Camargo Corrêa

>Camargo Corrêa participará de construção de usina hidrelétrica em Moçambique, obra custará US$ 2 bilhões

Posted on agosto 18, 2010. Filed under: Camargo Corrêa, Energia, Moçambique, Usina hidrelétrica em Moçambique |

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Moçambique aprovou a construção de uma usina hidrelétrica da ordem de US$ 2 bilhões, em um movimento para aumentar a geração de energia e atrair investimento estrangeiro, informou nesta quarta-feira o jornal Notícias, controlado pelo governo.
 Usina hidrelétrica em Moçambique  
Segundo a publicação, o ministro de Energia, Salvador Namburete, afirmou que a nova barragem de Mphanda Nkuwa será construída a 60 quilômetros da hidrelétrica de Cahora Bassa, no rio Zambezi, e será capaz de gerar 1.500 megawatts.
Namburete disse que 20% do controle da usina ficará nas mãos da estatal Electricidade de Moçambique (EDM), enquanto os 80% restantes serão compartilhados pela joint venture formada entre a empresa local Energia Capital e a brasileira Camargo Corrêa.
“Esta infraestrutura trará investimentos de qualidade que irão contribuir para a industrialização e o desenvolvimento econômico e social do país”, afirmou ele.
Segundo o ministro, quatro turbinas, cada uma com 375 megawatts de capacidade, serão construídas na primeira fase do projeto, que deve ter início em 2011.
Nesta quarta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe o primeiro-ministro de Moçambique, Aires Aly, em Brasília. A agenda com detalhes do encontro, no entanto, não foi disponibilizada.
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>Empreiteira pagou propina a PT e PMDB de pelo menos 2.900 milhões de reais

Posted on janeiro 23, 2010. Filed under: Camargo Corrêa, empreiteira, Operação Castelo de Areia, Polícia Federal, propina, Tucuruí |

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A empreiteira Camargo Côrrea acertou o pagamento de propina de pelo menos R$ 2,9 milhões ao PT e ao PMDB referentes à obra de Tucuruí, afirma relatório da Polícia Federal produzido durante a Operação Castelo de Areia, informou ontem o Estado de S.Paulo.

Os pagamentos aparecem em documentos digitalizados que foram apreendidos com Pietro Bianchi, um dos três diretores da construtora que são alvo de ações judiciais. Os supostos beneficiários do esquema seriam aliados do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

A Camargo Côrrea informou que não irá se manifestar sobre os documentos. E em resposta à divulgação do relatório, o presidente do Senado divulgou uma nota na qual qualifica como o envolvimento do seu nome na Operação Castelo de Areia como um “insulto” e afirma que o objetivo da acusação é “criar um escândalo”.

Fonte: Claudiohumberto

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>Luiz Antonio Pagot aparece no relatório da Polícia Federal

Posted on janeiro 23, 2010. Filed under: Camargo Corrêa, diretor-geral, Dnit, Luiz Antônio Pagot, Operação Castelo de Areia, Polícia Federal, Tucuruí |

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Relatório final da Polícia Federal elaborado durante a Operação Castelo de Areia aponta indícios de interferência de Augusto Nardes, ministro do Tribunal de Contas da União, para liberar obras da eclusa do Tucuruí (PA), tocada pela empreiteira Camargo Corrêa.

O nome dele aparece em manuscritos apreendidos na sala de um executivo da empreiteira. Os papéis se referem à negociação de um aditivo de R$ 155 milhões pagos à empresa.

Cita também o diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, e o PP -partido ao qual Nardes era filiado quando deputado federal.

No caso de Pagot, aparece grifado o termo “compromisso”, estipulando o valor de R$ 500 mil.

