Ciro Gomes

>Ciro Gomes diz que prefere ser Ministro da Saúde

Posted on dezembro 14, 2010. Filed under: Ciro Gomes |

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O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) fez chegar à equipe de transição que preferiria assumir o Ministério da Saúde a voltar à pasta da Integração Nacional, para a qual foi convidado pela presidente eleita, Dilma Rousseff.
Ciro Gomes prefere ser ministro da Saúde a reassumir Integração Nacional
Ciro já foi convidado para a Saúde por Itamar Franco, em 1994, e recusou. Ele está em viagem ao exterior e deve retornar ao país hoje.
Mas Dilma demonstra não estar inclinada a atender o pedido de Ciro, já que tende a reservar a Saúde para um nome técnico ou ligado ao PT.
Por isso não está descartada a possibilidade, alimentada pela equipe de transição, de promover o seguinte cenário: Fernando Bezerra, ligado ao governador Eduardo Campos (PE), acabaria ficando com a Integração Nacional, como previa o desenho original, e Ciro iria para a Secretaria de Portos e Aeroportos.
Dilma, que está em Porto Alegre para comemorar seu aniversário –ela faz 63 anos hoje–, espera definir até amanhã a situação de Ciro. Além do PSB, ela precisa acertar o espaço de outros aliados, como PDT e PC do B.
O PT de Minas Gerais indicou o ministro Luiz Dulci, hoje na Secretaria-Geral da Presidência, para ocupar o Ministério da Cultura.
Seu o nome entrou nas recentes cotações para a pasta, apesar de ele já ter avisado a integrantes da equipe de transição que não quer ficar no primeiro escalão.
Dulci havia acertado sua ida para o instituto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai criar após deixar o Planalto. Ele está no governo Lula desde o primeiro dia.
Segundo a Folha apurou, a sugestão pode ganhar força porque casa com a intenção de Dilma de acomodar outro nome do PT mineiro além de Fernando Pimentel, escolhido para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Isso acalmaria parte da bancada do PT na Câmara, insatisfeita com a partilha.
A alternativa também satisfaz o ex-ministro Patrus Ananias, adversário político de Pimentel no Estado.
Atual titular do Ministério da Cultura, Juca Ferreira faz lobby para continuar na vaga. Outras duas candidatas já apareceram na lista de nomes cotados e ainda não foram descartadas.
Ana de Hollanda, artista e irmã de Chico Buarque, teve o seu nome indicado pelo PT do Rio. Já a historiadora Heloísa Starling foi apresentada anteriormente por Patrus e pelo próprio Dulci.
Alguns membros do partido avaliam que Starling, egressa do meio acadêmico, não teria perfil político.
Para o Ministério de Desenvolvimento Agrário, Dilma oficializou o convite à secretária de Planejamento de Sergipe, Maria Lúcia de Oliveira Falcón. Ela tem o apoio dos governadores petistas de Sergipe, Marcelo Deda, e da Bahia, Jaques Wagner.
A mudança de mãos da pasta desagradou a DS (Democracia Socialista), corrente do PT que historicamente comanda a pasta.
Para compensar a perda, Dilma pode dar à corrente a Secretaria das Mulheres.
A deputada Iriny Lopes (PT-ES) era o principal nome para a vaga, mas sua corrente dentro do partido–Articulação de Esquerda– afirmou que não tem interesse no posto.
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>Ciro Gomes é contratado como comentarista na afiliada da Rede Record no Ceará

Posted on julho 23, 2010. Filed under: Ceará, Ciro Gomes, Fortaleza, Rede Record, TV Cidade de Fortaleza |

