consumidor

>Há esgotamento da capacidade de crédito ao consumidor

Posted on fevereiro 11, 2011. Filed under: consumidor |

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A farra do consumo está ficando perigosa. O Banco Central tomou duas decisões recentemente: aumentou a Selic e obrigou os bancos a guardar mais dinheiro para o risco de não pagamento. Isso fez com que as taxas aumentassem ainda mais. Os juros de um mês no Brasil são iguais aos de um ano em qualquer outro país.
Ao comprar à vista, o consumidor tem de pedir desconto, porque há juros embutidos ali. Todo cuidado é pouco.
Os economistas com quem tenho conversado dizem que há um esgotamento da capacidade de crédito ao consumidor.
O mais importante é o velho recado: não fique no cheque especial. Se chegar lá, é preferível pegar um empréstimo no banco para pagá-lo, porque a taxa é mais baixa. Fonte: Mirian Leitão
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>Preço da carne bovina dispara em Mato Grosso

Posted on outubro 26, 2010. Filed under: Acrimat, carne bovina, consumidor, Consumo, Criadores, Economia Agropecuária, Imea, Mato Grosso, preço, Preço da carne |

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De agosto para setembro, alguns cortes tiveram aumento de até 40% nos preços, segundo o Imea. Consumo cai
Escassez de animal no pasto, queimadas, crise no setor frigorífico e dólar em baixa são alguns dos fatores que causam susto no consumidor na hora de comprar carne bovina. De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), nos últimos 5 anos o preço do quilo da carne aumentou 106% no varejo enquanto que a arroba do boi teve valorização de 70%. No último mês, alguns cortes tiveram incremento acima de 40% e o consumo caiu em média 5%.
Carne bovina
Todo este movimento no setor da pecuária, da indústria frigorífica e no setor varejista afeta o consumidor final, mesmo aqueles que não cozinham em casa. No segmento de alimentos, por exemplo, empresários tentam driblar o aumento oferecendo alternativas como frango e carne suína, mas em alguns casos, o aumento de preço vai ser inevitável. No restaurante KG, o proprietário José Ignácio de Lima diz que está tentando negociar com o fornecedor, mas que por enquanto está amargando o prejuízo. “Estamos tentando colocar outros tipos de carne, mas o cliente exige a carne vermelha. Nos últimos 60 dias meus custos com a carne aumentaram em cerca de 30%”.
Na marmitaria Maria Isabel as carnes de primeira estão sendo substituídas pelas de segunda e o proprietário está tendo que explicar aos clientes porque estão fazendo mais frango. “Até agora estou arcando com o prejuízo, mas não sei até quando isso será possível”. Na churrascaria Boi Grill, que compra uma média de uma tonelada de carne por semana, o empresário Fernando Nonato afirma que infelizmente haverá reajuste de preço do rodízio. “A gente segura até quando dá, mas como sempre teremos que repassar o aumento”.
O repasse, aliás, é a justificativa do setor industrial. Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo), Luiz Antônio Freitas, a raiz do problema está na falta de boi. “Estamos trabalhando com capacidade ociosa e os custos estão ultrapassando os lucros. Nossa margem é muito menor hoje do que há 5 anos”.
O superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari reconhece que houve uma recuperação no preço da arroba nos últimos anos e que os frigoríficos repassaram isso. O questionamento dele é sobre a discrepância entre a variação no campo, nas indústrias e no varejo. “Se acompanhar a evolução no frigorífico observa-se que é condizente ao preço da arroba, mas o varejo não. Principalmente quando há redução de preço no setor produtivo e isso não atinge o consumidor final”.
Nos supermercados, o que se percebe é um trânsito de carne vermelha para a carne branca e o diretor da Associação Mato-grossense de Supermercados (Asmat), Altair Magalhães, diz que o aumento, em primeiro lugar, é comum neste período do ano, além disso, o também proprietário da rede Modelo afirma que o preço da carne estava estável há alguns meses e com a estiagem o aumento é natural. 
Fonte: A Gazeta
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>Que lições um concorrente pode ensinar?

