Brasil

>Brasil ocupa o 73 º lugar no ranking do IDH de 169 nações

Posted on novembro 4, 2010. Filed under: Brasil, Educação, escolaridade, IDH do Brasil, Pnud, pobreza, ranking do IDH |

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No relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado hoje o Brasil ocupa o 73 º no ranking de 169 nações segundo. A lista é encabeçada pela Noruega, seguida de Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e Irlanda. Os cinco últimos são Zimbábue, República Democrática do Congo, Niger, Burundi e Moçambique. O documento, intitulado “A Verdadeira Riqueza das Nações: Vias para o Desenvolvimento Humano”, foi divulgado nesta quinta-feira, em Nova York.

De acordo com o relatório, educação foi apontada como principal problema

O índice brasileiro é de 0,699, o que situa o país entre os de alto desenvolvimento humano, assim como em 2009. A média mundial é 0,624. Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano, o resultado é parecido com o do conjunto de países da América Latina e Caribe (0,704). Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. São considerados três aspectos essenciais: conhecimento (medido por indicadores de educação), saúde (medida pela longevidade) e padrão de vida digno (medido pela renda).

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Os 10 melhores Os 10 piores Brasil
noruega Noruega burundi169º Zimbábue russia65º Russia
australia Austrália congo168º Rep. Dem. do Congo cazaquistao66º Cazaquistão
nova zelandia Nova Zelândia niger167º Níger azerbaijao67º Azerbaijão
estados unidos Estados Unidos burundi166º Burundi bosnia68º Bósnia-Herzegóvina
irlanda Irlanda moçambique165º Moçambique ucrania69º Ucrânia
liechstentein Liechtenstein guine bissau164º Guiné Bissau ira70º Irã
paises baixos Países Baixos chade163º Chade macedonia71º Macedônia
canada Canadá liberia162º Libéria mauricio72º Maurício
suecia Suécia burkina faso161º Burkina Faso brasil73º Brasil
alemanha10º Alemanha mali160º Mali georgia74º Geórgia

Mudanças – Por causa de mudanças na forma de calcular o índice, o novo IDH do Brasil não pode ser comparado com o de anos anteriores, informa o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud. Para poder fazer a comparação, os dados brasileiros dos últimos dez anos foram recalculados com base na nova metodologia.
Por esse recálculo, o Brasil ganharia quatro posições e registraria crescimento de 0,8% no índice.  Em 2010, com a nova metodologia, o IDH brasileiro foi de 0,699, numa escala de 0 a 1. Em 2009, com a metodologia antiga, o Brasil ocupava a 75ª posição no ranking, com IDH de 0,813.
Segundo o relatório deste ano, o IDH do Brasil apresenta “tendência de crescimento sustentado ao longo dos anos”. Os dados mostram que rendimento anual dos brasileiros é de US$ 10.607, e a expectativa de vida, de 72,9 anos. A escolaridade é de 7,2 anos de estudo, e a expectativa de vida escolar é de 13,8 anos. A educação foi apontada como principal problema no relatório. Na última década, a expectativa de vida dos brasileiros cresceu 2,7 anos, a média de escolaridade, 1,7 ano e os anos de escolaridade esperada recuaram em 0,8 ano. A renda nacional bruta teve alta de 27%.
De acordo com o economista Flávio Comim, do Pnud, o IDH brasileiro vem crescendo igualmente nas três dimensões analisadas – saúde, educação e renda. O relatório também destaca o “sucesso econômico recente” do Brasil. Mas, segundo o texto, 8,5% dos brasileiros são pobres e “sofrem privação” em saúde, educação e renda. O item que mais preocupa é a educação. “O que mais pesa na pobreza é a educação. O novo IDH mostra que é necessário dar mais importância à educação no Brasil”, afirma Comim. Fonte: Veja
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>Ibope aponta liderança de Dilma com 51% e Serra com 27.