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Depois de ser preterido como candidato à Presidência e desistir de disputar a eleição deste ano, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) será comentarista na TV Cidade de Fortaleza, emissora afiliada da Rede Record no Ceará. 
 Ciro Gomes será comentarista na afiliada da Record no Ceará
Ele fará comentários diários sobre política, economia, violência e drogas, entre outros temas. 
A estreia de Ciro como comentarista ainda não tem data definida.
O anúncio foi feito por Ciro, em entrevista à emissora ontem à noite.
Os comentários do deputado serão veiculados em um dos programas de maior audiência da emissora, o Cidade 190, telejornal policial e comunitário, apresentado por dois radialistas que também atuam na política: o vereador de Fortaleza licenciado Vitor Valim (PHS-CE) e o deputado estadual Edson Silva (PSB-CE), que em 1988 perdeu para Ciro as eleições para a prefeitura da capital cearense.
O editor-chefe do programa, José Filho, disse que a escolha de Ciro deve-se à sua “credibilidade” e que os comentários terão cerca de cinco minutos. Segundo José Filho, na próxima segunda- feira a equipe vai se reunir com o deputado para acertar os detalhes.
A TV Cidade não informou se ele receberá cachê. A assessoria de Ciro Gomes disse que o deputado ainda não sabe detalhes da sua participação, como formato, salário ou data de estreia.
O dono do Grupo Cidade de Comunicação, da qual a emissora faz parte, é o empresário Miguel Dias de Souza, que ocupa a segunda suplência na candidatura ao Senado do deputado federal Eunício Oliveira (PMDB-CE).
Apesar de ter afirmado, há uma semana, que não faria campanha “para ninguém” e que não pediria votos para a candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, Ciro Gomes disse ontem em entrevista à TV Cidade que está apoiando a ex-ministra da Casa Civil e criticou os tucanos.
“Estou apoiando a Dilma, não tem vacilação. Aquela gente no passado, que quase arrebenta o Brasil, a turma do Fernando Henrique, nunca mais”, disse.
Ciro voltou a lamentar ter ficado fora da disputa presidencial deste ano e disse que sofreu “uma rasteira” do seu partido, que “deu corda” em sua candidatura e “tirou o tapete” de seus pés.
Sobre a função de comentarista, Ciro disse que não vai se meter em “politiquinha pequena” e que pode até mudar de ramo.
“O jornalismo é um elemento ainda mais importante para a democracia do que a militância política que eu faço”, disse o deputado na entrevista. 
Fonte: Folha.com
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>Eleições 2010: Ciro Gomes diz que não faz campanha ‘pra ninguém’, nem para Dilma

Posted on julho 18, 2010. Filed under: campanha, Ciro Gomes, Dilma, eleições 2010 |

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Submerso desde que Lula o empurrou para fora do tabuleiro da sucessão, Ciro Gomes voltou à tona num ato político do Ceará.
Reapareceu em Fortaleza, na inauguração do comitê de campanha do irmão Cid Gomes, candidato à reeleição para o governo do Ceará.
Revelou seu plano mais imediato: “Eu tenho um projeto que é não fazer campanha pra ninguém. Eu vou fazer campanha para o Cid e para a chapa dele”.
Mas nem para Dilma Rousseff pedirá votos? “Não, não”. Repisou: vai “tomar conta” da campanha do irmão. E ponto.
Aparentemente, Ciro cansou de fazer papel de bobo: “Isso tudo que aconteceu comigo, nesses passos da vida nacional, me machucou profundamente…”
“…Eu passei um momento de grande tristeza pessoal. Cheguei a negar a minha própria vocação. Eu me senti feito de bobo, que é uma sensação terrível…”
“…Mas tudo isso já passou, não sou de cultivar mágoa nem de lamber ferida, estou inteiro, de volta”.
Resumiu assim sua condição política atual: “Eu sou um ninguém nesse momento. Nem candidato sou, a nada”.
Pelo menos o deputado já reconhece que o fizeram de bobo. Está a meio caminho de deixar de sê-lo.

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>Ciro Gomes afirma que Mauro Mendes é "versão 2.0" e Blairo Maggi é flex

Posted on julho 17, 2010. Filed under: Blairo Maggi, Centro de Eventos do Pantanal, Ciro Gomes, Mato Grosso, Mauro Mendes |

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Eleições 2010 – O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) teceu diversos elogios ao candidato a governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (PSB), que segundo ele é uma versão melhorada do ex-governador republicano. “O Mauro Mendes é a versão 2.0 de Blairo Maggi, é o Blairo flex”. A declaração foi feita durante o início de sua palestra proferida no Centro de Eventos do Pantanal, onde ocorre o 2º Congresso Estadual de Vereadores.

Apesar de preferir não comentar sobre a possibilidade de um eventual segundo turno nas eleições, Ciro Gomes afirma que Mendes tem todas as condições favoráveis para comandar Mato Grosso com a mesma competência ou até melhor do que a gestão anterior. “Conheço o trabalho do Mauro e sei que está apto para desenvolver um bom trabalho”, frisou.

