Blairo Maggi

>A lenga-lenga de Blairo Maggi

Posted on março 9, 2011. Filed under: Blairo Maggi |

>

Por José Marcondes (Muvuca)
Quem não conhece Blairo Maggi e aquela velha história de que ele quer abandonar a política para cuidar das suas empresas, até acredita no que ele disse à Folha de São Paulo esta semana em reportagem repercutida a rodo por aqui.
Mas vamos aos fatos:
Ano 2003: Blairo recém-eleito governador de Mato Grosso, com a proposta de que iria baixar o imposto e pagar uma promessa que fez quando a uma filha pequena ficou doente, retribuindo o quanto pudesse ao povo sofrido.
Mas tão logo assumiu, já ficou abismado com tanta pressão por cargos, enfrentando a cúpula do DEM, ávida por espaços no governo, tendo ainda que acomodar no palácio a patota faminta do Roberto França (PPS) e também a galera sedenta de Pedro Henry (PP), além de uma dezena de partidecos famigerados que infestavam como formiga no seu encalço.
Resultado, Blairo diz que não estava gostando daquilo e usa a imprensa para revelar que este seria seu primeiro e último mandato. Depois iria cuidar de suas empreas e pronto, acabou. No mínimo, encontrou uma maneira honrosa de afastar Jaime e ainda ficar bem na opinião pública.
Ano 2006: Pressionado por correligionários e amigos dos pampas que loteavam o Paiaguás e nunca tinham sentido tanto poder nas mãos, Blairo resolve se candidatar a um segundo mandato.
Encostado contra a parede se não cumpriria sua promessa de que iria mesmo abandonar a política e voltar para suas empresas, Blairo diz que: “Estamos fazendo muito, o estado vai bem, e se o estado vai bem, nossas empresas também vão”. A desculpa acabopu não colando, haja visto que somente suas empresas estavam indo bem, em função dos asfaltos que construiu ao longo do estado para escoar a produção. Então ele saca novamente a história da filha e parte para o lado humano, de que tinha ajudado muitas pessoas e queria continuar ajudando. Cita então o caso das casas que construiu. Resultado: foi reeleito.
Ano 2009: Sua esposa faz uma cirurgia de redução de estômago que quase acaba em tragédia. Ele revê seu papel no mundo e convoca a imprensa novamente para dizer que não se candidatará ao senado e tão logo encerre seu seugundo mandato no governo iria retornar a suas empresas.
Mas eis que em 2010 ele está lá, todo sorridente, pedindo votos novamente e se tornando o maior sulfragado da história mato-grossense.
Março de 2011: Já senador, Blairo nem esquenta a cadeira para a qual foi eleito por 8 anos e já se diz desanimado, que irá largar a política e voltar para suas empreas. A mesma lenga-lenga de todos os anos anteriores.
Reflexão:
Este poderia ser um enredo maquiavélico de auto-piedade. E quem inventou que essa história de dizer que não vai mais para acabar indo depois, e com força, certamente é um gênio, pois funciona e funciona muito bem. Pelo menos no caso de Blairo Maggi.
Com essa tática, Blairo Maggi já conseguiu em 8 anos nada menos que 2.776.986 votos do povo matogrossense, contando suas 3 eleições, e sem contar os votos que obteve quando foi suplente do saudoso senador Jonas Pinheiro. Nenhum político neste estado, por longa que fosse sua carreira, atingiu esta marca e, talvez, demore pelo menos 20 anos para alguém alcançar. São quase 3 milhões de votos, num universo populacional de 2 milhões de pessoas.
Mas Blairo não agradece esss votos de imediato, em forma de trabalho. Sua tática é se dizer arrependido no primeiro momento. Passa todo o mandato cuidando de suas empreas, das dívidas agrículas, dos espaços de poder que pode alcançar, e no final, quando todos descobrem que seu patrimônio evoluiu mais do que todos os outros humanos comuns, ele vai lá agradecer, no período eleitoral, pedindo mais votos, para continuar se enriquecendo.
Não posso considerar que essa seja uma tática maquiavélicamente moderna de se manter no topo da urna, do poder e da fortuna. Ainda não há estudo sobre este fenômeno, mas que ele acontece, acontece.
E agora está se repetindo:
Ano 2011: Blairo dá declaração à imprensa nacional de que está desanimado e voltará para suas empreas. O problema é que faltam 7,9 longos anos de mandato, e com uma eleição de governador no meio, em 2014.
Para um homem que não vive a nossa realidade e só consegue pensar com a cabeça no futuro, 4, 5, 10, 20 anos depois, nós, os pobres mortais, ficamos encasquetados, meio sem entender. A imprensa nacional caiu como um patinho, da mesma forma que nós, os mato-grossenses, caímos inúmeras vezes.
Para tudo isso, só posso utilizar uma expressão popular muito antiga, para contrapor o pensamento meticuloso daqueles que usam nossa crença para se posicionar no cenário político:
“Cachorro que late, não morde”.
Se Blairo quisesse parar mesmo, ele pararia, até porque não precisa disso pra viver, embora preciso disso para ajudar a se enriquecer. Aliás, o cenário político está recheado daqueles empresários que, almejando o poder, retiram fortunas do bolso para acessá-lo. Blairo Maggi é só mais um caso clássico.
Sua apatia pode ser por outros motivos, não pelo cansaço com o poder. Ele pode até enganar a imprensa nacional com essa lenga-lenga, mas o povo mato-grossense já conhece essa história.
E conhece bem. Por suas evasivas, sabemos que ainda vai demorar muito tempo para Blairo largar o osso.
Pode acreditar!
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Nova cara de Mato Grosso

