Bradesco

>Correios vão abrir uma licitação que pode substituir o Bradesco do Banco Postal

Posted on fevereiro 15, 2011. Filed under: Bradesco |

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A Empresa Brasileira de Correios fará, depois de uma década, licitação entre os Bancos brasileiros poderão disputar com o Bradesco o operador do Banco Postal, num valor em torno de R$ 1,75 bilhão.
A parceria exclusiva do Bradesco com os Correios ocorrem desde 2001, com exclusividade o serviço de correspondente bancário oferecido nas agências da estatal pelo país.
Nesse período, o Bradesco abriu mais de 10 milhões de contas a partir dos postos dos Correios. Somente com a tarifa de manutenção de conta desses correntistas, o faturamento do banco supera R$ 845 milhões por ano, fora outros serviços, como saques, consulta a extrato e operações de empréstimo.
Da receita total apurada pelo Bradesco, os Correios ficaram com R$ 350 milhões em 2010.
O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, disse à Folha que o Bradesco terá que disputar como todos os demais interessados e que o valor da licitação será de, pelo menos, o faturamento do ano passado multiplicado por cinco -o novo contrato terá duração de cinco anos renovável por mais cinco.
“Nas tarifas atuais, no ano passado arrecadamos R$ 350 milhões. Nós estamos revendo quanto nós vamos querer de tarifa, quanto para cada produto”, afirmou Pinheiro.
Procurado, o Bradesco informou que “não comenta informações sobre o Banco Postal”. A instituição também não informou quanto lucra com a atividade.
O contrato com o Bradesco se encerra em dezembro. Na sexta-feira, os Correios divulgaram a minuta do edital. No próximo dia 25, farão uma audiência pública para receber críticas e sugestões.
Segundo Pinheiro, a licitação deverá estar concluída até julho. Assim, o vencedor pode iniciar as operações em janeiro de 2012.
De acordo com a minuta, só podem participar instituições financeiras com ativos totais superiores a R$ 21,6 bilhões e patrimônio líquido acima de R$ 2,16 bilhões.
Segundo levantamento feito pela consultoria Economática, pelo menos outros três bancos além do Bradesco atendem a esses quesitos: Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Santander.
Ao longo dos últimos anos, o Bradesco foi mudando o foco do Banco Postal, em busca de transações mais rentáveis, reduzindo operações de microcrédito.
O contrato com o Bradesco também foi alvo da CPI dos Correios e da CGU (Controladoria-Geral da União). Nos dois casos, foi apontado favorecimento irregular ao banco privado.
Meses depois da licitação, o governo autorizou o Bradesco a se instalar nas agências terceirizadas, localizadas em grandes cidades e capitais, mais lucrativas.
O contrato original previa que o serviço só seria oferecido nas agências próprias dos Correios, grande parte no interior do país.
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>Banco do Brasil e Bradesco vão lançar bandeira de cartão brasileira, vai chamar-se Elo

Posted on abril 27, 2010. Filed under: Banco do Brasil, Bradesco, Cartão de Crédito, Elo |

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O Bradesco e Banco do Brasil assinaram nesta terça-feira, 27, memorando de entendimentos com o objetivo de lançar uma bandeira brasileira de cartões e integrar parte de suas operações. De acordo com fato relevante, a bandeira brasileira, que se chamará Elo, será de cartões de crédito, débito e pré-pagos para correntistas e não correntistas.
O modelo de negócios inclui a criação de uma empresa para a venda de cartões para determinados grupos de clientes não correntistas e formatar, em conjunto, novos negócios para cartões private label, via parceiros varejistas.
O acordo objetiva ainda transferir para a sociedade a ser criada participações societárias, detidas pelas duas instituições ou por suas subsidiárias na Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS – ou Visa Vale).
Ontem o vice-presidente de Cartões e Novos Negócios de Varejo do BB, Paulo Cafarelli, em teleconferência com a imprensa, disse que o Bradesco e o Banco do Brasil não descartam fazer a abertura de capital da CBSS. “O assunto não é pauta imediata, mas está no radar e pode vir a acontecer”, disse então. “A empresa tem histórico parecido com a Cielo”, complementou, referindo-se à empresa na qual os dois bancos participavam e que fez IPO em 2009.
Na sexta-feira, Bradesco e Banco do Brasil fizeram proposta de compra da participação do Banco Santander na CBSS e na Cielo pelo valor total de R$ 1,6 bilhão. O Bradesco e o Banco do Brasil passarão a deter, cada um, o equivalente a 28,65% do capital social da Cielo. Na CBSS, a participação do BB sobe de 40,35% para 45,0%; a do Bradesco passa de 34,33% para 45%.
Bradesco e BB informaram também no fato relevante de hoje que estão estudando a possibilidade de transferir suas participações acionárias detidas na Cielo para a nova sociedade a ser criada, observados os interesses dos acionistas, as exigências do Novo Mercado da BM&FBovespa e o estatuto da companhia.
Se concluída a operação, o Bradesco e o BB pretendem criar uma holding que integrará e gerenciará os negócios de cartão. Essa holding, segundo o comunicado, teria como o objetivo, também, “a obtenção de ganhos de sinergia, estruturação de novos negócios de private label, outros negócios afins e construção de um modelo de empresa que possibilite a oferta de cartões com bandeira de atuação em âmbito nacional”.
Segundo o fato relevante, a efetivação da operação está sujeita à realização de estudos técnicos, jurídicos e financeiros, à negociação dos documentos definitivos e ao cumprimento das formalidades da lei e dos órgão reguladores.
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>Banco do Brasil tem o mair lucro da história atingindo R$ 10,15 bi em 2009