O deputado federal veio até a capital mato-grossense para participar do evento organizado pela União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (Ucmmat), onde vai proferir uma palestra sobre análise da conjuntura político-econômica brasileira.

No entanto, Ciro Gomes não esconde a indignação de ter sido praticamente excluído do processo eleitoral deste ano ao tentar ensaiar candidatura à Presidência da República. Ao ser questionado sobre a intenção de obter um cargo eletivo, o parlamentar foi enfático. “Já que me puxaram o tapete para não disputar a nada. Pode ter certeza que não vou pedir o voto de ninguém”, desabafou. 

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>Ciro Gomes afirma que José Serra é o candidato mais preparado, mais legítimo, mais capaz.

Posted on abril 23, 2010. Filed under: Ciro Gomes, Dilma Rousseff, José Serra, nacional, política, PSB |

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Após ter a sua candidatura à presidência negada pelo próprio partido, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) disparou nesta quinta-feira, 22, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, e o PMDB, principal partido aliado do governo. O deputado disse que Lula “está navegando na maionese” e ainda previu uma vitória do pré-candidato do PSDB, José Serra, nas eleições. Para Ciro, o tucano “é mais preparado, mais legítimo, mais capaz” do que a pré-candidata petista. 
 Ciro Gomes
“Lula está navegando na maionese. Ele está se sentindo o Todo-Poderoso e acha que vai batizar Dilma presidente da República. Pior: ninguém chega para ele e diz ‘Presidente, tenha calma’. No primeiro mandato eu cumpria esse papel de conselheiro, a Dilma, que é uma pessoa valorosa, fazia isso, o Márcio Thomaz Bastos fazia isso. Agora ninguém faz”, disse Ciro em entrevista concedida ao site IG.
O deputado assumiu pela primeira vez que não deve ser candidato à Presidência da República e, oficialmente, aguardará a decisão da executiva do partido, marcada para o dia 27 de abril, terça-feira da semana que vem.
Ciro afirmou que Lula merece a própria popularidade, porque seu governo tem realizações, “mas ele não é Deus”. O deputado criticou a postura do Planalto, que lhe tirou “o direito de ser candidato”. “Mas quer saber? Relaxei. Eles não querem que eu seja candidato? Querem apoiar a Dilma? Que apoiem a Dilma. Estou como a Tereza Batista cansada de guerra. Acompanho o partido. Não vou confrontar o Lula. Não vou confrontar a Dilma.”
O deputado previu uma vitória do ex-governador de São Paulo, José Serra, seu desafeto histórico, nas eleições deste ano. “Minha sensação agora é que o Serra vai ganhar esta eleição. Dilma é melhor do que o Serra como pessoa. Mas o Serra é mais preparado, mais legítimo, mais capaz. Mais capaz inclusive de trair o conservadorismo e enfrentar a crise que conheceremos em um ou dois anos.”
“Em 2011 ou 2012, o Brasil vai enfrentar uma crise fiscal, uma crise cambial. Como estamos numa fase econômica e aparentemente boa, a discussão fica escondida. Mas precisa ser feita.” Segundo o deputado, Dilma tem menos chance de enfrentar o problema do jeito que ele precisa ser enfrentado. “Como o PT, apoiado pelo PMDB, vai conseguir enfrentar esta crise? Dilma não aguenta. Serra tem mais chances de conseguir”, observou.
Para Ciro, sua participação no pleito era “uma missão estratégica, que não será desempenhada por mais ninguém”.
O deputado se comprometeu em acatar a decisão do PSB de apoiar a candidata petista, mas avisou que não vai se envolver na campanha. “Não me peçam para ir à televisão declarar o meu voto, que eu não vou. Sei lá. Vai ver viajo, vou virar intelectual. Vou fazer outra coisa”. Ciro acredita que a eleição deste ano será marcada por baixarias, entre as quais inclui uma ação de grupos radicais abrigados no PT: “Sabe os aloprados do PT que tentaram comprar um dossiê contra os tucanos em 2006? Veremos algo assim de novo. Vai ser uma m…”, previu.
Fonte: Estadão

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>Eleições 2010: PSB e Lula tiram Ciro Gomes da corrida presidencial

Posted on abril 23, 2010. Filed under: Ciro Gomes, Dilma Rousseff, eleições 2010, Lula, PSB |

