chuva

>Mato Grosso terá chuvas e temperaturas acima do normal nos próximos 3 meses

Posted on dezembro 10, 2010. Filed under: chuva, Mato Grosso |

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O prognóstico climático do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) para este trimestre (dezembro, janeiro e fevereiro) indica chuvas de normal a ligeiramente acima da média e temperaturas de 1 a 2 ºC acima da média.
Agricultura depende das condições climáticas
Dezembro marca o início do trimestre mais chuvoso do ano no sul da Amazônia, que segue até fevereiro. A região não é tão sensível quanto outras partes do país ao fenômeno La Niña (que resfria as águas do Pacífico), por isso, as chuvas devem ficar dentro da normalidade, mas algumas áreas isoladas de Rondônia, Acre e Mato Grosso poderão ter acréscimo acima da média em sua precipitação. “Estamos em uma faixa de baixa correlação com o que acontece no pacífico equatorial, ainda assim, podemos dizer que nesse ano o chamado inverno amazônico será mais rigoroso do que o do ano passado nesses três estados”, explica Luiz Alves, meteorologista do Centro Regional do Sipam em Porto Velho.
Já nas porções leste e sudeste do Mato Grosso, o La Niña influencia de forma contrária, causando chuvas um pouco abaixo do normal. Isso acontece devido à proximidade com o sudeste do país, que deverá enfrentar um verão mais seco, podendo até sofrer posteriormente com desabastecimento. No que se refere às temperaturas, a previsão indica que 2011 começará mais quente do que o normal nesses três estados.
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>Falta de chuva leva a quebra de safra e ameaça inflação

Posted on setembro 13, 2010. Filed under: chuva, Estiagem, pantanal, Pecuária, Poconé, Sindicato Rural |

>Estiagem – O Pantanal Mato-Grossense, conhecido pela bela paisagem, com abundância de água e vegetação, mudou. No interior paulista, por onde se espalham lavouras de cana-de-açúcar, laranja e café, o quadro não é diferente. Nos últimos meses a chuva escasseou – efeito do fenômeno climático La Niña. Já se fala em quebra de safra e na possível pressão inflacionária para os próximos meses em algumas culturas.

Pantanal Mato-Grossense

É o caso da pecuária. Segundo a economista Amarilis Romano, da Tendências Consultoria, o prolongado período de entressafra no Centro-Oeste pode fazer com que os pecuaristas mantenham os animais confinados por mais tempo para que ganhem peso e sejam vendidos por um preço melhor. A oferta menor de animais pressiona o preço da arroba do boi gordo.

“Ainda não é possível dizer se haverá uma catástrofe, mas vivemos um sinal de alerta. A luz amarela acendeu e o problema pode influenciar na alta da inflação”, avalia a analista. Para José Vicente Ferraz, da consultoria Agra FNP, é possível que a estiagem prorrogue a entressafra do Centro-Oeste: “Se isso acontecer, não tem como não haver pressão inflacionária”.

Caio Silva Campos, presidente do Sindicato Rural de Poconé (a 110 km de Cuiabá), na região pantaneira, conta que mesmo os pecuaristas mais experientes foram surpreendidos com a estiagem deste ano. “Em alguns lugares as lagoas e açudes viraram um lamaçal. O gado vai procurar água, fica atolado no barro e pode até morrer”, relata.

“Por enquanto, a maioria vai segurar o gado por mais tempo para que ele engorde. Sem pasto há duas alternativas. Ou vendemos agora o gado e perdemos no peso menor do animal, ou gastamos mais para vender mais adiante”, lamenta Campos.

Superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari diz que a atual estiagem é uma das piores vistas na região. “Em alguns lugares do Estado não chove desde abril. A seca começou mais cedo e está mais intensa. Se continuar assim deve levar pelo menos mais um a dois meses até que os animais recuperem o peso. A entressafra que terminaria agora pode durar até novembro. E o preço vai ficar mais alto por mais tempo”, analisa Vacari.