Posted on agosto 28, 2010. Filed under: Brasil, Dilma Rousseff, eleição presidencial, eleições 2010, Ibope, José Serra, Liderança, Lula, Marina Silva, pesquisa eleitoral |

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Eleições 2010 – Cumprindo o calendário pré definido pelos instituto de pesquisa, em relação a eleição presidencial, o Ibope divulgou neste sábado, 28 de agosto. A pesquisa eleitoral foi contratada pelo jornal Estadão e a Rede Globo.

Os números são favoráveis a Dilma Rousseff que chegou a 51% das intenções de voto, José Serra caiu para 27% e Marina Silva oscilou negativamente para 7%.

Em relação a pesquisa anterior Dilma cresceu 8 pontos percentuais.
Serra caiu 5 pontos percentuais.

Coincidentemente Dilma equipara com o criador de sua candidatura, o presidente Lula. Na época, no primeiro turno, o então candidato petista teve 59% dos votos válidos como teto nas pesquisas.  

Regionalização dos votos.

Dilma conseguiu ultrapassar Serra em São Paulo (42% a 35%) e tem o dobro de votos do adversário (51% a 25%) em Minas Gerais – respectivamente primeiro e segundo maiores colégios eleitorais do País.

No Rio de Janeiro, terceiro Estado com a maior concentração de eleitores, a candidata do PT abriu nada menos do que 41 pontos de vantagem em relação ao tucano (57% a 16%).

Dilma registra a liderança mais folgada no Nordeste, onde tem mais que o triplo de votos do rival (66% a 20%%). No Sudeste, ela vence por 44% a 30%, e no Norte/Centro-Oeste, por 56% a 24%.

A Região Sul é a única em que há empate técnico: Dilma tem 40% e Serra, 35%. A margem de erro específica para a amostra de eleitores dessa região chega a cinco pontos porcentuais. Mas também entre os sulistas se verifica a tendência de crescimento da petista: ela subiu cinco pontos porcentuais na região, e o tucano caiu nove.

A pesquisa mostra que 57% dos eleitores já assistiram a pelo menos um programa do horário eleitoral.
Segundo o Ibope, 50% dos brasileiros preferem votar em um candidato apoiado pelo presidente, e 9% tendem a optar por um representante da oposição.

Do total do eleitorado, 88% sabem que Dilma é a candidata de Lula.

O governo do presidente é considerado ótimo ou bom por 78% dos brasileiros. Outros 4% consideram a gestão Lula ruim ou péssima

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>Ladeira abaixo

Posted on julho 23, 2010. Filed under: Brasil, Dora Kramer, Ladeira abaixo, PT, Versão impressa |

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O PT é assim: bate como gente grande, mas quer ser tratado com carinhos reservados aos pequenos.

