Comunicação

>Comunicação eficaz

Posted on março 17, 2011. Filed under: Comunicação |

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Por Saulo Gouveia

O que as pessoas pensam que você sabe é tão importante quanto o que você realmente sabe. De que adianta ter competência sem apresentá-la nas relações? Qual o proveito de suas virtudes se as pessoas não sabem que elas existem? Medite sobre o valor da conversação habilidosa nas relações, afinal é pelo que os outros veem e sentem que você será reconhecido.
Lembro-me da história contada por Margarida: “Mamãe queria que já fosse dormir e respondi agressivamente, pois o joguinho estava interessante, e eu não tinha sono. Papai percebeu e não era a primeira vez que eu tratava mal uma pessoa, então esperou eu terminar o jogo para me chamar e mostrou o meu irmão, de dois anos, brincando com uma casinha que tinha quatro portas e quatro chaves.
Disse-me papai: – Margarida observe o seu irmãozinho frustrado quando a chave não se encaixa na fechadura, e, no entanto, já quando consegue abrir a porta, fica feliz com o sucesso!” O relacionamento com as pessoas é semelhante: quando falamos, nossas palavras são acompanhadas com o sentimento que está dentro de nós. São carregadas da energia das nossas emoções.
Se formos ásperos e rudes com as pessoas, elas se fecham, se distanciam de nós e, às vezes, podem até sentir revolta e tristeza. Abre-se uma barreira, uma porta se fecha contra. Porém, quando somos gentis, colocando cordialidade, alegria e afabilidade em nossas palavras, as pessoas se sentem bem e se aproximam. Uma porta se abre para um relacionamento harmonioso.
Hoje em dia a tecnologia nos permite veículos de comunicação dos mais diversos e eficientes. Temos as possibilidades de utilizar e-mails, mensagens instantâneas, o telefone e pessoalmente. A questão é qual deles usar em qual ocasião para a mensagem ser eficaz e alcançar o objetivo desejado.
Os e-mails devem ser usados preferencialmente para informações e/ou soluções que não precisam ser respondidas rapidamente; aquelas que permitem tempo ao receptor para pensar e analisar antes de responder. Também possibilitam pesquisas ou contatar terceiros; servem para documentar ações acordadas e, além disso, para elogiar. Também o receptor poderá apenas tomar conhecimento de situações, mas, sem necessidade de responder. Evite responder “ok” para todos da lista ou mandar e-mail para muitas pessoas quando o assunto é sem importância; evite também criticar por e-mail.
As mensagens instantâneas devem ser usadas para marcar compromissos imediatos; solicitar ou comunicar informações de necessidade imediata e também para elogiar.
Os telefonemas devem ser usados preferencialmente para assuntos que merecem um diálogo mais profundo onde a decisão depende de mais respostas que as já levantadas; use para convencer de algo, “vender” ideias e também para elogiar. Evite criticas ao telefone.
Os contatos pessoais devem ser usados preferencialmente para assuntos delicados, confidenciais; para sessões de melhorias, críticas construtivas e elogiar.
O mérito gera confiança. Confiança gera entusiasmo e o entusiasmo lhe permite as conquistas. Faça sua mensagem estimular as pessoas fazerem o que você quer por gostarem e perceberem que também ganharão fazendo. Muitas portas se abrirão com a chave dos bons sentimentos. Pense nisso, mas pense agora! Fonte: A Gazeta
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>Meu amigo Clóvis Roberto

Posted on novembro 4, 2010. Filed under: Amigos, AMOR, Comunicação, conflitos políticos, Dante de Oliveira, devoto, ideológicos, Jornal A Gazeta, Meu amigo Clóvis Roberto, Prefeitura de Cuiabá, Rondonópolis, Vinicius de Moraes |

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João Negrão 
O jornalista Clóvis Roberto é um desses amigos que ficam sempre ali na espreita e que a gente pensa que nunca vai embora. Vinicius de Moraes, em seu famoso poema sobre “Amigos”, falava deles, desses “amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles”.