Laranja murcha. Se a pecuária vive sob ameaça, na citricultura o problema já chegou. Os citricultores estão em época de colheita e apontam para uma perda na produtividade que vai de 20% a 30%. É o resultado da falta de chuva no interior paulista, que concentra boa parte da produção nacional.

“Pelos meus cálculos a quebra de safra vai chegar a 30%, levando em consideração os prejuízos com a estiagem e os problemas com doenças nos pomares”, conta Marco Antonio dos Santos, produtor de Taquaritinga, região de Ribeirão Preto (SP).

A falta d’água diminui a quantidade de suco da laranja. Ela fica murcha e, em muitos casos, não tem força para se aguentar no pé. Como a laranja está mirrada, o produtor tem de colocar 20% a mais de frutas para completar a caixa de 40 quilos, vendida à indústria processadora.

Além de comprometer parte da safra deste ano, a estiagem pode causar prejuízo para a colheita do ano que vem. Isso porque nesta época os pomares paulistas começam a ter as primeiras floradas. Sem chuva, a flor não tem força para se desenvolver e virar fruto. A esperança está na melhora do tempo nas próximas semanas, que beneficiaria as duas próximas floradas.

Para Flávio Viegas, presidente da Associação Brasileira de Citricultores (Associtrus), é inevitável que a safra do próximo ano carregue algum efeito negativo de 2010. “Se as flores dos pomares brotarem em um período mais seco, vão se desenvolver menos”, explica. Segundo ele, um dos prováveis efeitos tanto para esta safra quanto para a próxima, como resultado da colheita menor, será o aumento de preço da fruta.

A Cutrale, maior indústria de laranja do País, já processou pouco mais de 30% das frutas desta safra, diz o diretor corporativo Carlos Viacava. Segundo o executivo, a tática, tanto para a indústria quanto para os produtores, foi apressar a colheita para diminuir as perdas. Tanto que houve caso de formação de filas de caminhões de entrega na porta de algumas indústrias. “Sem chuva, metade das frutas do pé vai parar no chão e as laranjas ficam mais leves”, conta. Para Viacava, a maior preocupação está na safra de 2011. “Tem de chover em setembro para não comprometer as próximas floradas”, alerta.

Canaviais. A cana-de-açúcar vive o lado bom e o perverso da estiagem no Estado de São Paulo, onde não chove há mais de três meses em algumas regiões. Se por um lado a seca aumenta a concentração de sacarose na planta (que rende mais açúcar e mais etanol), por outro prejudica o seu desenvolvimento – a planta pode até secar, o que leva à perda de produtividade.

O resultado da estiagem, segundo Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), é uma quebra de safra. A estimativa inicial da entidade era de uma safra de 620 mil toneladas de cana colhida na safra 2010-2011. O número foi revisado para 570 mil toneladas; queda de 8%. “Tivemos dois problemas consecutivos. O excesso de chuva no ano passado e a falta de chuva nesta safra”, explica.

Para completar o quadro, os produtores de São Paulo tiveram de interromper a queimada nos canaviais. A Cetesb restringiu a queima da palha em alguns regiões como resultado da baixa umidade relativa do ar. As usinas não confirmam, mas segundo um especialista do setor houve caso de usina que ficou sem cana para moer por alguns dias.

Segundo o secretário da Agricultura de São Paulo, João de Almeida Sampaio Filho, a preocupação com os efeitos da estiagem é real. “Se a quebra de safra for muito grave, a solução para os produtores será renegociar os financiamentos com o governo federal.”