Quando apanha, se diz vítima da injustiça, do preconceito, do udenismo, do conservadorismo, do moralismo, dos conspiradores, dos golpistas, das elites e de quem ou do que mais se prestar ao papel de algoz na representação do bem contra o mal, do fraco contra o forte que o partido encena há anos.
Sempre no papel de mocinho, evidentemente, embora desde que assumiu o poder tenha mostrado especial predileção pela parte do roteiro que cabe ao bandido.
Luiz Inácio da Silva é mestre nessa arte, exercitada ao longo de quatro candidaturas presidenciais e muito aprimorada nestes quase oito anos de Presidência da República.
Tanto que ao longo desse tempo se consolidou na política uma linha de pensamento segundo a qual o contra-ataque significa insidiosa radicalização que só pode render malefícios aos seus autores.
Em miúdos: o adversário tem de apanhar calado; se ousar se defender pagará o atrevimento com a condenação geral e consequentemente com a derrota político-eleitoral.
Por essa lei a oposição teria de assistir quieta ao presidente usar dois anos de seu mandato como cabo eleitoral, sem “judicializar” a política com ações por campanha eleitoral antecipada.
Deveriam todos ouvir calados os desaforos que sua excelência diz contra quem bem entende quando contrariado, o que, na concepção dele, significa afrontado.
A Justiça, acionada pelo adversário, deveria atribuir tudo “à guerra eleitoral” e ignorar a existência de leis só porque ao juízo do partido no poder essas leis são retrógradas e atrapalham a marcha do espetáculo do crescimento da hegemonia política, social, ideológica e até cultural do PT e adjacências.
Pela norma referida acima a oposição deveria se comportar com toda a fidalguia durante o processo eleitoral, aceitando como verdadeiras todas as aleivosias do adversário.
Como se já não bastasse o tempo que a oposição deixou que o presidente eleito para “mudar” se apropriasse de todas as suas obras para governar e ainda as tachasse de “herança maldita” para efeito de se manter sempre na investidura do “bem”.
Pois chegou a campanha eleitoral e a oposição resolveu enfrentar Lula. Pagou para ver se é perigoso mesmo dar o troco na mesma moeda: dizer umas meias-verdades por aí, carimbar umas perfídias na testa do adversário, manipular emoções do eleitorado, manejar ideias preconcebidas, despertar instintos adormecidos, jogar duro e, quando necessário, baixo.
Como quem tivesse desistido de andar na linha num embate onde o outro lado não preserva escrúpulos.
Se será beneficiada ou se isso lhe renderá malefício, é o eleitor quem dirá.
Agora, o que não soa verossímil é a versão da candidata Dilma Rousseff de que está “assustada” com as reações do adversário José Serra e que por nada neste mundo alguém a fará “baixar o nível”.
Quanta delicadeza e civilidade.
Ao que se sabe Dilma Rousseff não se assusta com nada. Enfrenta a tudo e a todos, ironiza os “homens meigos” que lhe criticam os modos bruscos no trato cotidiano, reivindica para si a responsabilidade de coordenar todas as ações de governo e leva um susto com palavras mais duras?
No quesito “nível” não parece que haja nada mais baixo que um presidente da República que desacata as leis e a Constituição e fala palavrões em público.
Evidente que a cena do candidato a vice de José Serra provocando o adversário para que “explique” suas ligações com o narcotráfico, o Comando Vermelho e as guerrilhas colombianas não é edificante.
Muito melhor que no lugar disso Serra e Dilma estivessem dizendo ao País como é mesmo que pretendem dar combate à bandidagem e levar segurança ao público.
Justiça seja feita ao tucano, começou a campanha todo lhano, atribuindo até ao presidente atributos de divindade acima do bem e do mal.
Mas Lula não aceitou a esgrima como forma de luta. Preferiu a força bruta do vale-tudo. Deu o tom, definiu as armas e, portanto, não estão, nem ele nem o PT nem a candidata, na posse de autoridade moral para reclamar. 

Autora: Dora Kramer, dora.kramer@grupoestado.com.br

Fonte: Estadão



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>O Brasil que o presidente Lula não conhece

Posted on julho 7, 2010. Filed under: Banco Central, Brasil, despesas, Financial Times, justiça social, pobreza, presidente da República, previdência social, Tesouro Nacional |

