Conab

>Estoque de arroz está no fim em Mato Grosso

Posted on outubro 22, 2010. Filed under: arroz, Conab, Estoque, Mato Grosso, Plantação de arroz, Sefaz, Sindarroz |

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Mato Grosso tem um déficit de 40 mil toneladas no estoque de passagem do arroz, volume destinado ao abastecimento das indústrias durante a entressafra (de outubro a janeiro). Números do Sindicato das Indústrias do Arroz do Estado (Sindarroz-MT), apontam que a quantidade estocada atualmente é de cerca de 10 mil toneladas, enquanto que o ideal seria ter pelo menos 50 mil (t) do cereal. Com o volume atual, as indústrias têm capacidade para abastecer o Estado apenas até novembro e caso não haja uma solução emergencial correm o risco de suspender as atividades. Atualmente, segundo o Sindarroz, 30 indústrias estão em operação em Mato Grosso e empregam cerca de 1,5 mil pessoas.
Plantação de arroz
O presidente do sindicato, Joel Gonçalves Filho, diz que a situação é preocupante e decorrente do envio do produto (em janeiro) ao Rio Grande do Sul, quando houve quebra na produção do estado sulista. Por isso representantes do setor se reuniram com as secretarias de Fazenda e de Indústria e Comércio, para propor solução ao problema. Na opinião de Gonçalves Filho, a alternativa seria a importação do produto do Rio Grande do Sul, que hoje tem uma produção suficiente. “Para isso é preciso que tenhamos redução no ICMS para não termos tanto prejuízo”, diz ao acrescentar que isso seria viável usando o benefício do Programa de Desenvolvimento da Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), no qual as indústrias de arroz estão enquadradas. “Isso é possível porque não temos produção aqui atualmente e seria em caráter emergencial. Na Sicme, um técnico da Superintendência da Indústria informou que somente o secretário Pedro Nadaf poderia falar sobre o assunto. O secretário, porém, está em viagem à Bolívia, e as ligações não foram completadas. Na Sefaz, a assessoria de imprensa, informou que uma reunião está agendada para hoje entre os representantes do setor e uma equipe técnica da secretaria. A Sefaz informou ainda que só poderá se manifestar oficialmente após a reunião e quando souber de detalhes da situação.
Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que Mato Grosso deve produzir 610 mil toneladas de arroz na safra 2010/2011, cujo plantio está atrasado por causa da seca. A quantidade é 17,8% menor que a produção do ano passado, que totalizou 742 mil (t). Mesmo que o governo não auxilie o setor, o presidente da entidade diz que não haverá alteração no preço do produto nas gôndolas dos supermercados. “Vamos arcar com o prejuízo para não perder mercado, pois se houver aumento, os supermercados trazem o produto de outros estados”.
Fonte: A Gazeta
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>Em leilão da Conab Mato Grosso comercializa 94% do milho com fortes deságios

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: agricultura, Aprosoja, Conab, leilão de milho, Mato Grosso, milho, prêmios, pregão, Produtores, soja |

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O 11º leilão de milho realizado nesta quinta-feira (19.08) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) via Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) para Mato Grosso registrou mais uma vez fortes deságios. O Estado comercializou 94% das 250 mil toneladas ofertadas.

A companhia estatal do governo sinaliza que este será o último leilão. Mas para o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) Glauber Silveira ainda existe necessidade de que o governo continue a realização desta modalidade de oferta pública. “Prova disso, é que a demanda vem sendo maior que os volumes leiloados. Em reunião hoje com o ministro da Agricultura Wagner Rossi, defendi a realização de pelo menos mais um leilão de milho via Pepro”.

Ao final do pregão os prêmios variaram entre R$ 1,22 na região Sul até R$ 5,04 na região Nordeste. O deságio variou entre 32% na região Norte até 72% na região Oeste. Mais uma vez, a única região que não registrou deságio no prêmio foi a região Nordeste. Clique Aqui e veja a tabela.