Fonte: Folha de S. Paulo
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>Corrupção: Documentos que integram inquérito da PF sugerem que construtora Camargo Corrêa deu R$ 1 mi a PT e PMDB pela obra de eclusas de Tucuruí

Posted on dezembro 8, 2009. Filed under: Adhemar Palocci, Camargo Corrêa, corrupção, favela, fome, miséria, PMDB, Polícia Federal, PT, SUS, TCE |

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Adhemar Palocci é citado em relatório da Castelo de Areia sobre obra no Pará

O relatório final da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal levanta a suspeita de envolvimento de Adhemar Palocci, irmão do deputado federal Antonio Palocci (PT-SP), no pagamento de propina da construtora Camargo Corrêa ao PT e ao PMDB. Segundo a investigação, há indícios de que cada partido tenha recebido R$ 500 mil da empreiteira.

Adhemar é diretor de planejamento e engenharia da Eletronorte, estatal responsável pela execução da construção das eclusas de Tucuruí, no rio Tocantins, no Pará. De acordo com as apurações da PF, a Eletronorte e a Camargo Corrêa assinaram um aditivo contratual para a obra, no valor de cerca de R$ 76 milhões. Desse total foi abatido um montante relativo a impostos, e chegou-se a R$ 71 milhões, valor que teria servido de base para estipulação do total da propina.

Resultado da corrupção: fome e miséria

Para a PF, um manuscrito apreendido nas investigações traz indícios de que o valor de propina pago pelo aditivo da obra tenha sido de R$ 2,1 milhões. Um trecho do documento traz a inscrição “acordo de 3% dos pagamentos de eclusa”.


Ainda segundo o relatório, o manuscrito traz a descrição de um valor de R$ 1 milhão que “está ligado às siglas PT e PMDB, à proporção de 50% para cada” um. O documento também contém as expressões “ADM/Pau” e “Paulocci” -que, segundo a PF, são menções a Adhemar Palocci. Outro nome citado é “Astrogildo”, que, conforma as conclusões do relatório, refere-se a Astrogildo Quental, diretor financeiro da Eletrobrás.


Corrupção tira dinheiro do SUS e coloca e os doentes em filas intermináveis

Quental é ligado à família Sarney e foi secretário estadual de Infraestrutura do Maranhão no governo de Roseana Sarney. Ele também foi um dos investigados em outra operação da PF, chamada inicialmente de Boi Barrica (rebatizada de Faktor), e que indiciou Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).


O diretor da Eletrobrás era um dos principais interlocutores de Fernando Sarney ao telefone em conversas gravadas pela polícia com autorização da Justiça. A PF chegou a afirmar que Quental defendia os interesses dos negócios do grupo de Fernando na Eletrobrás.


O relatório da PF deixa claro a necessidade de aprofundar as apurações sobre os suspeitos. O documento, com mais de 300 páginas, foi entregue ao Ministério Público Federal de São Paulo em 22 de novembro.


Ontem, com fundamento no relatório, o órgão encaminhou os documentos da apuração à Procuradoria-Geral da República para que o órgão tome medidas para o prosseguimento das investigações. No caso de Tucuruí, o Ministério Público deve pedir novas apurações sobre o envolvimento de um membro do TCU (Tribunal de Contas da União) e um diretor do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes).


A Procuradoria também vai pedir novas investigações a respeito de outras 13 obras. Entre elas estão a construção da linha 4 do metrô de São Paulo e do Rodoanel Mário Covas.


A apuração deverá recair sobre os conselheiros do TCE (Tribunal de Contas do Estado) Eduardo Bittencourt e Antonio Roque Citadini. Documentos apreendidos na Castelo de Areia apontam as inscrições “Ed. Bitt” e “Roc. Citadini”, que, para a PF, são abreviações dos nomes dos conselheiros.


Segundo o relatório da PF, a inscrição “CLEIMS – Metrô L4”, encontrada em um dos documentos, refere-se à palavra claim, que é utilizada no jargão técnico de contratos nos casos em que há alterações de cláusulas dos negócios. Para os investigadores, essa é uma das chaves para aprofundar as investigações sobre as irregularidades nas obras paulistas.

Corrução rouba dinheiro da habitação e surgem as favelas colocando a
cidadão exposto a todo tipo de risco.