   
Eu não frequentava a casa de Clóvis, mal conhecia sua esposa e filhos, mas ele me era íntimo o bastante para lhe amar como um amigo.
  
Um daqueles, prosseguindo com Vinícius, que “não procuro, basta-me saber que eles existem (..) Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles”.
 

Talvez nunca tenha dito a Clóvis Roberto o quanto gosto dele, mas com certeza ele sabia. Uma das minhas primeiras convivências assim que cheguei a Rondonópolis nos idos de 1983, mais exatamente em maio, passou a ser Clóvis Roberto. Era o apresentador de um programa matinal na rádio Clube da cidade e eu, apaixonado por rádio, sempre o ouvia com frequência. Era um programa polêmico e de certa forma havia um direcionamento político dentro das conveniências dos donos da emissora, ali inclusos o próprio Clóvis e Hermínio Barreto, que viria a ser vereador, deputado estadual e prefeito da cidade, sempre com apoio da rádio e de Clóvis. Nesse contexto, a admiração mútua era invariavelmente abalada pelos nossos conflitos políticos e ideológicos.

  

O carinho mútuo superou todas essas divergências e passamos a ser mais próximos quando Clóvis Roberto deixou Rondonópolis logo em seguida a mim e veio para Cuiabá. Havia rompido politicamente com aquele grupo com o qual estava umbilicalmente inserido décadas antes. Não sei por que cargas d’água isso aconteceu e nem quero saber. O fato, entretanto, é que Clóvis veio para o nosso lado e tive a grata satisfação de trabalhar com ele na coordenação de Comunicação da Prefeitura de Cuiabá entre 93 e 94, com Dante de Oliveira. Clóvis era um de meus repórteres mais dedicados e, apesar de estar ali por uma indicação política, dava tudo de si por um bom trabalho, bem ao contrário de outros que nem se dignaram a ser “aspones”. Clóvis ganhou o meu respeito definitivo ali.

  

Um pouco mais tarde, quando voltei para o jornal A Gazeta, Clóvis começou a fazer parte da equipe que implantaria a rádio Gazeta e depois e a TV Gazeta. Poucos anos depois, quando o Grupo Gazeta de Comunicação se unificou de fato numa mesma sede, na rua Tereza Lobo do bairro Consil, meu contato diário com Clóvis estreitou ainda mais nossa amizade. Nossos encontros pelos corredores, na cantina ou mesmo nos estúdios era para falar de política, de história – uma paixão de ambos – e de jornalismo.

  

Seu conhecimento amplo sobre esses três assuntos era uma estímulo a nossas conversas sempre agradáveis. Continuei tento divergências ideológicas com Clóvis, especialmente sobre o trato em relação às abordagens no Cadeia Neles. E não foram raras as vezes que ele me convidava para um contraponto no rádio ou em seu programa, solicitando inclusive contraditórios. O que extraio disso é a consciência de um jornalista com muita opinião, mas nunca fechado às opiniões contrárias. Clóvis era um polemista por natureza, mas aberto, de coração e alma.

  

Clóvis Roberto Balsalobre de Queiroz resolveu ir embora no final da tarde desta quarta-feira (3). Eu que acompanhei o seu drama e em vários momentos pude constatar o seu sofrimento e sua esperança em continuar vivendo tinha a plena certeza que ele continuaria entre nós por muitos e muitos anos. Sua força interior e sua vontade de superação me davam tal convicção. Mas acabou indo e contrariou esse sentimento de amigo que nunca imagina que esses caras se vão. Mas eles vão e, às vezes, nem se despedem da gente. Adeus, amigo.

 Fonte: RDNews

João Negrão é jornalista e correspondente do RDNews em Brasília
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>Que lições um concorrente pode ensinar?

