Caixa Econômica

>Luiz Antonio Pagot usa carro oficial para participar de encontro eleitoral pró Dilma

Posted on agosto 5, 2010. Filed under: AGU, Caixa Econômica, Deputados, Dilma Rousseff, Dnit, Luiz Antônio Pagot, Marketing, ministros |

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O diretor-geral do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte), Luiz Antonio Pagot, utilizou nesta quarta-feira veículo oficial para chegar a um almoço que reuniu 15 ministros e 200 deputados governistas na casa do deputado Luciano Castro (PR-RR).
No cardápio, além da pauta de votação da Câmara, houve gravação de depoimentos dos ministros para os parlamentares utilizarem na campanha eleitoral e avaliação da situação das candidaturas nos Estados.
Pagot chegou em uma caminhonete branca, cabine dupla, com placa JGL 4411. No carro está escrito: “Poder Executivo; uso exclusivo em serviço”. Segundo a assessoria, o diretor do DNIT não vai se manifestar.
A cartilha elaborada pela AGU (Advocacia-Geral da União) afirma que é vedado “usar materiais ou serviços gerais custeados pelos Governos ou Casas Legislativas”. Nos exemplos, há: “uso de transporte oficial para locomoção a evento eleitoral”.
Segundo o anfitrião do encontro, parlamentares levaram equipes de marketing para reunir mensagens de ministros e de colegas da Câmara para serem utilizados na propaganda eleitoral. Nas eleições de outubro, ao menos 426 dos 513 deputados vão buscar a reeleição.
“Foi um almoço de confraternização e claro que esses depoimentos foram gravados. Os ministros e as lideranças partidárias não tinham porque não declarar apoio”, afirmou.
No encontro, os parlamentares aproveitaram para cobrar do ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) a “operacionalização” das emendas que estariam enfrentando problemas de liberação na Caixa Econômica Federal.
“Ninguém está conseguindo transformar emenda em dinheiro. Essa é uma reclamação geral. A Dilma [Rousseff, candidata do PT à Presidência] vai enfrentar problemas nas eleições por causa da Saúde”, disse o deputado Carlos William (PTC-MG).
O deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) reforçou as críticas dizendo que a Caixa Econômica tem prejudicado o setor agrícola. “A gente vai ter que fazer tudo de novo. A Caixa não funciona e está fazendo um desgaste para o governo. A culpa não é do governo. O ministério encaminhou o dinheiro para Caixa e a Caixa é que cumpre. Tudo que depende da Caixa e um caos”, disse.
Fonte: Folha
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>Crédito imobiliário da Caixa Econômica quase dobra no primeiro semestre

Posted on julho 19, 2010. Filed under: Caixa Econômica, Crédito imobiliário, Minha Casa, Minha Vida |

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O crédito imobiliário oferecido pela Caixa Econômica Federal quase dobrou no primeiro semestre de 2010. O crescimento foi de 95,1% na comparação com o mesmo período de 2009.
O banco concedeuR$ 34,1 bilhões no primeiro semestre. No período, foram fechados 575 mil contratos. Quase metade do valor total foi para o programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal. A Caixa estima fechar o ano de 2010 com um valor superior a R$ 60 bilhões em créditos imobiliários.
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>Propaganda enganosa é crime?

Posted on setembro 18, 2009. Filed under: Banco do Brasil, Caixa Econômica, crime, dinheiro, estupro, Petrobras, Propaganda enganosa, Rádio CBN, Telejornais |

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  • Por Carlos Chagas

Para alguns, vem desde que o presidente Lula lançou Dilma Rousseff como candidata à sucessão. Para outros, tudo se acentuou depois da descoberta das reservas de petróleo no pré-sal. Tanto faz. A verdade é que, de uns tempos para cá, não se liga a televisão sem assistir que a Petrobrás tornou-se a grande panacéia universal, que chega muito mais fundo do que o óleo abissal, porque penetra na alma de todos nós. Telejornais aos montes são patrocinados pela estatal, assim como radiojornais, imprensa escrita e tudo o mais que exista na mídia. O Banco do Brasil e a Caixa Econômica não ficam atrás, assim como uma fileira de empresas públicas.


A publicidade existe para atingir determinadas finalidades, a maior das quais promover produtos, empresas e serviços, enfrentando a concorrência, vendendo e lucrando mais. O diabo é que a Petrobrás não concorre com ninguém, no território nacional. É absoluta, bastando notar a ausência de seus concorrentes na batalha da mídia.


