construção

>Construção de apartamentos habitacional tem forte crescimento no ano de 2010 em Cuiabá

Posted on dezembro 27, 2010. Filed under: construção |

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O “boom” da construção civil chegou a Mato Grosso e está se prolongando sem sinal de que vai cessar, principalmente na Capital, que vive um momento de lançamentos, construções e entregas de imóveis. De acordo com o Sindicato da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon), 9,122 mil unidades (apartamentos) estão em fase de lançamento ou construção no Estado, fora isso, mais 1,1 mil unidades residenciais foram registrados. O ano de 2010 será lembrado por novos empreendimentos e a pela chegada de empresas nacionais de olho no mercado local. De acordo com a Câmara Brasileira da Indústria de Construção Civil, o crescimento do setor foi de 14% com relação ao ano passado e para 2011 a expectativa é crescer 8%.
Novos prédios estão se erguendo por toda Cuiabá
O presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi-MT), Marcos Pessoz confirma a expansão do setor de imóveis novos e prevê uma continuidade para o ano que vem. Segundo ele, apesar de 2010 ter sido marcado por lançamentos e continuidade de projetos, o ano que começará na próxima semana não deve desacelerar devido a entrada de novas construtoras. “Algumas empresas podem até diminuir o ritmo, mas outras estão com projetos de lançamentos e início de atividades no Estado”.
O sócio da construtora Gerencial, Paulo Sério, acredita que 2011 não será tão promissor quanto 2010. De acordo com o investidor, o mercado começa a se saturar. Porém, nem mesmo o baixo otimismo refletiu nos investimentos de sua empresa, que projeta um crescimento com relação às 432 unidades lançadas em 2010. “Para o ano que vem esperamos um aumento de 10% com relação às novas unidades”.
Na construtora São Benedito 6 empreendimentos começaram a ser construídos este ano, totalizando 548 unidades habitacionais com preços que variam entre R$ 3 mil e R$ 4 mil o metro quadrado. Além disso, 500 apartamentos estão em fase de construção e outros 470 foram finalizados. O gerente de vendas, César Moraes, afirma que os investimentos são fruto do sucesso de vendas da empresa. “Vendemos 100% de nossos empreendimentos, o que não é comercializado é reservado para aluguel. Geralmente antes da entrega se esgotam as oportunidades”.
A Vangard Home, que tem o foco no público que vai adquirir o primeiro imóvel, tem atualmente 1,503 mil unidades em construção e mais 608 foram lançadas em 2010. De acordo com o diretor Márcio Ferreira, 2011 será um ano de muito trabalho e entrega dos imóveis que tiveram a construção iniciada em 2008 e 2009, o que não deve frear mais novidades. “O momento é muito bom e as vendas continuam aquecidas. Temos um banco de terrenos importantes e para o próximo ano as novidades devem ter prosseguimento”.
Ao todo o Valor Geral de Vendas (VGV) da construtora este ano foi de R$ 100,48 milhões. Somando com a Plaenge, que tem um padrão mais elevado nas construções e se volta para públicos de maior poder aquisitivo, o grupo planeja para 2011 um VGV de R$ 300 milhões.
Aliás, segundo Marcos Pessoz, grande parte dos imóveis é voltada justamente para o público que não tinha condições de adquirir a casa própria e que devido ao incremento de renda e programas habitacionais que facilitam a aquisição, como o Minha Casa Minha Vida do governo federal, os investidores continuarão com o foco na construção. “Ainda existe um déficit imobiliário que está no objetivo das empresas. Para isso, os maiores investimentos são para construção de unidades entre R$ 100 mil e R$ 120 mil”.
O vice-presidente Imobiliário do Sinduscon, Paulo Bresser, explica que a migração da população da classe D para a C possibilitou o acesso ao imóvel e que por isso a maioria dos empreendimentos é para atender este público. “Mais de 50% dos lançamentos possuem até 70 metros quadrados e custam até R$ 150, justamente pensando neste mercado crescente”. De acordo com levantamento do sindicato, 4,894 mil apartamentos possuem até 70 metros quadrados, 2,6 mil entre 70 e 110 metros quadrados e o restante, 1,628 mil ou 17%, acima de 110 metros quadrados.
Ameaça – Entre os entraves vivenciados pelo segmento, a mão de obra é um dos principais. Com o crescimento da demanda, os cursos de qualificação não são suficientes para formar trabalhadores para suprir a necessidade. O grupo Plaenge, por exemplo, em 2009 tinha em canteiros de obras cerca de 150 trabalhadores, este ano a empresa encerra o ano com 900, aumento de 500% no número de funcionários. O diretor Márcio Ferreira explica que o mercado em geral está em expansão. Além das grandes construtoras e seus empreendimentos, ele cita as obras individuais de construção e reformas. “A demanda é crescente e por isso falta mão de obra qualificada em todos os segmentos, de servente a mestre de obra”.
Paulo Bresser afirma que esta não é uma características exclusiva de Mato Grosso, mas de todo o país. “Não adianta falar que vai trazer de São Paulo porque lá eles também vivem esta situação. É no Brasil inteiro”. Além da mão de obra, Bresser diz que material básico para a construção civil também pode ser uma ameaça. “Somente este ano passamos por dois contingenciamentos de cimento”.
Valorização – O presidente do Secovi, Marcos Pessoz diz que o aumento nos preços dos empreendimentos nos últimos anos é consequência da melhora de renda da população. De acordo com o empresário, o incremento varia muito, mas há casos em que a região registrou uma valorização de 200% a 300%, sendo mais comum terem dobrado de preço nos últimos 5 anos.
Com relação a novos aumentos, Pessoz não acredita que continue em alta, mas também diz que a redução não é uma tendência. “A economia é quem dita as regras. Mas se continuarmos atraindo indústrias, agregando valor à produção e com aumento na renda, a projeção é de manutenção nas taxas atuais”.
Com a valorização dos imóveis novos, os usados acabam tendo algumas vantagens, porém insuficientes para elevar a competitividade. Segundo Pessoz, o mercado de imóveis usados não está “desaquecido”, entretanto não segue os patamares dos lançamentos. “O usado tem a vantagem de custar entre 70% a 50% do valor de um novo, porém não tem as mesmas facilidades na hora da aquisição”, afirma ao comentar que um usado precisa de 30% do valor na entrada, o que exige uma reserva de dinheiro. “Para o novo, com R$ 5 mil se dá a entrada e financia o restante”. Fonte: A Gazeta
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>Cuba vai demitir meio milhão de funcionários públicos até 2011

