Cargos

>Prefeitura de Tangará da Serra abre concurso público com 325 vagas

Posted on novembro 4, 2010. Filed under: Cargos, concurso público, escolaridade, Mato Grosso, Prefeitura de Tangará da Serra, vagas |

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A Prefeitura de Tangará da Serra, cidade localizada no médio norte do estado de Mato Grosso,  abriu concurso público com 325 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. 
 Tangará da Serra, Mato Grosso

Salários oferecidos
Os salários vão de R$ 523,74 a R$ 8.351,86 .


Inscrições até o dia 5 de dezembro
As inscrições devem ser feitas até 5 de dezembro pelo site www.institutocidades.org.br. A taxa varia de R$ 23 a R$ 26.

Recomendamos a leitura cuidadosa do edital. (veja aqui o edital

Cargos oferecidos

Entre os cargos estão biólogo, fonoaudiólogo, psicólogo, enfermeiro, cirurgião dentista, médicos, farmacêutico, biomédico, assistente social, nutricionista, bioquímico, fisioterapeuta, administrador, contador, arquiteto, advogado,  engenheiro sanitarista, professor de educação pré-escolar infantil, técnico em enfermagem, técnico em imobilização ortopédica, operador de raio-X, operador de ETA, recepcionista, auxiliar de farmácia, ajudante serviços gerais, borracheiro, lubrificador e vigia.

As provas objetivas serão realizadas na cidade de Tangará da Serra, com data prevista para os dias 9 e 16 de janeiro, em locais e horários que serão divulgados oportunamente no site http://www.institutocidades.org.br.

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>Serra, Marina e a onda verde

Posted on outubro 8, 2010. Filed under: Cargos, Classe média, Dilma Rousseff, eleitores indecisos, igrejas, institutos de pesquisa, juventude, leilão, Marina, mãe do PAC, presidente da República, Serra, universidades |

>Por Juacy da Silva*

Em minha opinião o primeiro turno das eleições para presidente da República colocou por terra algumas meias verdades ou formas de manipulação que tão bem tem caracterizado o processo político brasileiro ultimamente.
José Serra, Marina Silva e Dilma Rousseff
Primeiro foram desmascarados alguns institutos de pesquisa que teimavam em dizer que a candidata do PT, de Lula e das forças governistas já estava eleita e comentava-se mesmo que já estaria formando o novo governo, com o costumeiro leilão de cargos e outras formas de pagamento da fatura empenhada. A manipulação desses institutos servia também de combustível para influenciar ou fazer a cabeça dos eleitores indecisos que em todos os pleitos atingem em torno de até 15% e podem decidir com quem ficará a vitória.
O segundo derrotado foi o próprio presidente Lula, que em alguns momentos deixou de ser o primeiro mandatário ou o estadista que deve representar o país interna e externamente para transformar-se em cabo eleitoral ou até mesmo ativista operário fazendo comício de madrugada nas portas de fábricas, além de suas formas pouco éticas ao se referir à oposição e outros setores da sociedade que dele, democraticamente, tem divergido.
O terceiro derrotado foi o governo Lula como um todo, incluindo o PT e seus aliados, que imaginavam que a avaliação de seu governo e seu desempenho pessoal que, conforme as pesquisas desses mesmos institutos que manipulavam as pesquisas eleitorais, está acima de 75% e 85%, respectivamente, seria a garantia de transferência de votos para a sua candidata, desconhecida do grande público até recentemente.
A grande vitoriosa, na verdade, foi Marina Silva, que ancorada em um partido sem grande expressão parlamentar e eleitoral, o PV, sem grandes fontes de financiamento de sua campanha, quando comparada com os esquemas de apoio da candidata do palácio do Planalto, com um tempo de rádio e TV, durante o período da propaganda eleitoral obrigatória muito menor, acabou empolgando diversos setores da sociedade, a juventude, os movimentos sociais, a Igreja, ou melhor, as igrejas, as universidades, a classe média, os intelectuais e, lógico, os ambientalistas.
Somando-se os eleitores que se abstiveram, os que votaram em branco ou anularam seus votos, os que votaram em Serra, em Marina e outros candidatos, o desempenho da candidata de Lula, representa, na verdade não mais do que 35,1%; ou seja, em torno de apenas um terço do eleitorado. Olhando sob o outro lado desta realidade fica patente que o governo Lula, sua candidata, o PT, os partidos aliados e os grupos econômicos que estão usufruindo das benesses das políticas levadas a cabo pelo governo federal não gozam do apoio eleitoral de dois terços dos brasileiros. De cada três eleitores apenas um avaliou positivamente o governo Lula através de sua candidata nas urnas. As questões do aborto e do autoritarismo de Lula em relação à liberdade de imprensa e os constantes casos de corrupção no governo possivelmente influenciaram os leitores na hora de votar.
Esta forma de ver a realidade eleitoral que se avizinha no segundo turno poderá consolidar uma frente anti-PT e sua candidata e poderá demonstrar que a estátua (Governo Lula) tem os pés de barro e pode cair e quebrar-se em mil pedaços, ou seja, os eternos oportunistas de plantão ao primeiro sinal da possibilidade de uma vitória de Serra em 31 de outubro próximo irão cair em debandada. Lula, o PT e a mãe do PAC poderão se tornar os primeiros órfãos da prepotência, da forma autoritária de tratar o público, a imprensa, os movimentos sociais, a Igreja e a omissão e certa conivência ante tantos escândalos e acusações de corrupção praticados por pessoas bem próximas ao presidente poderão demonstrar que o país deseja outro rumo, outro projeto.
Na construção deste novo projeto Serra poderá contar com as ideias e bandeiras que foram capitaneadas por Marina nos quatro cantos do país. Ficou demonstrado que a candidata de Lula venceu de forma esmagadora nos municípios com menos de 30 mil habitantes e no Nordeste, onde a fome, a miséria, o analfabetismo e alienação ainda são grandes e onde as políticas paternalistas, assistencialistas continuam manipulando a vontade deste povo sofrido.
Nesses bolsões de pobreza o governo Lula apenas tem reforçado o poder dos coronéis que durante décadas apoiaram todos os governos, inclusive os militares e a eles tem se aliado. Resumindo, a candidata do Palácio do Planalto, o PT e seus aliados continuam sendo a grande força de manutenção do “status quo” nesses grotões enquanto Serra e Marina representam as esperanças de um novo Brasil.