Posted on fevereiro 25, 2010. Filed under: Banco do Brasil, BB, Bradesco, lucro, Lucro em 2009, taú Unibanco |

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Lucro em 2009 – O Banco do Brasil registrou no ano passado o maior lucro da história do setor (R$ 10,148 bilhões), com alta de 15,3% na comparação com 2008. O Itaú Unibanco detinha a maior marca até então, com R$ 10,067 bilhões em 2009, considerando os bancos de capital aberto brasileiros.

Essas duas instituições financeiras e o Bradesco ocupam as dez primeiras posições no ranking de maiores lucros do setor, de acordo com cálculos da Economática, efetuados com os resultados ajustados pela inflação medida pelo IGP-DI até dezembro passado.

No quarto trimestre de 2009, o Banco do Brasil teve um lucro líquido de R$ 4,155 bilhões, montante que equivale a um avanço de 41,1% em relação aos R$ 2,944 bilhões obtidos em igual período do ano anterior.

Em bases recorrentes, o lucro foi de R$ 1,819 bilhão entre outubro e dezembro, 11,9% maior que em igual intervalo de 2008. A estimativa média de nove analistas consultados pela Reuters era de lucro recorrente de R$ 1,802 bilhão.

No final de dezembro, a carteira de crédito do maior banco do país era de R$ 300,829 bilhões, um incremento de 33,8% em 12 meses.

Essa evolução foi puxada pelo segmento pessoa física, cujos financiamentos deram um salto de 88,1%, para R$ 91,79 bilhões.

A inadimplência, medida pelo total de operações vencidas em prazo superior a 90 dias, atingiu 3,3% no trimestre, acima dos 2,4% de dezembro de 2008, mas menor que o pico de 3,6% alcançado em setembro.

Por isso, o saldo das despesas com provisões para perdas esperadas com calores encerrou dezembro em R$ 18,617 bilhões, 2,4% do que três meses antes, embora ainda 36,2% maior do que o de dezembro de 2008.

O retorno anualizado sobre patrimônio líquido médio –índice de rentabilidade de um banco– evoluiu de 47,4% para 56,8% entre o quarto trimestre de 2008 e o de 2009. Em bases recorrentes, houve queda, de 24,5% para 22,5%.

As receitas com serviços no trimestre foram de R$ 3,61 bilhões, crescimento de 17,9% na comparação anual.

No fim de 2009, os ativos totais do BB somavam R$ 708,549 bilhões, ante R$ 521,273 bilhões um ano antes, um avanço de 35,9%.Fonte: Folha de S. Paulo
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>Iene e o dólar australiano batem real em valorização

Posted on outubro 24, 2009. Filed under: Bradesco, dólar australiano, Iene, Lehman Brothers |

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O relatório do Bradesco trouxe, além de uma nova previsão do câmbio, um comparativo um pouco diferente do que vem sendo publicado sobre a variação do dólar frente às várias moedas no mundo (veja o gráfico abaixo).

O banco diz que de fato o real foi a moeda que mais se apreciou neste ano frente ao dólar, mas também foi uma das moedas que mais se depreciou no início da crise.

“Assim, uma forma também justa de comparar o movimento do real com outras moedas é comparar a cotação atual com cotações de antes da quebra do banco Lehman Brothers”, informa em relatório.

Assim, o real mostra até mesmo uma pequena depreciação frente à moeda americana. As moedas que de fato mais apreciaram nessa comparação com os preços de antes da crise foram o iene e o dólar australiano.

Fonte: Mirian Leitão

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