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>Mato Grosso assume posição de 1º lugar na produção de grãos no Brasil

Posted on setembro 9, 2009. Filed under: algodão, arroz, Conab, IBGE, LSPA, Mato Grosso, milho, Produção Agrícola, produção de grãos, soja |

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Mato Grosso alcançou a posição de maior produtor de grãos do país ultrapassando em 1,7% o Paraná que ocupa o segundo lugar. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que divulgou nesta terça-feira (08) a oitava estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de agosto. Segundo o instituto, a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 133,5 milhões de toneladas em 2009, 8,6% menor que a obtida em 2008 (146 mi/t) e 0,7% abaixo da estimada em julho (134,4 mi/t). A redução frente ao mês passado deve-se, especialmente, às reavaliações negativas ocorridas na segunda safra do milho no Mato Grosso do Sul e Goiás e às estimativas das culturas de inverno como o trigo no Paraná.

As três principais culturas -soja, milho e arroz – que respondem por 81,4 % da área plantada apresentam variações de +2,0%, – 4,8% e +0,7%, respectivamente, em relação a 2008. Quanto à produção destes três produtos, apenas o arroz registra variação positiva (+4,0%). Já para a soja e o milho a previsão é de retração da produção em -5,2% e -15,1%, respectivamente. A área a ser colhida de 47,1 milhões de hectares apresenta decréscimos tanto em relação a 2008 quanto ao mês anterior (julho), respectivamente de -0,4% e -0,2%.


Para Luciano Gonçalves, consultor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), a redução no volume de produção de soja, milho e algodão, que são os mais representativos para Mato Grosso, se deve a problemas de conjuntura que envolvem, além de questões climáticas, a restrição de crédito. “Acredito que o estado ainda terá problemas que perdurarão até o próximo ciclo, como o endividamento dos produtores, o que pode fazer com que exista uma nova redução para o próximo ano. Já no aspecto nacional é provável que haja manutenção dos volumes produzidos em safras anteriores”.


De acordo com o IBGE, a safra esperada para 2009 tem a seguinte distribuição regional: Região Sul, 53,4 milhões de toneladas (-13,0%); Centro-Oeste, 47,7 milhões de toneladas (-6,1%); Sudeste, 17,0 milhões de toneladas (-3,6%); Nordeste, 11,7 milhões de toneladas (-6,3%) e Norte, 3,7 milhões de toneladas (-1,9%).


Retração – De acordo com o levantamento do IBGE, o milho, para ambas as safras, e a soja foram as culturas que apresentaram maior retração da produção, em termos absolutos, quando comparadas às respectivas produções alcançadas em 2008. No caso do milho, segundo os técnicos do instituto, ocorreu decréscimo na área plantada em 2009 (-4,8%) que pode ser creditado, em parte, aos grandes estoques nacionais observados em dezembro de 2008, superior em 118,2% ao de dezembro de 2007, como também aos baixos preços praticados na época do plantio e incertezas sobre a demanda futura do produto.


No caso da soja a área plantada foi 2,0% maior que a de 2008, mas os altos preços dos insumos na época do plantio fizeram com que os produtores investissem menos em tecnologia, o que associado à condições climáticas irregulares, determinaram um decréscimo de 7,1% no rendimento médio da cultura, passando de 2.817 kg/ha alcançados na safra de 2008 para 2.618 kg/ha na presente estimativa para 2009.


A crise de crédito afetou os contratos futuros da cultura do algodão, que teve sua área de plantio reduzida em 22,0% quando comparadas a 2008. O elevado custo de produção e a má distribuição das chuvas, também foram comuns para a safra 2009 de milho e algodão, determinando declínio no rendimento médio destas culturas em comparação à safra de 2008 em, respectivamente, -10,8% e 4,7%.


