidatar por conta do mensalão. No auge do caso, em 2005, a popularidade do presidente caiu vertiginosamente, e as repercussões chegaram até a campanha no ano seguinte.

O caso dos “aloprados” veio apenas relembrar o escândalo do mensalão na reta final da campanha de 2006, provocando a ida da disputa para o segundo turno. Mais uma vez Lula recuperou-se do baque e conseguiu levar sua campanha a uma vitória vigorosa, ainda mais que o candidato tucano Geraldo Alckmin acabou tendo menos votos no segundo que no primeiro turno.

Agora, quando o marasmo da campanha eleitoral parecia levar a uma vitória tranquila no primeiro turno de Dilma Rousseff, dois novos escândalos trouxeram os debates políticos para um campo menos amorfo, fazendo com que setores da sociedade acordassem para o debate político. O presidente Lula escolheu a maneira errada de tentar desqualificar as denúncias contra Erenice Guerra, que pegam diretamente em Dilma Rousseff, sua protetora.

Ao levar para os palanques críticas aos meios de comunicação e garantir à população que as acusações eram mentirosas, Lula incentivou seus “aloprados” a desferir uma guerra contra a imprensa dita tradicional, e uma resposta imediata a favor da liberdade de expressão e da democracia foi articulada por representantes da sociedade civil do calibre de D. Paulo Evaristo Arns e Hélio Bicudo.

O manifesto, que protesta contra diversos indícios de autoritarismo do governo, inclusive a quebra de sigilos fiscais de pessoas ligadas ao candidato oposicionista José Serra, teve uma aceitação alta da sociedade e já tem mais de 50 mil assinaturas pela internet.

A confirmação, ontem, de que também o sigilo bancário do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas, foi quebrado no Banco do Brasil remete a métodos utilizados anteriormente por membros do governo contra o caseiro Francenildo Pereira, que teve seu sigilo bancário na Caixa Econômica violado a mando do presidente da instituição na ocasião, Jorge Matoso, para conseguir dados que, supunha, poderiam ajudar na defesa do então ministro da Fazenda Antonio Palocci.

O conjunto da obra é nada edificante para o PT e demonstra publicamente como o aparelhamento da máquina estatal por sindicalistas e filiados ao PT e a partidos aliados ao governo significa, na prática, muito mais que a simples ineficiência do Estado, uma ameaça para os cidadãos. É esse quadro que está mexendo com os votos do eleitorado, em todas as regiões do país e em todas as estruturas sociais.

A candidata oficial, Dilma Rousseff, ainda vence, mas está vendo sua vantagem sobre a soma dos dois outros concorrentes ser reduzida a cada dia nas últimas duas semanas.

Já está caracterizada uma tendência de queda de sua candidatura, ao mesmo tempo em que a candidata do Partido Verde, Marina Silva, tem uma ascensão na mesma proporção, começando a ganhar a simpatia dos indecisos e partindo para ganhar fatias do eleitorado que hoje está com Dilma.

Marina acredita que a onda verde seja forte o suficiente para levá-la para o segundo turno, superando o candidato tucano José Serra.

Para tanto, porém, terá que arrancar do eleitorado de Dilma os pontos necessários, o que a levará a atacar mais fortemente a candidata oficial no último debate, amanhã, na TV Globo.

A reta final de uma eleição que até agora é a mais modorrenta dos últimos tempos tem ingredientes para ser muito excitante.

Fonte: Blog do Noblat 

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>Banco do Brasil anuncia crescimento de 16,1% no lucro no 2º trimestre

Posted on agosto 16, 2010. Filed under: acionistas, Banco do Brasil, crescimento, lucro, operações de investimentos |

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O Banco do Brasil (BB) informou nesta segunda-feira (16) que registrou lucro líquido de R$ 2,725 bilhões no segundo trimestre deste ano, valor 16,1% superior ao ganho de R$ 2,345 bilhões apurado um ano antes. A remuneração dos acionistas no semestre somou R$ 2,1 bilhões, equivalentes a 40% do lucro líquido

A remuneração dos no semestre somou R$ 2,1 bilhões, equivalentes a 40% do lucro líquido