Fonte: Estadão

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>Chuva bloqueia rodovia e causa estragos em 33 cidades de Santa Catarina

Posted on maio 13, 2010. Filed under: chuva, chuvas, emergência, Florianópolis, Santa Catarina, vendavais |

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Já chega a 33 o número de cidades atingidas por chuvas e vendavais em Santa Catarina. Oito municípios decretaram situação de emergência.
Mais de 250 mil pessoas foram afetadas e 4 mil estão desalojadas. O trecho da rodovia BR-101 que liga o estado ao Rio Grande do Sul está totalmente interditado na cidade de Araranguá, por causa do transbordamento de um rio.
Um homem continua desaparecido em Anitápolis, a 100 quilômetros de Florianópolis.
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>Depois de 6 meses, ministério de Lula não envia ajuda prometida a SC, e estado fica sem radar antidesastre

Posted on maio 3, 2010. Filed under: chuva, Desastres, estado de Santa Catarina, Ministério |

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As chuvas causaram diversos alagamentos em Blumenau (SC) e outras cidades da região
  • As chuvas causaram diversos alagamentos em Blumenau (SC) e outras cidades da região

O Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) não enviou R$ 15 milhões ao Estado de Santa Catarina para a instalação de um radar meteorológico capaz de prevenir com antecedência a ocorrência de desastres naturais. O anúncio do repasse foi feito pelo ministro Sérgio Rezende em outubro de 2009, que na época prometeu que os recursos chegariam ao Estado até o final do ano passado, o que até agora não ocorreu.

Os radares são capazes de detectar com precisão a ocorrência de chuvas intensas, tempestades, tornados e ciclones em um raio de até 200 km, entre uma e três horas antes de sua ocorrência. Esse tempo permite às defesas civis alertarem as populações que vivem em áreas de risco e prestarem a devida assistência.

O radar seria operado pelo Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de SC (Ciram), que ficaria responsável pela distribuição dos dados meteorológicos para outros centros de pesquisa. “Houve um comprometimento do ministério, mas até agora nenhum recurso chegou a nós”, diz Hugo Braga, pesquisador do Ciram e coordenador do Grupo Técnico Científico de Prevenção a Desastres (GTC), criado pelo então governador Luiz Henrique (PMDB) após as chuvas de 2008.

O MCT foi procurado diversas vezes pela reportagem do UOL Notícias, mas não informou o motivo pelo qual os recursos não foram direcionados ao Estado.

Estado crítico
Por conta de sua posição geográfica, relevo e outras características naturais, Santa Catarina é, historicamente, um dos Estados mais atingidos no Brasil por intempéries. Nos últimos 35 anos, mais de 600 pessoas morreram em decorrência de inundações, deslizamentos, desmoronamentos e tornados em Santa Catarina, segundo dados do Atlas de Desastres Naturais em SC e da Defesa Civil Estadual.

O desastre mais marcante na memória recente dos catarinenses aconteceu em novembro de 2008, quando 135 pessoas morreram e mais de 78 mil ficaram desalojadas ou desabrigadas por conta de deslizamentos de terra e inundações causadas por chuvas intensas e prolongadas. A região mais afetada pelo desastre foi o litoral e o Vale do Itajaí.

De lá para cá, o Estado passou por dois períodos críticos de chuvas ou tornados: o primeiro ocorreu em setembro de 2009, quando oito pessoas morreram em enxurradas nos municípios de Mafra, Augusto Vitória e Blumenau, e outras quatro morreram na passagem de um tornado em Guaraciaba.

O segundo período crítico aconteceu entre os dias 21 e 25 de abril deste ano: apesar de não causarem mortes, as enxurradas deixaram quase 50 cidades em situação de emergência e desabrigaram ou desalojaram mais de 10 mil pessoas.

Atualmente, o único radar que Santa Catarina dispõe é de propriedade da Aeronáutica e fica em Urubici, na região serrana (sudeste do Estado). O equipamento, contudo, não permanece operante o tempo todo e necessita de reparos constantes. “Estamos tentando com um instituto russo a restauração de outro radar, instalado por produtores rurais em Lebon Régis. Com ele, teríamos uma boa cobertura do planalto central e do litoral”, diz Hugo Braga, pesquisador do Ciram.

