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>Governo de Mato Grosso perdoa dívida de mais de R$ 185 milhões de empresa paranaense

Posted on setembro 21, 2010. Filed under: Blairo Maggi, candidato, dívida, Fertipar, governo, Mato Grosso, Ministério Público, Palácio Paiaguás, Senado, Silval Barbosa, TV Record, Wilson Santos |

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Wilson Santos (PSDB)   

Um dia após acusar o ex-governador e hoje candidato ao Senado Blairo Maggi (PR) de ter “perdoado” uma dívida superior a R$ 155 milhões durante o debate da TV Record, Canal 10, nesta segunda (20), o candidato ao Palácio Paiaguás, Wilson Santos (PSDB), apresentou uma série de documentos sobre o caso “Fertipar” que, segundo o tucano, é uma verdadeira aberração do casuísmo. As denúncias podem cair como uma “bomba” na campanha de Maggi e também do governador Silval Barbosa (PMDB), que busca a reeleição e era vice do republicano na época em que a empresa foi beneficiada. Apesar das denúncias ocorrerem a 12 dias da eleição, Wilson garante que as acusações não têm cunho político. “Eu estudei essa denúncia por dois meses para não fazer nenhuma acusação leviana. Mas vocês podem checar que todos os documentos apresentados são oficiais, estão timbrados e devidamente assinados pelas autoridades do Estado”,  afirmou Wilson Santos.
   
De posse de decretos de lei, acórdãos e pareceres do próprio Governo, Wilson afirmou que o Decreto de Lei 2311/2009, publicado em 23 de dezembro de 2009, foi criado com o único intuito de favorecer a empresa paranaense de fertilizantes Fertipar, que possui uma filial em Rondonópolis. Conforme a documentação apresentada por Wilson, a empresa entregava toda a mercadoria, isenta dos impostos, para a empresa Amaggi, da qual o ex-governador é sócio. “Assim fica fácil ficar rico”, disparou o tucano.
   
Logo em seguida, ele afirmou que o decreto é ilegal e que, por isso, pretende encaminhar toda a documentação para o Ministério Público e outras autoridades para que o caso seja averiguado. “Vamos ao Tribunal de Justiça (TJ), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF), onde for necessário para que essa empresa pague o que deve a Mato Grosso”, afirmou o tucano. O decreto assinado por Maggi introduz alterações no regulamento do ICMS, que estão previstas no Decreto 1944/1989. Conforme o artigo 13º, que foi inserido na lei, “o deferimento previsto neste artigo é extensivo a quaisquer outras espécies de insumos agropecuários, derivados ou não, inclusive matérias primárias, ainda que lhes sejam dadas outras denominações ou classificações fiscais, desde que importados por produtor rural ou estabelecimento industrial até 22 de outubro de 2009”.

Wilson Santos (PSDB) 
Ocorre que conforme a Legislação, a empresa só pode ser beneficiada pela isenção fiscal se comprar a matéria prima em qualquer lugar e industrializar no Estado. Conforme Wilson, a Fertipar havia importado os “ingredientes” e depois resolveu industrializar tudo no Paraná. Durante fiscalização da Sefaz, em Campo Novo dos Parecis, a empresa foi autuada em 10 de outubro de 2007. Desde então, vinha recorrendo junto aos órgãos competentes, mas não obteve êxito. Em 29 de setembro de 2008, por exemplo, a Sefaz manteve a decisão e, como já havia se passado praticamente um ano da data da autuação, entendeu que a dívida da empresa era de R$ 185 milhões. “Até aqui o governo cumpriu o seu papel, o problema foi o decreto de 23 de dezembro. Um verdadeiro presente de Natal”, cutucou Wilson.
  

Segundo ele, depois de perder vários recursos o advogado da empresa, de posse do decreto assinado por Maggi, conseguiu anular a dívida em 25 de março. Na prática, segundo o tucano, o decreto beneficiou apenas a Fertipar, que já acumulava uma dívida de R$ 185 milhões, sendo R$ 61 milhões de ICMS, R$ 16,9 milhões de correção monetária, R$ 29,1 milhões de juros de mora e R$ 77,9 milhões em multas. “Quando esse decreto foi publicado ele já não tinha validade, tendo em vista que era retroativo. Isso é de um casuísmo que eu nunca vi na vida. Eles mudaram uma lei apenas para anular uma multa, que foi aplicada corretamente. Acho que alguém não queria pagar os R$ 61 milhões de ICMS”, disparou o tucano. Ainda conforme Wilson, a Fertipar foi uma das doadoras de campanha de Maggi e teria dado R$ 250 mil ao republicano em 2002, quando ele disputou o Governo pela primeira vez.
Fonte: RDNews
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>Eleições 2010: Em Salvador José Serra é oficializado candidato a Presidente da República

