carga tributária

>O estado do medo

Posted on agosto 6, 2010. Filed under: carga tributária, criminalidade, Educação, Ibama, Mato Grosso, medo, saúde pública, Sema, violência |

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Um estado desgovernado como está Mato Grosso hoje gera aflição e medo nos mato-grossenses. Medo da violência, estampada na criminalidade que cresce num espaço desocupado pelo estado cujo governo se mostra fraco e omisso.
Medo na Educação, pois os pais trabalhadores e desempregados estão aflitos em ver seus filhos frequentando a escola pública que, com raras exceções, continua de mal a pior: maltratando nossas crianças, jovens, professores e servidores.
Medo de ficar doente e precisar se servir da saúde pública, porque o sistema é bruto e não cura.
Medo da carga tributária: os pequenos empresários e comerciantes vivem aflitos pelo modelo arrecadatório, perverso, da Sefaz, que com sua truculência impõe o medo no setor que mais emprega no estado.
E os produtores de alimentos e riquezas vivem aflitos pela falta de clareza sobre as leis ambientais são mais de 10 mil – e não sabem a quem se dirigir: se à Sema ou ao Ibama. Nossos produtores vivem trabalhando com medo de multas e repressão.
O mais novo medo de quem pensa no futuro de Mato Grosso é o desarranjo das contas públicas, causado pela corrupção e a farra dos precatórios, que parecem não ter limites e nem fim.
E os prefeitos de Mato Grosso – com poucas exceções – têm medo de declarar apoio a qualquer outro candidato que não seja o governador, que está se aproveitando como pode desses meses à frente do poder.
Elegendo um bom governador podemos mudar tudo isso. Precisamos de um Estado servidor, com um governo eficiente e comprometido com as necessidades dos mato-grossenses. Pois precisamos de um governador que priorize o combate rigoroso ao crime. A tolerância com o crime deve ser zero!
Precisamos de escolas que tenham o compromisso de ensinar cada criança e jovem para que ele possa ter escolhas no futuro. Precisamos investir na construção de novos hospitais. Governador nenhum pode dormir tranquilo sabendo que há cidadãos sob sua responsabilidade morrendo em filas intermináveis.
Precisamos de tranquilidade na cidade: arrecada mais o Estado que defende os empreendedores, que defende quem gera empregos – e não aquele que procura extorquir os pequenos e médios empresários que prosperam.
Por fim, precisamos dar autonomia aos municípios e não ficar humilhando os prefeitos que precisam andar o tempo todo de pires na mão.
A sociedade vai usar mais do que nunca o voto sem medo, porque é secreto. Viva a democracia!

Autor: Otaviano Pivetta é deputado estadual licenciado

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>Lula orgulha do Brasil ter a maior carga tributária do mundo

Posted on junho 2, 2010. Filed under: carga tributária, Lula, paradigma, políticas sociais, Sepal |

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Ao discursar nesta terça-feira (01) na cerimônia de encerramento do 33º Encontro do Período de Sessões da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que os países que têm carga tributária menor que 10% não têm condições de desenvolver boas políticas sociais.
A declaração foi feita em meio à crítica da postura que tinham países latino-americanos em relação às exigências que eram feitas pelo Fundo Monetário Nacional, FMI, para a liberação de socorro financeiro. “Tem gente que diz que, no meu país, a carga tributária é apenas 9%, 10%. Quem tem carga tributária de 10% não tem Estado. O Estado não pode fazer absolutamente nada. Está aí cheio de exemplos para a gente ver, para a gente perceber que exatamente os Estados que têm as melhores políticas sociais são os que têm a carga tributária mais elevada. Basta ver os Estados Unidos, a Alemanha, França, Suécia e Dinamarca”, afirmou Lula.
Como exemplo de nações que têm cargas tributárias mais baixas, Lula citou países da América do Sul. “Os que têm a carga menor não têm condições de fazer absolutamente nada de política social. É só fazer o recorrido na nossa América Latina”.
A praticamente oito meses de deixar o governo, Lula disse que seu sucessor terá o “grande paradigma” de superar o que foi feito por seu governo. “Quem vier depois de mim, sabe que não pode retroceder porque terá no seu calcanhar um novo paradigma. Se um metalúrgico, sem diploma, conseguiu fazer o que fez, por que não posso fazer mais?”. “O paradigma é muito maior e eu estarei onde precisar para ajudar esse companheiro”, acrescentou.
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