Posted on outubro 13, 2010. Filed under: Alfredo da Mota Menezes, Assembleia Legislativa, Blairo Maggi, CUIABÁ, economia, jovens, Mato Grosso |

>

A eleição de Silval Barbosa e antes a de Blairo Maggi mostra a cara do novo Mato Grosso. Também se vê essa nova cara na Assembleia Legislativa, nos Tribunais de Justiça e de Contas e nos cargos de confiança dos governos. Até nas páginas e crônicas sociais se vê a cara nova do estado.

Cuiabá, desde que ganhou a disputa com antiga capital Vila Bela, deu as cartas na política estadual. Mais tarde, quando o sul do antigo estado, com Campo Grande à frente, já incomodava o mando dos cuiabanos na política, veio a divisão do estado. No estado remanescente a presença cuiabana voltou a ser absoluta na política.

Com a forte migração das décadas de 1970 e 1980, a economia de MT deu um salto. Faltava ainda a presença dos novos mato-grossenses na política. Não tinham nome no Senado, no governo e nas funções burocráticas mais altas do estado. Agora mudou, o círculo se fechou. Era de se esperar, já que a economia mudou de mão e de lugar. Os cuiabanos terão menos espaço na política estadual.

Os cuiabanos mais antigos ainda acharão estranho esse novo momento. Os mais jovens, que talvez já sejam a maioria dos cuiabanos atualmente, nem sentirão essa mudança. Eles já fazem parte da mudança.

São eles que, em algum ponto à frente, disputarão cargos e mandatos. Já sob uma nova tendência e ótica na política. Não mais aquela do cuiabano mais velho. Será a geração shopping center e outras modernidades se contrapondo (não eliminando) as das antigas tradições como as festas de santos e padroeiros.

Essa mudança na área política começa com Blairo Maggi, que veio do novo setor da economia do estado. Eu pensava que demoraria alguns anos ainda para que se fizesse essa mudança no mando político. Foi antecipado pela brecha que surgiu na desavença interna do PSDB ou do grupo ao redor do cuiabano Dante de Oliveira.

Lideranças locais, agastadas com aquele grupo, ajudaram na ida do Blairo ao governo. Na verdade, foram usadas com inteligência pelo grupo que chegaria ao poder. Da mesma forma que gente daqui usou os novos mato-grossenses para ganhar eleições depois da divisão do estado. O chumbo trocado já veio na primeira eleição do Maggi.

No início, os que apoiaram o Blairo, foram contemplados com cargos, funções e tapinhas nas costas. Essa união escorregadia foi até a reeleição. A partir daí, Blairo e o grupo se afastam dos antigos apoiadores. Esses se sentiram traídos, começam a atirar no ex-governador.

Não há o que reclamar como andam fazendo alguns. Era o caminho natural do novo Mato Grosso. A mistura de gente, ideias e comportamentos só pode ser benéfica para o futuro deste estado.

Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredoemenzes.com

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Mato Grosso 100% equipado: Pérsio Briante testemunha que Vilceu Marcheti falava abertamente que 5 por cento do contrato se destinavam a campanha de Maggi

Posted on outubro 2, 2010. Filed under: Blairo Maggi, campanha de Maggi, Eumar Novacki, maquinários superfaturados, Ministério Público, Pérsio Briante, Sem-categoria, Vilceu Marchetti |

>

ESCANDALO DO MAQUINÁRIO
Documento vaza do Ministério Público. Em depoimento a 2 delegados da Fazendaria e 2 promotores, Pérsio Briante testemunha que Vilceu Marcheti falava abertamente que 5 por cento do contrato se destinavam a campanha de Maggi

Os maquinários superfaturados, segundo Pérsio Briante, faz parte de esquema para desviar mais de 40 milhões de reais para campanha de de Blairo Maggi e sua coligação 
LEIA AQUI O INTEIRO TEOR DO DEPOIMENTO DE PERSIO BRIANTE SOBRE ESCANDALO DO MAQUINÁRIO PERANTE 2 DELEGADOS E 2 PROMOTORES DE JUSTIÇA