Posted on setembro 14, 2010. Filed under: agricultura, construção, Cuba, demitir, Educação, empregos, Fidel Castro, funcionários públicos, polícia, Raúl Castro, Sindicato |

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Foto: / Reuters

Cuba vai eliminar mais de meio milhão de empregos até o primeiro trimestre de 2011, numa tentativa de elevar a produtividade e tornar sua economia mais eficiente, anunciou nesta segunda-feira o sindicato único de trabalhadores, em uma das mudanças de rumo mais importantes decidida pelo governo em décadas.
O presidente cubano, Raúl Castro, anunciou em abril um plano que prevê a demissão de mais de 1 milhão de funcionários públicos nos próximos cinco anos, como parte de suas reformas moderadas para melhorar a produtividade do trabalho e elevar a qualidade dos serviços.
“Dentro do processo de modernização do modelo econômico e das previsões da economia para o período de 2011-2015, está prevista a redução de mais de 500 mil trabalhadores do setor estatal”, disse a Central de Trabalhadores de Cuba.
“O calendário para a execução do plano foi traçado pelos organismos e empresas até o primeiro trimestre de 2011”, acrescentou a central, em texto publicado pela imprensa local.
O Estado é o maior empregador em Cuba, e a decisão de eliminar 20 por cento de sua força de trabalho deixa muitos trabalhadores na incerteza em relação a seu futuro.
O governo assegurou que ninguém ficará desamparado e ofereceu recolocar os funcionários excedentes em outros setores que historicamente são deficitários de mão-de-obra no país, como a agricultura, a construção, a educação e a polícia, entre outros.
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>Empresas são atraídas a Cuiabá pela Copa 2014

Posted on agosto 21, 2010. Filed under: construção, construção civil, Copa, Copa 2014, CUIABÁ, Hidrelétricas, Indústria, Mato Grosso, Road Show, Tendências |