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No começo da noite de quinta-feira, a cúpula do PSB fez sua escolha entre uma candidatura própria à presidência e um arranjo eleitoral mais amplo com o PT de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. A opção recaiu sobre a segunda alternativa, e as consequências se farão sentir pelas próximas semanas.
O grande derrotado, obviamente, é o cearense Ciro Gomes, que ambicionava concorrer ao Planalto pela legenda. Numa tensa reunião com seus correligionários, na tarde de ontem, ele foi posto contra a parede. Apresentaram-lhe planilhas que demonstram que, na prática, a desidratação de sua candidatura, detectada em pesquisas recentes, é irreversível. Mas Ciro foi irredutível.
Depois do embate, ele, que na semana passada já havia criticado o PSB em sua página pessoal na internet, reiterou a pretensão de disputar as eleições numa dura nota pública. “Ciro afirma que continua candidato. Se o partido decidir por não apresentar candidatura própria, que assuma o ônus da decisão”, diz o texto. E é isso mesmo que deve acontecer: na próxima terça-feira, data de reunião de sua Executiva Nacional, o PSB assumirá o ônus pela morte da candidatura, de olho em um novo projeto que começou a ser negociados ontem mesmo, num encontro com Lula. Ao mesmo tempo, as lideranças do PSB trabalharão para evitar que Ciro – com seu temperamento, digamos, forte – parta para o ataque.
Riscos – “A questão política do momento não é mais se ele será ou não candidato, mas o que Ciro irá fazer”, diz o cientista político Luciano Mattos Dias. Para ele, além de dar declarações explosivas, o deputado pode atuar nos bastidores para atrapalhar os planos de seu partido ou a candidatura de Dilma à Presidência.
Ciro é um dos principais líderes políticos do Nordeste. Em 2006, ele teve 667.000 votos na campanha a deputado federal, e ajudou a eleger outros candidatos. A coligação PSB/PT/PMDB/ PP acabou com 13 dos 22 deputados eleitos no Ceará. “Se Ciro não fizer absolutamente nada publicamente pró-Dilma, seus correligionários entenderão o recado. Governar no Brasil é fazer coalizões e acomodar interesses de grupos”, afirma Dias.
Ao PSB não interessa bater de frente com o PT, seu principal aliado no Nordeste. Atualmente, o partido governa Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Piauí. Nas eleições deste ano, tem candidatos competitivos em quatro estados: Espírito Santo, Piauí, Paraíba e Amapá. No Piauí, por exemplo, o PSB quer sacramentar o apoio do PT à campanha de Wilson Martins, que assumiu a cadeira no começo deste mês, com a saída do petista Wellington Dias para campanha ao Senado.
Outra preocupação do partido de Ciro é a manutenção de cargos num eventual governo de Dilma Rousseff. Atualmente, o grande feudo do partido na administração federal é a secretaria dos Portos, criada em 2007. Seu titular é Pedro Brito, que tem status de ministro e foi sub de Ciro Gomes na Integração Nacional. Segundo dados do Siafi (sistema de acompanhamento de gastos do governo), a secretaria teve 1,5 bilhão de reais autorizados para 2010, dos quais 300 milhões de reais foram empenhados (reservados para gastos) até abril. Alguns setores do PT procuram minar o poder do PSB nos portos. Os dois partidos começaram o ano em atrito em São Paulo – por conta de uma disputa pelo controle de diretorias nos terminais de Santos.
Cabeça na bandeja – Para Octaciano Nogueira, professor da UNB, Ciro cometeu um erro ao aceitar mudar seu título de eleitor para São Paulo. Agora, o deputado só poderá concorrer à Câmara Federal por São Paulo, local onde não tem raízes políticas.
“Ciro foi cozinhado em fogo lento pelo Lula e pelo seu próprio partido. Ele jurou que não voltaria a ser deputado federal. O grande erro foi esse – e ele é o único prejudicado, já que seus votos vão para Serra, Dilma e Marina. Pode-se dizer que o Lula serviu a cabeça dele de bandeja aos adversários”, diz Nogueira. O professor da UNB diz ainda que possíveis ataques a Lula, Dilma ou ao próprio PSB podem reforçar a imagem de político cabeça quente. “O Ciro não é um político de perfil tranquilo e conciliador. Ele é veemente e, às vezes, falta-lhe serenidade. Ele tem convicções muito firmes e não volta atrás”, diz. Fonte: Veja
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>Pesquisa Datafolha aponta José Serra com 10 pontos a frente de Dilma

Posted on abril 17, 2010. Filed under: Ciro Gomes, Dilma, eleições 2010, José Serra, Marina Silva, pesquisa Datafolha, pesquisa eleitoral |

>Pesquisa Datafolha mostra José Serra (PSDB) com 38% das intenções de voto ante 28% de Dilma Rousseff (PT). É a primeira enquete após o lançamento da candidatura tucana, no sábado passado. No fim de março, Serra e Dilma tinham, respectivamente, 36% e 27%.