Posted on junho 13, 2010. Filed under: candidato, eleições 2010, José Serra |

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Convenção do PSDB em Salvador neste sábado

   
Acúpula do PSDB e milhares de militantes se reuniram em Salvador hoje para oficializar a candidatura de José Serra. Em discurso, o candidato tucano disse que aceitava a indicação do partido e que o compromisso com a democracia é inegociável. Serra também voltou a criticar o aparelhamento do Estado e a política externa do governo Lula.
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>Aloprados O retorno

Posted on junho 8, 2010. Filed under: Aloprados, candidato, chantagem, dossiê, Ricardo Noblat |

>Por Ricardo Noblat

Que diferença faz um dossiê a mais ou a menos? Nada é mais comum, aqui e em toda parte, do que candidato estocar munição para disparar contra adversários. É o jogo sujo da política. Às vezes nem dispara. Em certas ocasiões, representantes dos candidatos se reúnem em local seguro e neutro e firmam um acordo: tiro só da cintura para cima.
Dossiês, quase sempre, são confeccionados para uso clandestino ou divulgação pela mídia. Servem para detonar escândalos. Quem se envolve com a tarefa trabalha no limite da irresponsabilidade. Uma coisa é juntar informações verdadeiras. O eleitor tem direito a conhecê-las. Outra é misturá-las com informações falsas captadas por meios criminosos – grampos, subornos e chantagem.
No segundo debate de televisão do segundo turno da eleição de 1989, Fernando Collor encarou Lula sobraçando pastas recheadas de documentos. Amigos de Lula temeram que ele pudesse exibir fotos do candidato do PT na companhia de uma amiga psicóloga. Quem supostamente presenteou Collor com as fotos foi o então deputado Bernardo Cabral (PMDB-AM). As fotos não saíram das pastas.
O ensaio de candidatura de Roseana Sarney a presidente no início de 2002 foi fulminado por uma operação de agentes da Polícia Federal e procuradores da República. Achou-se R$ 1,3 milhão no cofre da empresa do marido dela. Roseana enrolou-se para explicar o que não passava de Caixa 2. Sarney, o pai, atribuiu a culpa pelo sucedido a José Serra, também candidato a presidente.
Às vésperas do segundo turno da eleição daquele ano, o comando da campanha de Lula foi informado de que o programa de televisão de Serra exploraria imagens de uma antiga noitada alegre em Manaus do candidato do PT. Baixou o desespero. José Dirceu, presidente do PT, falou a respeito com o presidente Fernando Henrique Cardoso. Prometeu retaliar desovando o que armazenara contra o governo e Serra.
Amigo de Lula e de Serra com igual intensidade, o deputado Sigmaringa Seixas (PT-DF) voou às pressas para São Paulo a pedido de Dirceu. Conversou com Serra tarde da noite. Ouviu que não havia as tais imagens e que ele seria incapaz de apelar para recurso tão degradante. Na dúvida, Dirceu passou o resto da campanha sem tirar o dedo do gatilho.
Serra tinha razões de sobra para se vingar. Pouco antes, aqueles chamados por Lula de “aloprados”, funcionários do seu comitê de campanha, haviam forjado um falso dossiê contra Serra, candidato ao governo de São Paulo, e Geraldo Alckmin, candidato do PSDB a presidente. O dossiê explodiu no colo de Lula. E acabou com suas chances de se eleger no primeiro turno.
Agradeça a Deus, Dilma, o fato de a nova geração de aloprados do PT ter sido logo flagrada em ação. Imagina se estivessem no ar os programas de propaganda eleitoral dos partidos no rádio e na televisão. E se só então pipocasse a história do dossiê contra Serra e do almoço do assessor de campanha com o delegado especialista em escutas telefônicas clandestinas.
Empenha-se o PT em vender algumas versões do episódio que não resistem a um sopro de criança. Dossiê? “Não havia dossiê”. Ora, há dossiê, sim, e ele segue sendo encorpado. Como o PSDB tem o dele contra Dilma, o PT e o governo. O PT informa que o dossiê não passa de um livro do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, a ser postado em breve na internet. Menos!
Há 15 dias, Amaury não tinha um livro. Tinha documentos e a idéia de publicar um livro. Por que participou do almoço onde seu amigo Luiz Lanzetta, assessor de comunicação da campanha de Dilma, disse ao delegado-araponga Onésimo de Souza que precisava saber tudo que Serra fizesse ou falasse? Antes que o espaço acabe, digo que Dilma só agiu contra os aloprados depois de ter sido procurada pela imprensa.
Em telefonema para a direção da revista VEJA, jurou inocência, pediu um voto de confiança e garantiu punir com rigor quem ferisse a lei. A conferir.
E-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br