*Juacy da Silva é professor universitário, mestre em sociologia. Site http://www.justicaesolidariedade.com.br; e-mail professor.juacy@yahoo.com.br

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>Do tudo ao nada

Posted on outubro 7, 2010. Filed under: aborto, Bolsa-Família, Cargos, Luiz Inácio Lula da Silva, opinião pública, orçamentos, PT, tudo ao nada |

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O PT está entre o céu e o mais absoluto inferno. O céu não virá tão bonito quanto a ideia original, dada a força da oposição nos estados. Mas o inferno seria de lascar

Em seu já célebre discurso de 18 de setembro em Campinas (SP), quando anunciou que “nós somos a opinião pública”, Luiz Inácio Lula da Silva produziu uma passagem reveladora. Na época passou meio despercebida.

– Vocês sabem que tucano come até filhote no ninho. Quando o (Aloizio) Mercadante se eleger governador, vou criar um Bolsa Família para os tucanos não passarem fome.

Lula é bom de palanque, e sempre é preciso dar um desconto. Mas o trecho lança luz sobre a essência da política. Nas eleições, tribos entram em luta pelo domínio do aparelho de estado. Vencida a eleição, o grupo terá poder sobre orçamentos e cargos, essenciais para alimentar os exércitos vencedores.

Sempre foi assim, desde que a política e a guerra eram uma coisa só. Nunca mudou na essência. Se hoje há normas a civilizar a repartição do butim, ele continua sendo repartido. Com a possibilidade de alternância, abre-se a porta para um revezamento.

Qual era a situação das tropas antes do primeiro turno? A fortaleza federal estava teoricamente bem defendida pelas forças petistas, que acossavam os dois maiores redutos do inimigo, São Paulo e Minas Gerais.

Em Minas, montou-se uma mega aliança contra os tucanos. Se não em número de partidos, na amplitude do arco simbólico. A lista impressiona. Lula, José Alencar, Dilma Rousseff, Fernando Pimentel, Patrus Ananias, Hélio Costa.

Nas terras paulistas a tática foi diferente. O PT investiu na fragmentação do campo adversário, para fugir da bipolarização e tentar provocar um segundo turno.

Mas não deu, o PSDB garantiu já no primeiro turno mais quatro anos no comando de suas principais máquinas político-eleitorais. E a incerteza mudou rapidamente de endereço.

Dilma foi bem numericamente no primeiro turno, ficou perto de ganhar a eleição e precisa agregar quantitativamente menos do que José Serra. Mas suponhamos, só para especular, que o PT perca a disputa presidencial no segundo turno. Onde suas tropas encontrariam abrigo?

Ao contrário do PSDB, o PT venceu no domingo passado em unidades da federação com relativamente pouca autonomia diante do governo federal, estados que estão longe de ser potências orçamentárias.

O PT conseguiu boas bancadas na Câmara dos Deputados e do Senado, mas se derrapar no segundo turno será perfeitamente possível ao novo governo tucano articular uma maioria. Bastará atrair o grosso da base de Lula/Dilma e isolar o petismo.

Não deverá exigir muito esforço. Será quase natural. O que o PT teria a oferecer aos aliados para impedir que mudassem de lado?

O PT está entre um certo céu e o mais absoluto inferno.

O céu não virá tão bonito quanto a ideia original, dada a força da oposição nos estados e a fragmentação partidária no Congresso, que verá em 2011 aumentado seu poder de barganha.

Mas o inferno seria de lascar. O PT regrediria em peso político, e com um detalhe: antes de chegar ao Planalto a legenda tinha mais poder na esfera local do que tem hoje.