Pela primeira vez Marina Silva (PV) aparece numericamente atrás de Ciro Gomes (PSB), embora do ponto de vista estatístico ambos estejam empatados.

A pesquisa, registrada sob o número 8.383/2010, foi realizada nos dias 15 e 16 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

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A corrida presidencial teve pouca oscilação apesar do lançamento oficial da pré-candidatura de José Serra em grande festa do PSDB no último dia 10. Segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 15 e 16, José Serra (PSDB) registrou 38% das intenções de voto contra 28% de Dilma Rousseff (PT).

No final de março, Serra tinha 36% e Dilma marcava 27% no Datafolha. A vantagem do tucano era de nove pontos. Agora, é de dez pontos. Do ponto de vista estatístico, o quadro não sofreu alteração -a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Nesse mesmo cenário, Marina Silva (PV) teve 10% das intenções de voto. É seguida por Ciro Gomes (PSB), com 9%. Em março, Marina tinha 8%. Ciro estava com 11%. Essas oscilações estão também dentro da margem de erro.

Segundo o Datafolha, 7% dos entrevistados respondem que votarão em branco, nulo ou em nenhum. Outros 8% dizem ainda estar indecisos.

Quando Ciro Gomes é retirado do quadro de candidatos -há ainda dúvidas se o PSB vai lançá-lo oficialmente-, a diferença entre Serra e Dilma alarga-se um pouco. O tucano fica com 42% contra 30% da petista -uma distância de 12 pontos.

Ou seja, Serra “herda” quatro pontos de Ciro. Já Dilma fica com dois pontos a mais sem o candidato do PSB no páreo. Marina Silva vai a 12% (ganho de dois pontos). Nesse cenário, há 8% de indecisos e também 8% dizendo votar em branco, nulo ou em nenhum.

O Datafolha realizou esta pesquisa agora porque também havia feito um levantamento em 24 e 25 de fevereiro, cinco dias após o lançamento oficial da candidatura da petista Dilma Rousseff. Agora, a coleta dos dados se dá também cinco dias após a festa do PSDB para José Serra se lançar na disputa.

Tendências
Embora os números do levantamento do Datafolha sejam semelhantes aos do final de março, é possível identificar tendências ao observar as curvas a partir de dezembro.
Nota-se que Serra voltou a estacionar no seu patamar do final de 2009, quando registrava 37%. Dilma também mostra uma taxa consistente em 2010, sempre de 27% ou de 28%.
Outra curva que aparece clara é a da queda gradual de Ciro. Ele tinha 13% em dezembro. Oscilou para 12% em fevereiro. Foi a 11% em março. E, agora, num período de três semanas, bateu em 9%.

Pela primeira vez, Ciro Gomes fica numericamente atrás de Marina Silva, embora do ponto de vista estatístico ambos estejam empatados.

Segundo turno
Numa simulação de segundo turno, Serra tem 50% e Dilma fica com 40%. No final de março, os percentuais eram 48% e 39%. A variação se deu, portanto, dentro da margem de erro.
O Datafolha testou também um eventual segundo turno entre Dilma e Ciro. A petista marcou 47% contra 36% do deputado do PSB.

Espontânea e nanicos
Ao questionar os eleitores sem mostrar os nomes dos candidatos, o Datafolha registrou agora um empate: Dilma tem 13% e Serra aparece com 12%. No mês passado, a petista tinha 12% e o tucano estava com 8%. Os dois concorrentes apresentam curvas ascendentes.