Posted on outubro 15, 2010. Filed under: Comunicação, concorrente, consumidor, distribuição, ensinar, lições, logística, otimização, Produção, sustentabilidade, vender mais |

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Por Dalmir Sant”Anna*
Nos mais diversos segmentos, o concorrente é encarado como um verdadeiro monstro, inimigo voraz, ou ainda, afrontado como um adversário imbatível. Na prática, o que leva estas afirmações serem reais? O que faz um profissional de vendas aceitar pacificamente a perda de um negócio para outro fornecedor? Por qual motivo, algumas pessoas desistem de uma negociação, ao saber da presença de outra empresa? Imagine como seria interessante competir, em um mercado, onde todas as empresas praticassem a ética, sustentabilidade, respeito e legalidade fiscal. Na prática não funciona assim, você concorda? Há empresas que prezam somente por desconto, outras por preços e outras por promessas soltas ao vento. Seu adversário pode ser maior, mais forte, mais eficiente e até ser mais rápido. Entretanto, jamais esqueça que o seu concorrente, pode ensinar imprescindíveis lições e não conta com uma pessoa capaz de fazer a diferença: você!
As empresas concorrentes Coca Cola e Pepsi
Descobrir novas técnicas por meio da observação. A participação em uma feira, congresso ou seminário, constituem recursos essenciais, no processo de inovação e revisão sobre as novidades do setor. Pode significar importância estratégica para continuidade ativa no mercado. Possibilita a realização de novos contatos, amplitude de peças fundamentais para o sucesso do empreendimento e da área de atuação em descobrir novas técnicas por meio da observação. Note que há concorrentes que não investe em treinamentos, capacitação, viagens de negócios, reuniões e convenções de vendas. Há também organizações, que se consideram líderes do mercado usando de arrogância e abandono de informações ao próprio cliente. Descobrir novas técnicas de observar como o concorrente trabalha, pode contribuir de maneira significativa para aprimorar, ainda mais, seu plano de negócios. A análise das ameaças e oportunidades do seu negócio pode ser mais valorizada, ao constatar erros de logística, ausência de qualificação e posicionamento de mercado do seu concorrente. Não há como conceber, em um mercado cada vez mais competitivo, um gestor de negócios que desperdice a oportunidade de descobrir novas técnicas de otimização, produção, distribuição, logística e sustentabilidade.
Fraquezas reveladas pelas constantes reclamações Saber ouvir com atenção pode ser um importante ingrediente, para perceber que o concorrente ensina lições preciosas e inúmeras vezes, sem precisar de muito esforço. Outra estratégia para descobrir as fraquezas do seu concorrente, pode ser realizada por meio de um canal de comunicação, com seu próprio cliente. Um consumidor insatisfeito revela, em inúmeras situações, experiências vividas e problemas que sofrerão por ocorrências desastrosas. Observe que um cliente ao realizar reclamações, revela pontos negativos e fraquezas do seu concorrente e podem contribuir para fortalecer sua atuação, novas estratégias de marketing e gerar novos diferenciais competitivos. Você está ouvindo seus clientes? O que mais você consegue com uma reclamação do seu concorrente?
Ao contrário de desistir e demonstrar fraqueza, você possui a capacidade e o poder de reverter uma situação negativa em positiva. Você pode retirar lições preciosas, de erros cometidos por seu concorrente e valorizar ainda mais seu poder de argumentação, sua capacidade de expandir conhecimentos e intensificar ingredientes para superar as objeções. Ao contrário de aceitar ser surpreendido pela concorrência, para inverter a situação é coerente reunir a equipe e mostrar que sua empresa está disposta a remar de braços dados, para a mesma direção. Que tal esse desafio? Que lições seu concorrente pode ensinar para você vender mais?

*Dalmir Sant”Anna é palestrante comportamental, mestrando em administração de empresas, pós-graduado em gestão de pessoas, bacharel em comunicação social e mágico profissional. Visite o site: http://www.dalmir.com.br

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>Jaime é condenado a devolver R$ 7 milhões ao Estado para se auto-promover

Posted on setembro 27, 2010. Filed under: Ação Popular, Comunicação, condenado, Jaime Campos, Mato Grosso, propaganda, Serys, Serys Slhessarenko, TV Brasil Oeste, Tv Centro América, TV Rondon |

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O ex-governador Jaime Campos (DEM) foi condenado ao ressarcimento de mais de R$ 7 milhões aos cofres públicos por uso indevido da máquina pública, na época em que foi governador de Mato Grosso (1991-1994).