Apesar de ainda não ter radares meteorológicos suficientes, Santa Catarina está mais bem preparada para enfrentar fenômenos naturais intensos, na avaliação do pesquisador. “Há poucos anos a maioria da população de SC morava em áreas rurais. Atualmente, a ocupação desenfreada dos centros urbanos fez com que houvesse a priorização na aplicação dos recursos na prevenção de desastres. Hoje temos informações mais consistentes acerca do tempo e da ocupação humana. Estamos correndo atrás”.

União envia R$ 800 mi a SC após desastre

Após o desastre de novembro de 2008, o Estado recebeu 800 milhões do governo federal para a reconstrução e a preparação para possíveis catástrofes. Só em gastos com infraestrutura foram destinados R$ 290 milhões, aplicados, por meio do governo do Estado, em 84 municípios. Os recursos foram utilizados na recuperação de rodovias, escolas, hospitais, entre outros.

A Prefeitura de Itajaí recebeu, da Secretaria de Portos da Presidência da República, R$ 378 milhões para recuperar o Porto de Itajaí, duramente castigado pelas enchentes de 2008. Para o custeio na área de saúde, o Estado recebeu do Ministério da Saúde R$ 70 milhões. Somados, os gastos com assistência social, manutenção de pessoas em abrigos, construção de moradias e defesa civil chegam a R$ 60 milhões.

Completam os gastos para reparar as consequências do desastre R$ 49 milhões do orçamento estadual, R$ 29 milhões da Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina), R$ 2 milhões da Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento), além de R$ 20 milhões provenientes de doações de pessoas físicas e jurídicas.

O levantamento não contabilizou outros repasses feitos pela União diretamente aos municípios.  Fonte: UOL Notícias

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>Abril de tragédias

Posted on abril 20, 2010. Filed under: chuva, ciclones, Deslizamento, erupção, terremotos, tragédias, Vulcão |

> Vulcão em erupção, ciclones, terremotos, excesso de chuva, deslizamento de terras. O mês de abril está registrando uma série de tragédias naturais em diferentes partes do planeta que deixam rastros de tristeza e desolação às vítimas que sobrevivem a esses fenômenos. E a questão que mais aflige as pessoas é se o homem tem alguma responsabilidade nessas ocorrências. Ele tem contribuído para que isso aconteça?

Esta é uma questão que até mesmo cientistas têm dificuldades em responder. Uma das suspeitas para que isso esteja acontecendo, segundo especialistas, é de que os fatos sejam conseqüências do comportamento dos humanos ao longo da história. Mas independentemente do que o homem vem fazendo de prejudicial à natureza, o fato mais preocupante é que milhares de pessoas estão sendo afetadas por catástrofes naturais o que confirma a opinião de especialistas de que o aquecimento global mais cedo ou mais tarde trará consequências terríveis aos habitantes do planeta Terra.

Na semana passada, o vulcão Eyjafjallajoekull, na Islândia começou a entrar em erupção e vem causando, por enquanto, transtornos e prejuízos financeiros. No Brasil, somente neste domingo foram cancelados 28 voos que chegariam ou partiriam de aeroportos no Rio de Janeiro e em São Paulo, que tinham como destino e origem países europeus, como França, Portugal, Itália e Inglaterra, por exemplo. A fumaça prejudica a visibilidade nos aviões, mas aos poucos os aeroportos estão sendo reabertos. O vulcão ainda oferece outro risco, de as geleiras que o cobrem derreterem o que ocasionaria outro efeito: enchente.

A lista de tragédias naturais não para. Nos últimos dias os chineses também sofreram. Um terremoto de 6,9 graus na escala Richter atingiu a província de Qinghai fazendo cerca de 1,1 mil vítimas. As autoridades do país estimam que cerca de 11 mil pessoas estejam feridas e outras 300 estão desaparecidas. Equipes de resgate já começaram a ajuda para os cerca de 100 mil afetados pelo tremor, que não têm água nem comida.