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Amado de Oliveira Filho
É preciso que os burocratas do governo estabeleçam parâmetros que levem o atual presidente da República à compreensão da realidade brasileira. Com isto não se pretende agredir a pessoa do ilustre autodidata brasileiro, mas estabelecer parâmetros mínimos de avaliação entre o país que o presidente imagina governar e a realidade do país de seus governados. Ao afirmar em artigo publicado no jornal britânico Financial Times que “o Brasil é uma ilha de prosperidade e que por isto deve contribuir para livrar o mundo da fome, da pobreza e da injustiça social”, percebe-se que o governo precisa diferenciar utopia de realidade.
A realidade brasileira é a anunciada pelo Tesouro Nacional que virou manchete em todo o Brasil: “Resultado das contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central é o pior registrado para o mês de maio nos últimos 11 anos. O Governo Central registrou um déficit de R$ 509,7 milhões naquele mês.” A causa disto foi que as receitas do governo central cresceram 17,9% de janeiro a maio deste ano, na comparação com o mesmo período de 2009, e as despesas registraram um aumento de 18,5%. Claro que com a gastança desenfreada não há economia que segura esta onda. Por isto mesmo semana passada o próprio presidente afirmou: “A carga tributária precisa ser elevada, se não, você não tem Estado”. E como é caro para a sociedade manter este Estado!
Mas a ilha de prosperidade governada pelo atual presidente é a mesma que, segundo o Banco Central, acumulou uma dívida líquida do setor público que já chegou a R$ 1,371 trilhão! Isto mesmo, um trilhão e trezentos e setenta e um bilhões! Isto representa 41,4% da soma de todos os bens e serviços produzidos no país, tecnicamente chamado de Produto Interno Bruto (PIB). Esta informação foi divulgada dia 29 ultimo pelo Banco Central (BC). Já pensou se esta receita for levada aos demais países da América Latina e do Caribe?
Ou ainda, a ilha utópica de prosperidade chamada Brasil é aquela onde 75% das famílias, segundo o IBGE, declararam algum grau de dificuldade para chegar ao fim do mês com seus rendimentos, sendo que na classe com rendimentos até R$ 830 este percentual salta para cerca de 90% e, ainda, mais de 31% indicaram muita dificuldade durante o mês que chega até mesmo à falta de comida.
Os problemas não param por aí. Quando se analisa o consumo das famílias entre as regiões brasileiras, verifica-se que as regiões Sudeste e Sul, respectivamente, têm maior consumo das unidades familiares. A região Centro-Oeste está um pouco abaixo da média nacional e a região Nordeste muito abaixo da média nacional. Tudo isto divulgado pelo IBGE. O que isto traduz? Sem medo de errar: ausência ou fragilidade das políticas públicas. Significa ainda dizer que a continuar cenários desta ordem poderemos já classificar cidadãos brasileiros como de 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª categoria. Uma categoria de cidadão para cada região!
Não se pode negar avanços em alguns setores. Nenhum governo nos últimos 30 anos, mesmo o de Collor de Melo, que teve seu mandato cassado por corrupção, deixou de promover avanços em alguns setores. Mas os números do atual governo apontam cenários extremamente vulneráveis cujos efeitos práticos poderão cair no colo do próximo presidente da República. Até porque, o financiamento para fazer frente à erradicação da enorme pobreza que o Brasil possui necessariamente vem dos setores produtivos que, somente no último quartil do último mandato do atual presidente, estão testemunhando parcos investimentos em obras de infra-estrutura.
Mas o que não faltou durante os dois mandatos foram as enxurradas de nomeações e um crescimento desnecessário da máquina pública. Esta, normalmente em greve, brigando por maiores salários! Assim… Ensinar o que a quem?
Amado de Oliveira Filho é economista, especialista em mercados de commodities agropecuárias e direito ambiental. E-mail: amadoofilho@ig.com.br – Fonte: http://www.gazetadigital.com.br
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>Brasil x Chile: Dunga faz mistério sobre escalação e minimiza bom retrospecto

Posted on junho 28, 2010. Filed under: Brasil, Chile, Copa 2010, Dunga, FUTEBOL, seleção brasileira |

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Ao lado de Grafite no treino deste domingo, Felipe Melo não está confirmado

Ao lado de Grafite no treino deste domingo, Felipe Melo não está confirmado
O Brasil joga contra o Chile nesta segunda às 15h30min em Johannesburgo pelas oitavas de final da Copa. 
As duas equipes reeditam o confronto pela mesma fase da Copa de 1998, na França, quando o Brasil do então capitão Dunga goleou os chilenos por 4 a 1. 
O treinador não quis confirmar a escalação da equipe. Felipe Melo, que se recupera de uma lesão no tornozelo, ainda é dúvida, mas Kaká e Robinho devem voltar ao time. 
Sob o comando de Dunga, o Brasil enfrentou o Chile cinco vezes e venceu todos os confrontos, mas o treinador menosprezou o retrospecto favorável. “São apenas estatísticas”, disse ele.
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>Brasil: Nação ou time, eis a questão

