Copa 2010

>Espanha faz a história e entra para história como campeã da Copa do Mundo pela primeira vez em 2010

Posted on julho 11, 2010. Filed under: Copa 2010, Copa do Mundo, Espanha, FUTEBOL, gol, Holanda |

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Iniesta arma o chute para fazer o gol do título espanhol (crédito: EFE)

Zamora, lendário goleiro da década de 30. Parra, Basora e Zarra, jogadores da equipe quarta colocada em 50. Puskas e Gento, atacantes da Copa de 62. Butrageño, Hierro e Raul, ídolos recentes do futebol espanhol. Todos eles foram honrados hoje no gramado do Soccer City, em Johanesburgo. A Espanha venceu a Holanda por 1 a 0 na final da Copa do Mundo da África do Sul, gol de Iniesta na prorrogação. Com isso, a Fúria se tornou a oitava seleção campeã do mundo.

A equipe espanhola, no entanto, foi a campeã com o menor número de gols marcados: apenas oito em sete jogos. A Inglaterra, em 66 e o Brasil, em 94, eram os campeões com o pior ataque até então: 11 gols. Em contrapartida, a defesa espanhola só sofreu dois gols e igualou o recorde italiano de 2006 e francês de 1998.

A artilharia da Copa do Mundo 2010 ficou dividida entre quatro jogadores. Forlán, Müller, Sneijder e Villa terminaram o torneio com cinco gols. Iniesta se tornou o 56° jogador a marcar gol em uma final de Copa (o 70° gol da história em 19 finais).

Vicente Del Bosque optou novamente por Pedro na vaga de Torres. Com isso, Villa ficou centralizado e três meias faziam o elo com o ataque. No meio, Xavi, nas pontas (com inversões constantes), Pedro e Iniesta.

A Espanha fez o seu jogo. Teve mais posse de bola e sofreu com o anti-jogo holandês no primeiro tempo. Além disso, a marcação no meio-campo obrigou a Espanha a trocar passes na defesa (diferente dos outros jogos). Assim, os três meias espanhóis ficaram isolados da dupla de volantes e dos quatro homens da zaga.

No segundo tempo, com seis jogadores holandeses com cartão amarelo, Vicente Del Bosque colocou Navas no lugar de Pedro. O jogador do Sevilha passou a atuar na ponta direita, no mano a mano com Van Bronckhorst. Sem poder fazer a falta, o jogador espanhol conseguia chegar à linha de fundo com frequência.

A Holanda, até então com 100% de aproveitamento e há 25 jogos sem perder, entrou no gramado do Soccer City com a sua formação habitual.

No 4-2-3-1, a equipe de Van Marwijk apostou na forte marcação para deter o toque de bola espanhol e obrigar o chute da defesa para o ataque. Sneijder, nas cobranças de falta próximo à área e Robben, nos escanteios, levaram muito perigo ao goleiro Casillas.

A campanha espanhola
A Espanha iniciou a luta pelo título com derrota, 1 a 0 diante da Suíça. Depois, confirmou o primeiro lugar no grupo H com duas vitórias: 2 a 0 em Honduras e 2 a 1 no Chile.

Na fase de mata-mata, quatro resultados por 1 a 0, que refletiram a maneira espanhola de atuar: muito toque de bola e paciência para matar o jogo. Portugal, Paraguai, Alemanha e Holanda foram derrotados nas oitavas, quartas, semis e na final, respectivamente.

História
Espanha e Holanda nunca haviam se enfretado em Copas. As partidas mais importantes entre as seleções ocorreram em 1983, nas eliminatória da Euro 84. Em Sevilha, a Espanha venceu por 1 a 0. Depois, os holendeses, em Roterdã, fizeram 2 a 1. O resultado, porém, tirou a Holanda do campeonato europeu.

Mais sete jogos amistosos foram disputaos entre as finalistas de 2010. O retrospecto está empatado: três vitórias para cada e um empate. A Espanha fez 13 gols e a Holanda nove.

Para chegar ao título mundial, a seleção espanhola disputou 13 Copas e fez 56 partidas pelo torneio. Venceu 28, perdeu 16 e empatou 12. Fez 88 gols e sofreu 59.

 

Casillas salva o gol de Robben no segundo tempo (crédito: EFE)

O jogo
Aos quatro minutos, Xavi cobrou falta pela direita, Sergio Ramos antecipou Van Persie e cabeceou para a ótima defesa de Stekelenburg. Na sobra, Piqué tentou cruzar, mas o camisa 1 defendeu novamente.

Três minutos depois, Alonso tocou para Busquets na defesa. O volante deixou passar e a bola sobrou para Kuyt. De fora da área, o holandês bateu em cima de Casillas. Logo depois, Xavi lançou Villa por cima da zaga e Stekelenburg saiu bem do gol.

