Carlos Bezerra

>Desavenças políticas

Posted on outubro 7, 2010. Filed under: Abicalil, Carlos Bezerra, Dante de Oliveira, derrotas eleitorais, Desavenças políticas, Dilma e Lula, Júlio Campos, Mato Grosso, PSDB, PT, Serys |

>Por Alfredo da Mota Menezes*

Em Mato Grosso, parte das derrotas eleitorais foi por desentendimentos internos em grupos ou partidos. O caso recente do PT estadual é um exemplo. A forte disputa entre Abicalil e Serys afetou o partido como um todo. Se tivesse unido, cada um no seu lugar, usando o momento da Dilma e Lula, o PT de MT estaria em patamar menos melancólico que está agora.

Temos em MT outros casos de desavenças internas até maiores que essa do PT. Conto duas delas. Em 1998, o PSDB com Dante de Oliveira bateu Júlio Campos para o governo e Carlos Bezerra para o Senado. O caminho ficou livre para se criar aqui o que o Tasso Jereissati fez no Ceará e ACM na Bahia.

Roberto França seria o candidato a governador pelo PSDB. Houve até uma famosa ata que dizia isso. Um grupo dentro do partido entendeu de lançar Antero de Barros para disputar com o França a vaga para o governo. Começaram os chutes na canela. Criou-se uma “comissão de entendimento” para intermediar o impossível.

Na mídia só dava o caso do PSDB. Alguns achavam que era uma exposição útil ao partido. Eu sempre achei que exposição em demasia poderia criar uma ojeriza na população e reverberar ao contrário. Foi o que se viu depois.

A eleição para o PSDB unido talvez fosse um passeio. Jonas Pinheiro percebera isso e não aceitava ir à disputa. Se o grupo estivesse unido, duvido que o Blairo fosse candidato. Entrou na brecha da desavença. Apareceu do dia para a noite e levou a fatura em menos de três meses de campanha. A esposa do descontente França acabou ungindo a chapa do Maggi.

Outro caso. Em 1987, com Carlos Bezerra no governo, o PMDB era o galo do terreiro em MT. Logo começou o empurra-empurra interno. Um grupo, que se intitulava ideológico ou do antigo MDB, queria fora do partido o outro que apelidaram de fisiológico.

Saíram do PMDB para o PTB, acreditem, quatro deputados federais (Palma, Sucena, Osvaldo Sobrinho e Milton Figueiredo), três estaduais (França, Kazu e Luís Soares) e um senador (Louremberg).

Já em 1988, na disputa para a prefeitura de Cuiabá, os grupos se enfrentam. França (PTB), Meireles (PMDB) Serys (PV). Frederico Campos, que morava em Cubatão, chegou na última hora e leva pelo PFL a prefeitura.

O final do desastre foi na eleição de 1990, em que Jaime Campos (com Osvaldo Sobrinho como vice) ganha do Bonilha do PMDB para o governo e Júlio Campos bate o Bezerra para o Senado. Desde aquela época, vinte anos atrás, só agora o PMDB, com o Silval, voltou à ribalta. O PSDB estadual deveria se preocupar com que aconteceu com o PMDB.

Haverá fissuras no atual grupo que ganhou a eleição e está no poder. É histórico. Talvez já em 2012 na disputa para as prefeituras, principalmente a de Cuiabá.

*Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com
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>Mato Grosso ganhou

Posted on julho 20, 2010. Filed under: Blairo Maggi, Carlos Bezerra, Luiz Pagot, Mato Grosso, Mauro, Silval, Wilson |

>Alfredo da Mota Menezes

Eleições 2010 – Silval, Wilson e Mauro passaram por gretas e desfiladeiros antes de consolidarem suas candidaturas ao governo.

A do Silval Barbosa foi um longo trajeto. Antes havia no grupo a candidatura do Luiz Pagot. Se ela se mantém, só com o PMDB, era difícil o Silval emplacar a sua. Desde 1990, o PMDB não lançava candidato ao governo. Toda a estrutura tinha sido voltada para ajudar em eleições do Carlos Bezerra.

O primeiro trabalho do Silval foi contornar, sem confronto, a liderança do Bezerra no PMDB. Ninguém sobrara no partido nos tantos confrontos com ele ao longo dos anos.

O caminho melhorou um pouco para o Silval quando o Pagot desistiu da candidatura. Daí em frente, o Silval passou o tempo todo cortejando não mais o Bezerra, mas Blairo Maggi. Um exemplo talvez ilustre essa ação.

Em Rondonópolis, o Silval ficou contra o candidato do seu partido, José do Pátio, para apoiar o Adilton Sachetti, candidato e amigo do então governador. Teve e tem o Zé do Pátio contra ele, mas conseguiu ganhar a confiança do Maggi e do grupo. Contornar o Bezerra sem guerra e ganhar o apoio do Maggi foi o longo trabalho do Silval. Ele foi jeitoso, como diria o ACM.