Pela segunda vez o Datafolha testou os candidatos de partidos pequenos. Apenas no cenário em que não aparece Ciro, dois nanicos pontuam 1% cada: Mário de Oliveira (PT do B) e Zé Maria (PSTU). Nessa hipótese, Serra tem 40%, Dilma fica com 29% e Marina registra 11%.
Fonte: Folha de S. Paulo 

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>Eleições 2010: Situações complicadas

Posted on março 23, 2010. Filed under: Alfredo da Mota Menezes, Baixada Cuiabana, Ciro Gomes, Dilma, eleições 2010, Geraldo Riva, Mauro Mendes, O PC do B, PMDB, PSDB, Silval Barbosa, Tribunal de Justiça |

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Alfredo da Mota Menezes
Circunstâncias e fatos novos podem alterar rumos de candidaturas que hoje parecem definidas. Tomo três casos como exemplos: Mauro Mendes, Geraldo Riva e Ciro Gomes. Mauro Mendes é candidato ao governo do estado. A cada dia, porém, se ouve que esse ou aquele partido que o apoiaria mudou ou pode mudar para outro candidato. Estão desidratando sua candidatura.
O PC do B, que antes apoiava o Mauro, mudou de lado, decidiu ficar com o Silval Barbosa. O PRTB terá a Secretaria de Esportes da prefeitura de Cuiabá e não se faz um acordo desses sem que haja um algo mais por trás e talvez apoie o Wilson Santos. O presidente nacional do PPS anda dizendo que a sigla apoiará o Wilson Santos em MT.
A direção nacional do PV quer candidaturas próprias ao governo nos estados para dar palanque a Marina Silva. Em abril a direção do partido em MT se reúne para decidir se tem candidato próprio ou se apoia o Wilson ou o Mauro. Não esquecer que o PV tem uma secretaria na prefeitura de Cuiabá faz tempo. E lembrar ainda que estão tentando tirar o PDT da coligação do Mauro.
Estão diminuindo os apoios ao Mauro e, se continuar assim, seu tempo no horário gratuito de rádio e televisão pode ficar tão curto que poderia inviabilizar uma candidatura.
Continuo a achar que é uma temeridade tanto para o Silval como para o Wilson uma disputa testa a testa. Mas é esse o caminho que essas candidaturas querem. O Wilson talvez se beneficiasse mais com o afastamento do Mauro.
O Mauro está na frente nas pesquisas eleitorais na Baixada Cuiabana. Sem ele, o Wilson bate longe o Silval, que ainda não conseguiu se mostrar palatável ao eleitorado da região, que tem quase um terço dos votos do estado. Wilson, sem Mauro, saindo daqui recheado de votos, complicaria a vida eleitoral do Silval.
Geraldo Riva teve 82 mil votos na eleição passada. Foi, proporcionalmente, a maior votação do país. Agora se acredita que ele possa chegar a algo como 90 mil votos. Ajudaria a eleger mais três ou quatro deputados do seu partido. Mas tem um dado que está chamando a atenção das pessoas nas diferentes conversas.
Um juiz de primeira instância decretou a inelegibilidade do Riva. Se a decisão permanecer, ele não poderia ser candidato nesta eleição. Para ser candidato terá que derrubar na segunda instância a decisão daquele juiz.
Teria que passar pelo Tribunal de Justiça do estado. O TJ está sob escrutínio popular e da mídia estadual. Está precisando se mostrar mais palatável para a população do estado e pode querer fazer uma média com a opinião pública estadual com o caso do Riva.
A candidatura Ciro Gomes está sendo desidratada pelo presidente Lula. Ciro não está conseguindo levar para seu lado nenhum partido. Sem coligações, seu tempo no horário gratuito seria pequeno e é ali que ele se apresenta bem.
Ofereceram-lhe a candidatura ao governo de São Paulo para atazanar a vida do PSDB no maior colégio eleitoral daquele partido. Parece que não vai aceitar. O PMDB não vai abrir mão da vice da Dilma para acomodá-lo. Cada vez mais se estreitam as possibilidades dele para a eleição deste ano. É outra situação política complicada.
Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com
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>Eleições 2010: Ibope aponta Serra com 36% e Dilma 25%

Posted on fevereiro 18, 2010. Filed under: Ciro Gomes, Deputados do PT, Dilma Rousseff, eleições 2010, Ibope, José Serra, Marina Silva, pesquisa eleitoral, Pesquisa Ibope, PSB, PSDB, PV |

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Pesquisa eleitoral – Pesquisa Ibope/Diário do Comércio, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e realizada entre os dias 6 a 9 deste mês, indica que a corrida à sucessão presidencial de outubro continua polarizada pelos pré- candidatos do PSDB e do PT, respectivamente o governador de São Paulo, José Serra, e a ministra Dilma Rousseff. Nessa mostra, Serra tem 36% das intenções de voto e Dilma 25%. Em terceiro lugar está o deputado federal Ciro Gomes (PSB) com 11%, seguido da senadora Marina Silva (PV) com 8%. O porcentual de votos brancos e nulos somou 11% e dos que disseram não saber em quem vota atingiu 9%.