Posted on junho 24, 2010. Filed under: Brasil, Copa do Mundo, FUTEBOL, Thomas Korontai, Time |

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  • Por Thomas Korontai
Exceto em repartições públicas, nem todas, e em algumas poucas empresas, a Bandeira Nacional aparece durante todos os 365 dias de cada ano, independentemente de qualquer evento. Por isso a pergunta em tom reflexivo, se somos uma Nação ou um time, considerando que as bandeiras aparecem por todo o canto somente durante a Copa do Mundo.
Não se trata de uma crítica ao futebol, tido como parte do axioma “panis et circus” dado por governantes ao povo, como meio de distraí-lo, enquanto governa, ou… “governa”. Até porque, com poucas exceções, é difícil resistir e não assistir a um jogo, especialmente se for dos canarinhos em campo. E não há mesmo alternativa na hora do jogo, pois, todos param, empresas, pessoas, repartições, quase tudo. Mas realmente é de se pensar até onde vai o patriotismo e que tipo de patriotismo temos. E se o temos, enquanto Povo. E se somos um Povo, pois, como dizia Heitor Villa-Lobos, “o Brasil não tem povo, tem público”.
É muito provável que a causa desse fenômeno esteja também no modelo centralista brasileiro.
Não é exagero. O centralismo concentra poderes. E os ocupantes do Poder Central têm a natural tendência de equalizar todos dentro de uma faixa mais estreita possível. É algo quase comunista, mas não chega a tanto. Pode até chegar lá, se nada se fizer ao longo de alguns anos. Mas não nos parece o caso brasileiro. Contudo, o modelo de Estado concentra não apenas o poder em Brasília, mas as atenções e tensões de toda a população de um país-continente, deixando em segundo plano os fatos locais, por mais improvável que isso pareça. Observe, caro leitor, e conclua você mesmo.
“País de todos”
Essa horizontalização nacional, “lutando pela eliminação das desigualdades sociais” em um “país de todos” anulou a pátria local que é a verdadeira pátria de cada um, pois não se pode exigir que alguém seja patriota pela Amazônia se nunca esteve lá. É a constatação da lógica humana, da sua presença física no lugar onde nasceu ou onde reside, lugar em que foi aceito, tem seu trabalho, sua vida e suas esperanças. O sentido de pátria nacional existe e pode ser fortalecido, mas isso só é possível quando o País não anula o senso de localidade de cada indivíduo, e não o envergonha com governantes e representantes em âmbito nacional e internacional. A pátria é do cidadão, porque o cidadão é da cidade. A etimologia de “cidadão” não aceita que ele seja “nacional”. Aceita, contudo, civismo. E só esse é que pode ter expressão nacional, além da local.
O civismo é fruto do orgulho pela nacionalidade, uma necessidade de todo e qualquer cidadão que vive a sua localidade. Ser brasileiro – ou brasiliano, no gentílico mais apropriado – é ser local, não pode ser massificado, embora sua alma se funda com as dos demais compatriotas, que falam o mesmo idioma, usam a mesma moeda, cantam o mesmo Hino e juram a mesma Bandeira.
O centralismo crônico e doentio deste País distorceu tudo isso, anulou a localidade e seu sentido, tornou o brasileiro uma formiga que trabalha para Brasília carregando pesados impostos e acabou com seu orgulho eliminando sua referência local, em prol do Grande Paizão Federal. O Brasil, País de Todos, anulou o cidadão – da cidade – e o transformou em “todos”, uma massa uniforme, que depende cada vez mais de Brasília. Não se poderia esperar outra coisa. Todos se tornaram um time. Viva a Seleção!
Thomas Korontai – é empresário e presidente nacional do Partido Federalista
(em formação – http://www.federalista.org.br).
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>Desperta Brasil! Portugal bombardeia a Coreia por 7 a 0 e vem com tudo para próximo jogo

Posted on junho 21, 2010. Filed under: Brasil, Copa do Mundo, Coreia, Portugal, seleção brasileira |