A receita de prestação de serviços (RPS) somou R$ 3,954 bilhões entre abril e junho, o que corresponde a um aumento de 15,1% frente aos R$ 3,436 bilhões obtidos em igual época de 2009.
A provisão para risco de crédito passou de R$ 3,865 bilhões no segundo trimestre de 2009, para R$ 2,525 bilhões no mesmo período deste ano.
Segundo o BB, no trimestre, os índices de inadimplência mantiveram-se abaixo do observado no Sistema Financeiro Nacional (SFN).
As operações vencidas há mais de 90 dias atingiram 2,7% da carteira de crédito, melhora de 40 pontos base no trimestre e de 60 pontos base em relação a junho de 2009, enquanto o SFN registrou índice de inadimplência de 3,7%.
Acumulado
No primeiro semestre, o lucro líquido avançou 26,5%, totalizando R$ 5,076 bilhões, contra R$ 4,014 bilhões verificados na primeira metade de 2009.
A instituição financeira explica que o desempenho é resultado das estratégias negociais adotadas, inclusive as recentes aquisições e parcerias estratégicas estabelecidas.
A receita de prestação de serviços (RPS) atingiu R$ 7,588 bilhões entre janeiro e junho, caracterizando um aumento de 19% face a igual época do ano passado.
A carteira de crédito encerrou o primeiro semestre de 2010 com saldo de R$ 326,5 bilhões, valor 29,3% maior que o apresentado no mesmo período de 2009.
“A expansão da carteira de crédito decorreu do crescimento robusto das concessões de crédito à pessoa física, especialmente crédito consignado e financiamento a veículos, e à pessoa jurídica com destaque para operações de investimentos e capital de giro”, esclareceu o banco.
De acordo com o banco, a remuneração dos acionistas no semestre alcançou R$ 2,1 bilhões, equivalentes a 40% do lucro líquido. Foram destinados R$ 1,1 bilhão na forma de juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 1 bilhão em dividendos.

Fonte: Brasil Econômico

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>A melhor Seleção do Brasil

Posted on julho 13, 2010. Filed under: Banco do Brasil, Che Guevara, Dom Hélder, Geisel, General Euler, João Figueiredo, Luther King, Médici, militar, Oposição, Seleção do Brasil, Ulysses Guimarães, Viamão |

>Alexandre Garcia

O jornalista gaúcho Luiz Carlos Prates, mostrando as razões pelas quais a Seleção de 1970 é considerada a melhor de todas, explicou que foi por causa do governo Médici: o chefe da delegação era um brigadeiro, o preparador físico um capitão (Cláudio Coutinho) e imperava a disciplina militar – até o Jairzinho cortou a cabeleira. Com organização e disciplina, a seleção ganhou o tri com futebol bonito, brasileiro no estilo e na raça. Foi, realmente, a melhor de todas.
 Mas não foi por causa do Médici. Foi por causa do clima que envolvia o país em tempos de “Ame-o ou Deixe-o” – adesivo que todos carregávamos no para-brisa de nossos carros, mensagem destinada aos terroristas que atrapalhavam a paz para prosperar. Por causa do espírito do “Pra Frente Brasil”, um entusiasmo que fez o Brasil crescer à média de 11,2% por três anos consecutivos, o que ficou conhecido como “o milagre brasileiro”. Era um país organizado, cidades limpas, depois da campanha contra o “Sujismundo”, segurança nas ruas e emprego.
Um jovem jornalista meu admirador mandou-me o mais recente artigo dele, em que falava no “sanguinário Médici”. Expliquei a ele que havia uma guerra interna, de gente que havia pegado em armas para derrubar o governo e o governo se defendia. Que de 1964 a 1984 – período em que durou o regime militar – morreram nessa luta menos de 500 pessoas, de ambos os lados. Dá quatro dias de homicídios no Brasil de hoje. O jovem colega reconheceu que não vivera aquela época, que o “sanguinário” era por conta do professor da faculdade de jornalismo, que assim se referia a Médici. O professor, pelo jeito, tampouco vivera aquela época. Apenas destilava raiva por não terem conseguido implantar no Brasil uma ditadura como a que perdura há 51 anos em Cuba.
Pois eu vivi aquele período. Tinha 23 anos em 31 de março de 1964 quando Goulart foi derrubado depois de grandes passeatas nas capitais pedindo o fim de seu governo. Um “Grupo dos Onze”, uma organização criada por Brizola para chegar ao poder, em geral armada, iria tomar a prefeitura da cidade onde eu trabalhava – Encantado, RS – e o prefeito pediu minha ajuda para defender a prefeitura. Anos depois, fui assaltado por um grupo chamado VAR-Palmares, com vivas a Che Guevara, no Banco do Brasil Viamão. 
No auge do governo militar, em 1968, eu fui presidente do Diretório Acadêmico do jornalismo da PUC/RS. Depois fui repórter do Jornal do Brasil. Ouvia músicas de protesto, vibrava com peças teatrais críticas, como “Liberdade, Liberdade”, fazia poemas em honra de Dom Hélder, Luther King e Che Guevara. E nunca senti a tal censura de que tanto falam.
Lembrei-me disso porque leio nos jornais que o grupo Dzi Croquetes desafiava o governo militar; que o Chico fazia letras ironizando Médici e Geisel; que Augusto Boal e outros teatrólogos caiam de pau no governo; que o Pasquim satirizava os militares. Paradoxal. Aliás, é bom lembrar que a ditadura manteve eleições para tudo. Presidentes eram eleitos como foi Tancredo: pelo Congresso. Ulysses perdeu para Geisel; o General Euler, da oposição, perdeu para Figueiredo. Houve restrições: um terço dos senadores eram nomeados; em cidade de fronteira e capitais, os prefeitos eram eleitos de forma indireta, assim como os governadores. E um dia terminou. Tal como planejara Geisel, que extinguiu o AI-5, a censura, e deixou para Figueiredo abrir a camisa de força do bipartidarismo, promover a anistia e a volta dos exilados e entregar tudo para os civis.
Alexandre Garcia é jornalista em Brasília. E-mail: alexgar@terra.com.br
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>Banco do Brasil e Bradesco vão lançar bandeira de cartão brasileira, vai chamar-se Elo

