Bolsa de Valores

>Feira de dinheiro

Posted on julho 26, 2010. Filed under: Bolsa de Valores, dinheiro, ExpoMoney, Feira de dinheiro, fundos de investimentos, mercado de ações, planejamento financeiro, previdência privada, renda fixa |

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A maior feira de dinheiro da América Latina ocorre em setembro na cidade de São Paulo. Trata-se da ExpoMoney, exposição de investimentos e palestras sobre finanças. Os brasileiros estão despertando para o tema dinheiro e investimentos, um pouco tarde, mas em tempo. 

 Dinheiro

Outras nações já fazem disso um hábito, participar de eventos, investirem tempo e dinheiro para conhecer mais sobre finanças. Para se ter noção, no mundo somos em torno de cem mil profissionais da área, nos EUA perto de quarenta mil e no Brasil chegamos a cem, apenas cem profissionais especializados em finanças.

Aprofundar conhecimento sobre mercado de ações, fundos de investimentos, renda fixa, previdência privada, bolsa de valores, planejamento financeiro pessoal e muito mais é a meta da feira, e tudo isso para leigos, para pessoas que ainda não entendem nada do assunto. Esse é o caminho da mudança cultural que irá mudar nosso país, para melhor. Sendo assim relegar a segundo plano e desconsiderar eventos, cursos e leituras sobre dinheiro será, logo, logo, coisa do passado. Seremos uma sociedade que mudaremos o paradigma, passando a ver o conhecimento como instrumento para diminuir a pobreza e desníveis sociais.

Vale a pena refletir sobre alguns paradigmas. Um dos mais importantes: “Dinheiro não traz felicidade”, o que traz felicidade é planejamento financeiro, disciplina, bons hábitos e escolhas corretas. Nosso poder de poupança e investimentos vem dos rendimentos menos despesas, então busque alavancar os ganhos e diminuir ao máximo as despesas. Procure trocar a frase “ganhar dinheiro” pela “fazer dinheiro”. Quem ganha pode acabar perdendo, e o “fazer dinheiro” é transformar ideias em recursos.

O status é inimigo do bem viver, é por ele que compramos o que não queremos, com o dinheiro que não temos para agradar quem não gostamos. No Brasil, 30% dos carros importados de valor acima de oitenta mil reais estão com busca e apreensão, 55% dos brasileiros estão endividados e um terço deles não sabem como sairão dessa.

As classes que mais têm condições de poupar e aumentar a riqueza, ou mudar de vida, são os ricos e os pobres, eles são iguais no que tange a dívida: nenhum dos dois tem. Já a classe média, não tem como enriquecer, aplicar, pois tem de resolver primeiro as dívidas contraídas. Quando seu filho passar na universidade ao invés de dar um carro novo, dê a possibilidade de conquistar a independência financeira, ofereça a ele algum ativo que gere renda e ensine-lhe a administrar.

Os adultos de hoje que aprenderam ganhar dinheiro o fizeram aos trancos, com os próprios erros. Pelo que presenciei em algumas edições da Expomoney, com uma participação maior de jovens, fica claro que o futuro deles será menos doloroso e aprenderão investindo em capacitação e pelo semblante estampado em suas faces, com alegria. Pense nisso, mas pense agora!

Fonte: A Gazeta

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>Bovespa segue tendência de mercados europeus e fecha em baixa; dólar sobe

Posted on maio 14, 2010. Filed under: Bolsa de Valores, Bovespa, dólar, mercados |

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A Bolsa de Valores de São Paulo acompanhou o cenário externo e fechou em baixa de 2,12%, com 63.412 pontos.
As bolsas europeias caíram mais de 3%. O motivo foi o temor de que as medidas de austeridade adotadas por alguns países da zona do euro e pelo Reino Unido limitem o crescimento econômico da região.
As ações de bancos foram as que mais caíram. Já o dólar fechou em alta de 1,58%, a R$ 1,805.
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>Papéis brasileiros com operações no exterior serão taxados com IOF de 1,5%

Posted on novembro 19, 2009. Filed under: Bolsa de Valores, Bovespa, câmbio, Depositary Receipts, Fazenda, IOF, Mantega |

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O Governo do Brasil passará cobrar 1,5% de IOF sobre operações com papéis de empresas brasileiras no exterior. O anuncio foi transmitido pelo ministro da Fazendo, Guido Mantega, na quarta-feira, 18 de novembro.

Nesse tipo de operação, são emitidos recibos de ações das empresas, as chamadas DRs (Depositary Receipts) em Bolsas como a de Nova York –onde o recibo tem o nome de ADR.