Em coletiva na manhã desta sexta-feira, dirigentes da Ong divulgaram o inteiro teor daquele que seria o depoimento do empresário Pérsio Briante sobre a participação de sua empresa na programa “MT 100% equipado”. Ao todo o governo comprou 376 caminhões basculante, 145 motoniveladoras, 79 escavadeiras hidráulicas, 73 pás carregadeiras, 24 cavalos mecânicos, 4 melosas lubrificantes e 4 semi-reboques (prancha de transporte). Adquiridas de vários fornecedores por meio de financiamento junto ao BNDES, no valor de R$ 241 milhões. 
Falando a dois delegados da Delegacia Fazendária e a dois promotores de Justiça, Briante, em certo trecho do depoimento diz que ‘Vilceu Marchetti – secretário de infra estrutura – estava muito tranquilo e afirmou ao delcarante que esse dinheiro estava sendo arrecadado por si e que se destiva a subsidiar a campanha do então governador Blairo Maggi, sendo que estava solicitando tal quantia, cinco por cento do contrato de decdlarante, em nome do então governador Maggi, bem como em nome do então secretário Eumar Novacki’
     CLIQUE NO LINK ABAIXO E CONFIRA INTEIRO TEOR DO DEPOIMENTO PÉRSIO BRIANTE QUE CONTA COMO TUDO FOI ACERTADO
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Governo de Mato Grosso perdoa dívida de mais de R$ 185 milhões de empresa paranaense

Posted on setembro 21, 2010. Filed under: Blairo Maggi, candidato, dívida, Fertipar, governo, Mato Grosso, Ministério Público, Palácio Paiaguás, Senado, Silval Barbosa, TV Record, Wilson Santos |

>

Wilson Santos (PSDB)   

Um dia após acusar o ex-governador e hoje candidato ao Senado Blairo Maggi (PR) de ter “perdoado” uma dívida superior a R$ 155 milhões durante o debate da TV Record, Canal 10, nesta segunda (20), o candidato ao Palácio Paiaguás, Wilson Santos (PSDB), apresentou uma série de documentos sobre o caso “Fertipar” que, segundo o tucano, é uma verdadeira aberração do casuísmo. As denúncias podem cair como uma “bomba” na campanha de Maggi e também do governador Silval Barbosa (PMDB), que busca a reeleição e era vice do republicano na época em que a empresa foi beneficiada. Apesar das denúncias ocorrerem a 12 dias da eleição, Wilson garante que as acusações não têm cunho político. “Eu estudei essa denúncia por dois meses para não fazer nenhuma acusação leviana. Mas vocês podem checar que todos os documentos apresentados são oficiais, estão timbrados e devidamente assinados pelas autoridades do Estado”,  afirmou Wilson Santos.
   
De posse de decretos de lei, acórdãos e pareceres do próprio Governo, Wilson afirmou que o Decreto de Lei 2311/2009, publicado em 23 de dezembro de 2009, foi criado com o único intuito de favorecer a empresa paranaense de fertilizantes Fertipar, que possui uma filial em Rondonópolis. Conforme a documentação apresentada por Wilson, a empresa entregava toda a mercadoria, isenta dos impostos, para a empresa Amaggi, da qual o ex-governador é sócio. “Assim fica fácil ficar rico”, disparou o tucano.
   
Logo em seguida, ele afirmou que o decreto é ilegal e que, por isso, pretende encaminhar toda a documentação para o Ministério Público e outras autoridades para que o caso seja averiguado. “Vamos ao Tribunal de Justiça (TJ), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF), onde for necessário para que essa empresa pague o que deve a Mato Grosso”, afirmou o tucano. O decreto assinado por Maggi introduz alterações no regulamento do ICMS, que estão previstas no Decreto 1944/1989. Conforme o artigo 13º, que foi inserido na lei, “o deferimento previsto neste artigo é extensivo a quaisquer outras espécies de insumos agropecuários, derivados ou não, inclusive matérias primárias, ainda que lhes sejam dadas outras denominações ou classificações fiscais, desde que importados por produtor rural ou estabelecimento industrial até 22 de outubro de 2009”.

Wilson Santos (PSDB) 
Ocorre que conforme a Legislação, a empresa só pode ser beneficiada pela isenção fiscal se comprar a matéria prima em qualquer lugar e industrializar no Estado. Conforme Wilson, a Fertipar havia importado os “ingredientes” e depois resolveu industrializar tudo no Paraná. Durante fiscalização da Sefaz, em Campo Novo dos Parecis, a empresa foi autuada em 10 de outubro de 2007. Desde então, vinha recorrendo junto aos órgãos competentes, mas não obteve êxito. Em 29 de setembro de 2008, por exemplo, a Sefaz manteve a decisão e, como já havia se passado praticamente um ano da data da autuação, entendeu que a dívida da empresa era de R$ 185 milhões. “Até aqui o governo cumpriu o seu papel, o problema foi o decreto de 23 de dezembro. Um verdadeiro presente de Natal”, cutucou Wilson.
  