Posted on abril 27, 2010. Filed under: Banco do Brasil, Bradesco, Cartão de Crédito, Elo |

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O Bradesco e Banco do Brasil assinaram nesta terça-feira, 27, memorando de entendimentos com o objetivo de lançar uma bandeira brasileira de cartões e integrar parte de suas operações. De acordo com fato relevante, a bandeira brasileira, que se chamará Elo, será de cartões de crédito, débito e pré-pagos para correntistas e não correntistas.
O modelo de negócios inclui a criação de uma empresa para a venda de cartões para determinados grupos de clientes não correntistas e formatar, em conjunto, novos negócios para cartões private label, via parceiros varejistas.
O acordo objetiva ainda transferir para a sociedade a ser criada participações societárias, detidas pelas duas instituições ou por suas subsidiárias na Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS – ou Visa Vale).
Ontem o vice-presidente de Cartões e Novos Negócios de Varejo do BB, Paulo Cafarelli, em teleconferência com a imprensa, disse que o Bradesco e o Banco do Brasil não descartam fazer a abertura de capital da CBSS. “O assunto não é pauta imediata, mas está no radar e pode vir a acontecer”, disse então. “A empresa tem histórico parecido com a Cielo”, complementou, referindo-se à empresa na qual os dois bancos participavam e que fez IPO em 2009.
Na sexta-feira, Bradesco e Banco do Brasil fizeram proposta de compra da participação do Banco Santander na CBSS e na Cielo pelo valor total de R$ 1,6 bilhão. O Bradesco e o Banco do Brasil passarão a deter, cada um, o equivalente a 28,65% do capital social da Cielo. Na CBSS, a participação do BB sobe de 40,35% para 45,0%; a do Bradesco passa de 34,33% para 45%.
Bradesco e BB informaram também no fato relevante de hoje que estão estudando a possibilidade de transferir suas participações acionárias detidas na Cielo para a nova sociedade a ser criada, observados os interesses dos acionistas, as exigências do Novo Mercado da BM&FBovespa e o estatuto da companhia.
Se concluída a operação, o Bradesco e o BB pretendem criar uma holding que integrará e gerenciará os negócios de cartão. Essa holding, segundo o comunicado, teria como o objetivo, também, “a obtenção de ganhos de sinergia, estruturação de novos negócios de private label, outros negócios afins e construção de um modelo de empresa que possibilite a oferta de cartões com bandeira de atuação em âmbito nacional”.
Segundo o fato relevante, a efetivação da operação está sujeita à realização de estudos técnicos, jurídicos e financeiros, à negociação dos documentos definitivos e ao cumprimento das formalidades da lei e dos órgão reguladores.
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>Banco do Brasil pode ter criado ‘bolha’ de R$ 9 bilhões, investiga TCU