De acordo com o ministro Guido Mantega (Fazenda) a medida tem por objetivo evitar a migração de investimentos que seriam feitos na Bolsa brasileira para outros mercados, como forma de fugir da taxação de 2% de IOF que incide sobre a entrada de capital estrangeiro no país há um mês.

“Quando nós estabelecemos o IOF, houve uma preocupação da Bolsa brasileira no sentido de que nós pudéssemos estar transferindo para Nova York parte das operações, as aplicações em Bolsa através dos ADRs. Então, para eliminar essa possibilidade, nós hoje estamos anunciando uma medida de taxação das operações de ADR”.

O ministro afirmou que a cobrança será feita quando o vendedor das ações fizer o depósito no banco aqui no Brasil.

“A taxa de 1,5% sobre as operações de ADR serão cobradas quando a empresa vendedora das ações depositar essas ações no banco que vai efetuar a transação aqui no Brasil”.

Segundo nota divulgada pela Fazenda, a cobrança será instituída por decreto a partir de amanhã.

“[A medida] corrige distorções de mercado, tratando da forma mais próxima possível a negociação no exterior de DRs representativos de ações brasileiras e a negociação de ações por investidor estrangeiro em Bolsa de Valores no Brasil”, afirma a nota.

O ministro fez questão de explicar o procedimento. “Como é que funciona o mecanismo de ADR? Como é que funciona essa operação? Algumas empresas têm as suas ações negociadas em Nova York, de modo que elas possam receber investimentos externos nas ações brasileiras. O ADR é um certificado. E a ação fica no Brasil depositada num banco custodiante”.

“Nos estaremos equalizando a situação, ao cobrar 1,5% na ocasião em que o vendedor das ações depositar essas ações no banco custodiante, ao efetuar uma transação de ADR, ele pagará esse 1,5%”.

Nova York

O foco mais provável dessa medida é o mercado americano. Levantamento recente apontou que o volume diário de negócios na Bolsa de Nova York com ações de empresas brasileiras já supera, inclusive, o próprio giro diário na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo).

Segundo profissionais de mercado, alguns investidores estrangeiros estariam negociando com ADRs (o recibo de ações brasileiras negociado em Nova York) para contornar a recente taxação sobre capital estrangeiro em renda fixa e variável.

Em um exemplo hipotético, o investidor adquiria um ADR da Petrobras, por exemplo, e solicitava a conversão do papel para uma ação negociada no mercado brasileira, que poderia ser vendida sem receber o impacto do novo IOF.

IOF

O ministro Mantega disse ainda que a instituição da cobrança de IOF sobre capital estrangeiro foi positiva, porque conseguiu segurar a volatilidade do câmbio. Ele deu como exemplo o fato de, no dia 19 de outubro, quando a medida foi anunciada, o dólar estar valendo R$ 1,71, mesmo valor fechado hoje.

“O que nós queríamos era evitar o excesso de valorização ou pelo menos retardar uma valorização, que, se ocorrer de imediato, é altamente prejudicial à produção no país. O governo não trabalha com nenhuma meta de câmbio, mas o que nós verificamos é que a volatilidade do câmbio se atenuou”, completou.

Brecha

“Quando o governo anunciou aquela medida para taxar com o IOF o capital estrangeiro, o mercado já começou a procurar ‘as brechas’. A medida de hoje foi justamente para encerrar uma dessas brechas. Isso indica, pelo menos, que o governo deve ter visto um volume relevante dessas operações no mercado”, comenta Roberto Kropp, diretor da Daycoval Asset Management.

“Acho que mais importante que a própria medida é o ministro Mantega mostrar outra vez que está atento, e que novas medidas podem vir. O que muita gente no mercado vai pensar? ‘É melhor sair da minha posição e esperar porque pode ter mais medidas lá na frente'”, acrescenta, lembrando ainda a declaração do ministro sobre o dólar a R$ 2,60.

“O governo somente fez essa medida para corrigir a anterior, que foi péssima. O problema é que, toda a vez que se tenta mexer artificialmente com os preços livremente negociados no mercado, acontece alguma catástrofe”, avalia o economista Ricardo Torres, professor do MBA da Brazilian Business School.

“O mercado é muito rápido e muito inteligente. Daqui a pouco alguém vai achar uma ‘solução’ para esse novo tributo. Se bobear, o Brasil vai ser obrigado a rever essas duas medidas lá na frente”, diz ele.

Fonte: Folha Online

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