Segundo ele, depois de perder vários recursos o advogado da empresa, de posse do decreto assinado por Maggi, conseguiu anular a dívida em 25 de março. Na prática, segundo o tucano, o decreto beneficiou apenas a Fertipar, que já acumulava uma dívida de R$ 185 milhões, sendo R$ 61 milhões de ICMS, R$ 16,9 milhões de correção monetária, R$ 29,1 milhões de juros de mora e R$ 77,9 milhões em multas. “Quando esse decreto foi publicado ele já não tinha validade, tendo em vista que era retroativo. Isso é de um casuísmo que eu nunca vi na vida. Eles mudaram uma lei apenas para anular uma multa, que foi aplicada corretamente. Acho que alguém não queria pagar os R$ 61 milhões de ICMS”, disparou o tucano. Ainda conforme Wilson, a Fertipar foi uma das doadoras de campanha de Maggi e teria dado R$ 250 mil ao republicano em 2002, quando ele disputou o Governo pela primeira vez.
Fonte: RDNews
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Momento político

Posted on agosto 3, 2010. Filed under: Alfredo da Mota Menezes, Blairo Maggi, Cáceres, Justiça Eleitoral., Pedro Henry, reeleição |

>

Por Alfredo da Mota Menezes
Pedro Henry está com problemas na Justiça Eleitoral para ser candidato à reeleição. Lembro que ele era para ser o candidato ao Senado em 2006 na chapa de Blairo Maggi. Teve outros problemas e teve que ceder a vaga a Jaime Campos.
Henry seria eleito senador naquela oportunidade. O que lha daria condições de pleitear hoje a candidatura do grupo ao governo do estado. Ao invés disso, está com dificuldade de ter o aceite da Justiça para sua reeleição.
Na política de longo prazo, avançar o sinal, na maioria das vezes, não dá certo. O Henry quis ir por atalhos e foi levado à incômoda situação de agora. Deixou de ser senador e governador.
Talvez como resultado da sua não confortável situação atual, o seu próprio grupo começa a apontar o dedo para ele como o culpado pelo desgaste dos governos Maggi e Silval na região de Cáceres. Estão dizendo que a região foi entregue a ele. Indicava o que fazer ou não fazer. Agora, na apuração dos resultados, é o lugar onde a coligação do Silval está com mais problemas junto ao eleitor.
Os fatos sugerem que Sérgio Ricardo está fazendo campanha para deputado de olho na de prefeito em 2012. Quer ser o mais votado em Cuiabá, com a massificação do seu nome nesta eleição, pensando em ser o prefeito da Copa.
O PP tem bons candidatos a deputados federais e estaduais, por causa disso resolveu sair sozinho para a eleição deste ano. Aí começaram a acontecer fatos inesperados.
Pedro Henry está com dificuldade em registrar sua candidatura. Chico Daltro foi ser vice do Silval. Eliene Lima tem um problema de saúde em família que faz com que ele diminua seu ritmo de trabalho pelo estado. Para deputado estadual, dois campeões de votos da sigla, Riva e Valter Rabello, estão com algum tipo de pendência na Justiça Eleitoral.
Numa atitude até inesperada, Blairo Maggi disse que não dá para comparar seu governo com o de Dante de Oliveira e nem outros com outros, pois o orçamento da frente é sempre maior do que o que passou. Não sei se é para conseguir os votos de antigos eleitores do Dante ou se essa diferente postura veio mesmo para ficar. Faltou dizer ainda que o Dante fez rigoroso ajuste fiscal, rigor que lhe custou a eleição ao Senado.
Um rumor tem crescido em Cuiabá: saber qual o resultado do inquérito sobre o superfaturamento dos maquinários repassados às prefeituras. O governo do Estado, numa atitude positiva, veio de público e disse que sumiu algo como 45 milhões de reais na compra daquelas máquinas. Pessoas também foram mandadas para o interior para saber se peças e componentes desses maquinários foram trocadas ou não.
Até agora ninguém sabe quem foi o culpado pelo desfalque apontado pelo próprio governo. Ninguém está entendendo esse silêncio barulhento perto de uma eleição disputadíssima.
Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Eleições 2010: TRE de MT indefere candidatura de Pedro Henry a deputado federal

Posted on julho 31, 2010. Filed under: Blairo Maggi, candidatura, Carlos Abicalil, Chico Daltro, deputado federal, eleições 2010, indefere, Pedro Henry, Silval Barbosa, TRE de MT |

>

Em plena correria na organização dos últimos detalhes para o lançamento de sua candidatura a reeleição de deputado federal, em grande estilo na cidade de Cáceres, Pedro Henry acaba de leval um balde de água gelada.