Políticos
O deputado federal Edson Aparecido (PSDB-SP) também deve ser alvo de novo inquérito. O nome dele surgiu durante apurações sobre documentos relativos à obra da ponte Pauliceia, no rio Paraná, na divisa entre São Paulo e Mato Grosso do Sul. Segundo nota divulgada ontem pelo Ministério Público, um membro do PMDB também é suspeito de participar de irregularidades ligadas à obra.


Sai governo, entra governo e a corrupção só aumenta? O que explica isso?

Iniciada para apurar crimes financeiros supostamente cometidos por executivos da Camargo Corrêa, o alcance obtido pela Operação Castelo de Areia surpreendeu os envolvidos nas investigações. Nomes de integrantes da base aliada do governo federal e da oposição surgiram nas apurações. O caso já resultou em duas ações criminais contra diretores da empreiteira e doleiros, que já foram acusados de movimentar ilegalmente cerca de US$ 30 milhões e fraudar a licitação para construção do metrô de Salvador. A abertura de um terceiro processo está sob análise do juiz titular da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, Fausto Martin De Sanctis.

Fonte: Folha de S. Paulo

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>Polícia Federal faz ação sobre desvio de 500 milhões em empreiteiras

Posted on setembro 12, 2009. Filed under: Camargo Corrêa, corrupção, empreiteiras, Gautama, Nielsen, OAS, Odebrecht, Polícia Federal, quadrilha, Queiroz Galvão |

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A Polícia Federal prepara uma ação de busca e apreensão nas sedes de algumas das maiores empreiteiras do país e nas casas de seus executivos. A PF obteve, no último dia 2, autorização da Justiça para a operação, mas o pedido de prisão de suspeitos foi negado.

As empresas são investigadas por suposta fraude a licitações, tráfico de influência, formação de quadrilha e corrupção ativa e passiva na execução de obras em aeroportos de todo o país -Guarulhos, Vitória e Campo Grande, entre outros.

O total de desvios chegaria a R$ 500 milhões. As obras foram licitadas pela Infraero na gestão do ex-presidente da empresa Carlos Wilson (PT-PE), morto em abril deste ano.

Entre os alvos principais do inquérito estão, entre outras, as empreiteiras OAS, Camargo Corrêa, Odebrecht, Nielsen, Queiroz Galvão e Gautama.

A investigação já dura dois anos. Os suspeitos foram grampeados por cerca de um ano, conforme informações da seção judiciária do Distrito Federal que estão na internet.

Nesta semana, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Justiça souberam que informações sobre a operação da PF, que deveria ser sigilosa, vazaram para alguns investigados. Investigadores ligados ao caso dizem que o vazamento prejudica, mas não invalida a ação, que até ontem não tinha data para ser realizada.

A operação implica convocação de centenas de policiais federais de todo o país – em casos complexos, juízes chegam a dar até 30 dias para que a polícia se organize e faça as buscas.

A ação era considerada a “cereja do bolo” da investigação, com grandes expectativas do que poderia ser encontrado no trabalho policial em ano pré-eleitoral – as empreiteiras costumam ser grandes doadoras de campanhas. As buscas seriam feitas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Mato Grosso do Sul e Bahia.

A investigação foi aberta como parte de um inquérito instaurado em 2007 com base em denúncia anônima. Por estratégia, decidiu-se esvaziar a investigação principal e pedir escutas telefônicas, quebras de sigilo e, como agora, prisões e buscas e apreensões por meio de medidas cautelares, às quais os advogados só têm acesso oficial depois de executadas.

O delegado responsável pelo caso é Cesar Hubener. A Folha tentou localizá-lo, mas ele estava em viagem, incomunicável. O Ministério Público afirmou que não se manifestaria “por se tratar de uma medida que corre sob sigilo de Justiça”.

A juíza que deferiu a medida de busca e apreensão, Polyana Kelly, substituta da 12ª Vara da Justiça Federal de Brasília, afirmou apenas que não pode comentar o caso “por estar sob sigilo”. Advogados de réus apresentaram petição tentando ter acesso ao teor de seu despacho, mas ela indeferiu.

Fonte: Folha de S. Paulo

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