Para chegar à candidatura, Wilson Santos teve trepidações enormes na caminhada. O bombardeio em cima dele foi um dos maiores que assisti em muitos anos. Ficou sem apoio na mídia e qualquer ação errada era mostrada em tons superlativos contra ele. E não faltaram casos.

Operação Pacenas foi um prato gigante. Rodrigo Figueiredo, Silval e Blairo aproveitaram o assunto para bombardear o prefeito da capital porque não tinha “competência” para realizar as obras do PAC.

Mesmo a Justiça em Brasília matando a Operação Pacenas, o prefeito não teve folga. Veio a greve dos médicos e o caso ETA-Tijucal. Outra vez aqueles que não queriam sua candidatura foram em cima com quatro pedras em cada mão. Cheguei a pensar que ele iria desistir, ficaria na prefeitura para realizar as obras do PAC e estaria por perto das obras da Copa. Foi determinado, é candidato.

Mauro Mendes apanhou muito também. Chegou um momento que pareceu que iria jogar a toalha quando falou em limites da paciência.

O candidato tinha que, diariamente, desmentir que o PPS não ficaria com ele. Ou que não era verdade que Carlos Lupi, dono do PDT, levaria o partido para apoiar o Silval por causa do palanque da Dilma. Sem o PDT e o PPS não se teria candidatura.

E ainda se teve, por algum tempo, a má vontade do Waltenir Pereira, presidente do PSB, com a candidatura com receio de não ser eleito deputado na chapa do Mauro.

Se o Mauro se afasta naquele momento estava morto politicamente no estado. Ao passar por aquele corredor polonês mostrou que pode participar do jogo bruto da eleição para governador.

Desde a volta das eleições diretas para governador em 1982 é a primeira vez que se apresentam três candidaturas viáveis no estado. Mato Grosso ganhou.

Autor: Alfredo da Mota Menezes é professor e cientista politico: E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com

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>Carlos Bezerra fala em expulsão do prefeito de Rondonópolis do PMDB

Posted on julho 19, 2010. Filed under: Carlos Bezerra, PMDB, PSDB, Rondonópolis, Wilson Santos, Zé Carlos do Pátio |

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O deputado federal e presidente regional do PMDB, Carlos Bezerra, afirmou ontem que caso o apoio do prefeito Zé Carlos do Pátio ao candidato ao governo do PSDB, Wilson Santos (PSDB) se consolidar, o prefeito corre o risco de ser expulso da sigla. Bezerra lembrou que para isso ocorrer basta haver uma representação. “Isso não sou eu que posso fazer e sim qualquer filiado do partido. Qualquer filiado pode entrar com essa representação e eu terei que abrir um procedimento”, repassou o deputado federal.
 Rondonópolis Mato Grosso
Pátio, na visão de alguns peemedebistas, estaria cometendo um ato de infidelidade partidária em razão de apoiar um candidato do PSDB e não o candidato do partido ao governo, Silval Barbosa. Alguns analistas entendem que o prefeito poderia perder até mesmo o cargo por infidelidade. Outros analisam que, por se tratar de um cargo executivo, o prefeito mesmo expulso por suposta infidelidade não correria este risco.
O deputado federal não quis, no entanto, entrar em detalhes sobre a “briga” pelo comando do PMDB em Rondonópolis. A diretora do Sanear, Terezinha Silva, teve uma liminar favorável na Justiça para assumir o partido. O PMDB está sendo conduzido por uma comissão provisória presidida pela professora Paula Costa desde o ano passado, quando o Terezinha que foi eleita foi destituída do cargo por causa de um entendimento de uma resolução interna do diretório regional que entende que detentores de cargos onde há ordenação de despesa não poderia presidir o partido. “Essa situação não cabe a mim uma manifestação e sim à Justiça”, resumiu Bezerra.
Fonte: A Tribuna MT
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>Em Rosário Oeste Carlos Bezerra zomba de Walter Rabelo

Posted on março 12, 2010. Filed under: agricultura, Carlos Bezerra, gozação, PMDB, reeleição, Rosário Oeste, Teté Bezerra, Walter Rabello |

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 O jornalista Romilson Dourado, do dinâmico site RD News, escreveu assim a reunião do PMDB. em Rosário Oeste. Com o velho discurso que o “eterniza” como cacique regional do PMDB e como marqueteiro de si próprio, o deputado Carlos Bezerra, em pré-campanha à reeleição, voltou a repetir, em reunião com cerca de 80 pessoas nesta quinta à noite, no Cinema, em Rosário Oeste, que seu governo foi o que mais investiu na área social. Ele se mostrou eufórico também com a voltar da legenda ao comando do Estado, sob Silval Barbosa, duas décadas depois do próprio Bezerra ter ocupado a cadeira de governador.
    