Cidade de Cáceres Mato Grosso – base eleitoral de Pedro Henry

É o primeiro a ser punido em Mato Grosso com base na Lei da Ficha Limpa. Em sessão neste sábado, 31 de julho, o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral decidiu, por unanimidade, indeferir o pedido de registro da candidatura à reeleição do deputado federal. O progressista já estava com a situação jurídica complicada. Tinha sido condenado à inelegibilidade por três anos, o que o tira da disputa eleitoral. Além disso, só está no cargo por força de uma liminar obtida no TSE, pois foi cassado pelo TRE por compra de votos no pleito de 2006.
 

De acordo com a legislação, tornam-se inelegíveis os condenados por decisão transitada em julgado ou proferida por um órgão colegiado. No dia 20 de julho, o TRE declarou o candidato inelegível por três anos, sob acusação de abuso de poder econômico e utilização indevida de meio de comunicação em favor da candidatura de seu irmão Ricardo Henry (PP) à Prefeitura de Cáceres.
Mesmo que o deputado vem seguindo ritmo intenso de campanha. Agora é esperar para ver como os candidatos a majoritária como, governador Silval Barbosa (PMDB), o candidato a vice e presidente do diretório de seu partido, Chico Daltro (PP) e os candidatos a senado Blairo Maggi (PR) e Carlos Abicalil (PT, que estvam com presença confirmada, vão se comportar em relação ao evento.
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Mato Grosso ganhou

Posted on julho 20, 2010. Filed under: Blairo Maggi, Carlos Bezerra, Luiz Pagot, Mato Grosso, Mauro, Silval, Wilson |

>Alfredo da Mota Menezes

Eleições 2010 – Silval, Wilson e Mauro passaram por gretas e desfiladeiros antes de consolidarem suas candidaturas ao governo.

A do Silval Barbosa foi um longo trajeto. Antes havia no grupo a candidatura do Luiz Pagot. Se ela se mantém, só com o PMDB, era difícil o Silval emplacar a sua. Desde 1990, o PMDB não lançava candidato ao governo. Toda a estrutura tinha sido voltada para ajudar em eleições do Carlos Bezerra.

O primeiro trabalho do Silval foi contornar, sem confronto, a liderança do Bezerra no PMDB. Ninguém sobrara no partido nos tantos confrontos com ele ao longo dos anos.

O caminho melhorou um pouco para o Silval quando o Pagot desistiu da candidatura. Daí em frente, o Silval passou o tempo todo cortejando não mais o Bezerra, mas Blairo Maggi. Um exemplo talvez ilustre essa ação.

Em Rondonópolis, o Silval ficou contra o candidato do seu partido, José do Pátio, para apoiar o Adilton Sachetti, candidato e amigo do então governador. Teve e tem o Zé do Pátio contra ele, mas conseguiu ganhar a confiança do Maggi e do grupo. Contornar o Bezerra sem guerra e ganhar o apoio do Maggi foi o longo trabalho do Silval. Ele foi jeitoso, como diria o ACM.

Para chegar à candidatura, Wilson Santos teve trepidações enormes na caminhada. O bombardeio em cima dele foi um dos maiores que assisti em muitos anos. Ficou sem apoio na mídia e qualquer ação errada era mostrada em tons superlativos contra ele. E não faltaram casos.

Operação Pacenas foi um prato gigante. Rodrigo Figueiredo, Silval e Blairo aproveitaram o assunto para bombardear o prefeito da capital porque não tinha “competência” para realizar as obras do PAC.

Mesmo a Justiça em Brasília matando a Operação Pacenas, o prefeito não teve folga. Veio a greve dos médicos e o caso ETA-Tijucal. Outra vez aqueles que não queriam sua candidatura foram em cima com quatro pedras em cada mão. Cheguei a pensar que ele iria desistir, ficaria na prefeitura para realizar as obras do PAC e estaria por perto das obras da Copa. Foi determinado, é candidato.

Mauro Mendes apanhou muito também. Chegou um momento que pareceu que iria jogar a toalha quando falou em limites da paciência.

O candidato tinha que, diariamente, desmentir que o PPS não ficaria com ele. Ou que não era verdade que Carlos Lupi, dono do PDT, levaria o partido para apoiar o Silval por causa do palanque da Dilma. Sem o PDT e o PPS não se teria candidatura.

E ainda se teve, por algum tempo, a má vontade do Waltenir Pereira, presidente do PSB, com a candidatura com receio de não ser eleito deputado na chapa do Mauro.