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>Delegado revela que comando da campanha de Dilma ofereceu R$ 1.600 mi para levantar tudo sobre Serra, inclusive a vida pessoal e familiar

Posted on junho 6, 2010. Filed under: candidato, comitê eleitoral, Dilma Rousseff, investigação, José Serra |

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Reproduzimos abaixo matéria da Revista Veja desta semana, onde o delegado Onézimo Souza revela que o comitê de campanha de Dilma Rousseff pagaria R$ 1.600.000,00 para grampear telefones de José Serra e membros da cúpula do comitê de campanha da candidata.
Moreira Mariz
TRABALHO CARO
Delegado Onézimo Sousa: oferta de 1,6 milhão de reais para saber tudo o que falavam os adversários
Na semana passada, VEJA revelou a existência de um grupo que se reunia dentro do comitê eleitoral do PT, em Brasília, com a missão de espionar adversários e integrantes do próprio partido. A notícia estremeceu as relações até então amigáveis entre os principais atores ligados à campanha presidencial. O PSDB anunciou que pretende convocar para depor no Congresso os personagens que tentaram montar uma rede de espionagem onde funciona o comitê de comunicação da pré-campanha da ex-ministra Dilma Rousseff. “Haverá um acirramento”, avisou Eduardo Jorge, vice-presidente executivo dos tucanos. Já os petistas correm em sentido oposto, tentando pôr um ponto final à discussão. “Não fomos nós que colocamos esse assunto absurdo em pauta. Esse tipo de debate não interessa ao país”, afirma o presidente do PT, José Eduardo Dutra. Na sexta-feira passada, em entrevista a VEJA, o delegado aposentado da Polícia Federal Onézimo Sousa revelou detalhes que ajudam a dimensionar com maior exatidão o que se planejou nos subterrâneos do comitê petista – forçando uma intervenção direta do comando da campanha com ordens expressas de parar com tudo.
Apontado como o chefe do grupo de espionagem, o policial garante que sua atuação se restringiu a uma reunião de planejamento. O que foi proposto, segundo ele, era inaceitável. Em carta a VEJA, ele reafirmou que divergia “cabalmente quanto à metodologia e ao direcionamento dos trabalhos a ser ali executados”. O comitê petista queria identificar um suposto membro da cúpu-la da campanha que estaria vazando informações estratégicas. Para isso, era necessário reunir os extratos telefônicos e rastrear com quem cada um deles conversava. Acreditava que por meio do cruzamento de números o traidor seria facilmente identificado. A outra missão era ainda mais explosiva: monitorar o ex-governador José Serra, candidato à Presidência pelo PSDB, e o deputado tucano Marcelo Itagiba, seus familiares e amigos. Os aloprados do comitê queriam saber tudo o que os dois faziam e falavam.
No início de abril, ainda distante do atual clima de euforia com o resultado das pesquisas eleitorais, havia uma disputa interna pelo controle da campanha. De um lado, o ex-prefeito Fernando Pimentel, coordenador e amigo de Dilma. Do outro, um grupo do PT de São Paulo ligado ao vice-presidente do partido, o deputado Rui Falcão. Onézimo Sousa conta que foi convidado para uma conversa com Pimentel, na área reservada de um restaurante tradicional de Brasília. No local marcado, não encontrou o coordenador da campanha, mas um representante do comitê, o jornalista Luiz Lanzetta. Responsável pela parte de comunicação da campanha, Lanzetta explicou ao delegado que o objetivo deles era montar um grupo de espionagem. Não haveria contrato, e o pagamento – 1,6 milhão de reais, o equivalente a 160 000 por mês – seria feito pelo empresário Benedito de Oliveira Neto, um prestador de serviços que enriqueceu durante o governo Lula e estava presente à reunião, da qual participou também o ínclito, reto e vertical ex-jornalista e agora escritor Amaury Ribeiro.
O senhor foi apontado como chefe de um grupo contratado para es-pionar adversários e petistas rivais?
Fui convidado numa reunião da qual participaram o Lanzetta, o Amaury (Ribeiro), o Benedito (de Oliveira, responsável pela parte financeira) e outro colega meu, mas o negócio não se concretizou. Havia problemas de metodologia e direcionamento do trabalho que eles queriam.
Como assim?
Primeiro, queriam que a gente identificasse a origem de vazamentos que estavam acontecendo dentro do comitê. Havia a suspeita de que um dos coordenadores da campanha estaria sabotando o trabalho da equipe. Depois, queriam investigações sobre o governador José Serra e o deputado Marcelo Itagiba.
Que tipo de investigação?
Era para levantar tudo, inclusive coisas pessoais. O Lanzetta disse que eles precisavam saber tudo o que eles faziam e falavam. Grampos telefônicos…
Pediram ao senhor para grampear os telefones do ex-governador Serra?
Explicitamente, não. Mas, quando me disseram que queriam saber tudo o que se falava, ficou implícita a intenção. Ninguém é capaz de saber tudo o que se fala sobre alguém sem ouvir suas conversas. Respondendo objetivamente, é claro que eles queriam grampear o telefone do ex-governador.
Disseram exatamente que tipo de informação interessava?
Tudo o que pudesse ser usado contra ele na campanha, principalmente coisas da vida pessoal. Esse é o problema do direcionamento que eu te disse. O material não era para informação apenas. Era para ser usado na campanha. Na hora, adverti que aquilo ia acabar virando um novo escândalo dos aloprados.
Quem fez essa proposta?
Fui convidado para um encontro com Fernando Pimentel. Chegando lá no restaurante, estava o Luiz Lanzetta, que eu não conhecia, mas que se apresentou como representante do prefeito. 
Ele pediu para investigar os petistas também?
Disse que estava preocupado, que tinha ocorrido uma reunião entre os seis coordenadores da campanha e que tudo o que havia sido discutido foi parar nos jornais. Havia alguém vazando informações, e ele queria saber quem era. Suspeitava do Rui Falcão.
O ex-prefeito Fernando Pimentel informou que não conhece o delegado e que Luiz Lanzetta não fala em seu nome. O jornalista, que continua trabalhando no comitê da campanha, disse que “fez uma bobagem” ao tentar criar um grupo que tinha como objetivo apenas evitar ataques dos adversários.
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>Eleições 2010: Garanta sua Eleição!