Serys Slhessarenko e Jaime Campos

O juiz da Vara Especialização de Ação Popular, Luís Aparecido Bertolucci Júnior, acatou uma ação proposta pela senadora Serys Slhessarenko (PT) em desfavor do político, em 1991.

A condenação teve seus valores calculados em Cruzeiro (moeda vigente no período em que a ação foi proposta). De acordo com o advogado de Serys, Alexandre Slhessarenko, os valores corrigidos ultrapassam os R$ 7 milhões.

Na ação, a senadora alegou que Jaime Campos teria utilizado a peça publicitária “Mato Grosso Verdade” para se auto-promover, exaltando seu nome e suas ações, não como forma de divulgar as ações do Governo do Estado, mas como promoção pessoal.

Segundo o processo, a propaganda não trazia qualquer informação educacional, cultural ou de interesse público.

Além do ressarcimento aos cofres públicos, Jaime Campos foi condenado ao pagamento de R$ 10 mil referente às despesas processuais e R$ 3 mil referente aos honorários periciais.

Veículos de comunicação

Na época, a ação também foi proposta em desfavor dos veículos de comunicação que exibiram a propaganda, TV Centro América, TV Rondon e TV Brasil Oeste (hoje arrendada à Igreja Mundial do Poder de Deus). No entanto, as empresas não foram condenadas por terem segundo a decisão, “atuado no exercício legitimo de suas atividades”.

“Deixo de condenar as empresas televisivas e a responsável pela elaboração/confecção da peça publicitária, haja vista a ausência de má-fé ou o intuito de fraudar a lei, assim como pelo fato de terem atuado no exercício legítimo de suas atividades”, diz um trecho da ação.

Outro lado

Jaime Campos afirmou não lembrar deste processo. No entanto, destacou que irá recorrer da decisão.
Fonte: Midianews

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>Mato Grosso vive a década de ouro de sua história

Posted on junho 1, 2010. Filed under: atacado, bebidas, Calçados, comércio, combustíveis, Comunicação, crescimento, IBGE, Indústria, Indústria Têxtil, Mato Grosso, Metalurgia, PIB |