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A construção civil cresce em números representativos no Estado e o anúncio da Copa em Cuiabá acelerou o processo, juntamente com programas do governo federal de incentivo à aquisição da casa própria, como é o caso do Programa Minha Casa Minha Vida. Para este ano, a expectativa do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon) é de que o crescimento seja equivalente ao nacional, de 10%, com possibilidades de superar. Pensando nisso, um grupo de empresas está realizando o Road Show, um circuito de palestras pelas 12 cidades sede da Copa com as tendências e novidades que podem acrescentar tanto em grandes obras como em empreendimento de menor porte.
Todo este incremento faz com que o mercado demande por tecnologias que proporcionem economia de tempo e dinheiro, e solucionem problemas como a falta da mão-de-obra. De olho neste mercado, a SH, indústria e fornecedora de fôrmas, andaimes e escoramentos investe em mercados em crescimento, como é o caso de Mato Grosso. O grupo que trabalha há 40 anos no país e tem bases nas regiões Nordeste e Sudeste, possui um escritório em Cuiabá e visa inaugurar uma unidade no Estado.
O diretor comercial da SH, Wolney Henriques do Amaral, diz que antes de montar uma unidade é preciso que o mercado aponte uma demanda que garanta negócios por um prazo mínimo de 10 anos, situação que aparenta ser a realidade estadual.
A SH comercializa e aluga fôrmas para concretagem, por exemplo, que eliminam o uso de tijolos e aceleram o processo de construção. O gerente da unidade de Brasília, que administra Mato Grosso, Carlos Batalha, explica que os equipamentos são uma solução para a carência de mão-de-obra e a corrida contra o tempo.
O presidente do Sinduscon, Cezário Siqueira, diz que a tecnologia é uma carência no Estado em virtude da distância dos centros de distribuição. “Verificamos que o aluguel de tecnologias como essa é viável, mas devido ao preço do frete e à carência de manutenção, temos que improvisar e desenvolver técnicas que supram a deficiência”.
A SH já atua no Estado em parceria com duas construtoras e na construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), mas pretende ampliar os negócios e viabilizar a tecnologia. De acordo com o Sinduscon, há muita demanda por mão-de-obra qualificada e nunca houve tanto investimento por iniciativa dos empresários na qualificação profissional e por isso a técnica é bem vinda. Fonte: A Gazeta
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>Jornal Financial Times afirma que Futuro brilhante do Brasil está fora de alcance

Posted on maio 6, 2010. Filed under: aeroportos, água, conservação, construção, esgoto, estradas, favelas, Financial Times, jornal, tratamento, trânsito |

>O jornal britânico Financial Times publicou matéria afirmando que o “futuro brilhante” do Brasil está fora de alcance.

Segundo o jornal problemas como o trânsito, favelas, a precariedades dos aeroportos e má conservação e falta de construção de novas estradas. Inclue também na listagem do jornal a deficiência no tratamento de água e esgoto.

“Os planos estão na mesa. A economia está crescendo. Os investidores estão fazendo fila… Mesmo assim, o novo futuro brilhante do Brasil parece ainda estar fora de alcance”, diz o artigo que abre o caderno.

“O panorama para a infraestrutura (brasileira) é profundamente irregular”, afirma o FT.

Como exemplo de problemas, o jornal cita a “assustadora” tarefa de se urbanizar favelas, evidenciada pelos recentes desabamentos no Rio; a melhoria “lenta” dos transportes públicos enquanto o país compra mais carros do que suas ruas comportam; a confusão sobre as responsabilidades de Federação, Estados e Prefeituras sobre o tratamento de água e esgoto; atrasos em projetos causados por “falhas de gerenciamento e o peso da burocracia”; e até “ideologias” entre o que deve ser privatizado ou mantido sob o controle do governo.

‘PAC não é fracasso’ O FT destaca ainda que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2007, enfatizou a importância dos gastos em infraestrutura para o desenvolvimento do país, “mesmo não tendo alcançado seus objetivos”.

“Seria errado desqualificar o PAC como sendo um fracasso”, diz o jornal. “Ele trouxe empregos, casas e uma vida melhor para muitas pessoas que vivem nas favelas. E colocou o investimento em infraestrutura de volta ao centro do cenário político.” Em vários artigos separados, o FT examina a situação dos vários setores da infraestrutura, como habitação, eletricidade, energia, construção civil, bancos, agricultura e indústrias naval e siderúrgica, analisando obstáculos e avanços.

O diário também dedica uma reportagem à “dificuldade” que o Brasil está tendo para preparar a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada do Rio, em 2016.

“Apesar da confiança depositada no país pelos organizadores dos dois maiores eventos esportivos do mundo, ainda há uma montanha íngrime a ser escalada em termos de colocar a infraestrutura – transportes, hotéis e estádios – em um alto nível internacional antes dos prazos de 2014 e 2016”, afirma o FT. Fonte: com participação de: Notícias UOL

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>Autorizada a construção do novo estádio Verdão

Posted on abril 21, 2010. Filed under: Agecopa, construção, Copa 2014, Copa das Confederações, estádio, Mendes Júnior, Santa Barbara, Verdão |

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Silval entrega a ordem de serviço a Linhares para a construção do novo estádio do Verdão


As obras de demolição do estádio Governador José Fragelli, “o Verdão”, terão início no próximo dia 26l, de acordo com o presidente da Agência Executora da Copa (Agecopa), Adilton Sachetti. No local será construída a Arena Multiuso, que engloba a construção do novo estádio que sediará jogos da Copa do Mundo de 2014.