Posted on junho 5, 2010. Filed under: Alcance Telemarketing, candidato, eleições 2010, vencedor |

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Candidato, Seja um Vencedor!
Seja um Vencedor! Não existe veículo mais barato e pessoal que o telefone. Com o crescimento da telefonia fixa no Brasil e com as novas regras para as eleições que proíbem showmícios, brindes e tomadas externas de TV, o telefone transformou-se em um instrumento de Marketing e Relacionamento indispensável a qualquer político que pretenda manter-se vivo na cabeça do eleitor.

O telefone permite uma comunicação quase que personalizada e rápida onde a mensagem do próprio candidato estará alcançando vários eleitores simultaneamente. Podemos dizer que o telefone funciona como o corpo a corpo e todo político sabe da importância daquele papo ao pé de ouvido que só o corpo a corpo permite.

Telemarketing Ferramenta que através de uma central telefônica atua de forma ativa e receptiva como canal de vendas e comunicação.

Compreende a aplicação integrada e sistemática de tecnologias de informática e telecomunicações, com sistemas administrativos.

Telemarketing Político Com o crescimento da telefonia fixa no Brasil, o telefone transformou-se em um instrumento de Marketing e Relacionamento indispensável a qualquer político que pretenda manter-se vivo na cabeça do eleitor. 

 
Vantagens Agilidade:

Vários eleitores ouvirão as mensagens simultaneamente em poucas horas;
 
O candidato poderá escolher o perfil dos eleitores a serem atingidos com hora programada;
 

A mensagem é personalizada e flexível, adequada a cada faixa do eleitor alvo;
 

O telemarketing permite uma mudança rápida de estratégia política no decorrer da campanha.

Eficiência:
Comprovadamente a mensagem será ouvida;
O aumento da popularidade do candidato será sentido nas ruas;
Os índices comprovam que a eficiência do telemarketing é superior a da mala direta e panfletagem.

Presença:

Contato direto e personalizado do candidato com os eleitores;
A mensagem poderá ser transmitida com a voz do próprio candidato;
O impacto das mensagens será sentido e comentado pela comunidade;
Mídia utilizada e consagrada no Brasil e exterior.

Personalidade:

A mensagem carregará implicitamente um toque sutil de personalidade;
O contato telefônico do próprio candidato transmitirá maior confiança ao eleitor;
Os eleitores perceberão o apreço do candidato por eles.

Banco de Dados Importante ressaltar que, durante todo período em que as campanhas estiverem ativas, o banco de dados estará sendo atualizado com informações relevantes e imprescindíveis para o candidato utilizar no decorrer da campanha e após a mesma. 

Serviços Pesquisa de Identificação dos Anseios dos Eleitores;
Pesquisa de Opinião;
Pesquisa de Posicionamento do Candidato;
Convites Diversos;
Conquista de Votos;
Orientação de Decisões;
Manutenção do Eleitorado.

Oferecemos Software proprietário – Sistema AlcanceFone – com banco de dados relacional SQL – maior segurança nas informações;
 

Rotinas para gravação e disparo de mensagens comandadas por scripts previamente programados;
 

Integração total com a placa discadora monitorando os eventos telefônicos;
 

Execução multiação proporcionando agilidade na campanha;
 

Programação de ações de campanha on-line pelo Gerente de Operações;
 

Acompanhamento em tempo real dos relatórios das campanhas;
 

Treinamento de todo pessoal envolvido nas campanhas de Telemarketing.