Outro fenômeno registrado neste mês devastou a cidade indiana de Karadighi. Ventos de até 160 quilômetros por hora atingiram áreas de moradias precárias e cerca de 90 pessoas morreram. Centenas de moradores ficaram feridos e milhares desabrigados. Não se pode deixar de lembrar das ocorrências no Brasil, como as enchentes em São Paulo no início do mês e os deslizamentos de terras em Niterói, no Rio de Janeiro, há pouco mais de uma semana.

Ainda faltam 10 dias para o mês terminar e muitas outras tragédias podem acontecer. Se esses fenômenos têm ou não a ver com o aquecimento global, decorrente de ações incorretas do homem ao longo do tempo não se tem certeza. Mas é certo de que o comportamento dos humanos no tratamento com os recursos naturais tem de mudar, antes que mais eventos negativos aconteçam. Essa história tem de mudar, e rápido. Fonte: Editorial de A Gazeta

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>Chuva provoca transbordamento de córregos e invasão de casas na Grande Cuiabá

Posted on março 1, 2010. Filed under: córregos, chuva, Grande Cuiabá, invasão de casas, transbordamento |

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As fortes chuvas do fim de semana atingiu vários bairros de Várzea Grande, alagando casas e comércios. O coordenador de Defesa Civil e comandante da Guarda Municipal, Rodrigo Alonso Lemes, afirma que o maior problema foi o transbordamento de córregos da cidade.


Ele destaca que a situação é mais crítica na região do Grande Parque do Lago, incluindo os bairros Santa Clara, Princesa do Sol, Residencial 8 de Março, Residencial Esperança, Jardim Maringa 1.

A prefeitura disponibilizou o ginásio Antonio Sotero, no bairro Parque do Lago para abrigar as famílias. Porém, muitas não querem deixar suas residências. Fonte: Gazeta digital

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>Enchente em Cáceres deixa cerca de 20 mil pessoas desabrigados e desalojados

Posted on fevereiro 12, 2010. Filed under: Cáceres, chuva, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, desalojados, Enchente em Cáceres, esabrigados |

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Cerca de 20 mil pessoas ficaram desabrigadas ou desalojadas depois de 12h de chuva ininterrupta, que atingiu 19 bairros e parte do centro


Vinte mil pessoas, entre desabrigados e desalojados, foram atingidas pelas chuvas que caíram durante 12h, ontem em Cáceres. De acordo com a Comissão Municipal de Defesa Civil, choveu cerca de 60 milímetros, o dobro do previsto para todo o mês de fevereiro, no município. A chuva começou às 23h de quarta-feira (10) e só diminuiu às 11h da manhã de ontem. Conforme o Corpo de Bombeiros, 19 bairros e parte da área central da cidade ficaram inundados. O rio Paraguai subiu 38 centímetros em menos de 24h. Na tarde de quarta-feira estava com 3,94 metros. Ontem, ao meio dia, o nível da água estava a 4,32 metros.


A prefeitura disponibilizou 3 escolas para servirem de abrigo. Uma delas, a Izabel Campos, também ficou alagada, comprometendo o socorro das vítimas. A ação das águas também foi devastadora na zona rural. A informação é de que, dezenas de pontes caíram deixando várias comunidades isoladas Em alguns bairros como o Vila Mariana, os bombeiros socorreram os moradores usando barcos. O mesmo meio de transporte também foi usado próximo a estação rodoviária, no centro da cidade. Centenas de pessoas de vários bairros perderam tudo: móveis, roupas e eletrodomésticos.