A ordem de serviço para execução das obras, bem como o contrato com o consórcio Santa Barbara/Mendes Júnior, foram assinados nesta terça-feira (20) pelo governador Silval Barbosa (PMDB), pelo presidente da Agecopa e pelos representantes do consórcio que executará as obras – Fernando Linhares (Mendes Júnior) e Antonio Carlos de Oliveira (Santa Bárbara) -, no Palácio Paiaguás.

“A ordem de serviço representa o início efetivo das obras e saímos na frente mais uma vez. Mato Grosso é o único Estado que possui um projeto de estádio voltado para o Meio Ambiente e para sustentabilidade. Vamos transformar nosso Estado e a vida das pessoas que aqui vivem. Além disso, seremos um marco de referência”, afirmou o presidente da Agecopa, Adilton Sachetti.

O representante da construtora Mendes Júnior, Fernando Linhares, informou que a empresa está se instalando em Cuiabá e, em seguida, serão realizadas as contratações de mão-de-obra qualificada para início dos trabalhos efetivos.

“Temos algumas equipes trabalhando e no dia 26 iniciaremos as obras com a demolição; em seguida, virão a limpeza da área e a terraplanagem. Será uma demolição a frio, com aproveitamento de algumas partes”, disse Linhares.

Estima-se que 800 pessoas sejam contratadas, dando preferência para a mão-de-obra local. Em seguida à demolição sem explosivos, serão feitas a limpeza da área e terraplanagem, procedimento que, segundo a empresa, durará 90 dias.

A cobertura e a iluminação retiradas do Verdão serão reutilizadas no estádio Presidente Dutra (o Dutrinha), no bairro do Porto, que deverá passar por uma ampla reforma, uma vez que será utilizado como Centro de Treinamento para as seleções que jogarão em Cuiabá.

Além disso, parte dos resíduos do Verdão será utilizada na pavimentação da praça que circundará a Arena Multiuso. A arena foi concebida em quatro módulos independentes.

A cobertura e a arquibancada superior dos setores Norte e Sul terão uma estrutura metálica desmontável. Dessa forma, aproximadamente 30% dos 43 mil assentos da arena poderão ser removidos depois do Mundial.

O local contará ainda com um parque, onde haverá restaurante, espelho d’água, choperias e playgrounds. Durante a Copa, a área servirá para as instalações de hospitalidade da Fifa e de TV Compound (estacionamento de caminhões de transmissão de TV), além de abrigar 2.580 vagas de estacionamento. Fora do estádio haverá mais 4.000 vagas.

As obras de construção do novo estádio estão orçadas em R$ 343 milhões, com previsão de serem entregue em dezembro de 2012, para que Mato Grosso possa participar da Copa das Confederações em 2013. No entanto, os representantes da empresa executora do projeto afirmaram que pretendem reduzir o prazo de entrega da arena.

“Vitrine”
O governador Silval Barbosa destacou a importância da obra, observando que Cuiabá será vitrine não só em Mato Grosso, mas em todo o mundo. “A primeira etapa iniciou com o governador Blairo Maggi, quando foi a Suíça em 2008, firmar o compromisso com a Fifa. Depois, tivemos a fase de elaboração dos projetos, a licitação e, agora, a assinatura do contrato que garante o início das obras”, afirmou.

No último dia 8, o projeto recebeu o prêmio de “Melhor Projeto de Arquitetura Corporativa” do VII Grande Prêmio de Arquitetura, um dos principais da América Latina.

A premiação foi realizada durante a feira Office Solution, na Bienal do Parque do Ibirapuera (SP). A concepção também recebeu elogios da empresa inglesa Steer Davies Gleave, parceira da Fifa que avalia os estádios brasileiros. Fonte: Mídia News

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>Mixto anuncia a construção da "Toca do Tigre"

Posted on março 5, 2010. Filed under: Afam, Centro de Treinamento, construção, Eder Moraes, Gaúcho, hotel fazenda, Mixto Esporte Clube, Tigre, Toca do Tigre |

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Quem conheceu a antiga sede do Mixto Esporte Clube, até os anos 80, entre a avenida Getúlio Vargas, com lateral para a avenida Marechal Deodoro e fundos na Cândido Mariano, onde havia uma quadra de cimento, deve se lembrar do “pardieiro” que abrigava craques como Gonçalves, Foguinho, Gilson Bonfim, entre outros.

