candidata à Presidência

>Diocese pede de volta panfletos que PF recolheu

Posted on outubro 21, 2010. Filed under: candidata à Presidência, CNBB, Dilma Rousseff, Diocese, Guarulhos, Igreja Católica, Polícia Federal, TSE |

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Recurso no TSE diz que se tratam de documentos da Igreja

A Diocese de Guarulhos (SP) confirmou nesta quarta-feira que encomendou os cerca de 1 milhão de panfletos com texto que prega o voto em candidatos contrários ao aborto e com críticas ao PT e à candidata à Presidência Dilma Rousseff por suas posições sobre o assunto, apreendidos pela Polícia Federal em uma gráfica na capital paulista no fim de semana.

AQUI O FOLHETO DA CNBB CENSURADO PELA DILMA!

A diocese entrou com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a devolução do material – recolhido depois que o TSE atendeu a pedido do PT – e a extinção do processo.
Uma das sócias da gráfica é filiada ao PSDB e irmã de um coordenador de campanha do tucano José Serra.
Ao conceder a liminar determinando a apreensão, o ministro do TSE Henrique Neves entendeu que a legislação eleitoral não permite que as igrejas contribuam com publicidade em favor ou contra candidatos.
Em nota divulgada após a ação da Polícia Federal, a Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que não indica nem veta candidatos ou partidos e que não patrocina a impressão e a distribuição de folhetos contra ou a favor de candidatos.
No recurso, a diocese explica que não se trata de um panfleto, mas de um documento da Igreja Católica, oriundo de encontro da Regional Sul 1 da CNBB.

Fonte: Blog do Noblat

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>Dilma, o PT e o "depois"

Posted on fevereiro 21, 2010. Filed under: candidata à Presidência, Dilma Rousseff, PT |

>ELIANE CANTANHÊDE

O PT fala uma língua, a sua candidata à Presidência fala outra. Faz sentido. Dilma Rousseff louva sua história de resistência à ditadura militar, mas trata de garantir o alegre apoio dos banqueiros e grandes empresários, que se deram bem no governo petista. E o partido se empenha em manter viva a fé das bases sindicais, estudantis, agrárias, todas devidamente dóceis ao poder na era Lula.

 
No seu quarto congresso, aos 30 anos, o PT aprovou o apoio integral ao programa de direitos humanos, ao imposto sobre grandes fortunas, à maior liberdade para as invasões do MST, à jornada de 40 horas semanais e ao fim do “monopólio” dos meios de comunicação, cultura e entretenimento.

 
Dilma não abriu a boca sobre nenhum deles no seu discurso. Seguiu a máxima de Lula, de unir “a cabeça e a emoção”, e falou de Minas, onde nasceu, do Rio Grande do Sul, onde se fixou, de filha, genro, o futuro neto (ou neta), de companheiros que caíram na resistência à ditadura. E expôs o seu delicado equilíbrio ao se comprometer com os pequenos e os grandes produtores rurais -sempre eleitos como cruéis inimigos pelas bases petistas.

 
Como previsto, o “happening” foi para lançar o futuro, mas festejou principalmente o presente: Lula foi a grande estrela nos discursos, nos filmes, nas fotos, nos aplausos. Aliás, registre-se que as estrelas que haviam sumido em 2006 estão de volta. Com toda a força.

 

A dúvida é quanto ao depois. Na campanha, fala-se o que convém. No governo, faz-se o que se quer e o que se pode. Se Dilma for presidente, ela vai seguir o que o PT prega ou o que a candidata hoje diz? A resposta está nas alianças que fizer e também na sua biografia, nas suas crenças, nos seus traumas, na sua personalidade. Lula não se arvora “de esquerda” e foi muito hábil ao equilibrar interesses e fazer prevalecer os seus. Mas não custa lembrar: Dilma não é Lula.

Fonte: Folha de S. Paulo
elianec@uol.com.br

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