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Estado que mais cresce no país, com ritmo de crescimento comparável ao da China, em torno de 10% ao ano, Mato Grosso vive a “década de ouro” de sua história. Saiu de importador para exportador de energia – o principal gargalo do seu desenvolvimento nas últimas três décadas – assumiu a liderança na produção de soja e algodão, passou a ter o maior rebanho bovino comercial do país e, ao invés de só exportar matéria-prima, inicia um novo ciclo de desenvolvimento ao agregar valor à produção que transforma proteína vegetal em animal, ou seja, ao invés de vender o grão de soja, transforma-o em ração para aves e suínos e exporta a carne.
O resultado desta “revolução” é o fortalecimento econômico do Estado e a expansão do setor industrial, com a vinda de agroindústrias dos mais diferentes setores, como alimentação (esmagadoras de soja, processadoras de frangos e suínos, frigoríficos), bebidas, metalurgia, combustíveis, calçados, atacado, comunicação e indústria têxtil. Junto a essas empresas foram gerados milhares de empregos diretos, provocando um extraordinário crescimento sobre a arrecadação e a elevação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios, que aponta o grau de desenvolvimento de um país, estado ou município.
Nos últimos oito anos desta década, por exemplo, a receita pública foi praticamente triplicada, saindo de R$ 3,2 bilhões, em 2002, para R$ 9,5 bilhões, em 2009. Já o PIB de Mato Grosso em 2002 foi de R$ 20,9 bilhões, saltando para R$ 42 bilhões em 2007 (último levantamento do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
“Podemos afirmar que Mato Grosso vive mesmo a década áurea da sua história”, define o superintendente de Indústria da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia do Estado, Sérgio Romani. Segundo ele, esse desenvolvimento vai ser intensificado nos próximos anos, com o advento da Copa de 2014, e continuará firme por muitos anos.
Ele diz que Mato Grosso passa por um processo de transformação ímpar. “Em um período de 12 anos – 1995 a 2007 – o nosso PIB (Produto Interno Bruto) cresceu quase 500%. Nenhum outro estado brasileiro registrou um índice tão elevado”. Frisou a importância dos incentivos fiscais como fator de atração de empresas ao Estado, mas lembrou que o grande chamariz dos investimentos continua sendo o potencial econômico do Estado e as oportunidades de negócio. “Só com a agricultura, por exemplo, Mato Grosso tem condições de triplicar sua produção sem derrubar sequer uma árvore”, pontua Romani.
“Mato Grosso tem crescido em ritmo semelhante à China, não há como segurar o nosso Estado”, diz o presidente da Federação das Indústrias no Estado (Fiemt), Jandir Milan, apoiado em um estudo econômico que traça o comparativo do crescimento industrial de Mato Grosso com a média brasileira e os estados vizinhos nos últimos 12 anos.
DADOS – O estudo mostra, com base no levantamento do IBGE, que o PIB estadual entre 1995 e 2007 saltou de R$ 7,319 bilhões para R$ 42,687 bilhões, alcançando o maior índice de crescimento entre os estados das regiões Centro-Oeste e Norte, com incremento de 483%.
Segundo Jandir Milan, a iniciativa privada investiu maciçamente graças ao bom ambiente econômico de Mato Grosso. Ele destaca ainda o bom desempenho do agronegócio e a verticalização da produção, ou seja, industrialização de matéria-prima e agregação de valores à produção.
Outro ponto favorável, na avaliação dos empresários, é que o governo federal manteve a postura agressiva de atração de investimentos e não deu ouvidos aos críticos dos incentivos fiscais. “Crescemos graças a estes incentivos e alcançamos resultados fabulosos. Os resultados aí estão em números, para quem quiser comprovar, e as indústrias não param de chegar ao nosso Estado”, afirma Sérgio Romani.
Ele lembra que os municípios que recebem as indústrias passam por uma transformação econômica. A tese do governo estadual é de que, além da geração de emprego e renda, um grande empreendimento acaba atraindo outras pequenas empresas prestadoras de serviço para atender suas necessidades.
“Um investimento puxa outro e aí a economia fica nesse ciclo virtuoso de crescimento”, afirma Romani. Para ele, o processo de industrialização está apenas começando, “mas Mato Grosso já vive uma nova era desenvolvimentista na atual década”. Fonte: Fiemt
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>Governo federal gasta R$ 18 milhões em propaganda

Posted on dezembro 29, 2009. Filed under: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, campanha, Casa Civil, Comunicação, Copa de 2014, Dilma Rousseff, economia, governo |

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O governo federal lançou campanha de R$ 18 milhões para exaltar o desempenho da economia no ano de crise internacional. Com veiculação programada para o período de 13 de dezembro a 14 de janeiro, a campanha afirma que o país saiu da crise para entrar em cena.


Segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência, “o objetivo é mostrar a trajetória de crescimento econômico do país, com distribuição de renda. Situação que permitiu ao país enfrentar os efeitos da crise econômica internacional deflagrada em setembro de 2008”.


Além da Presidência, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal exibem, neste fim de ano, campanhas publicitárias que exaltam a administração do presidente Lula -que tenta emplacar a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, como sucessora.


O BB veiculará, até o dia 31, uma campanha cujo mote é “Transformamos o país do futuro no país do agora”.


A campanha do BB inclui o trabalho do artista plástico Eduardo Kobra, no Rio, em São Paulo e em Brasília. Nas calçadas da avenida Paulista, serão expostas pinturas sobre a escolha do Brasil como sede da Copa de 2014.