A última pesquisa divulgada pelo Ibope foi no dia 7 de dezembro do ano passado. Na mostra, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Serra registrava 38% das intenções de voto, seguido de Dilma Rousseff com 17%, Ciro Gomes com 13% e Marina Silva com 6%. Naquela pesquisa, o porcentual de votos brancos e nulos atingiu 13% e dos que disseram não saber em quem votar ou não quiseram responder somou 12%.

No cenário sem Ciro Gomes, a pesquisa Ibope/Diário do Comércio aponta José Serra com 41%, Dilma Rousseff com 28%, Marina Silva com 10%, brancos e nulos 12% e não sabem ou não opinaram 9%. Na simulação de um eventual segundo turno entre José Serra e Dilma Rousseff, o tucano lidera com 47% e Dilma registra 33%.

A maior rejeição apontada pela pesquisa é de Ciro Gomes, com 41%, seguido de Marina Silva com 39%, Dilma Rousseff com 35% e José Serra com 29%. A pesquisa Ibope/Diário do Comércio avaliou também o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para 47% dos entrevistados, a administração de Lula é boa, para 29% é ótima, para 19% é regular, para 3% é péssima e para 2% é ruim.

A mostra indagou ainda o que os eleitores gostariam que o próximo presidente fizesse. Do total de entrevistados, 34% querem a total continuidade do atual governo, 29% querem pequenas mudanças com continuidade, 25% querem a manutenção de apenas alguns programas com muitas mudanças e 10% querem a mudança total do governo do país. Para 78% o presidente Lula é confiável, enquanto 18% disseram não confiar no presidente. Fonte: A Gazeta

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>As 29 frases ditas em 2009 que você não merecia ouvir

Posted on dezembro 28, 2009. Filed under: Ciro Gomes, Collor, Delúbio Soares, Dilma Rousseff, Eduardo Suplicy, Fernando Gabeira, José Serra, Lula, Pedro Simon |

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1. “De vez em quando inventam uma briga entre Congresso e Executivo, Legislativo e Judiciário. Ninguém aqui é freira e santa num convento” – Lula, explicando a gênese da zona que permeia as relações na República.


2. “Agi como se a cota fosse minha propriedade soberana. Confesso que caí na ilusão patrimonialista brasileira” – Fernando Gabeira (PV-RJ), ao explicar por que sua filha voara com passagem custeada pela Viúva.


3. “Ministério público é o caralho! Não tenho medo de ninguém. Da imprensa, de deputados. Pode escrever o caralho aí” – Ciro Gomes (PSB-CE), ao negar, à sua maneira, que dera passagens da Câmara a parentes.


4. “Já restituí” – Eduardo Suplicy (PT-SP), depois da revelação de que viajara a Paris com a então namorada, Mônica Dallari, com passagens da cota de senador.


5. “Estou me lixando para a opinião pública. Até porque parte dela não acredita no que vocês escrevem. Vocês batem, mas a gente se reelege” – Sérgio Moraes (PTB-RS), ao informar que inocentaria Edmar Moreira, o deputado do castelo, no processo por quebra de decoro parlamentar. Com a palavra, o eleitor gaúcho.


6. “Ela é transmitida dos porquinhos para as pessoas só quando eles espirram. Portanto, a providência elementar é não ficar perto de porquinho nenhum” – José Serra, ministrando ‘ensinamentos’ de prevenção à gripe suína.


7. “Quantos são os políticos brasileiros que realizaram campanhas eleitorais sem que alguma soma, por menor que fosse, não tenha sido contabilizada?” – Delúbio Soares, em carta ao PT, desistindo do pedido de retornar à legenda.


8. “Eu não conheço ninguém, a não ser a oposição, que tenha discordado da eleição do Irã. Por enquanto, é apenas uma coisa entre flamenguistas e vascaínos” – Lula, reduzindo a uma metáfora futebolística as fraudes eleitorais que incendiaram as ruas do Irã.