Aos 10, Iniesta abriu para Sergio Ramos na direita. O lateral encarou Kuyt e de frente para o gol tentou o cruzamento rasteiro. Heitinga jogou para escanteio. Na cobrança, Xavi recebeu e cruzou para Villa. A conclusão do camisa sete, poré, bateu na rede pelo lado de fora.

Sneijder, seis minutos depois, cobrou falta da intermediária e Casillas saiu  do gol para afastar. Aos 29, Villa saiu da área e enfiou para Xavi na frente, mas o goleiro holandês saiu do gol antes da conclusão.

Pouco depois, a melhor chance holandesa da primeira etapa. Robben cobrou escanteio para trás, Van Bommel jogou rasteiro para a área e Mathijsen furou na tentativa de finalização.

Aos 43, Alonso cobrou da intermediária e a bola saiu rente à trave direita. No último lance do primeiro tempo, Heitinga cabeceou para o meio da área e Puyol afastou. Na sobra, Robben chutou do bico da grande área e Casillas buscou na canto esquerdo baixo.

Segundo tempo

Segundo tempo
A Espanha quase abriu o marcador aos dois minutos. Xavi cobrou escanteio, Puyol desviou no primeiro pau e Capdevilla, sozinho, não conseguiu concluir. A resposta da Holanda veio com Van der Wiel. O lateral subiu ao ataque, cruzou e a bola passou na boca do gol.

Aos nove, Sergio Ramos sofreu falta perto da área. Xavi bateu e jogou perto do ângulo do gol holandês. Seis minutos depois, Van Persie subiu com Puyol e cabeceou por cima do gol.

No ataque seguinte, Robben perdeu a melhor oportunidade do jogo. Sneijder lançou entre os zagueiros e o camisa 11 bateu em cima de Casillas, que conseguiu mandar para escanteio.

Aos 24, Xavi abriu para Navas na direita. O meia cruzou, Heitinga falhou e Villa, sozinho na frente de Stekelenburg, concluiu para o gol. O zagueiro holandês, que havia falhado, conseguiu desviar para escanteio.

Sete minutos depois, Sergio Ramos de frente para o gol cabeceou por cima da meta holandesa. Aos 37, Robben ganhou na corrida de Puyol, tentou driblar Casillas, mas o goleiro fez a defesa nos pés do holandês.

Depois, as equipes passaram a tocar bola ne intermediária à espera da prorrogação.

ProrrogaçãoNo primeiro minuto, Iniesta e Fabregas tabelaram pelo meio e a bola sobrou para Xavi. A defesa holandesa afastou e Villa bateu com desvio pela linha de fundo.

Aos quatro, Iniesta enfiou para Fabregas e o jogador do Arsenal bateu em cima de Stekelenburg. A resposta holandesa veio com a cabeçada perigos de Mathijsen e a bola por cima do gol de Casillas.

Iniesta, pouco depois, com duas opções tentou a jogada individual e perdeu o gol na cara do goleiro holandês. Na blitz para cima da Holanda, Navas recebeu na direita e bateu no gol. A bola desviou na zaga e quase entrou.`

Segundo tempo
Iniesta, aos três minutos, foi lançado e derrubado por Heitinga na entrada da área. O árbitro Howard Webb expulsou o zagueiro e na cobrança Xavi bateu por cima do gol.

Aos nove, Sneijder cobrou falta, a bola desviou e passou perto da trave direita de Casillas.
Logo depois, Torres, da direita, lançou na área. A bola sobrou para Fabregas, que tocou para Iniesta. O camisa seis tocou na saída do goleiro e fez o gol do título.

Ficha técnica:
Holanda 0 X 1 Espanha
Data: 11/07/2010, Domingo
Horário: 15h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio Soccer City , Johanesburgo, na África do Sul
Árbitro: Howard Webb (Inglaterra)
Auxiliares: Darren Cann (Inglaterra) e Michael Mullarkey (Inglaterra)
Cartões Amarelos: Van Persie, Puyol, Van Bommel, Sergio Ramos, De Jong, Van Bronckhorst, Heitinga, Capdevilla, Robben, Van der Wiel, Mathijsen e Iniesta.
Cartão Vermelho: Heitinga

Holanda
Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst (Braafheid); De Jong (Van der Vaart), Van Bommel, Sneijder, Kuyt (Elia) e Robben; Van Persie.
Técnico: Van Marwijk

EspanhaCasillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevilla; Busquets, Xabi Alonso (Fabregas), Iniesta, Xavi e Pedro (Navas); Villa (Torres).
Técnico: Vicente Del Bosque
Gol: Iniesta aos 12 minutos do segundo tempo da prorrogação.