Posted on outubro 15, 2010. Filed under: Comunicação, concorrente, consumidor, distribuição, ensinar, lições, logística, otimização, Produção, sustentabilidade, vender mais |

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Por Dalmir Sant”Anna*
Nos mais diversos segmentos, o concorrente é encarado como um verdadeiro monstro, inimigo voraz, ou ainda, afrontado como um adversário imbatível. Na prática, o que leva estas afirmações serem reais? O que faz um profissional de vendas aceitar pacificamente a perda de um negócio para outro fornecedor? Por qual motivo, algumas pessoas desistem de uma negociação, ao saber da presença de outra empresa? Imagine como seria interessante competir, em um mercado, onde todas as empresas praticassem a ética, sustentabilidade, respeito e legalidade fiscal. Na prática não funciona assim, você concorda? Há empresas que prezam somente por desconto, outras por preços e outras por promessas soltas ao vento. Seu adversário pode ser maior, mais forte, mais eficiente e até ser mais rápido. Entretanto, jamais esqueça que o seu concorrente, pode ensinar imprescindíveis lições e não conta com uma pessoa capaz de fazer a diferença: você!
As empresas concorrentes Coca Cola e Pepsi
Descobrir novas técnicas por meio da observação. A participação em uma feira, congresso ou seminário, constituem recursos essenciais, no processo de inovação e revisão sobre as novidades do setor. Pode significar importância estratégica para continuidade ativa no mercado. Possibilita a realização de novos contatos, amplitude de peças fundamentais para o sucesso do empreendimento e da área de atuação em descobrir novas técnicas por meio da observação. Note que há concorrentes que não investe em treinamentos, capacitação, viagens de negócios, reuniões e convenções de vendas. Há também organizações, que se consideram líderes do mercado usando de arrogância e abandono de informações ao próprio cliente. Descobrir novas técnicas de observar como o concorrente trabalha, pode contribuir de maneira significativa para aprimorar, ainda mais, seu plano de negócios. A análise das ameaças e oportunidades do seu negócio pode ser mais valorizada, ao constatar erros de logística, ausência de qualificação e posicionamento de mercado do seu concorrente. Não há como conceber, em um mercado cada vez mais competitivo, um gestor de negócios que desperdice a oportunidade de descobrir novas técnicas de otimização, produção, distribuição, logística e sustentabilidade.
Fraquezas reveladas pelas constantes reclamações Saber ouvir com atenção pode ser um importante ingrediente, para perceber que o concorrente ensina lições preciosas e inúmeras vezes, sem precisar de muito esforço. Outra estratégia para descobrir as fraquezas do seu concorrente, pode ser realizada por meio de um canal de comunicação, com seu próprio cliente. Um consumidor insatisfeito revela, em inúmeras situações, experiências vividas e problemas que sofrerão por ocorrências desastrosas. Observe que um cliente ao realizar reclamações, revela pontos negativos e fraquezas do seu concorrente e podem contribuir para fortalecer sua atuação, novas estratégias de marketing e gerar novos diferenciais competitivos. Você está ouvindo seus clientes? O que mais você consegue com uma reclamação do seu concorrente?
Ao contrário de desistir e demonstrar fraqueza, você possui a capacidade e o poder de reverter uma situação negativa em positiva. Você pode retirar lições preciosas, de erros cometidos por seu concorrente e valorizar ainda mais seu poder de argumentação, sua capacidade de expandir conhecimentos e intensificar ingredientes para superar as objeções. Ao contrário de aceitar ser surpreendido pela concorrência, para inverter a situação é coerente reunir a equipe e mostrar que sua empresa está disposta a remar de braços dados, para a mesma direção. Que tal esse desafio? Que lições seu concorrente pode ensinar para você vender mais?

*Dalmir Sant”Anna é palestrante comportamental, mestrando em administração de empresas, pós-graduado em gestão de pessoas, bacharel em comunicação social e mágico profissional. Visite o site: http://www.dalmir.com.br

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>O "Dia do Cliente" merece algo mais

Posted on setembro 15, 2010. Filed under: comprometimento, consumidor, desejo, Dia do Cliente, empatia, encantar, Marketing, negócio, profissionalismo, respeito |

>Por Dalmir Sant”Anna*
Com o fortalecimento de criativas ações na área de marketing e, significativos estudos sobre o perfil do consumidor, gradativamente, o cliente passou a receber maior atenção, cordialidade e valorização. O dia 15 de setembro é um momento de entender, que o “Dia do Cliente” é fundamental, para a continuidade de um negócio. Um momento para perceber, o quanto a mudança no comportamento do consumidor, passa por alterações, partindo de uma ação centrada nos vendedores, para uma atuação centrada nos compradores e, como resultado, o compromisso de intensificar esforços para compreender como conquistar o cliente. Observe a seguir, como estimular a proeminência do desejo de encantar com empatia, respeito, comprometimento e profissionalismo.