Em uma parte do bairro da Cavalhada a água chegou a 1,60 metro. Vários córregos que cortam a cidade, como o Sangradouro e Lavapés transbordaram. Os comerciantes tiveram que baixar as portas para salvar as mercadorias. Conforme o major Ramão Barbosa, comandante do Corpo de Bombeiros, em alguns casos, ouve dificuldade no socorro porque, apesar de estarem em áreas alagadas, muitas pessoas se recusaram a sair. “Apesar do perigo, muitos não quiseram sair. Outros preferiram as casas de parentes e amigos, ao invés dos abrigos improvisados”, disse.


Além da precipitação de cerca de 12 horas, a inundação pode ser atribuída à vários fatores. Entre eles, a falta de limpeza dos canais que cortam a cidade e deságuam no rio Paraguai, bem como a deficiência de vazão da obra recém construída para recuperação da baia do Malheiros. Há muitos dias, moradores e segmentos da comunidade local vinham cobrando a desobstrução dos córregos. Atendendo a uma sugestão da administração municipal, o promotor André Almeida, autorizou a destruição parcial da obra, que na opinião do prefeito Túlio Fontes e um grupo de vereadores, teria agravado a situação.


Mais de 120 homens trabalharam no socorro às vítimas. Somente o Corpo de Bombeiros designou 30 homens; o Exército 20; a Cruz Vermelha, 30, além da Sema, Secretaria de Ação Social e vários voluntários


Essa foi à segunda inundação da cidade, no período de 3 anos. Em janeiro de 2007, uma chuva de 18 horas ininterruptas, causou transtorno deixando o município em estado de emergência. O saldo foi 18 bairros inundados, 2 mil desalojados e 300 famílias desabrigadas. Três casas desabaram. O estrago foi sentido durante mais de um ano. Apesar de receberem vacinas e produtos para desinfetar casas, várias pessoas afetadas contraíram vários tipos de doenças. Fonte: A Gazeta

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>Sobe para oito o número de mortes provocadas pela chuva na Grande São Paulo

Posted on janeiro 21, 2010. Filed under: bombeiros, chuva, São Paulo |

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em destaque

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Subiu para oito o número de mortos em decorrência da chuva que atingiu São Paulo na madrugada de hoje. Mais dois corpos foram localizados pelos bombeiros.


Eles foram soterrados após um deslizamento de terra no bairro de Grajaú, na Zona Sul da capital paulista. Na capital, também foram registradas as mortes de uma criança na Zona Sul e um homem na Zona Oeste.


Mais cedo, outro homem foi encontrado morto em um deslizamento em Santo André, na Região Metropolitana de São Paulo, e três pessoas morreram soterradas nas cidades de Ribeirão Pires e Mauá.

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>Frente fria pode chegar com chuva hoje em Mato Grosso

Posted on setembro 4, 2009. Filed under: chuva, Frente fria, Inmet, Instituto Nacional de Meteorologia, previsão do tempo |

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A formação de uma frente fria que vem do oceano Atlântico atinge o litoral do Sudeste e forma um canal de umidade que se estende entre algumas regiões do Norte, Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país provocando pancadas de chuva nesta sexta-feira, segundo previsão do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

No período da tarde, as pancadas de chuva atingem o centro-sul de Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Deve chover ao longo do dia entre o sul, leste e nordeste do Rio Grande do Sul e ventos fortes devem atingir a região litorânea. No período da manhã, as pancadas de chuva também atingem o centro-leste de Santa Catarina. O sol aparece nas demais áreas do Sul do país.

Na região Norte, as pancadas de chuva ficarão concentradas entre o Amazonas, Roraima, Rondônia e Acre. Existe a possibilidade de pancadas de chuva entre o litoral de Pernambuco e da Bahia. Nas demais áreas do país, haverá variação de nebulosidade.

São Paulo

Nesta sexta-feira, as temperaturas –que já caíram nesta quinta (3) devido à chuva– deverão sofrer declínio em São Paulo. As temperaturas variam entre 12ºC e 29ºC, no Estado, e entre 17ºC e 25ºC na capital.

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