Posted on março 15, 2010. Filed under: Banco do Brasil, bolha, Conselho Fiscal, Ministério Público, Previ, TCU |

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<!– function paginaSlideShow227179(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i<10; i++) { try { if (document.getElementById("img_" +id+ "_" +i).style.display == "") { index = i; } document.getElementById("img_" +id+ "_" +i).style.display = 'none'; document.getElementById("link_" +id+ "_" +i).style.fontWeight = ''; } catch (e) {} } switch (num) { case "+": if ((index != -1) && (index 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>
O Tribunal de Contas da União, a Câmara dos Deputados, o Ministério Públicos Federal e o Ministério do Trabalho investigam denúncia do Conselho Fiscal da Previ, fundo de pensão dos servidores do Banco do Brasil, que acusa os gestores do BB de realizarem lançamentos contábeis irregulares. 
O banco teria superestimado receitas futuras em R$ 9 bilhões, o que poderia criar uma “bolha” no mercado mobiliário. Fonte: CH
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>Dinheiro da Prefeitura de Belo Horizonte(PT) e do Banco do Brasil pagaram contas de campanha e Fórum Social

Posted on fevereiro 26, 2010. Filed under: Banco do Brasil, mensalão, Prefeitura de Belo Horizonte, PT, revista IstoÉ |

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Relatório final do mensalão

Revista IstoÉ desta semana diz ex-prefeito de BH Fernando Pimentel foi operador de esquema de remessa de dinheiro público para o exterior
Revista “IstoÉ” desta semana diz ex-prefeito de BH Fernando Pimentel foi operador de esquema de remessa de dinheiro público para o exterior




O mensalão, suposto esquema de compra de apoio político denunciado em 2005, recebeu recursos da Prefeitura de Belo Horizonte por intermédio do então prefeito Fernando Pimentel (PT) e do Banco do Brasil. A informação é da revista “IstoÉ”, distribuída nesta sexta-feira (26), que diz ter tido acesso ao processo no STF (Supremo Tribunal Federal), a ser analisado pelo ministro Joaquim Barbosa.
De acordo com a publicação, Pimentel remeteu ao exterior recursos que acabaram usados para pagar dívidas do PT com o marqueteiro Duda Mendonça. O ex-prefeito da capital mineira teria relações com o empresário Glauco Diniz Duarte e com o contador Alexandre Vianna de Aguilar, que enviaram ilegalmente, segundo o Ministério Público Federal, cerca de US$ 80 milhões aos EUA.
Desses, US$ 30 milhões teriam sido depositados nas contas da empresa Gedex International, de propriedade de Diniz. Esse dinheiro teria origem, de acordo com o Ministério Público mineiro, no superfaturamento de um contrato assinado por Pimentel com a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) para instalar um circuito de câmaras nas ruas da cidade. Na época, diz a revista, Diniz dirigia a CDL.
Procurado pelo UOL Notícias, Pimentel se comprometeu por volta das 15h45 a falar com a reportagem 10 minutos depois, mas não tinha voltado a atender o celular até as 18h, horário da última tentativa de contato. Um texto atribuído a ele em seu site de apoiadores na internet refuta as acusações e diz que a revista “mistura alhos com bugalhos e faz ilações sem qualquer apoio na realidade”.
“Para incluir o meu nome em sua reportagem, a ‘IstoÉ’ lançou mão de uma coincidência: o diretor financeiro da CDL à época do convênio para a instalação de câmeras mais tarde foi identificado como doleiro supostamente envolvido com o chamado mensalão”, diz o texto.
“O convênio entre a Prefeitura de Belo Horizonte e a CDL nunca foi alvo de ação da justiça. O projeto está em vigor até hoje, sem contestações, agora sob a responsabilidade da Polícia Militar. Como prefeito, nunca fui inquirido, indiciado ou denunciado por este convênio de jurisdição municipal”, completa.
Pimentel é cogitado para ser coordenador da provável campanha presidencial da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e disputa no campo governista para ser candidato ao governo de Minas Gerais, tendo como adversários os ministros Hélio Costa (PMDB, Comunicações) e Patrus Ananias (PT, Desenvolvimento Social).
Fórum Social Mundial e Banco do Brasil
Além do financiamento de políticos da base aliada do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o inquérito também aponta, segundo a ‘IstoÉ’ a entrega de R$ 1 milhão à organização do Fórum Social Mundial para pagar o que um membro do PT gaúcho chamou de “dívidas históricas” do evento, nascido para se contrapor ao Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.
Chico Whitaker, da ONG Justiça e Paz e indicado como porta-voz da organização do Fórum, negou recebimento de dinheiro de qualquer partido político. Segundo ele, a edição de 2005, em Porto Alegre, deixou dívidas que foram pagas apenas por entidades não governamentais que integram o próprio Fórum. “Por príncipio, não recebemos dinheiro de partido nem de grupos que incentivam a violência”, afirmou. De acordo com ele, o grupo vai preparar um comunicado por conta das acusações.
Também de acordo com a revista, uma funcionária do Banco do Brasil informou desvio de R$ 60 milhões em verbas que seriam usadas para uma campanha publicitária – nunca realizada – do banco e do produto Visa Electron.
A agência contratada foi a DNA, de propriedade do empresário Marcos Valério, tido como operador do mensalão petista e do similar tucano, engendrado anos antes na campanha derrotada ao governo estadual do hoje senador Eduardo Azeredo. A assessoria de imprensa informou que o banco não fará comentários sobre o assunto. Fonte: UOL
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>Banco do Brasil tem o mair lucro da história atingindo R$ 10,15 bi em 2009