“Falta uma possibilidade de reestruturação das dívidas dos produtores. O governo lançou alguns pacotes que serviram apenas de medida paliativa. Acredito que necessitamos de um programa mais amplo de restruturação das dívidas para que o produtor possa fazer novos investimentos em tecnologia, métodos de plantio e manejo e para que o setor possa gerar renda e emprego nos níveis anteriores”, finalizou Gonçalves.


Produção nacional – A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que também divulgou o levantamento da safra (o 12º do órgão este ano) concluiu que a produção nacional de grãos na safra 2008/09 é a segunda maior da história do Brasil. A colheita é de 134,3 milhões de toneladas e ficou atrás apenas das 144,14 milhões de toneladas registradas no período anterior (queda de 6,8% na comparação).


Os técnicos da Conab também enfatizaram a estiagem com causa da redução da produtividade em alguns estados do Centro-Sul. A produção de soja alcançou 57,1 milhões de toneladas, sendo cerca de 90% nos Estados do Centro-Sul e o restante nas regiões Norte e Nordeste. Já o milho total (1ª e 2ª safras) teve produção de 50,1 milhões de toneladas, com destaque para os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Goiás, Bahia e Tocantins.


Também segundo os dados da Conab a área plantada totalizou 47,7 milhões de hectares, representando aumento de 0,6% sobre o registrado na safra 2007/08 (47,4 milhões de hectares. A expansão ocorreu, principalmente, nas lavouras de soja (21,7 milhões de hectares) e milho (14,1 milhões de hectares). Somadas, as lavouras representam mais de 75% da área cultivada no país.


De acordo com o comunicado da Conab, a estiagem que prejudicou as duas maiores culturas em Mato Grosso beneficiou, no entanto, as lavouras de arroz no estado do Rio Grande do Sul, que teve recorde de produtividade: saiu de 6.902 quilos por hectare (kg/ha) para 7.150 kg/ha.


Esta última edição da pesquisa foi realizada no período de 17 a 21 de agosto. Os técnicos da estatal entrevistaram agricultores, agrônomos, técnicos de cooperativas, secretarias de Agricultura, agentes financeiros e órgãos de assistência técnica e extensão rural dos principais pólos produtores do país. (Com Assessoria)

Fonte: A Gazeta

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>Clima ajuda, mas produção de café sofre redução

Posted on maio 21, 2009. Filed under: área de café, café tipo arábica, Conab, produtores de café |

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Os números de café beneficiado no Brasil em 2009, de acordo com a segunda estimativa divulgada nesta quinta-feira (7) pela Conab, apontam para uma produção de 39,1 milhões de sacas de 60 quilos. Isto representa uma redução de 15% em relação à colheita passada, de 45,9 milhões de sacas, resultado da bienalidade negativa da cultura, que é intercalada entre um ciclo alto e baixo. A regularidade das chuvas a partir de janeiro evitou uma queda mais acentuada nas lavouras.


O café tipo arábica, 72,5% da produção total, está projetado em 28,3 milhões de sacas, contra 35,5 milhões do ano passado. A redução é de 20,2%. Já o conilon ou robusta representa 27,5% da produção nacional, equivalendo a 10,8 milhões de sacas.

A maior produção está em Minas Gerais, que detém 49,2% do total nacional, sendo 98,5% do tipo arábica. Em segundo lugar vem o Espírito Santo, com 25,7% da colheita do País, com destaque para a produção do conilon.

Área – A área de café em produção sofreu redução de 3,3%, ou seja, 72,6 mil hectares a menos que em 2008. Agora são 2,10 milhões contra 2,17 milhões de hectares do ciclo passado. Cerca de 90% do plantio estão em produção e o restante dos cafezais em formação.

A pesquisa foi realizada no período de 13 a 25 do mês passado, junto a instituições parceiras da Conab nos principais estados produtores, como Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Paraná, Rondônia e Rio de Janeiro.
(Raimundo Estevam/Conab)

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