Se o Mauro se afasta naquele momento estava morto politicamente no estado. Ao passar por aquele corredor polonês mostrou que pode participar do jogo bruto da eleição para governador.

Desde a volta das eleições diretas para governador em 1982 é a primeira vez que se apresentam três candidaturas viáveis no estado. Mato Grosso ganhou.

Autor: Alfredo da Mota Menezes é professor e cientista politico: E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Ciro Gomes afirma que Mauro Mendes é "versão 2.0" e Blairo Maggi é flex

Posted on julho 17, 2010. Filed under: Blairo Maggi, Centro de Eventos do Pantanal, Ciro Gomes, Mato Grosso, Mauro Mendes |

>

Eleições 2010 – O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) teceu diversos elogios ao candidato a governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (PSB), que segundo ele é uma versão melhorada do ex-governador republicano. “O Mauro Mendes é a versão 2.0 de Blairo Maggi, é o Blairo flex”. A declaração foi feita durante o início de sua palestra proferida no Centro de Eventos do Pantanal, onde ocorre o 2º Congresso Estadual de Vereadores.

Apesar de preferir não comentar sobre a possibilidade de um eventual segundo turno nas eleições, Ciro Gomes afirma que Mendes tem todas as condições favoráveis para comandar Mato Grosso com a mesma competência ou até melhor do que a gestão anterior. “Conheço o trabalho do Mauro e sei que está apto para desenvolver um bom trabalho”, frisou.

O deputado federal veio até a capital mato-grossense para participar do evento organizado pela União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (Ucmmat), onde vai proferir uma palestra sobre análise da conjuntura político-econômica brasileira.

No entanto, Ciro Gomes não esconde a indignação de ter sido praticamente excluído do processo eleitoral deste ano ao tentar ensaiar candidatura à Presidência da República. Ao ser questionado sobre a intenção de obter um cargo eletivo, o parlamentar foi enfático. “Já que me puxaram o tapete para não disputar a nada. Pode ter certeza que não vou pedir o voto de ninguém”, desabafou. 

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>A falta que ele nos faz

Posted on julho 7, 2010. Filed under: Amigo, Blairo Maggi, Dante, Dante de Oliveira, democracia, Mato Grosso, Wilson Santos |

>

Wilson Santos
Dante faz muita falta.
Como líder que agregava sensibilidade intuitiva e lógica elaborada, para formular juízos políticos e prospecções eleitorais que tinham sempre o interesse coletivo como matriz.
Como amigo desprendido, capaz de dissimular os muitos gestos pessoais de grandeza com um calculado toque de humor com que buscava ‘aliviar’ a importância de sua solidariedade incondicional.
Dante faz muita falta.
Aos amigos, às centenas de milhares de eleitores e aos incontáveis admiradores que fez em todo o Brasil. 
Como autor da emenda das ‘Diretas Já’, como ministro da Reforma e do Desenvolvimento Agrário e, claro, como prefeito de Cuiabá e como governador de Mato Grosso, que transformou em referência nacional.
Dante faz muita falta.
Contudo, o sentimento de perda irreversível que nos comove e abate, aos quatro anos de seu desaparecimento absurdamente precoce, nos leva a reverenciar os valores éticos que condicionavam sua enorme inteligência política a se mover sempre em favor das causas maiores.
Sobre Dante de Oliveira, a designação de estadista não cai forçada, mas natural e apropriada. De deputado estadual a governador de Mato Grosso, de prefeito de Cuiabá a inspirado líder do maior movimento cívico que mobilizou a nação brasileira em defesa da restauração democrática, Dante de Oliveira construiu uma trajetória política ímpar. Tanto em significação político-institucional quanto em relação à rapidez com que se consolidou. Como se, por amarga premonição, a História tivesse pressa.
Ainda que a história recente do Brasil, especialmente o capítulo fundamental da reconstrução da democracia, tenha em Dante de Oliveira uma de suas mais notáveis referências, somos nós, seus irmãos mato-grossenses, que sabemos mais da falta que ele nos faz. Porque tivemos privilégio de merecer os melhores frutos de seu desvelo, de seus sonhos e angústias de governante criativo e corajoso.
A gênese, a matriz fecunda do Mato Grosso que hoje registra números exponenciais de crescimento econômico, foi forjada com a têmpera e o discernimento do governador Dante de Oliveira.
Dessa gênese fazem parte a solução da grave questão energética, com a construção da termelétrica, do gasoduto, e a implantação da hidroelétrica de Manso, os investimentos em rodovias – com a supressão de ‘gargalos’ que comprometiam a logística e anulavam Mato Grosso como opção de investimento no agronegócio – e, especialmente, a extraordinária mobilização para ligar Mato Grosso ao sistema ferroviário nacional, através da Ferronorte. Que, deixou em Alto Araguai, de onde, infelizmente, não avançou um metro até hoje.
Com o Fethab, Dante de Oliveira estabeleceu um programa definitivo de financiamento de infraestrutura econômica e social que, mesmo sofrendo alterações em governos seguintes, tem ainda agora o DNA de um instrumento de modernização a ser mobilizado para o verdadeiro desenvolvimento. Que Dante sempre imaginou como sendo a forma de gerar oportunidades para todos, de fazer da riqueza um bem social, coletivo.
Programas de incentivos fiscais foram, em mãos de Dante de Oliveira, instrumentos usados com grande eficácia. Sem alardes nem favorecimentos. Foi o caso do Proalmat, de incentivo à lavoura algodoeira, que projetou Mato Grosso de produtor insignificante a líder nacional na cultura dessa oleaginosa.
Se a Democracia – para cuja reconquista Dante sonhou o sonho ‘ensandecido’ de esperança – está hoje consolidada, o Mato Grosso que o nosso maior estadista sonhou para todos nós ainda está sendo plasmado em processo lento e difícil.
No sonho generoso de Dante de Oliveira, a verdadeira Democracia pressupunha justiça social, oportunidades para todos, enfim, liberdade como sinônimo de igualdade. A participação de todos na divisão dos frutos do progresso, não como concessão, mas como direito sagrado.
É para construir em Mato Grosso essa sociedade, mais justa e igualitária, mais próspera e solidária, que temos de nos empenhar. Não só como merecida homenagem à sensibilidade social e humana de Dante de Oliveira, mas, sobretudo, para responder concretamente aos ideais de desenvolvimento e prosperidade que fecundou neste Estado.
Por ter saído demasiado cedo da cena que certamente o projetaria muito mais como estadista, Dante faz muita falta.
Ainda há pouco, o ex-governador Blairo Maggi me dizia, em conversa informal, que fosse vivo Dante de Oliveira seria hoje candidato imbatível ao governo de Mato Grosso.
Ainda que a opinião do ex-governador seja uma quase unanimidade, essa constatação não pode preencher a enorme falta que Dante nos faz.
E a única forma de compensar esse vazio que o passar dos anos não anula, é mobilizar corações e mentes em favor da concretização dos ideais que Dante de Oliveira soube plantar em nossas consciências.