Reconhecer os objetivos de compra – Conhecer o comportamento do consumidor é um processo em evolução. Entender os objetivos de compra possibilita exercitar a abordagem, além de gerar importante aprendizado sobre o perfil do consumidor. Note que alguns clientes apresentam como objetivo de compra, a aquisição de um automóvel por necessidade de deslocamento, entretanto, outras pessoas realizam a compra de um automóvel por status. Abordar o consumidor com expressões tipo: “Fala patrão! E aí tio! Manda meu chefe!”, além de demonstrar falta de profissionalismo, expõe nítido despreparo para o atendimento comercial. Perceba na prática, se durante sua abordagem comercial, o cliente demonstra atenção e interesse. Note, se sua abordagem, desperta atenção do consumidor, em ouvir suas argumentações. Lembre-se, reconhecer os reais objetivos da compra, são ingredientes essenciais para um profissional de vendas, que deseja fazer algo a mais, para encantar o cliente e permitir uma maior fidelização.

Fazer a diferença no serviço oferecido – No café da manhã de um hotel, a funcionária ao realizar a reposição dos alimentos disse: “Como pode! Essas pessoas parecem estar vazias por dentro. Eu não dou conta de tanto repor os alimentos. Elas comem demais!” E eu, sentado, ouvindo tudo aquilo. Esta funcionária do hotel esqueceu que eu, também era um hóspede? A prestação de serviço é complexa, pois conta, com a participação do cliente, para que na prática aconteça. Esse desenvolvimento entre prestador de serviço e cliente também é uma grande oportunidade para encantar e fazer a diferença. Por ano, dispomos de 12 meses, 365 dias, 8.760 horas, para oferecer algo a mais no atendimento. E quantas pessoas desperdiçam as oportunidades? O treinamento constante é uma importante ferramenta para fazer a diferença no serviço oferecido. Prepare os profissionais da sua empresa, possibilitando que conheçam os processos e procedimentos que envolvem a prestação de serviço. Equipes treinadas, que entendem a funcionalidade da empresa, estão mais preparadas para lidar com situações diversas e imprevisíveis, que envolvem a execução de um serviço. Aproveite ao máximo as oportunidades para fazer a diferença.

Observe que interessante definição, para valorizar ainda mais o Dia do Cliente: “o meu desafio como gestor de negócios é o de jamais levar stress para o cliente”. Quantas empresas ao contrário de encantar, assustam com um péssimo atendimento. Você conhece alguma empresa assim? Quantos recomendariam seus serviços para outras pessoas? Qual será o comentário do comprador ao desligar o telefone após falar com sua empresa? Profissionais preocupados, com satisfação de seus clientes oferecerem algo a mais. Por meio da missão, visão e valores, buscam demonstrar na prática, compromisso com o comprometimento, comodidade, profissionalismo e vontade de fazer a diferença.

*Dalmir Sant”Anna é palestrante comportamental, mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, bacharel em Comunicação Social. Site: http://www.dalmir.com.br

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>Petrobrás ganha R$ 24,7 bilhões por não repassar queda no preço do petróleo

Posted on agosto 22, 2010. Filed under: acionistas, capitalização, consumidor, diesel, gasolina, infraestrutura, Investimentos, Petrobras, Preços |

