Comércio Exterior

>Cresce o investimento de grandes empresas em inovação

Posted on outubro 27, 2010. Filed under: ABDI, Comércio Exterior, desenvolvimento, Indústria, Inovação, investimento |

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Cresce o número de grandes empresas brasileiras que investem em inovação tecnológica para aumentar a competitividade no mercado interno, de acordo com a pesquisa Sondagem de Inovação, divulgada nesta terça-feira (26) pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A segunda edição do levantamento trimestral constatou que 71,5% das 1,650 mil grandes empresas industriais com mais de 500 empregados inovaram no lançamento de produtos ou no processo de fabricação no trimestre de abril a junho. Percentual semelhante aos 71,4% registrados no trimestre anterior. A pesquisa também aponta que 27% do universo analisado ampliaram os investimentos próprios em pesquisa e desenvolvimento e 47% mantiveram o mesmo nível do trimestre anterior.
Na avaliação do presidente da ABDI, Reginaldo Arcuri, “são números excelentes, que indicam a consciência do empresariado sobre a necessidade de inovar para garantir presença no mercado”.
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>O Banco Central reduz previsão para investimentos e prevê deficit recorde com o exterior

Posted on setembro 21, 2010. Filed under: Banco Central, Comércio Exterior, Investimentos |

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O Jornal Folha Online informou que o Banco Central reduziu a previsão de investimentos estrangeiros em 2010 de US$ 38 bilhões para US$ 30 bilhões, depois de ver suas estimativas anteriores frustradas por causa da crise internacional.

Até agosto, o resultado acumulado está em US$ 17,1 bilhões. No mês passado, entraram US$ 2,43 bilhões.

Para 2011, a instituição espera uma recuperação, com os investimentos subindo para US$ 45 bilhões.

Esse dinheiro não será, no entanto, suficiente para financiar o deficit nas transações do país com o exterior.

O BC manteve a previsão de um resultado negativo recorde de US$ 39 bilhões neste ano. Para 2011, espera um novo recorde, de US$ 60 bilhões, o equivalente a 2,78% do PIB.

O resultado acumulado neste ano até agosto está em US$ 31,1 bilhões. No mês passado, ficou em US$ 2,86 bilhões.

BALANÇA

No comércio exterior, o país acumula um superavit de US$ 11,7 bilhões neste ano. Com isso, o BC revisou de US$ 13 bilhões para US$ 15 bilhões a previsão para 2010. O número é a diferença entre exportações e importações.

Em 2011, a expectativa é que o resultado recue para US$ 11 bilhões. As exportações devem subir de US$ 192 bilhões para US$ 230 bilhões. As importações, de US$ 177 bilhões para US$ 219 bilhões.

AÇÕES E TÍTULOS

O BC aumentou a previsão de investimentos estrangeiros em ações e títulos de longo e médio prazo de US$ 35 bilhões para US$ 38 bilhões. Até agosto, já entraram US$ 26,7 bilhões.

Em 2011, devem entrar no país US$ 36 bilhões por essa conta.
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>MT é o segundo maior exportador do Brasil

Posted on julho 14, 2009. Filed under: agronegócio, Comércio Exterior, exportação, Mato Grosso |

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As exportações do agronegócio mato-grossense fecharam o primeiro semestre com US$ 4,551 bilhões, alta de 20,6% na comparação com o mesmo período de 2008, quando registrou embarques de US$ 3,773 bilhões. Com este número, o Estado ocupa a segunda colocação entre as unidades da federação, atrás apenas de São Paulo que exportou US$ 6,593 bilhões de janeiro a junho de 2009. As vendas externas de produtos do agronegócio feitas pelo país somaram US$ 31,443 bilhões em igual período.

Na lista dos 10 maiores exportadores do Brasil, apenas Mato Grosso e a Bahia tiveram variação positiva nas vendas nos primeiros seis meses do ano em relação ao mesmo intervalo de 2008. Os demais, inclusive o primeiro colocado, tiveram resultado negativo. No caso de São Paulo, que exportou US$ 7,057 bilhões no ano passado, a queda foi de 6,5%, percentual semelhante ao registrado pelo país, que teve um recuo de 6,9% nas vendas, que no ano passado totalizou US$ 33,785 bilhões.

A terceira posição na lista dos maiores exportadores é ocupada pelo Rio Grande do Sul, que vendeu US$ 4,433 bilhões em produtos do agronegócio no primeiro semestre deste ano, baixa de 13,9% sobre os US$ 5,153 bilhões de 2008. Em seguida, aparece o Paraná que teve as vendas reduzidas de US$ 5,230 bilhões para US$ 4,378 bilhões, o que representou uma queda de 16,2% de um ano para outro.

Para o economista e especialista em Comércio Exterior, Vitor Galesso, a variação positiva de Mato Grosso é motivada pela característica das exportações feitas pelo Estado. “O Estado tem as vendas externas voltadas principalmente para o complexo soja e as carnes, e o resultado é motivado pelas condições de nossos concorrentes diretos que são o Paraná e o Rio Grande do Sul”, diz ao explicar que os embarques realizados no período são referentes à safra anterior, em que estes dois Estados tiveram redução na produção decorrente de problemas climáticos, que favoreceram os mato-grossenses.

Já no caso de São Paulo, que é líder nas exportações de produtos do agronegócio, o especialista afirma que o Estado tem uma indústria mais complexa e que a pauta é mais variada, tendo as carne bovina, milho, soja e seus derivados como o óleo como pauta de produtos exportados. “Aquele Estado tem uma cadeia de exportação mais avançada, e com isso o bom desempenho”. Galesso informa também que com estes resultados o Estado tem o que comemorar, mas que poderia ter sido melhor, não fosse a crise.

Para o segundo semestre, o economista prevê que ainda haverá reflexos da escassez de crédito, que poderá acarretar no não fechamento de alguns contratos de exportação, que motivado também pela redução na produção. “Os contratos que deverão ser renovados em 2010 poderão ter redução, já que se referem à produção deste ano, que está menor se comparada a do ano anterior”.

Fonte: A Gazeta

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