Logo na entrada do prédio sem reboco ou pintura, um mendigo que virou guarda da sede, conhecido como “Capitão Caverna”, dormia sob uma escada, junto a meia dúzia de cachorros, menos fétidos que ele; acredite. A única geladeira da “República” vivia vazia e até um pé de couve nasceu dentro. Encostados em beliches, nas paredes úmidas e mofadas, craques dormiam sem sequer reclamar. Tempos em que o “Tigre” peitava rivais no Campeonato Brasileiro.

Quase 30 anos depois as coisas mudaram. Wilson Mano (ex-jogador do Corinthians) que chegou a treinar o alvinegro por pouco tempo em 2008, dormia em colchão “king size, com lençóis de seda e tomava uma garrafa de vinho importado por noite, sempre muito bem acompanhado.

No começo desse ano, Roberto Cavalo, sua comissão técnica e os indicados por ele Perdigão, Gabiru e companhia tomavam o “desjejum” num hotel fazenda onde moravam, e, apesar do centro de treinamento ficar a menos de um quilômetro do local, havia até um microônibus para o transporte. Pois essa mordomia toda está com os dias contados. O presidente da Afam, Eder Moraes revelou que inicia nos próximos dias a construção de 15 suítes na chamada “Toca do Tigre”. A idéia é montar um amplo alojamento e refeitório para os atletas profissionais, no Centro de Treinamento que foi comprado do ex-jogador Gaúcho.
Fonte: A Gazeta
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>Governo prorroga benefício do IPI para material de construção e isenta para móveis até março de 2010

Posted on novembro 25, 2009. Filed under: construção, Guido Mantega, IPI, móveis, moveleiro, Receita Federal, tributos |

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O governo anunciou nesta quarta-feira a redução de tributos para setor moveleiro. Guido Mantega (Fazenda) informou que haverá isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) até 31 de março de 2010 para móveis de madeira, aço e plástico e placas de madeira, que são usados na construção de móveis.

Mantega anunciou ainda a prorrogação da desoneração de material de construção civil até junho de 2010. A renúncia tributária total do governo será de R$ 900 milhões.


“O setor moveleiro vem se recuperando da crise mais lentamente”, justificou Mantega, lembrando que se trata de um setor que é extremamente dependente de exportações.


O ministro pediu para que as empresas moveleiras aproveitem o “embalo” dado pela desoneração para baixar um pouco mais a margem de lucro e aquecer ainda mais o mercado doméstico de móveis.


Mantega disse ainda que a região Sul será a mais beneficiada pela medida, já que lá se encontram a maioria dos grandes fabricantes de móveis do país. A redução do tributo vai ajudar também a formalização do setor, já que muitos se esquivam de pagar impostos.


Sobre a manutenção da desoneração para produtos de construção civil, a medida vale para cimento, tintas, vernizes, argamassas, materiais para banheiro, vergalhões, revestimentos. Para a maioria deles, a alíquota permanece zerado.


Questionado sobre o motivo para não realizar desonerações mais amplas, como a da folha de pagamento, Mantega afirmou que “gostaria de anunciar a desoneração da folha de pagamento”. “Mas priorizamos a desonera de determinados setores, principalmente aqueles que tem reflexo direto na demanda”, ressaltou.


Veículos

Na terça-feira, o governo anunciou a prorrogação da alíquota reduzida do IPI de carros flex. Anteriormente, os percentuais voltariam gradualmente aos patamares normais até janeiro. O governo prorrogou ainda a alíquota zero para caminhões novos até junho do ano que vem –o incentivo anterior previa o retorno da alíquota a 5% em janeiro de 2010.


As medidas foram feitas a exemplo do que ocorreu no setor de eletrodomésticos, em que a redução de IPI foi maior para equipamentos que consomem menos energia.


Desoneração

Antes das prorrogações dos benefícios anunciadas entre ontem e hoje, a previsão da Receita Federal era que a renúncia fiscal com as medidas somasse R$ 25 bilhões em 2009.


Ontem, o governo informou que a prorrogação do benefício para automóveis e caminhões somaria uma renúncia de mais R$ 1,3 bilhão. Hoje, com as medidas para o setor moveleiro de construção, o governo deixará de arrecadar outros R$ 900 milhões. Fonte: Folha de S. Paulo

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