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Os preços da gasolina e do diesel no Brasil estão prestes a completar dois anos com valores acima das cotações internacionais. Trata-se do período mais longo de alta desde a liberação do setor, em 2002, garantindo à Petrobrás uma receita adicional de R$ 24,7 bilhões, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).
Para analistas, esses recursos vêm ajudando a estatal a manter o ritmo de investimentos enquanto espera a capitalização. “O consumidor brasileiro está subsidiando o plano de investimentos da Petrobrás”, resume o diretor do CBIE, Adriano Pires. Em levantamento a pedido do Estado, o especialista indica que, desde outubro de 2008, os preços da gasolina e do diesel estão mais caros no Brasil do que no exterior.
Naquele ano, as cotações internacionais do petróleo desabaram por causa do estouro da crise mundial, chegando ao piso de US$ 37 por barril em dezembro.
A Petrobrás chegou a promover uma redução de preços no período – de 4,5% para a gasolina e 15% para o diesel –, mas não foi suficiente para equalizar os valores internos com os do mercado internacional. Não houve, também, impacto nas bombas, já que o governo elevou os impostos sobre os dois produtos, revertendo a redução do ano anterior, quando a estatal aumentou seus preços para acompanhar a escalada das cotações do petróleo.
Na média de julho, diz Pires, a gasolina brasileira estava 24% mais cara que a cotação do Golfo do México, usada como parâmetro para a Bacia do Atlântico. No caso do diesel, a diferença era de 14%. Na prática, a Petrobrás não é obrigada a seguir as cotações internacionais, embora esse tenha sido o objetivo da liberação do mercado em 2002. A estatal diz que sua política prevê acompanhamento de longo prazo.
Como sempre é o povo brasileiro que paga pela má gestão nas estatais
Em nota enviada ao Estado, a companhia declara que “a política de preços adotada pela Petrobrás gera um fluxo de caixa mais estável, o que é positivo para a empresa e acionistas, além de diminuir o impacto da volatilidade dos preços internacionais sobre a economia brasileira e permite à companhia vender seus produtos ao preço médio que vigora no mercado internacional”. Desde 2002, porém, não houve período tão longo de alta.
A expectativa é que a diferença se mantenha nos próximos meses. Do ponto de vista da Petrobrás, o mercado não espera quedas de preços em 2010, visão compartilhada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que tocou no assunto na ata de sua última reunião. As cotações do petróleo – e, consequentemente, dos combustíveis no exterior – também devem se manter estáveis, oscilando em torno dos US$ 75, segundo projeção da consultoria Tendências.
Alívio
A manutenção desse cenário representa um alívio nas contas da Petrobrás, que encontra dificuldades para manter seu plano de investimentos, orçado em R$ 88,6 bilhões em 2010. A empresa está no limite de endividamento e, enquanto a capitalização não é concluída, utiliza o caixa adicional obtido com a venda de gasolina e diesel mais caros para ajudar a fechar suas contas. Os outros combustíveis, como querosene de aviação e gás natural, acompanham mais de perto as cotações internacionais do petróleo.
“Certamente essa política de preços está ajudando a Petrobrás a enfrentar seus problemas de caixa e a bancar seu plano de investimentos”, comenta Walter de Vitto, especialista em energia da consultoria Tendências. Os R$ 24,7 bilhões calculados por Pires como ganho adicional equivalem a todos os recursos que a companhia mantinha em caixa no fim do terceiro trimestre. Até o fim de junho, a empresa investiu R$ 38,1 bilhões.
“No fundo, o caixa que a Petrobrás esta fazendo (com os combustíveis) está gastando. Pode-se dizer que ela está fazendo um investimento adicional com esse caixa”, diz um analista do mercado financeiro que prefere não se identificar. Prevista inicialmente para julho, a capitalização foi adiada para setembro e depende de negociações sobre o preço das reservas que serão vendidas pelo governo à estatal. 
Fonte: Estadão
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>Tarifas de energia elétrica sobem 150% nos últimos 7 anos

Posted on junho 7, 2010. Filed under: Aneel, consumidor, energia elétrica, Tarifas |

> São Paulo-AE

A escalada do preço da energia elétrica no Brasil tem sufocado o setor industrial. Entre 2002 e 2009, a tarifa cobrada das empresas subiu 150% -83% acima da inflação do período – e se tornou a terceira maior do mundo, segundo dados da Agência Internacional de Energia, coletados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O preço saltou de R$ 92 para R$ 230. “O problema é que, se nada for feito, o ritmo de alta continuará nos próximos anos e afetará a competitividade da indústria nacional”, alerta o diretor da Fiesp, Julio Diaz.
Na indústria, há casos em que o consumo de energia representa até 45% do custo total.
Até 2003, a tarifa do setor industrial representava 45% do que era cobrado do consumidor residencial. A partir daí, o governo deu início a um realinhamento tarifário que durou até 2007, lembra o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner. O objetivo era eliminar o que o governo considerava como subsídio cruzado nas tarifas do País – algo questionado por alguns especialistas, já que a indústria é atendida em alta tensão e, portanto, o custo para entrega da energia é menor.
A Aneel elevou os reajustes para a classe industrial e reduziu o ritmo de alta para a residencial. 
A conta das empresas atingiu 78% do que os consumidores residenciais pagam.

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>Ganho na Bolsa chega a 4,3% nas duas semanas de março

Posted on março 13, 2010. Filed under: analistas, Bovespa, consumidor, cotação do dólar, Eike Batista, emprego, Gol Linhas Aéreas, Ibovespa, lucro, OGX |

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A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou esta sexta-feira em baixa de 0,78%, aos 69.341,38 pontos, na segunda queda seguida. Apesar do recuo, o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) registra ganhos de 0,72% na semana. No mês, a alta é de 4,27%.


A cotação do dólar comercial fechou esta sexta-feira com queda de 0,4%, a R$ 1,763 na venda, completando o quarto dia consecutivo de desvalorização. A moeda encerrou a semana com perda acumulada de 1,29%. Mas no ano, ainda tem ganho de 1,15% .