9. “Fui eleito para presidir politicamente a casa, e não para limpar as lixeiras da cozinha da casa” – José Sarney, num instante em que o entulho vazava pelas bordas do tapete do Senado.


10. “O Sarney tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum” – Lula, saindo em socorro do aliado incomum.


11. “Em casa de enforcado não se fala em corda” – FHC, desviando-se do lixo, depois de sessão comemorativa dos 15 anos do Real, no Senado.

12. “Se eu sou um Renan da vida, eu tô no governo Collor, no governo Fernando Henrique, no governo Lula, tô no governo de quem quiser” – Pedro Simon, respondendo a Renan Calheiros, que interrompera seu discurso anti-Sarney.


13. “Como ex-presidente da República, estou do lado dele e do lado do presidente Sarney. Antes de citar o meu nome desta tribuna, Vossa Excelência engula, digira e faça dela o uso que julgar conveniente” – Fernando Collor, abespinhando-se com as referências de Simon.


14. “Eu quero fazer justiça ao comportamento do senador Collor e do senador Renan, que têm dado uma sustentação muito grande aos trabalhos do governo no Senado” – Lula, cultuando os neocompanheiros, em viagem a Alagoas.


15. “Todos eles são bons pizzaiolos” – Lula, referindo-se aos senadores, em resposta a repórter que perguntara se a CPI da Petrobras terminaria em pizza temperada no pré-sal. Líder de Lula, Romero Jucá comandou o forno.


16. “Ela me perguntou se eu podia agilizar a fiscalização do filho do Sarney. Fui embora e não dei retorno. Acho que eles não queriam problema com o Sarney” – Lina Vieira, a ex-leoa, ao discorrer sobre pedido que Dilma Rousseff lhe teria feito.


17. “Eu não fiz esse pedido. Olha, eu encontrei com a secretária da Receita várias vezes, com outras pessoas junto, em grandes reuniões. Essa reunião privada a que ela se refere, eu não tive com ela” – Dilma Rousseff, desmentindo a detratora.


18. “Ela sabe que eu estive lá e sabe que falou comigo. Não custava nada ela ter dito a verdade”, Lina, em réplica.


19. “Eu não consigo ler muitas páginas por dia, dá sono. E vejo televisão, quanto mais bobagem, melhor” – Lula, numa entrevista à rádio Tupi, do Rio.


20. “Errei ao dizer que anunciaria uma renúncia irrevogável” – Aloizio Mercadante, em frase autoexplicável.


21. “Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão” – Lula, em declaração à Folha, também autoexplicável.


22. “Marina Silva é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula,
que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro. Ela fala bem” – Caetano Veloso.


23. “Nós, humanos, temos um problema imenso. Infelizmente, não controlamos chuva, vento, raio” – Dilma Rousseff, atribuindo o apagão a causas divinas.


24. “Chegamos à conclusão de que o problema ocorreu por descargas atmosféricas” – Edison Lobão, tentando se fazer passar por Chapeuzinho Vermelho na floresta escura.


25. “Até agora nós não temos nenhuma dessas pessoas julgada e condenada. Acho absolutamente normal que elas exerçam seus direitos políticos” – Dilma Rousseff, dando boas-vindas aos mensaleiros restituídos ao diretório do PT.


26. “A experiência do PT em 2006 e 2008 mostrou que a população sabe distinguir
caixa dois de corrupção. Sabe que não teve mensalão, que ninguém enriqueceu” –José Dirceu, ao retornar ao diretório do PT.


27. “Para mim, pessoalmente, ele deu o que aparece naquele vídeo […]. Virou piada, porque é [para compra de] panetone, mas no fundo é verdade mesmo. Eu entrego panetone nas creches, nos asilos, tudo isso” – José Roberto Arruda, a primeira piada a governar o DF em toda a história da Capital.


28. “As imagens não falam por si. O que fala por si é todo o processo de apuração, todo o processo de investigação […]” – Lula, numa referência à gritante cinemateca que deu contorno visual ao ‘panetonegate’.


29. “O povo está na merda. E eu quero tirar o povo da merda em que ele está” – Lula, em cerimônia do ‘Minha Casa, Minha Vida, no Maranhão, informando que o povo continua no esgoto depois de sete anos sob sua presidência.

Fonte: Blog do Josias de Souza

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