Corpo Técnico Especialistas em Marketing Político e Eleitoral;
Especilaista em Telemarketing;
Suporte técnico 24/7;
Gerente de Operações.

Campanhas Realizadas:

Arthur Virgilio Neto – PSDB – Gov AM
Amazonino Mendes – PTB – Gov AM
Arthur Bisneto – PSDB – Dep Estadual AM
Maria Carmo Piunti – PSDB – Dep/Pref Itu
Célia Leão – PSDB – Dep Estadual SP
D`Labelle – PV – Dep Estadual SP
Roberto Mingone – PP – Dep Estadual SP
Otomar Pinto – PSDB – Gov RR
Rebecca Garcia – PP – Dep Federal AM
Noel Loja 11 – PSC – Vereador Campinas
Miguel Hadad – PSDB Jundiai – Prefeito
Armando da farmácia – PR Itaquecetuba – Prefeito
Geraldo Alckmin – PSDB – Gov SP
Ouça aqui algumas mensagens





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Fone:(19) 3383 – 5599
E-mail: atelemarketing@uol.com.br

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O eleitor nunca esquece!

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>Eleições 2010: José Serra faz pré-campanha hoje emo Cuiabá, ao lado de Wilson Santos e Antero

Posted on maio 29, 2010. Filed under: Antero, candidato, CUIABÁ, DEM, eleições 2010, José Serra, PSDB, PTB, Wilson Santos |

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Num evento suprapartidário, o PSDB, o DEM e o PTB recebem hoje, na Capital, o presidenciável tucano, ex-governador de São Paulo, José Serra. Ele chega ao aeroporto Marechal Cândido Mariano Rondon, em Várzea Grande, às 14h, onde será recepcionado pelos principais líderes das siglas aliadas, como o candidato ao governo, ex-prefeito Wilson Santos, e a presidente regional do PSDB, deputada federal Thelma de Oliveira, além do candidato ao Senado, Antero Paes de Barros, e o senador democrata Jayme Campos. 

José Serra e Wilson Santos em Cuiabá (arquivo)
Os presidentes dos diretórios estaduais do DEM, Oscar Ribeiro, e do PTB, prefeito Chico Galindo, além de representantes do PV e do PPS, também participam do ato. O evento tem o objetivo de dar o pontapé para os planos do PSDB de vencer as disputas à presidência da República e para o comando de Mato Grosso.
 

Conforme a programação da direção do PSDB, o trajeto de Serra ao local do evento, no hotel Fazenda Mato Grosso, deve durar meia hora. O presidenciável, segundo o secretário-geral do partido, Aparecido Alves, participa no evento da mesa de discussões sobre as ações do partido num projeto macro para as eleições de 2010. A ordem dos discursos ainda estava em fase de definição na tarde de ontem. A coletiva à imprensa do presidenciável ocorre no local do evento.
 

O encontro suprapartidário está marcado para ocorrer até às 18h. No entanto, a participação de Serra deve ser encerrada por volta das 17h, quando ele se despede do ato, dirigindo-se ao aeroporto. De acordo com o secretário-geral do PSDB, não está prevista palestra com o líder tucano, mas uma participação efetiva nos debates com as legendas aliadas. A visita dele em ato político do partido surge como uma aposta do grupo para ajudar o projeto de conquistar a vitória nas urnas.
 

No ato o senador Jayme Campos também deve discutir com Serra a possibilidade de assumir a coordenação da campanha tucana à Presidência na região Centro-Oeste. O senador Jorge Yanai (DEM) e outros líderes tucanos, como o ex-prefeito de Sinop, Nilson Leitão, também fazem parte do encontro. Fonte: Diário de Cuiabá


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>Não basta "Ficha Limpa" sem a lei

Posted on maio 21, 2010. Filed under: candidato, Casa Civil, Congresso Nacional, eleitoral, Ficha Limpa, lei, presidente da República |