Por que, então, essa orgia com recursos públicos? Simplesmente para interligar os inegáveis resultados positivos da empresa ao governo que a dirige. Falando francamente: para conquistar a opinião ou a boa vontade dos veículos de comunicação em favor dos interesses do governo, entre os quase desponta a sucessão presidencial. Se emissoras de televisão, rádios, revistas e jornais são alimentados com dinheiro fácil, é claro que corresponderão, tornando-se no mínimo maleáveis aos desígnios oficiais.


No caso do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, ainda se poderia dizer que concorrem com bancos particulares, mas a desproporção de gastos e de tempo publicitário é flagrante. A propaganda serve para sedimentar o mesmo objetivo: amaciar a opinião publicada, de forma a minimizar críticas, informações negativas e sucedâneos. Afinal, o dinheiro corre em cascata, mesmo sendo público e obviamente tendo melhor aplicação em políticas públicas do tipo educação, saúde, transportes e segurança.


Não se trata de uma peculiaridade do governo Lula. Esse fenômeno acontece há décadas. Só que agora superdimensionou-se e ameaça solapar todo o edifício ético da publicidade. A boa vontade da mídia está sendo obtida direta e subliminarmente, tanto faz, mas seu reflexo na sociedade fica evidente. Trata-se de propaganda enganosa, que nas nações civilizadas costuma configurar crime.


Se ao menos a propaganda da Petrobrás, Banco do Brasil e Caixa Econômica ainda servissem para baixar o preço da gasolina e reduzir os juros, seria uma compensação, mas disso não cogita o governo. A meta é dominar indiretamente os veículos de comunicação, que de sua parte concordam com Paulo Maluf: se o estupro é inevitável, ao menos estão relaxando e gozando…



NINGUÉM DA DIREITA
Esta semana o presidente Lula surpreendeu outra vez. Numa espécie de recuo de quem não tem certeza de emplacar Dilma Rousseff como candidata, declarou num de seus improvisos que o Brasil pode estar feliz, porque nenhum dos concorrentes ao palácio do Planalto pode ser tido como representante da direita empedernida. De forma indireta, elogiou José Serra, Aécio Neves, Marina Silva, Ciro Gomes e Heloísa Helena.


Talvez estivesse se referindo aos tempos em que Geraldo Alckmin, Fernando Henrique, Fernando Collor e Paulo Maluf foram candidatos. Senão cooptar, o presidente mostra-se ao menos disposto a agradar os concorrentes hoje colocados. Dá um passo atrás, na duvida se conseguirá ou não emplacar a chefe da Casa Civil. A verdade é que tem razão. Serra está longe de tornar-se marionete dos tucanos privatizantes. Aécio não explica bem o que será o Brasil pós-Lula, mas certamente não deseja pré-Lula. Marina equipara-se a Dilma, em questões ideológicas, e Ciro não é bobo. Heloísa exprime a extrema esquerda.


A pergunta que se faz é se ele próprio, o Lula, pretende livrar-se do modelo que adotou por sete anos na economia, a expressão mais evidente do neoliberalismo, quer dizer, da direita. Pode ser que consiga…



PRÊMIO PINÓQUIO
Com todo o respeito, mas a entrevista do ex-presidente Fernando Henrique à rádio CBN coloca-o na pole-position para receber o Prêmio Pinóquio deste ano. Disse por três vezes ser mentira a afirmação de que pretendia privatizar a Petrobrás e acrescentou jamais haver quebrado o monopólio estatal do petróleo. Apenas, privatizou parte da empresa, vendendo sua ações no mercado internacional.

Ora bolas, se a Petrobrás, por lei, detinha o monopólio, e se a maior parte de suas ações foi negociada na bolsa de Nova York, onde foi parar o monopólio? A gente tem a impressão de que o ex-presidente não perdeu a esperança de surgir como o candidato do neoliberalismo, disposto a passar uma rasteira em José Serra…



A HORA DA VERDADE
Apesar de o palácio do Planalto estar em obras, registra-se imenso frenesi na sede do Executivo, funcionando emergencialmente no Banco do Brasil. Dentro de duas semanas, no máximo, os institutos de pesquisa estarão divulgando os resultados das novas consultas populares sobre a sucessão presidencial. As impressões iniciais são de que Marina Silva, se não passar, encostará seus percentuais na chefe da Casa Civil, o que representaria uma tendência. Confirmada essa hipótese, seria a hora do desembarque da ex-ministra do Meio Ambiente da canoa onde até agora se agarra para enfrentar o mar turbulento. Não poderá ficar atrelada ao governo, como deseja o presidente Lula. Precisará nadar sozinha.

Fonte: claudiohumberto

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