Wilson Santos é candidato a governador de Mato Grosso
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Eleições 2010: Em meio ao caos na saúde e segurança, que motivos o povo de MT tem para votar em Silval e Blairo?

Posted on junho 26, 2010. Filed under: Blairo Maggi, eleições 2010, Mato Grosso, Silval Barbosa |

>

Eleiçõe 2010 – Mato Grosso inicia hoje, definitivamente o caminho e os projetos rumo as eleições de 2010, com as convenções e acertos de última hora dos principais pré-candidatos ao governo do estado.
Cremos que chegou a hora certa do blog Bom Dia Mato Grosso colocar para reflexão de seus leitores alguns fatos que julgamos extremamente relevantes nessa eleição, e que precisa ser exclarecidos. Começando pelo candidato a reeleição com toda estrutura do estado nas mãos, usando-os na sua pré-campanha, o comportamento do Ministério público e da imprensa em geral, rádio, jornal, televisão, sites e blogs.

Porque Silval e Blairo vão pra campanha eleitoral sem explicar e sem ser cobrados e responsabilizados por um assaldo aos cofres do estado no valor aproximado de R$ 50 milhões? 


Porque ninguém cobra explicações e responsabilidades?

O primeiro fato que destamos é o caso do vice governador Silval Barbosa que assumiu o governo para o ex Blairo Maggi assumir a candidatura ao Senado.
A primeira pergunta é: como o atual e o ex governador podem ir para campanha sem nenhuna chamada a responsabilidade sobre um rombo de apromixadamente R$ 50 milhões de reais do dinheiro do povo entregue ao governo através dos impostos. Isso é norma?
  • Porque o Ministério Público está mudo sobre o assunto?
  • Porque blogueiros, jornalistas que antes reclamava não poder revelar a verdade por ter vínculo empregatícios com empresas que tinham relações com o poder nada republicanas, agora donos de grandes, pequenos e grandes blogs permanacem omissos a assunto tão sério e grave como este, pior, não deixam dúvidas sobre apoio irrestritos a esse ou aquele candidato?
  • Qual a relacão entre o Jornal A Gazeta e a candidatura de Blairo e Silval?
  • E na Assembléia Legislativa, Câmaras municipais, movimento comunitário, está todo mundo mundo, porquê?
Entre quase 100% dos acima citados, todos estão bajulando escancaradamente todas os movimentos de uso da máquina estadual para coaptar o maior número de apoiadores. Sem ao menos lembrar de ética, principios, valores e bom caráter.
As ações de marketing eleitoral de Silval Barbosa
Blairo Maggi deixou o estado com caos na saúde, na segurança pública, nas açoões de inclusão social, uma programa educacional vergonhoso, e para passar a imagem de gestor arrojado Silval criou uma palavrinha mágica, parecido com o PAC da DilmaLula, o PAS.
E da-lhe camapanha publicitária em todos os meios de comunicação, PAS da saúde, da segurança, da educação, a cada cobrança de um setor da sociedade Silval criava um PAS, e antes de qualquer ação concreta, era encaminhado para equipe de marketing.
Assim o prometido fim da fila de mais de 100 mil pacientes da saúde não andou, na segurança pública também não tem PAS, pelo contrátrio, a guerra está cada vez forte, e os cidadãos de Mato Grosso preso dentro de suas casas, e bandidos e marginais fazem passeatas livremente pelas ruas e avenidas das cidades, assaltando empresas e residências, assassinando trabalhadores e viciando nossa adolescência e juventude em toodo tipo de drogas.