Contribuíram para os negócios de hoje alguns indicadores econômicos que foram divulgados nos Estados Unidos, além de balanços de empresas.

As vendas no varejo norte-americano surpreenderam e cresceram 0,3% em fevereiro. Apesar desse dado, o departamento de Comércio do país anunciou que as compras de veículos e autopeças caíram 2% no mês passado.

Contrariando a expectativa dos analistas, a confiança do consumidor nos EUA piorou no início de março por causa de um pessimismo maior com a geração de empregos no país. Para o diretor responsável pela pequisa do indicador, o norte-americano está deixando de confiar nas políticas econômicas que têm sido aplicadas nos últimos meses.

No Brasil, o nível de emprego industrial caiu 1,1% em janeiro comparado com igual período de 2009. Este foi o menor recuo desde dezembro de 2008. Já em relação ao último mês do ano passado, o nível de ocupação no país cresceu 0,3%.

Entre os balanços que foram divulgados nesta sexta-feira, destacou-se o da petrolífera OGX, do brasileiro Eike Batista. O lucro da empresa despencou 97% em 2009, para R$ 10,8 milhões. De acordo com a companhia, o resultado foi motivado pelo aumento das despesas financeiras que saltaram de R$ 37,1 milhões em 2008 para R$ 608,4 milhões no ano passado.

A Gol Linhas Aereas reverteu o prejuízo do quarto trimestre de 2008 e ganhou R$ 398 milhões nos últimos três meses de 2009. O lucro foi impulsionado, segundo a empresa, pela utilização de créditos fiscais de R$ 352 milhões, reconhecidos na linha de Imposto de Renda e contribuição social, decorrentes de prejuízos fiscais da Varig, comprada pela companhia em 2007. Fonte: Economia
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>IPCA de fevereiro sobe para 0,78% e atinge maior nível desde 2008

Posted on março 5, 2010. Filed under: consumidor, IBGE, Inflação, IPCA, Preços |

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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo registrou uma leve alta e subiu de 0,75% em janeiro para 0,78% em fevereiro, segundo o IBGE. 

Este foi o maior nível desde maio de 2008. A alta foi influenciada pelo custos da educação.
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>Venda no varejo aumenta 2,7% no ano

Posted on novembro 14, 2009. Filed under: comércio, consumidor, Estatística, IBGE, indicadores, Varejo, Venda |

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, divulgou nesta sexta-feira (13) a Pesquisa Mensal do Comércio. Mato Grosso registrou alta acumulada de 2,7% nos nove primeiros meses do ano no varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e de material de construção. Em setembro, em relação ao mesmo mês do ano anterior, essa alta chegou a 3,7%. Segundo Pedro Nadaf, presidente da Federação do Comércio, Bens e Serviços de Mato Grosso (Fecomércio) os números revelam que o consumidor está gastando mais em decorrência da diminuição da inadimplência e a melhoria na distribuição de renda no Estado que passa por um crescimento econômico. “É um sinal bom para o comércio e indica boas perspectivas para o mercado no final do ano”, salientou Nadaf acrescentando que a tendência é para números positivos nos próximos levantamentos.


A pesquisa produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país. O levantamento inclui dez segmentos, de supermercados a móveis e eletrodomésticos, veículos e materiais de construção, entre outros.


No país – Em nível nacional, destas dez atividades pesquisadas pelo IBGE, três registraram quedas nas vendas em setembro, na comparação com agosto. É o caso de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que apresentou queda de 0,5% nas vendas do período, e de artigos farmacêuticos, medicamentos e perfumaria, que tiveram baixa de 1,1%. As vendas também recuaram no varejo de materiais de construção, que registrou queda de 1,5%.


Considerando todas as atividades, as vendas do comércio varejista cresceram 0,3% em setembro em relação a agosto, na série com ajuste sazonal. Das sete atividades que apresentaram altas, os destaques foram os segmentos de equipamentos e material para escritório e informática (8,8%) e veículos e motos, partes e peças (9,1%). Na comparação com setembro do ano passado, apenas as atividades de combustíveis e lubrificantes (-4,3%) e tecidos, vestuário e calçados (-6,6%) registraram queda nas vendas. A atividade de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, de maior peso na pesquisa do IBGE, registrou aumento nas vendas de 9,7% em setembro deste ano, também em comparação com igual mês de 2008.


Os dados do comércio varejista ampliado, que incluem os segmentos de material de construção e automóveis, mostram aumento nas vendas de 3,0% em setembro, em relação a agosto, e de 9,1% ante setembro de 2008. No ano houve crescimento de 4,4%. Fonte: A Gazeta (Com Agência Estado)

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