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A partida entre Brasil e Portugal na próxima sexta-feira, em Durban, voltou a ganhar importância. Será um duelo direto pela liderança do grupo G. O time de Dunga está garantido nas oitavas, mas uma derrota o deixa em segundo lugar. Com os brasileiros naturalizados em segundo plano (Liedson entrou no final), Portugal acordou na Copa do Mundo e entrou para valer na briga. Não só atropelou a Coreia do Norte tão temida pelos brasileiros, como fez 7 a 0. Isso mesmo, 7 a 0, e conseguiu a maior goleada do torneio até agora. Chegou aos quatro pontos e mostrou evolução.

Titulares no empate sem gols com a Costa do Marfim, Deco e Liedson foram coadjuvantes desta vez. O primeiro por culpa de dores musculares. O segundo, por opção técnica. Apagado diante dos africanos, Liedson (autor do quinto gol) viu Carlos Queiroz apostar suas fichas no português Hugo Almeida. Pepe ainda não está 100% e assistiu a tudo do banco.
Queiroz, inclusive, deixou de lado a teimosia que marca muitos treinadores. Mudou quatro jogadores para a partida desta segunda-feira. Além dos brasileiros, também sacou do time o lateral Paulo Ferreira e o meia Danny. O resultado não poderia ser melhor. Tiago (2), Simão Sabrosa e Hugo Almeida, reservas na estreia, contribuíram com “apenas” três gols. Raúl Meireles e Cristiano Ronaldo fizeram os outros.
O Brasil pode começar a se preocupar com os portugueses. Principalmente porque o principal nome da equipe resolver desencantar. Cristiano Ronaldo participou bastante do segundo tempo, mandou uma bola no travessão, deu assistências e, no fim, estufou as redes. O melhor jogador do mundo de 2008 e o mais caro da história quer um lugar de destaque na história das Copas. E está disposto a lutar por isso.
A Coreia do Norte? O time que deu trabalho à seleção de Dunga na estreia (perdeu por 2 a 1) também evoluiu, dentro de suas limitações. Ficou menos enfiado na defesa e usou velocidade no ataque. Eduardo correu certo perigo. Mas foi só. Depois, se viu diante de uma locomotiva vermelha. Assim, a esperada revanche pela derrota de 1966 não aconteceu. A equipe asiática não conseguiu vingar o revés por 5 a 3 de sua primeira participação em Copas (a única até 2010), quando Eusébio anotou quatro gols e virou o placar que mostrava 3 a 0.
Às 11h (de Brasília) desta sexta-feira, Brasil e Portugal se encaram para ver quem cresceu mais desde a estreia. O vencedor ganha a liderança do grupo. Será o confronto do líder do ranking da Fifa (o time de Dunga) contra o terceiro colocado. Pelo que fizeram na segunda rodada, ambos começam a fazer jus às expectativas que os cercam.
  • Vincenzo Pinto/AFP Após escanteio, Ricardo Carvalho desvia de cabeça e acerta a trave
  • Jewel Samad/AFP Raúl Meireles recebe passe na área e bate cruzado para marcar
  • Julie Jacobson/API Hugo Almeida desvia de cabeça e faz o terceiro gol dos portugueses
  • No vestiário Antes do apito inicial, Queiroz fez 4 mudanças e deixou Portugal mais criativo
     
    Gol salvador Pressionado, Portugal respondeu com gol de Raúl Meireles, em chute cruzado.
     
