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>Pecuária: Produtores investem em outras raças

Posted on março 22, 2010. Filed under: arroba, Carrefour, Criadores, cruzamentos, Estância Celeiro, Fazenda Sereno, frigorífico, GAP Genética, genética, lucros, nelore, pecuaristas, Pecuária, Produtores, raças, touros |

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Na busca por precocidade do rebanho e melhor qualidade de carne, pecuaristas introduzem animais resultantes de cruzamentos.


Cresce o número de pecuaristas que investem em raças resultantes de cruzamentos como uma forma de aumentar a produtividade do rebanho de maneira rápida, eficiente e econômica. Este é o caso de Daniel Vilela de Oliveira, que sempre trabalhou com nelore e há quatro anos começou com a raça angus em busca de precocidade, tanto no sistema reprodutivo quando no abate, e de uma carne de melhor qualidade que consegue preços diferenciados no mercado. Daniel é vice presidente da Associação de Criadores do Sul de Mato Grosso (Criasul) e disse que muitos estão fazendo esse tipo de investimento. “Acredito que na nossa região, existem cerca de 35 propriedades com gado de raças de cruzamento, que permitem um melhor acabamento e um marmóreo da carne.”



Com um plantel de 1.400 vacas matrizes nelore e 1.050 meio sangue angus, ele se diz muito satisfeito com os resultados, especialmente com o ganho de peso no confinamento e no semi-confinamento. “Este é o tipo de investimento para quem gosta de acompanhar a tecnologia”, ressalta, acrescentando que nos Estados Unidos, 99% do rebanho é fruto de inseminação e no Brasil esse volume é de 5 a 6% no máximo. Os animais de Daniel estão divididos em duas fazendas, uma de cria em Pedra Preta e outra de cria e engorda em Rondonópolis. Daniel adianta que vai começar a testar uma nova raça, a wagyu, oriunda do Japão, cuja carne é a mais nobre e mais cara do mundo. Outros produtores da região já introduzem a raça inglesa senepol



Localizada também em Rondonópolis, a Fazenda Sereno, da GAP Genética, trabalha exclusivamente com animais da raça brangus. A GAP Genética, cuja sede é em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, tem tradição de 100 anos no trabalho com as raças inglesas – angus, devon e hereford. Jorge Luiz de Oliveira Santana, da fazenda Sereno, explica que em 1984 a empresa resolveu fazer um programa para o Brasil Central de melhoramento genético e de carnes, em parceria com a Argentina. Ele destaca que as raças inglesas e holandesas puras, por serem de climas frios e temperados, têm problema de adaptação no Centro-Oeste por causa do calor e das pastagens. Resolvemos esta questão com a raças como a brangus, um cruzamento de angus e nelore, sendo 62.5% de gens do angus e 37.5% do nelore, proporcionando uma ótima combinação para as características de produção e adaptação. A raça nelore confere ao brangus rusticidade e um excelente rendimento de carcaça, além de grande variabilidade genética, fator importante para o trabalho de seleção. Já a angus aporta mais precocidade e tamanho corporal adequado ao sistema de produção extensivo.



Santana explica ainda que é possível aproveitar as variações entre as raças e reter a heterose (vigor híbrido), implantando um sistema de cruzamento direto ou absorvente. As raças sintéticas refletem os caracteres das raças formadoras, maximizando as características desejáveis e reduzindo as não desejadas, trabalho feito através de sistemas de seleção como o Programa Natura, aberto a todo produtor que utiliza do cruzamento entre nelore e angus. Ele avalia as características de ganho de peso, conformação, precocidade e musculatura, nas fases de desmama (sete meses) e sobreano (18 meses). Estas avaliações servem como base para calcular as Diferenças Esperadas na Progênie (DEP”s) para a classificação dos animais de acordo com seus desempenhos.


A fazenda Serena tem um sistema de produção que integra agricultura e pecuária. Dos 9 mil hectares (ha) da propriedade, dois mil são utilizados para a criação de 3.600 cabeças de gado. São comercializados touros e carne para o Carrefour e para a Estância Celeiro. Santana destaca que antes de ser produtor de carne é preciso ser produtor de pasto. Tanto que 400 ha são utilizados para o plantio de sementes de capim brachiaria, além do cultivo de soja e cana-de-açúcar (em sistema de arrendamento).



Quanto ao mercado, ambos os produtores se dizem muito satisfeitos com os resultados. Santana destaca que, além do ganho direto com o frigorífico, a redução da idade de abate e o aumento no desfrute também se refletem em lucros. “Chegam a pagar pela arroba da vaca um valor aproximado do preço do boi. No caso de um boi castrado, com um bom acabamento, são acrescidos de R$ 3, a R$ 5 por arroba”, exemplifica, acrescentando que em São Paulo, esse acréscimo pode ser até de R$ 7, ou seja, 10% a mais por arroba.