>por Lourembergue Alves

O projeto Ficha Limpa passou pelo Congresso Nacional. Resta, agora, tão somente o aval do presidente da República, e este, pela sua biografia, não tem como vetá-lo, mesmo que sofra pressão para tal. A voz vinda das ruas, entretanto, pode soar mais forte, mexendo assim com o ex-metalúrgico, sobretudo quando se tem interesse nas eleições deste ano.
Sua Excelência não é candidato. Mas a candidatura petista à presidência da República o tem como único avalista. E não só por isso. Até porque o presidente a empurrou goela abaixo. Atônito e sem outra opção, o PT não teve como recusar o nome fabricado pela sua maior liderança. Aceitou e referendou, perdendo, assim, a autonomia e grandeza de partido, nascido em meio a um cenário sombrio e a volta de uma porção de intelectuais. Apesar disso, mostrou-se incapaz de formar outros líderes, com projeções nacionais, com capacidade de desenvoltura dentro do quadro sucessório. Explica-se, então, o seu curvar diante da imposição palaciana.
Tendo o presidente como seu maior cabo eleitoral, a ex-ministra chefe da Casa Civil cresce nas pesquisas. Conhecida por muitos. Embora não tenha qualquer jeito para lidar com o jogo político. Mas ameaça superar o indicado pela oposição encabeçada pelos tucanos. E isso não é difícil de acontecer. Sobretudo se o PSDB e o seu candidato continuarem cometendo erros de “campanha”. Erros que podem anular o histórico de José Serra. Pois em uma disputa eleitoral, “não basta demonstrar ser”, mas é preciso “parecer ser”. Até porque a maioria do eleitorado não “manja” coisa alguma de currículos, ainda que esses estejam cheio de inverdades. Inverdades que certamente serão maquiadas pelo marketing. Razão pela qual os marqueteiros têm relevância significativa na disputa.
Um jogo que carece ser moralizado e disciplinado. Daí a importância do projeto Ficha Limpa. O que impede a inscrição de políticos com processos jurídicos. Instrumento capaz de provocar a renovação. Não só nas agremiações. Mas, principalmente, nas esferas de poder.
Contudo, é preciso dizer, a exigência de Ficha Limpa não será nada se não houver também uma seriedade de muitas das pessoas encarregadas de zelar pelo respeito às regras, as normas e o fazer justiça.
Nesse sentido, não mais será permitido que alguém cassado por compra de votos continue a exercer o mandato, tal como ocorre com dois deputados estaduais e um federal.
Essa situação não combina com a adoção do Ficha Limpa que, igualmente, nada tem a ver com a venda de votos.
Vender e comprar votos, bem como a morosidade e displicência dos membros do Judiciário, são praticas contrárias a moralização das disputas, e, portanto, ao processo democrático. Pois o viver em democracia não é outra coisa senão o estar tudo às claras, somada com a igualdade de condições dos participantes do jogo e o zelo pelo cumprimento da legislação, doa a quem doer.

Lourembergue Alves é professor universitário e articulista. E-mail: Lou.alves@uol.com.br.

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>Ciro Gomes e o Curioso Caso de Benjamin Button

Posted on abril 26, 2010. Filed under: Brad Pitt, candidato, Ciro Button, Dilma, políticos, PSB, Serra |

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Ricardo Noblat
Quem aí assistiu ao filme “O Curioso Caso de Benjamin Button”? Benjamin, Brad Pitt, nasceu com aparência e doenças típicas de uma pessoa em torno de 80 anos de idade. Ao invés de envelhecer com o passar do tempo, ele foi rejuvenescendo até se tornar um bebê. Lembrei do filme depois de assistir na semana passada ao desempenho de Ciro Gomes.
Dos políticos ainda no batente, Ciro é o mais parecido com Button. Candidato a presidente da República duas vezes, ministro de Estado duas vezes, governador do Ceará uma vez, deputado federal uma vez e estadual duas, ele corre o risco de encerrar a carreira política como presidente de grêmio estudantil. Em 1979 quando a inaugurou foi candidato a vice-presidente da União Nacional dos Estudantes.
O que fez Ciro para ser candidato a presidente pela terceira vez? Acreditou que a lembrança do seu nome lhe asseguraria uma posição confortável nas pesquisas de intenção de voto. Isso deu certo até o momento em que os eleitores passaram a prestar atenção em Dilma Rousseff e a entender que ela – e não Ciro – é a candidata de Lula à sua sucessão. De Lula ou de Deus, como Ciro prefere.
Ciro apostou que a insistência do ex-governador Aécio Neves em ser o candidato do PSDB a presidente forçaria José Serra a concorrer a mais um mandato de governador de São Paulo. Se tal não acontecesse, quem sabe Aécio não acabaria abandonando o PSDB para sair candidato pelo PMDB? Então iria para o espaço o ambicioso plano de Lula de juntar mais de uma dezena de partidos em apoio a Dilma.
Por muito tempo Ciro imaginou que Dilma enfrentaria sérias dificuldades para crescer. E por muito tempo também acreditou na lorota que sua eventual saída do páreo presidencial beneficiaria Serra em detrimento de Dilma. Assim, talvez o melhor para Lula e o PT fosse engolirem sua candidatura como um remédio amargo. De imediato, Serra deve, sim, ganhar com a saída de Ciro. Mas a longo prazo quem ganhará é Dilma.
Entre tantos erros cometidos por Ciro, o mortal foi mesmo aquele de se comportar como uma candidata a miss. O que fez Karla Mandro, 19 anos de idade, 60 quilos, 90 centímetros de busto, 63 de cintura e 92 de quadril para se eleger Miss São Paulo 2010 na noite do último sábado? Malhou, refreou o apetite, cuidou da pele, aprendeu a desfilar e sorriu muito. Ciro fez menos do que ela. Sequer deixou de fumar.
Foi um deputado pouco assíduo às sessões da Câmara. Sumia com freqüência. Ocupou rarefeito espaço na mídia. Interessado em agradar Lula e a pedido dele, transferiu seu domicílio eleitoral para São Paulo. Jamais seria candidato a governador, como admitiu. Mas durante meses seu nome esteve associado à sucessão de Serra. Ora ele negava a pretensão. Ora a alimentava. Deixou todo mundo confuso.
Na verdade, Ciro contava com a boa vontade de Lula para lhe ceder alguns pequenos partidos de modo a que ele pudesse dispor de tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão como candidato a presidente. Lula não cedeu nenhum. Cozinhou Ciro em fogo brando. E quando viu Dilma encostar em Serra nas pesquisas eleitorais, concluiu que chegara a hora de ordenar ao PSB que se livrasse de Ciro. O PSB obedeceu.
O que miss Ciro fará daqui para frente? Imprevisível, audaz e temerário, poderá fazer qualquer coisa ou simplesmente nada. Poderá cuidar apenas da reeleição do irmão, governador do Ceará, da reeleição do seu padrinho político, o senador Tasso Jereissati (PSDB), e da eleição para a Câmara da ex-mulher Patrícia Saboya. Ou poderá aplicar mais alguns golpes em Dilma para se vingar da ingratidão de Lula. Ninguém sabe.
O que se sabe: se Serra vencer, não haverá lugar para Ciro no governo. Os dois são desafetos. Ao dizer que Serra é mais bem preparado do que Dilma para ser presidente, Ciro fechou de vez a porta de um eventual governo de Dilma. Está completa a obra política mais que perfeita de Ciro.