    Terceiro O gol de Hugo Almeida aos 11min do 2º tempo encerrou qualquer sonho de reação coreano
 Fonte: UOL
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>Polícia Federal confirma visão de José Serra sobre tráfico de cocaína da Bolívia para o Brasil

Posted on maio 31, 2010. Filed under: Bolívia, Brasil, Fronteira, José Serra, Mato Grosso, Polícia Federal, tráfico |

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O pré-candidato José Serra tem trazido para o debate eleitoral o tráfico de drogas, em especial a cocaína, da Bolívia para o Brasil. Fato que a maiorias dos mato-grossenses já sabem, pois temos cerca de 700 km de fronteira seca com aquele país, e praticamente nenhuma força nacional, exército ou a polícia de Mato Grosso que seja capaz de ao menos diminuir um pouquinho a entrada de milhares de toneladas  de drogas mensalmente, para abastecer os concumidores de Mato Grosso, mas principalmentes as grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte entre outras.
O saudoso governo Dante de Oliveira lutou com toda força junto ao governo federal para que o Exército assumisse a fiscalização por completo da fronteira Mato Grosso e Bolívia, morreu sem ver seu sonho realizado.
Mas essa situação não ameniza, só se agrava, nos últimos meses, traficantes compram dezenas de fazendas na região de fronteira, e expulsa pequenos fazendeiros e seus funcionários para que o caminho fique totalmente livre para agir ao bel prazer. A região do município de Cáceres(MT) é uma das vítimas dos traficantes.
Neste domingo o jornalista Josias de Souza publicou fatos reveladores, onde a própria Polícia Federal mostra que José Serra esta correto em suas afirmações em relação ao governo boliviano e a falta de ações do governo brasileiro para acabar com esse crime que mata e destrói milhares de jovens e famílias por todo Brasil.
Leia abaixo depoimento de um motoqueiro do mundo sobre sua
travessia na fronteira da Bolívia para o Brasil.
Os cerca de 250 quilómetros de estrada já estão quase asfaltados e tirando aqueles pequenos desvios nalguns pontos só havia um troço de uns trinta quilómetros que ainda era preciso ir pela estrada antiga.

Cheguei mais ou menos cedo à fronteira e até tive que esperar que a alfândega boliviana abrisse da parte de tarde.   No Brasil foi mais complicado. Na entrada da fronteira não tinham a Polícia Federal para carimbar o passaporte e tinha de ir ao centro da cidade, a uns quinze quilómetros, para isso e depois voltar para tratar da moto. Eu disse que não tinha jeito nenhum andar para trás e para a frente e um deles telefonou a perguntar se poderia tratar de tudo no centro e eu segui.  Só que no ponto aonde fui também só tratavam dos papéis para a moto, tinha de ir à Polícia primeiro. Lá fui à Policia, na Rodoviária, mas quando cheguei o posto de atendimento já estava fechado. Mas como é…?  Bati no vidro e ao fim de um pedaço lá veio um sujeito novo que apesar de resmungar um pouco me carimbou o passaporte.  Voltei à Receita Federal para me tratarem dos papéis para moto.
Já posso entrar no Brasil! Fonte: Viajardemoto
Leia o texto na íntegra o texto da Folha.
Documentos oficiais produzidos pelo governo durante a gestão do presidente Lula reforçam a acusação de José Serra (PSDB) contra o governo da Bolívia.
O pré-candidato acusou o governo boliviano, na última quarta-feira, de ser “cúmplice” dos traficantes que enviam cocaína para o Brasil. Em reação, a rival petista Dilma Rousseff disse que Serra “demoniza” a Bolívia.
Dados colecionados pelo governo, porém, avalizam a versão do tucano.
Sob condição de anonimato, uma autoridade da Divisão de Controle de Produtos Químicos da Polícia Federal falou à Folha que, segundo relatórios oficiais da PF, 80% da cocaína distribuída no país vem da Bolívia -a maior parte na forma de “pasta”. O refino é feito no Brasil.
Para a PF, a evolução do tráfico revela que há “leniência” do país vizinho. Serra usara uma expressão análoga: “corpo mole”.
A PF atribui o fenômeno a aspectos culturais, pois o cultivo da folha de coca é legal na Bolívia. O produto é usado de rituais indígenas à produção de medicamentos. Seu excedente abastece o tráfico.
ITAMARATY
Num documento endereçado à Comissão de Relações Exteriores da Câmara, em 2007, o Itamaraty disse que, “entre 2005 e 2006, a área de produção de folha de coca na Bolívia cresceu de 24.400 para 27.500 hectares”.
Também informa que, sob o governo de Evo Morales, adotou-se tanto uma política de combate ao narcotráfico quanto de “valorização” da folha de coca.
Segundo o Itamaraty, uma delegação de brasileiros e chilenos foi à Bolívia, em junho de 2007, para reunião com autoridades locais. “Sem resultado”, diz o texto.
Sob Lula, realizou-se um esforço para reativar, sem sucesso, as comissões mistas antidrogas Brasil-Bolívia.
Em setembro de 2008, o Itamaraty enviou à Câmara uma atualização do relatório assinado pelo chanceler Celso Amorim. No tópico sobre drogas, ele afirma que a ONU “divulgou relatório que indica aumento na produção de coca na Bolívia pelo quinto ano consecutivo”.
Em outubro de 2008, Morales expulsou da Bolívia cerca de 20 agentes do departamento antidrogas dos EUA que ajudavam no combate ao tráfico. O pretexto foi a acusação de que a DEA (agência americana antidrogas) realizava espionagem.
A Bolívia firmaria, dois meses depois, um acordo com o Brasil, segundo o qual a PF passaria a atuar na Bolívia no combate ao tráfico de cocaína e armas. Diz a PF que o acordo esbarra até hoje em entraves financeiros. La Paz deseja que Brasília arque com os custos.           
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>Porque Lula vai impedir o Brasil de crescer 7% em 2010?