 Entre elogios à própria gestão e pedido para a militância eleger candidaturas peemedebistas nas eleições deste ano, Bezerra, que preside o PMDB há mais de uma década, fez alguns comentários pouco convincentes. Disse, por xemplo, que não queria que sua esposa, ex-deputada federal Teté Bezerra, fosse candidata a deputada estadual. Em seguida, assegurou que o nome de Teté surgiu das bases e não tem como contrariar o desejo da militância. Estavam presentes alguns líderes do PMDB, como o prefeito de Rosário Oeste Joemil Araújo e o casal Bezerra, além de representantes de outras siglas. Os demais eram trabalhadores rurais, um dos setores mais explorados pelo partido.
   
Para Bezerra, Teté será “puxadora” de votos do partido na disputa à vaga na Assembleia. O quociente eleitoral deve chegar a 65 mil votos. Ele disse até que recebe muitas críticas porque tem a esposa na condição de pré-candidata e que muitos chamam-no de cacique político, pecha que, segundo Bezerra, deveria ser abolida. Argumenta que a esposa aceitou concorrer ao pleito porque “tem serviço prestado”, “possui experiência política” e também porque o PMDB se vê desfalcado, desde as saídas do Legislativo dos hoje prefeitos Juarez Costa, de Sinop, e Zé do Pátio, de Rondonópolis.
    
No momento do discurso em que lembrava das perdas de vagas na AL, o cacique se referia ironicamente e em tom de gozação a Walter Rabello, embora não tenha citado o nome do então peemedebista eleito deputado em 2006 e que, dois anos depois, foi cassado por infidelidade partidária. Rabello migrou para o PP. “Não estou me lembrando o nome daquele, como é que chama mesmo aquele violeiro!”, perguntou Bezerra. Depois que alguem da plateia respondeu “É Walter Rabello”, o cacique completou: “É isso, um cantador que mudou de partido e ficou sem mandato”. A bancada peemedebista é composta na AL por Adalto de Freitas, o Daltinho, Nilson Santos e Antonio Brito. Destes, Brito não vai à reeleição.
   
Carlos Bezerra, que exerceu os mandatos de deputado estadual, prefeito de Rondonópolis, governador e senador e ocupa vaga na Câmara Federal pela segunda, fez rasgados elogios a si próprio. Disse que o PMDB volta agora ao governo do Estado com Silval, que toma posse no próprio dia 31. Aproveitou que a maioria dos presentes era agricultores para dizer que o seu companheiro de legenda já assumiu compromisso de priorizar os trabalhadores rurais. Segundo Bezerra, a gestão Silval vai fortalecer a agricultura familiar através da Empaer. Em seguida, disse que sua administração, de 87 a 90, teve “muitos avanços na agricultura”.
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>Jayme Campos, Carlos Bezerra e Thelma são condenados pelo TRF devolverem R$ 300 mil

Posted on março 2, 2010. Filed under: aposentadoria, Carlos Bezerra, Jayme Campos, salário, Thelma de Oliveira, TRF, viúva, vitalício |

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                                             Thelma de Oliveira, Carlos Bezerra e Jayme Campos


O Tribunal Regional Federal, TRF, em Brasília, negou recurso do senador Jayme Campos (DEM), da deputada Thelma de Oliveira (PSDB) e do deputado Carlos Bezerra (PMDB) para manter os valores de suas aposentadorias e salários. Os três não poderão ganhar mais de R$ 25,7 mil mensais – teto de remuneração nacional. Jayme, Bezerra e Thelma, além dos salários de parlamentares, ganham aposentadorias por serem ex-governadores – no caso de Thelma é viuva de Dante de Oliveira.


Foi decidida também a devolução do valor integral recebido indevidamente desde 2007. A quantia somada, dos três, ultrapassa R$ 300 mil. O Governo Federal deve readequar, em 30 dias, o salário dos três, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil.

A ação foi proposta pelo Ministério Público Federal. Na ação, os procuradores Ana Carolina Oliveira Tannús Diniz, Douglas Santos Araújo, Thiago Lemos de Andrade e Vanessa Ribeiro Scarmagnani pediram a imediata adequação do somatório dos rendimentos mensais dos parlamentares ao teto máximo e, no julgamento da ação, a devolução do que foi recebido além do teto remuneratório de R$ 25.725,00.

O senador e os dois deputados acumulam a pensão de ex-governador no valor de R$ 12.294,32 e mais o subsídio de R$ 16.512,08, por serem ocupantes de cargos eletivos,

Atualmente, o valor da pensão e do subsídio somados ultrapassa em R$ 3.081 mil, o teto remuneratório dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos, fixado em valor igual ao do subsídio mensal de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que atualmente é de R$ 25, 7 mil.