e-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br
BLOG DO NOBLAT: http://www.oglobo.com.br/noblat

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>Eleições 2010: A disputa para o Senado em Mato Grosso

Posted on janeiro 19, 2010. Filed under: Abicalil, Blairo Maggi, candidato, disputa para o Senado em Mato Grosso, eleições 2010, Jaime Campos, PR, PSDB, PT, Senado, Serys |

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Se confirmada a retirada da candidatura de Geraldo Riva do PP ao Senado sobram três viáveis candidaturas para duas vagas em Mato Grosso. Uma do PT, outra do PR com Blairo Maggi e outra da oposição (candidatura como a do Pedro Taques ainda é uma incógnita). Três nomes disputando duas vagas, chance enorme para qualquer um deles.

O PT precisa definir ainda quem será o candidato, se Serys ou Abicalil. Na oposição a coisa também não está ainda definida. Se o candidato a governador do grupo for Jaime Campos, o PSDB deverá indicar o candidato ao Senado. Pelas pesquisas o nome até agora é o de Antero de Barros.

Se o candidato a governador for o Wilson Santos, o DEM não tem um nome eleitoralmente viável para a vaga de Senado. Gilberto Goellner diz que não vai à reeleição. Júlio Campos disse que foi “vetado”, vai a deputado federal. O PTB não tem também um nome com densidade eleitoral para a disputa. Parece que o DEM ficaria, nessa hipótese, com a vaga de vice na chapa do Wilson.

Até nessa hipótese sobraria uma vaga para, digamos, o Antero se for levado em conta as pesquisas de opinião pública. Dá até para especular que o grupo aceitaria o PSDB, mesmo não sendo a sigla forte de antes, com duas vagas na majoritária.

Mesmo se o PP for para essa composição, com Jaime ou Wilson como cabeça de chapa, não se vê outro nome nesse partido, além do Riva, com vontade de peitar a candidatura ao Senado. Então, em tese, se teria o Blairo, Antero, Serys ou Abicalil.

Chamo a atenção do leitor para um detalhe importante: os candidatos, a partir de certo momento, serão cuidadosos em falar mal do outro. Por quê? Por causa do chamado “segundo voto”.

O eleitor terá direito de votar em dois nomes para o Senado. Alguém que gosta do Blairo vota nele e escolherá outro nome. Se algum dos candidatos vem falando coisas ruins a respeito dele, o eleitor dele pode não votar nesse nome. Críticas serão feitas, mas dentro de certos limites.

O melhor exemplo de segundo voto foi na eleição de 2002 em que disputavam duas vagas o Dante, Jonas Pinheiro e a Serys. É comum aceitar que a Serys se beneficiou bastante do segundo voto. Alguém que votava no Dante votava nela para não votar no Jonas. Outro que votasse neste a incluía para não votar no Dante.