Posted on maio 13, 2010. Filed under: Banco Central, Brasil, Lula, PIB, PIB brasileiro |

>Oi amigos do Bom Dia Mato Grosso, não vou escrever um artigo sobre economia, nem sobre o aumento dos juros pelo Banco Central, também não tentarei fazer análise do porque os preços estão aumentando tanto.

Eu quero saber se você pode nos ajudar a entender o porque o presidente Lula que nos últimos anos falou tanto no crescimento do PIB brasileiro.

Ele nos convidou para assistir o espetáculo do crescimento, em 2009 disse que o Brasil não entraria em crise e continuaria crescendo, agora estou espantado com a afirmação do Governo de Lula: Vai fazer de tudo para o Brasil não crescer 7% em 2010!

Porque o governo não quer que o país cresça míseros 7% se comparado aos 12% que a China está crescendo.

Na sua opinião, porque Lula não vai permitir que o Brasil cresça 7% em 2010? Tem alguma coisa errada que eu não estou sabendo?

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>Brasil ‘empresta’ para Grécia, via FMI, com 286 milhões de dólares

Posted on maio 8, 2010. Filed under: Brasil, FMI, Grécia |

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Parece piada, inacreditável, mas enquanto falta médicos, hospitais, medicamentos, estradas, aeroportos, saneamento básico, presídios, policia para combater tráfego de drogas e armas nas fronteiras do Brasil com a Bolívia e Paraguai, presídios, pois já não ha mais vagas nos atuais, o ministo Guido Mantega veio à boca do palco para informar que US$ 286 milhões pertencentes ao contribuinte brasileiro serão borrifados na fogueira financeira grega.
A grana vai sair das reservas internacionais do Brasil, hoje estimadas em US$ 245 bilhões. Fará escala no FMI e, dali, para a Grécia.
Mantega esclareceu que as reservas brasileiras não serão reduzidas por conta do financiamento à Grécia.
Como assim? “O Brasil emprestará o dinheiro e o FMI nos dará direito especial de saque. É só uma troca de aplicação”, disse o ministro.
Instado a comentar os riscos de contágio da crise que rói o euro, Mantega disse que as consequências serão, para o Brasil, “muito leves”.
Você concorda com a retirada do Brasil para ajudar a Grécia, enquanto onde mora os serviços que por determinação da constituição o país é obrigado a oferecer gratuitamente aos cidadãos? 

Imaginemos um problema gravíssimo, verdadeira calamidade pública, em todo Brasil, a saúde, quantos hospitais poderiam ser construídos e equipado com esse dinheiro?
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