Calçados

>Painel Econômico

Posted on julho 7, 2010. Filed under: Calçados, desemprego, Econômico, Energia, etanol, Mato Grosso, mulher, Negócios, Painel, prêmio, Sebrae |

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Prêmio – O Sebrae Mato Grosso lança hoje (7) o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. O objetivo da premiação é reconhecer e dar visibilidade às histórias de vida de mulheres que conseguiram superar dificuldades e construir negócios de sucesso, incentivando o empreendorismo feminino. As inscrições vão até 15 de setembro. 
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Mais informações no site  www.mulherdenegocios.sebrae.com.br
EnergiaNa sexta-feira (9), o Conselho dos Consumidores de Energia Elétrica de Mato Grosso (Concel/MT) irá a Sinop conhecer as demandas dos consumidores e propor soluções para melhorar a situação da distribuidora na cidade. Uma oportunidade para a população local acompanhar de perto as atividades desenvolvidas pelo setor elétrico em Mato Grosso. O encontro será no Hotel Ucayali.
Carne bovina – “Caderno de Receitas” é a nova publicação da Acrimat, que traz 25 receitas com carne vermelha elaboradas por chefs cuiabanos. A idéia é incentivar o uso de cortes menos nobres em pratos saborosos.


Deflação – O Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para os consumidores com renda até 2,5 salários mínimos, deverá prosseguir em deflação em julho, após cair 0,38% em junho, segundo economistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Produtos – A redução deverá puxada pelos alimentos como feijão, leite e alimentos in natura, que no primeiro semestre acumularam alta de 4,78%.

Desemprego – O Índice de Medo do Desemprego (IMD) atingiu 82,3 pontos em junho, conforme pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo tem como base uma escala fixa de 100 pontos. Quanto mais alta a pontuação, maior a confiança do trabalhador.

Desemprego 2 – Foram ouvidas 2,002 mil pessoas em diferentes regiões do país. Do total, 53% disseram que não têm medo do desemprego.

Etanol – Os preços médios do etanol nos postos recuaram em 13 Estados na semana encerrada em 3 de julho, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Calçados – O setor de calçados está otimista com mercado. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), as medidas antidumping adotadas pelo governo federal em setembro do ano passado geraram 60 mil empregos.

 Fonte: A Gazeta

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>Mato Grosso vive a década de ouro de sua história

Posted on junho 1, 2010. Filed under: atacado, bebidas, Calçados, comércio, combustíveis, Comunicação, crescimento, IBGE, Indústria, Indústria Têxtil, Mato Grosso, Metalurgia, PIB |