Exibida no Natal, a campanha da Caixa Econômica Federal endossa a descoberta de reservas de petróleo na costa brasileira, no pré-sal. Fonte: Folha de S. Paulo

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>Governo de SP lança ofensiva publicitária com sete campanhas na TV

Posted on dezembro 29, 2009. Filed under: agência de publicidade, Comunicação, Duda Mendonça, Fernando Barros, Fundação Casa, José Serra, Metrô, Nizan Guanaes, Orçamento, Paulo de Tarso Santos, PoupaTempo, propaganda, Rodoanel, Sabesp |

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Peças elogiam a administração de Serra, pré-candidato do PSDB à Presidência
Governo paulista afirma que o seu objetivo é informar a população e que propaganda respeita as regras, sem fazer promoção de autoridades

Na virada para o ano eleitoral de 2010, o governo de São Paulo lançou uma ofensiva publicitária na TV com sete campanhas que enaltecem a administração de José Serra (PSDB), principal presidenciável do PSDB.


Até o dia 31, o governo levará ao ar, por exemplo, duas diferentes propagandas sobre o Rodoanel e outra sobre as obras da Nova Marginal. As peças são produzidas por duas agências cujos contratos com o governo somam R$ 50 milhões por ano.


Só no Natal foram veiculadas 28 inserções, todas encerradas com o slogan: “Governo de São Paulo: trabalhando por você”. Em alguns programas, como o “Mais Você” e o especial de Roberto Carlos, na Globo, foram exibidas duas campanhas num mesmo bloco de intervalos.


Além de duas peças de campanhas de longa duração -uma sobre a universidade virtual e outra sobre Imprensa Oficial- foram apresentadas propagandas sobre a qualidade das estradas de São Paulo, recuperação de adolescentes pela Fundação Casa, urbanização de favelas, PoupaTempo e corredor de ônibus.


À exceção da campanha sobre o PoupaTempo -que se encerra amanhã- todas têm vigência até o dia 31.


Oito das inserções do dia de Natal foram sobre o Rodoanel, que tem inauguração prevista para 27 de março, uma semana antes do prazo fixado para que o titular de um cargo eletivo se afaste para concorrer a outra vaga -como deve ser o caso do governador Serra.


Com vigência de 24 a 31 de dezembro, a campanha da Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado) ficará restrita às festas de fim de ano.
O governo não informou o custo, sob o argumento de que só é possível calcular após o encerramento das campanhas.


A Artesp acaba de concluir uma licitação para a contratação de uma agência, a um custo de R$ 10 milhões por semestre. A Fundação Casa também lançou licitação para contratação de agência de publicidade (de R$ 5 milhões semestrais).


Segundo a Secretaria de Comunicação do Estado, essas duas campanhas foram levadas ao ar agora porque “os processos licitatórios foram concluídos no final do ano”.

Informação e balanço
A Secretaria de Comunicação do Estado afirmou, em nota, que “as campanhas têm por objetivo informar a população sobre as ações, programas e projetos implementados pelo governo de São Paulo”. Segundo a nota, “seguem o calendário de anúncios e entregas do governo e os prazos das licitações realizadas nas diversas empresas, agências e fundações”.


Essas campanhas, diz a nota, “também realizam balanço das ações de cada um dos seus órgãos, como é pertinente fazer ao final do ano”. Na nota, o governo afirma ainda que “todas as campanhas respeitam estritamente as regras para a comunicação na área pública, delas não constando nomes ou imagens que caracterizam promoção pessoal de autoridades”.


Segundo o governo, o gasto com comunicação representou 0,21% do seu Orçamento.
Foram veiculadas outras duas campanhas ainda neste mês, uma do Metrô e outra da Sabesp. São Paulo é apontada como plataforma de lançamento para Serra, caso ele decida disputar a Presidência.


O orçamento do Estado para publicidade em 2009 é de R$ 313,3 milhões. Há um ano, o governo paulista reúne grifes do marketing político. Ao lado de publicitários tradicionalmente ligados ao PSDB, estão Duda Mendonça, Nizan Guanaes, Fernando Barros e Paulo de Tarso Santos
. Fonte: Folha de S. Paulo

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