Os 23 campeões mundiais:1 – Iker CASILLAS (Goleiro) – Nascimento: 20/05/1980 – Clube: Real Madrid – Altura: 1,84m
2 – Raul ALBIOL (Zagueiro) – Nascimento: 04/09/1985 – Clube: Real Madrid – Altura: 1,87m
3 – Gerard PIQUE (Zagueiro) – Nascimento: 02/02/1987 – Clube: Barcelona – Altura: 1,92m
4 – Carlos MARCHENA (Zagueiro) – Nascimento: 31/07/1979 – Clube: Valência – Altura: 1,82m
5 – Carles PUYOL (Zagueiro) – Nascimento: 13/04/1978 – Clube: Barcelona – Altura: 1,78m
6 – Andres INIESTA (Meio-campo) – Nascimento: 11/05/1984 – Clube: Barcelona – Altura: 1,70m
7 – David VILLA (Atacante) – Nascimento: 03/12/1981 – Clube: Barcelona – Altura: 1,83m
8 – XAVI Hernandez (Meio-campo) – Nascimento: 25/01/1980 – Clube: Barcelona – Altura: 1,70m
9 – Fernando TORRES (Atacante) – Nascimento: 20/03/1984 – Clube: Liverpool (ENG) – Altura: 1,81m
10 – Cesc FABREGAS (Meio-campo) – Nascimento: 04/05/1987 – Clube: Arsenal (ENG) – Altura: 1,75m
11 – Joan CAPDEVILA (Lateral-esquerdo) – Nascimento: 03/02/1978 – Clube: Villarreal – Altura: 1,82m
12 – Victor VALDES (Goleiro) – Nascimento: 14/01/1982 – Clube: Barcelona – Altura: 1,83m
13 – Juan Manuel MATA (Atacante) – Nascimento: 25/11/1981 – Clube: Real Madrid – Altura: 1,74m
14 – XABI ALONSO (Volante) – Nascimento: 26/05/1983 – Clube: Ajax – Altura: 1,83m
15 – SERGIO RAMOS (Lateral-direito) – Nascimento: 30/03/1986 – Clube: Real Madrid – Altura: 1,83m
16 – Sergio BUSQUETS (Volante) – Nascimento: 16/07/1988 – Clube: Barcelona – Altura: 1,89m
17 – Alvaro ARBELOA (Lateral-direito) – Nascimento: 17/01/1983 – Clube: Real Madrid – Altura: 1,84m
18 – PEDRO (Atacante) – Nascimento: 28/07/1987 – Clube: Barcelona – Altura: 1,69m
19 – Fernando LLORENTE (Atacante) – Nascimento: 26/02/1985 – Clube: Atlético de Bilbao – Altura: 1,94m
20 – Javier MARTINEZ (Meio-campo) – Nascimento: 02/09/1988 – Clube: Atlético de Bilbao – Altura: 1,90m
21 – DAVID SILVA (Meio-campo) – Nascimento: 08/01/1986 – Clube: Valência – Altura: 1,77
22 – Jesus NAVAS (Atacante) – Nascimento: 21/11/1985 – Clube: Sevilha – Altura: 1,72m
23 – Pepe REINA (Goleiro) – Nascimento: 31/08/1982 – Clube: Liverpool (ENG) – Altura: 1,87m

Fonte: RD1

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>Espanha e Holanda disputarão final inédito nas história da Copa do Mundo

Posted on julho 7, 2010. Filed under: África, Copa 2010, Copa do Mundo, Espanha, Fifa, Holanda |

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A Copa viu nesta quarta-feira algo que parecia improvável no fim da primeira rodada da fase de grupos. Depois de largar na África do Sul com uma derrota surpreendente para a Suíça, a Espanha acumulou forças durante o Mundial e comprovou sua antes decantada capacidade de favorita ao derrotar a então sensação Alemanha por 1 a 0 no estádio Moses Mabhida, em Durban. Puyol fez de cabeça e virou o herói da vitória da Fúria.

  • AFP PHOTO / GABRIEL BOUYS
    Torcedor invadiu o campo logo no início da partida e foi retirado

  • AFP PHOTO / ROBERTO SCHMIDT
    Schweinsteiger não repetiu as boas atuações desta Copa

  • Fabrice Coffrini/AFP
    Puyol subiu mais que a defesa alemã para fazer gol da vitória
  • Ângulo fechado: Aos 6min do 1º tempo, Villa é lançado na área, toca de bico e só não marca graças à saída de gol de Neuer.
    Sem direção: Em pressão no 2º tempo, Iniesta avança na área, mas chuta mal cruzado.
Com a classificação espanhola à final, a Copa conhecerá no próximo domingo um campeão inédito, que se juntará à lista de sete países que já venceram o torneio da Fifa desde sua primeira edição em 1930.
 AFP/PEDRO UGARTE