Daniel cita o programa da Estância Celeiro que dá 3% de bonificação no valor da carne de melhor qualidade. Ele finaliza dizendo que o mercado para este tipo de produto está se abrindo e que o consumidor está cada vez mais exigente. Fonte: A Gazeta
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>Carrefour projeta crescimento em 2010 com abertura de 70 lojas

Posted on março 2, 2010. Filed under: Carrefour, crescimento, hipermercados, investir, varejista, Walmart |

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O presidente do Grupo Carrefour Brasil, Jean-Marc Pueyo, disse nesta segunda-feira (1º) que a companhia deverá registrar um crescimento das vendas brutas entre 15% e 16% este ano, na comparação com 2009. Segundo ele, a expectativa é de que sejam investidos este ano aproximadamente R$ 1,25 bilhão para a abertura de 70 lojas, de todas as bandeiras, com um foco nas regiões Norte e Nordeste. Para 2011, a varejista pretende investir novamente R$ 1,25 bilhão.

Em 2009, a varejista registrou faturamento bruto de R$ 25,5 bilhões, mostrando crescimento 14% nas operações brasileiras. “No Brasil e na China temos nossas maiores taxas de rentabilidade, por isso estamos ampliando nossos investimentos por aqui”. Pueyo destacou ainda que a intenção da varejista é estar presente em todos os Estados brasileiros até o final de 2011. Atualmente, a rede está em 18 estados mais o Distrito Federal.

Questionado sobre a estratégia para atingir estes novos mercados, o executivo disse que o crescimento será orgânico, mas não descarta aquisições nestas regiões. “Não é nosso foco (aquisições), mas sabemos das oportunidades que existem”. Sobre as informações de que as operações brasileiras do Carrefour estariam sendo negociadas com o Walmart, Pueyo disse que não faria comentários, e afirmou que “tudo sobre este assunto já foi dito”.

A companhia conta com 114 hipermercados Carrefour, 49 lojas do Carrefour Bairro, 376 da bandeira Dia% e 59 da bandeira Atacadão. O Carrefour emprega 70 mil funcionários nas lojas no Brasil.  Fonte: A Gazeta
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>Incêndio na loja Atacadão de Cuiabá destrói mais de 500 t de mercadorias

Posted on novembro 6, 2009. Filed under: bairro Tijucal, Carrefour, Corpo de Bombeiros, Incêndio, Incêndio na loja Atacadão |

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Da Redação – Jardel Arruda

O gerente regional do Atacadão, Wlamir dos Anjos, já fez uma estimativa das perdas causadas pelo incêndio ocorrido na manhã desta sexta-feira (6), na sede da rede de supermercados instalada no bairro Tijucal. Segundo ele, cerca de 500 toneladas de produtos, “três carregamentos”, queimaram no incidente, que destruiu o depósito da unidade do supermercado pertencente ao grupo Carrefour.


Apesar das perdas, o gerente preferiu comemorar o fato de não ter havido feridos na tragédia. “Não teve vítima, o resto não é importante, o que se perdeu é só material”, declarou Wlamir, em um dos poucos momentos reservados para a imprensa, em meio à ‘correria’ para acompanhar as ações dos bombeiros, orientar funcionários e atender ligações.

Questionado sobre valores reais, o gerente disse ser muito cedo para qualquer estimativa. Mas levando em consideração o tamanho das labaredas, declarou: “Deve ter sido grande”.

Wlamir ainda afirmou querer fazer o supermercado, intocado pelo incêndio, voltar a funcionar o mais rápido possível. “Hoje fica fechado com certeza. Amanhã é difícil. E Também dependemos das instruções da Defesa Civil”, argumentou.

Mais de 80 homens do Corpo de Bombeiros trabalharam para conter o incêndio que começou às 7h50, ainda sem explicação. De suporte, havia 12 viaturas da corporação, mais quatro caminhões-pipa enviados pela Defesa Civil de Cuiabá e outros três contratados pelo gerente do supermercado.


A fumaça foi a grande inimiga dos bombeiros. Ela dificultava a respiração e reduzia a quase zero a visibilidade de quem estava no local. Um dos soldados explicou que ela surgia devido à queima dos óleos e diversos produtos inflamáveis que existiam no interior do depósito.

O comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Carlos Alexandre, afirmou que não foi difícil controlar o fogo, e que a meta dos bombeiros, desde o início, foi impedir que as chamas alcançassem o supermercado. “Agora é só o rescaldo, que dura algum tempo ainda”, afirmou.

A chuva, que muitos pensam ajudar, na verdade foi indiferente em todo combate ao incêndio, que ocorreu em ambiente fechado. Na verdade, ela só dificultava a dissipação da fumaça. “Quando a chuva é só um sereno ela ajuda, quando é muito forte atrapalha. Hoje foi indiferente”, disse o coronel Alexandre.


Além dos que trabalhavam para conter o incêndio e dos funcionários do supermercado, dezenas de curiosos pararam para assistir o trabalho dos bombeiros. Um deles, entrevistado pelo Olhar Direto, definiu a cena com uma frase. “Parece filme de cinema”. Fonte:
Olhar Direto

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