Lula operou esta eleição na base do tudo ou nada. Conseguiu matar politicamente alguns adversários não tão fortes, mas quem sobreviveu está com musculatura.

Já para o PT, o tudo ficou fora de alcance, e agora o partido foge de ser colhido pelo nada. Tem uma chance razoável de conseguir, mas eleição é eleição.

Fonte: Blog do Noblat 

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>Eleições 2010: Blairo Maggi afirma que "já passou do ponto" do DEM devolver os cargos que tem no governo

Posted on fevereiro 25, 2010. Filed under: Blairo Maggi, Cargos, DEM, eleições 2010, governo |

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O governador Blairo Maggi (PR) rebateu de pronto as declarações feitas pelo senador Jaime Campos (DEM), na manhã desta quinta-feira (25) durante Encontro Estadual Democrata. Na ocasião, Campos chegou a dizer que Maggi era traidor e aconselhou seus correligionários a devolverem os cargos ao Estado. “Ainda bem que ele pensa assim. Pelo menos nisso ele está certo. Aliás, já passou do ponto de fazerem isso”, ironizou o republicano antes de entrar em reunião na sede do PR, em Cuiabá. 


Depois da provocação, Maggi tentou evitar entrar em detalhes dizendo que não responderá politicamente a Campos. Em seguida, o governador voltou atrás e continuou, “se forem ficar ótimo. Se não forem também. Eu é que não vou interromper a composição”.

O líder do Executivo estadual informou ainda que o DEM não fez nenhum comunicado oficial ao PR. Adiantou também que as acusações administrativas feitas pelos democratas serão respondidas pela Casa Civil.

O chefe da Casa Civil, Eumar Novacki, por sua vez, garantiu que vai solicitar o áudio do discurso de Campos para uma análise mais profunda. A retaliação do Estado às alfinetadas democratas será feita, segundo Novacki, em coletiva de imprensa pré-agendada para a manhã desta sexta-feira (25). Fonte: Olhar Direto

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>Secretário de Saúde de Cuiabá pede demissão

Posted on novembro 19, 2009. Filed under: Cargos, Carreira, CUIABÁ, indignação, Pronto Socorro de Cuiabá, psf, Saúde, Salários, secretário |

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Perto de completar dois anos no comando da Secretaria de Saúde de Cuiabá, Luiz Soares, 51, deixa hoje a pasta após enfrentar uma greve geral dos médicos do Pronto-Socorro Municipal, parte das policlínicas e do Programa de Saúde da Família (PSF), que se arrastou por 75 dias. A exoneração será encaminhada ao prefeito Wilson Santos (PSDB) que teria marcado uma reunião às 8 horas com Soares. O ex-secretário, conforme já se denomina, disse que não vai comparecer ao encontro. “Mando minha exoneração por um portador”, revelou com exclusividade para A Gazeta.

A decisão de Luiz Soares reflete a “indignação” do secretário -que assumiu o cargo em 14 de janeiro de 2008 – diante da postura do prefeito de assinar acordo com os médicos, onde concede à categoria reajuste e Plano de Cargos Carreira e Salários (PCCS). “Não posso admitir tratamento diferenciado na minha equipe. Como ficam os enfermeiros, odontólogos, técnicos e todos os outros funcionários da Saúde, com benefício dado a apenas uma categoria?”, indaga Soares. “O prefeito deve responder isso aos funcionários da Secretaria e sugiro que seja logo, porque o clima é de muita revolta contra Santos”.

Durante a greve dos médicos que ensaiaram até pedidos de demissão – na verdade somente uma médica oficializou sua exoneração – a demissão de Soares foi levantada nos bastidores do movimento. Profissionais da saúde não teriam simpatia pelo hoje ex-secretário que cobrava cumprimento do horário de trabalho e dedicação dos médicos. Em nenhum momento, a saída de Luiz Soares foi admitida por Wilson Santos. Entretanto, o prefeito colocou para intermediar as negociações com o Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed) o atual vice-prefeito e secretário municipal de Planejamento, Chico Galindo.

Conhecido pela seriedade no tratamento da administração pública, Luiz Soares foi secretário de Saúde na gestão de Roberto França (sem partido), que por dois mandatos comandou a prefeitura de Cuiabá. “Ele (Soares) teve um desempenho considerado “bastante positivo”, comentou um dos auxiliares diretos do ex-prefeito França, avaliando que Wilson Santos vai perder e muito com a saída do secretário. Luiz Soares já foi deputado estadual por três mandatos e senador por quatro meses, além de vice-prefeito da Capital, entre os anos de 2000 e 2004.

Soares sucedeu o deputado estadual Guilherme Maluf, que permaneceu na SMS por 10 meses. Na volta à Secretaria de Saúde, Luiz disse que não tratou sobre “poderes totais e aval” por parte de Wilson, mas foi o prefeito que em discurso na época afirmou: “Soares tem carta branca, azul, verde, amarela, o que for preciso para fazer as alterações que julgar necessárias”.

Fonte: A Gazeta


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