Uma informação que precisa ser dada a sociedade, quanto o estado gastou em publicidade nos primeiros 6 meses de 2010?

A hora é de questionar: O que Silval Barbosa tem de capacidade administrativa que possa traduzir melhorias para significativas para Mato Grosso?
O que leva quase unanimidade dos meios de comunicação, dos senhores deputados, dos presidentes de associações de moradores de bairros, os famosos e independentes blogueiros, a se manterem calados diante de fatos tão graves e maléficos a sociedade, diante da constatação que esse candidato, até pouco tempo árduo defensor da divisão de Mato Grosso em dois estados, não tem nenhuma grande habilidade administrativa, nem média, pelo contrário, copia ações como o governo etinerante do ex-prefeito de Cuiabá em mais uma de suas ações de campanha eleitoral explícita onde se promete resolver tudo a todos e nada se cumpre.
E Blairo? Para quer ser senador?
Para defender o ensino público de boa qualidade? Não, seu governo foi desastrado na área educacional. 
Para propor um política de saúde eficaz ao SUS? Não, pois em seu governo centenas de pessoas morreram por absoluta falta de atendimento, hospitais regionais estão sucateados, hospitais privados foram comprados com a promessa de torná-los públicos, porém inexplicavelmente o dinheiro da sociedade investidos nestes, estão indo pelo ralo, pois prédios e equipamentos estão sob ações do tempo e dos vândulos.
Para trabalhar por uma reforma tributária? Como dizem alguns “é ruim heim”! Lembra que em 2002 fez o mote de sua campanha prometendo reduzir drasticamente o ICMS da energia e telefonia, bem como acabar com o Fethab? Não fez nada disso, a não ser poucos meses antes de sair do governo reduziu míseros 3% das duas primeiras promessas.
Blairo vai lutar por melhoria no transpote intermodal? Não vai! Ele fez um acordo com Lula para não financiar a espansão da Ferrovia deixado por FHC e Dante de Oliveira, é justo este crédito, em Alto Araguaia, e no governos dos dois elas não andaram um metro sequer, e olha que foram quase 80 meses de governo.
Blairo preocupa com o meio ambiente e energia limpa? Não, a prova é o gasoduto Bolívia Mato Grosso que está absolutamente parado, em consequência disso a grande termelétrica Mario Covas em Cuiabá está paralisada a muito tempo, por motivos nada republicanos. Blairo também, logo ao assumir o governo dispensou um grande programa que beneficiaria dezenas de cidades, incluindo a Grande Cuiabá, o BID Pantanal, onde cerca de 200 milhões de dólares estavam a disposição do estado, mas o Sr. Blairo acha que o bioma pantanal não merece nem precisa desses “luxos”.
Essa é nossa primeira análise mais séria sobre os candidatos a cargos eletivos em Mato Grosso. Em breve vamos analisar a situação de Mauro Mendes e seu escudeiro Percival Muniz, bem como Wilson Santos.
Mas hoje fica a pergunta:
Porque votaraia em Silval Barbosa para governar Mato Grosso por mais 4 anos e Blairo Maggi para o senado? Você pode responder comentando no rodapé desta matéria.

Estamos no leste mineiro, Aimorés MG, divisa com Espírito Santo. Minha terra natal e também do consagrado fotógrafo internacional, Sebastião Salgado, esse sim tem preocupação e ação ambiental. 

Como dica veja o link do Instituto Terra, que criou para plantar em mais de 600 hectares de terra considerada morta numa mata atlântica com 120 milhões de mudas nativas e mais de 300 espécie da fauna e flora regional.
Uma das famosas fotos de Sebastião para nossa reflexão
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

« Entradas Anteriores

Liked it here?
Why not try sites on the blogroll...