Sugerem os fatos que nesta eleição alguém da oposição, mesmo sem fazer críticas duras, pode se beneficiar do segundo voto como a Serys se beneficiou como oposição naquela eleição.

Um candidato agora da oposição tem chances de se eleger ao Senado. Primeiro, que é difícil a situação fazer os dois. Segundo, que há uma tendência maior de alguém da oposição, tanto no plano nacional como no estadual, se beneficiar um pouco mais com o segundo voto.

Não acredito, por fim, que ocorra agora o que ocorreu com Garcia Neto, Bezerra e Dante que deixaram o governo para serem candidatos ao Senado e não foram eleitos. O Blairo está bem avaliado perante o eleitor. Mas só para esquentar a conversa: Dante saiu do governo com aprovação perto de 80% e perdeu a eleição. A maior quebra de paradigma que o Blairo deixará será mudar essa estranha escrita.

Autor: Alfredo da Mota Menezes – Fonte: AGazeta. E-mail: pox@terra.com.br; http://www.alfredomenezes.com

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>Eleição 2010: Mauro Mendes trabalha sua candidatura a governo de Mato Grosso como 3ª via

Posted on novembro 12, 2009. Filed under: Blairo Maggi, candidato, Eleição 2010, eleitores, Mato Grosso, Mauro Mendes |

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O empresário Mauro Mendes, derrotado no segundo turno de 2008 à Prefeitura de Cuiabá, está mesmo determinado a disputar o governo do Estado. Ele saiu do PR e foi para o PSB, enfrenta a ira de alguns integrantes da turma da botina, grupo mais ligado ao governador Blairo Maggi, por causa dessa decisão de mudar de agremiação, mas se mostra empolgado com resultado de pesquisas qualitativas, que detectaram junto aos eleitores se tratar de alguém com bom perfil para cargo no Poder Executivo. Se de um lado é taxado de arrogante e antipático, de outro é tido como empresário de sucesso, sério e capaz. Sua imagem não está vinculada a escândalos, é pouco conhecido no Estado e a rejeição não é das piores.

Diante disso, Mendes adiantou aos incentivadores do seu projeto político, inclusive líderes de outros partidos, como os deputados Percival Muniz (PPS) e Otaviano Pivetta (PDT) e o diretor-geral do Dnit Luiz Pagot (PR), que vai conduzir o processo. Vai propagar seu nome como espécie de terceira via. Acredita que correndo por fora, em meio à polarização das candidaturas do vice-governador Silval Barbosa (PMDB) e do prefeito da Capital Wilson Santos (PSDB), consiga marcar posição e provocar uma eleição de dois turnos, o que seria inédito na disputa da sucessão estadual. Mesmo com o instituto da reeleição, os governadores mato-grossenses ganharam no primeiro turno, como foram as duas eleições de Dante de Oliveira e de Blairo Maggi.

A leitura de Mendes é de que ele tiraria votos dos dois lados. Presidente da Federação das Indústrias (Fiemt), tem como principal base eleitoral a Grande Cuiabá e faria um confronto direto com o prefeito tucano, chamados por muitos de “terceiro turno”. Também “arrancaria” aliados de Silval por causa da turma da botina, com a qual ainda se vê vinculado.

O senador Jayme Campos (DEM), que tem acordo com Santos para haver apoio ao nome que melhor pontuar nas pesquisas, também se mantém no páreo, de olho na sucessão do governador Blairo Maggi (PR). O tucanato se mostra empolgado com Santos, que figura na liderança nas pesquisas de intenção de voto. Mas as complicações administrativas no Palácio Alencastro têm trazido desgaste ao nome do prefeito, principalmente por causa das obras empacadas do PAC e do caos na saúde. A oposição o carimba como incompetente. Peemedebistas demonstram a mesma euforia com Silval Barbosa, que se torna governador a partir de 4 de abril. Com a máquina na mão, tende a crescer nas intenções de voto, mas terá de resolver uma série de “pepinos”. Vai carregar também sobre os ombros o desgaste de uma gestão prestes a completar 8 anos.

É explorando pontos negativos dos nomes de Santos e Silval que Mauro Mendes deseja se projetar como candidato a governador. Torce, inclusive, pela desistência de um dos dois. No fundo, atira para todos os lados. Por enquanto, ele se vê isolado e chega a dizer publicamente que não vai concorrer ao pleito porque nem conseguiu ajustar as finanças por causa das despesas milionárias de sua campanha a prefeito no ano passado. Nos bastidores, porém, a conversa é de que vai mesmo encarar uma nova disputa eleitoral.

Fonte: RDNews

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