Posted on fevereiro 25, 2010. Filed under: Banco do Brasil, BB, Bradesco, lucro, Lucro em 2009, taú Unibanco |

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Lucro em 2009 – O Banco do Brasil registrou no ano passado o maior lucro da história do setor (R$ 10,148 bilhões), com alta de 15,3% na comparação com 2008. O Itaú Unibanco detinha a maior marca até então, com R$ 10,067 bilhões em 2009, considerando os bancos de capital aberto brasileiros.

Essas duas instituições financeiras e o Bradesco ocupam as dez primeiras posições no ranking de maiores lucros do setor, de acordo com cálculos da Economática, efetuados com os resultados ajustados pela inflação medida pelo IGP-DI até dezembro passado.

No quarto trimestre de 2009, o Banco do Brasil teve um lucro líquido de R$ 4,155 bilhões, montante que equivale a um avanço de 41,1% em relação aos R$ 2,944 bilhões obtidos em igual período do ano anterior.

Em bases recorrentes, o lucro foi de R$ 1,819 bilhão entre outubro e dezembro, 11,9% maior que em igual intervalo de 2008. A estimativa média de nove analistas consultados pela Reuters era de lucro recorrente de R$ 1,802 bilhão.

No final de dezembro, a carteira de crédito do maior banco do país era de R$ 300,829 bilhões, um incremento de 33,8% em 12 meses.

Essa evolução foi puxada pelo segmento pessoa física, cujos financiamentos deram um salto de 88,1%, para R$ 91,79 bilhões.

A inadimplência, medida pelo total de operações vencidas em prazo superior a 90 dias, atingiu 3,3% no trimestre, acima dos 2,4% de dezembro de 2008, mas menor que o pico de 3,6% alcançado em setembro.

Por isso, o saldo das despesas com provisões para perdas esperadas com calores encerrou dezembro em R$ 18,617 bilhões, 2,4% do que três meses antes, embora ainda 36,2% maior do que o de dezembro de 2008.

O retorno anualizado sobre patrimônio líquido médio –índice de rentabilidade de um banco– evoluiu de 47,4% para 56,8% entre o quarto trimestre de 2008 e o de 2009. Em bases recorrentes, houve queda, de 24,5% para 22,5%.

As receitas com serviços no trimestre foram de R$ 3,61 bilhões, crescimento de 17,9% na comparação anual.

No fim de 2009, os ativos totais do BB somavam R$ 708,549 bilhões, ante R$ 521,273 bilhões um ano antes, um avanço de 35,9%.Fonte: Folha de S. Paulo
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