Em Mato Grosso, a Constituição Estadual prevê, desde 1998, o benefício vitalício para ex-governadores ou ocupantes do cargo. Para os procuradores, também causa perplexidade o fato de que para fazer jus ao benefício vitalício de ex-governador bastaria que o substituto, ainda que por um só dia, assinasse um único ato governamental.

Em 2003, outra emenda constitucional extinguiu o benefício, mas mantendo o direito daqueles que já o recebiam.

Fontes:

Redação 24 Horas NewsSó Noticias – Sinop

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>Os gastos de nossos deputados federais

Posted on dezembro 8, 2008. Filed under: Carlos Abicalil, Carlos Bezerra, Deputados federais de MT, Eliene Lima, Homero Pereira, Pedro Henry, Thelma de Oliveira, Valtenir Pereira, Walington Fagubndes |

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Bezerra torra R$ 20 mil com verba indenizatória

Carlos Bezerra (PMDB) O cacique do PMDB Carlos Bezerra “torrou” R$ 20,4 mil de sua verba indenizatória de novembro e lidera a lista dos que mais gastaram entre os 8 deputados federais mato-grossenses. O progressista Pedro Henry gastou R$ 19,3 mil. Já Wellington Fagundes (PR) apresenta despesas de apenas R$ 5,6 mil. Cada federal tem direito a R$ 15 mil mensais de reembolso a título de verba indenizatória. Trata-se de um ressarcimento de despesas com aluguel, manutenção de escritórios, locomoção, alimentação e despesas diretamente relacionadas ao exercício do mandato. Os dados são públicos. Estão disponíveis no site da Câmara dos Deputados em um link denominado de tranparência.

Pedro Henry (PP) Segundo os dados do balancete de Bezerra ele gastou R$ 4,2 mil com combustível; R$ 7 mil com divulgação de atividade parlamentar e R$ 9,2 mil com locomoção, hospedagem e alimentação. Juntos, som R$ 20,4 mil. Pedro Henry recebeu reembolso de R$ 5,6 mil devido a gastos com locomoção, hospedagem e alimentação; R$ 9 mil com consultorias, assessorias, pesquisas e trabalhos técnicos. Já com combustível Henry gastou R$ 4,5 mil. Ao todo foram R$ 19,3 mil em novembro.

Thelma de Oliveira (PSDB) “torrou” R$ 15,2 mil. Ele apresentou comprovantes para despesas de R$ 8 mil com aluguel de imóveis para escritório; R$ 2,6 mil com aquisição de material de expediente e R$ 4,5 mil com combustível. Eliene Lima (PP) declarou gastos de R$ 15 mil, como R$ 4,5 mil com combustível; R$ 4 mil com consultorias, assessorias, pesquisas e trabalhos técnicos; e R$ 3,5 mil com compra software.

Deputado Valtenir Pereira (PSB) O deputado Valtenir Pereira (PSB) revela ter gasto R$ 10 mil, sendo R$ 2,7 mil com aluguel; R$ 1,3 mil com aquisição de material de expediente; R$ 4,5 mil com combustível e R$ 1,8 mil com locomoção, hospedagem e alimentação. O republicano Homero Pereira apresentou gastos de R$ 10,1 mil. Segundo seu balancete, ele “torrou” R$ 5,3 mil com locomoção, hospedagem e alimentação; R$ 1 mil com aluguel; R$ 2,9 mil com combustível; R$ 337 com compra de material de expediente e R$ 415 com aquisição ou locação de software; serviços postais; TV a cabo ou similar; acesso à internet; e locação de móveis e equipamentos.

o petista Carlos Abicalil apresenta despesas de R$ 6,1 mil. Entre outras estão R$ 2,1 mil com aluguel; R$ 502 com aquisição de material de expediente; e R$ 324,22 com compra ou locação de software. O que menos gastou foi o republicano Wellington Fagundes. Diz que suas despesas de novembro sobre verba indenizatória foram de R$ 5,6 mil. (Patrícia Sanches)

Despesas dos federais com verbas indenizatórias
(novembro de 2008)
Deputado gastos
Carlos Bezerra (PMDB) R$ 20, 4 mil
Pedro Henry (PP) R$ 19,3 mil
Thelma de Oliveira (PSDB) R$ 15,2 mil
Eliene Lima (PP) R$ 15 mil
Homero Pereira (PR) R$ 10,1 mil
Valtenir Pereira (PSB) R$ 10 mil
Carlos Abicalil (PT) R$ 6,1 mil
Welington Fagundes (PR) R$ 5,6 mil

Fonte: RDNews
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