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Estado que mais cresce no país, com ritmo de crescimento comparável ao da China, em torno de 10% ao ano, Mato Grosso vive a “década de ouro” de sua história. Saiu de importador para exportador de energia – o principal gargalo do seu desenvolvimento nas últimas três décadas – assumiu a liderança na produção de soja e algodão, passou a ter o maior rebanho bovino comercial do país e, ao invés de só exportar matéria-prima, inicia um novo ciclo de desenvolvimento ao agregar valor à produção que transforma proteína vegetal em animal, ou seja, ao invés de vender o grão de soja, transforma-o em ração para aves e suínos e exporta a carne.
O resultado desta “revolução” é o fortalecimento econômico do Estado e a expansão do setor industrial, com a vinda de agroindústrias dos mais diferentes setores, como alimentação (esmagadoras de soja, processadoras de frangos e suínos, frigoríficos), bebidas, metalurgia, combustíveis, calçados, atacado, comunicação e indústria têxtil. Junto a essas empresas foram gerados milhares de empregos diretos, provocando um extraordinário crescimento sobre a arrecadação e a elevação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios, que aponta o grau de desenvolvimento de um país, estado ou município.
Nos últimos oito anos desta década, por exemplo, a receita pública foi praticamente triplicada, saindo de R$ 3,2 bilhões, em 2002, para R$ 9,5 bilhões, em 2009. Já o PIB de Mato Grosso em 2002 foi de R$ 20,9 bilhões, saltando para R$ 42 bilhões em 2007 (último levantamento do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
“Podemos afirmar que Mato Grosso vive mesmo a década áurea da sua história”, define o superintendente de Indústria da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia do Estado, Sérgio Romani. Segundo ele, esse desenvolvimento vai ser intensificado nos próximos anos, com o advento da Copa de 2014, e continuará firme por muitos anos.
Ele diz que Mato Grosso passa por um processo de transformação ímpar. “Em um período de 12 anos – 1995 a 2007 – o nosso PIB (Produto Interno Bruto) cresceu quase 500%. Nenhum outro estado brasileiro registrou um índice tão elevado”. Frisou a importância dos incentivos fiscais como fator de atração de empresas ao Estado, mas lembrou que o grande chamariz dos investimentos continua sendo o potencial econômico do Estado e as oportunidades de negócio. “Só com a agricultura, por exemplo, Mato Grosso tem condições de triplicar sua produção sem derrubar sequer uma árvore”, pontua Romani.
“Mato Grosso tem crescido em ritmo semelhante à China, não há como segurar o nosso Estado”, diz o presidente da Federação das Indústrias no Estado (Fiemt), Jandir Milan, apoiado em um estudo econômico que traça o comparativo do crescimento industrial de Mato Grosso com a média brasileira e os estados vizinhos nos últimos 12 anos.
DADOS – O estudo mostra, com base no levantamento do IBGE, que o PIB estadual entre 1995 e 2007 saltou de R$ 7,319 bilhões para R$ 42,687 bilhões, alcançando o maior índice de crescimento entre os estados das regiões Centro-Oeste e Norte, com incremento de 483%.
Segundo Jandir Milan, a iniciativa privada investiu maciçamente graças ao bom ambiente econômico de Mato Grosso. Ele destaca ainda o bom desempenho do agronegócio e a verticalização da produção, ou seja, industrialização de matéria-prima e agregação de valores à produção.
Outro ponto favorável, na avaliação dos empresários, é que o governo federal manteve a postura agressiva de atração de investimentos e não deu ouvidos aos críticos dos incentivos fiscais. “Crescemos graças a estes incentivos e alcançamos resultados fabulosos. Os resultados aí estão em números, para quem quiser comprovar, e as indústrias não param de chegar ao nosso Estado”, afirma Sérgio Romani.
Ele lembra que os municípios que recebem as indústrias passam por uma transformação econômica. A tese do governo estadual é de que, além da geração de emprego e renda, um grande empreendimento acaba atraindo outras pequenas empresas prestadoras de serviço para atender suas necessidades.
“Um investimento puxa outro e aí a economia fica nesse ciclo virtuoso de crescimento”, afirma Romani. Para ele, o processo de industrialização está apenas começando, “mas Mato Grosso já vive uma nova era desenvolvimentista na atual década”. Fonte: Fiemt
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>Síntese econômica

Posted on setembro 11, 2009. Filed under: Calçados, Economês, GVT, Síntese econômica, Selic |

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Impacto

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, defendeu uma análise detalhada da eventual compra da GVT pelo grupo francês Vivendi antes de fazer uma avaliação sobre o impacto da operação no Brasil. “A gente tem que fazer uma boa análise para saber o que significa isto, que impacto isto traz para a continuidade dos serviços da empresa no Brasil e de que maneira isto interfere no mercado de trabalho”.


Selic

Apesar do crescimento do nível de utilização da capacidade instalada em julho, o Banco Central (BC) não precisa se preocupar em elevar os juros básicos da economia, mas deve-se acompanhar agora o nível de juro cobrado pelos bancos. “A agenda deve mudar para as taxas dos empréstimos bancários. É preciso olhar menos o juro básico e mais o dos empréstimos”, afirmou o economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castello Branco.


Calçados

As importações de calçados chineses terão uma alíquota adicional de US$ 12,47 o par pelos próximos seis meses, segundo decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) publicada ontem no Diário Oficial da União. O processo para investigação da prática de dumping nas exportações chinesas de calçados para o Brasil foi aberta em outubro de 2008 pela Associação Brasileira de Calçados (Abicalçados). De janeiro a julho, o preço médio do calçado importado pelo Brasil foi de US$ 8,32.


Alíquota

A alíquota será cobrada aos calçados situados entre as posições 6402 a 6405 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Essas posições incluem calçados com cabedal (parte de cima do produto) sintético, de couro, têxtil e outros exóticos e respondem por 99,5% das importações chinesas. A decisão exclui, porém, os calçados para os segmentos médico-hospitalar, segurança do trabalho, entre outros.


Economês

A Petrobras pode reduzir em até 20% sua produção de gasolina no País para se adaptar ao mercado consumidor doméstico, que está priorizando o álcool combustível, garante o diretor de Abastecimento e Refino da estatal, Paulo Roberto Costa. A companhia está priorizando algumas correntes nas refinarias para aumentar a produção de diesel e de nafta, produtos em que o País é deficitário.

Bolsa de Valores – O curso Aprenda a Investir na Bolsa de Valores acontece nos dias 18, das 19h às 22h e 19, das 8h às 17h, no auditório do Grupo Gazeta, rua Prof. Teresa Lobo, 30. Informações (65) 3025-4806. Fonte: http://www.gazetadigital.com.br

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