Puyol celebra gol que colocou a Espanha em sua primeira decisão de Copa
Apesar de bons instantes em Mundiais, os finalistas espanhóis e holandeses jamais abraçaram a maior glória do futebol internacional.
Pelo título, a Espanha apostará no apogeu da melhor geração de jogadores da sua história, que já levará ao duelo contra a Holanda dois feitos históricos dos últimos anos: a conquista da Eurocopa de 2008 e a classificação inédita a uma final de Mundial.
Fica assim pelo caminho a Alemanha e suas três goleadas por quatro gols na Copa. Nesta quarta, os goleadores de Joachim Low não lembraram as atuações dos massacres prévios contra Austrália, Inglaterra e Argentina.
Em campo na semifinal de Durban, a Espanha colocou a bola no chão e dominou a divisão da posse. Esteve mais no ataque, girou pelos dois lados na missão quase impossível de furar a barreira defensiva alemã.
O goleador David Villa lutou, mas era dificilmente acionado. Assim, a alternativa foi a insistência nos chutes de fora com Xabi Alonso, mas sem sucesso.
Atrás, a Espanha poucas vezes teve a meta de Iker Casillas ameaçada. Mas quando a bola chegou, a estrela do Real Madrid mostrou a segurança de que dificilmente algo iria acontecer, justamente como na vitória espanhola sobre a Alemanha na final da Euro de dois anos atrás.
A histórica classificação da Fúria para a final da Copa do Mundo veio no segundo tempo, como poucos imaginavam, pelo alto e não pelo chão como a Fúria gosta de conquistar terreno.
Em jogada digna dos espetáculos recentes do estádio catalão Camp Nou, a dupla do Barcelona Xavi e Puyol apareceu em escanteio para vencer a gigante linha de defensores da Alemanha.
Assim, a Espanha de Vicente del Bosque levará a campo contra a Holanda no próximo domingo toda um retrospecto de grandes times, ídolos e frustrações em Mundiais passados, no jogo mais importante da Fúria em Mundiais desde 1930. Fonte: Uol Esportes
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>Robinho considera injusta a demissão de Dunga e exagero em cobranças pela eliminação

Posted on julho 5, 2010. Filed under: Copa 2010, Copa do Mundo, Dunga, FUTEBOL, Robinho |

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  • Robinho concedeu a primeira entrevista coletiva após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo
    Robinho concedeu a primeira entrevista coletiva após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo
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      Camisa 11 da seleção brasileira na Copa do Mundo, Robinho considera injusta a demissão de Dunga e as cobranças pela eliminação nas quartas de final. O atacante concedeu entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira, no CT Rei Pelé, e demonstrou incompreensão com as criticas feitas ao desempenho do treinador e da seleção.

      Robinho não vê erros na condução de Dunga ao longo do trabalho e no desempenho do Brasil na Copa. Para o jogador, a derrota para a Holanda por 2 a 1, na última sexta-feira, ocorreu por questão de “detalhes”.

      “Futebol é um conjunto, e por isso é errado culpar o Dunga pela eliminação. Assim como não seria o principal responsável em caso de título. O Brasil sempre vai entrar em campo para ganhar e, infelizmente, por causa de duas bobeiras em jogadas de bola aérea ficamos fora. Estamos frustrados”,

      comentou Robinho que, ao longo dos quatro anos de trabalho de Dunga à frente da seleção, foi colocado como um dos jogadores preferidos do técnico.

      “Nossa preparação foi muito boa. Só que quando não se ganha, todos questionam. Nós sabemos que nos preparamos adequadamente e infelizmente não ganhamos. Esse é meu pensamento”, complementou.

      Com relação a Luiz Felipe Scolari e Mano Menezes, principais nomes especulados para assumir o comando da seleção, Robinho não se posicionou. O jogador pareceu mais preocupado em perder espaço na seleção.

      “A demissão do Dunga me pegou de surpresa. Eu nunca trabalhei com o Mano e nem com o Felipão, mas são treinadores vencedores. Com qualquer um desses dois, a seleção estará bem servida. Espero que o próximo treinador me convoque”, disse o ídolo santista.

      Robinho participou de 4 dos 5 jogos do Brasil na Copa do Mundo, e marcou dois gols. O desempenho foi considerado pelo próprio jogador abaixo da expectativa.

      “Estava bem fisicamente. E achei que poderia ter ido melhor, pois sei do meu potencial. Agora é trabalhar para ganhar a próxima Copa em casa”, finalizou Robinho.

      O atacante se reapresentou ao Santos na tarde desta segunda-feira, no CT Rei Pelé. Pouco depois de conversar com Dorival Júnior, foi liberado para folgar ao longo da semana

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      >Gafe: supermercado publica anúncio lamentando derrota do Brasil na Copa

      Posted on junho 30, 2010. Filed under: Copa 2010, gafe, rede Extra de supermercados |

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      O jornal Folha de S.Paulo desta terça publicou na página D11 do caderno especial da Copa um anúncio errado da rede Extra de supermercados preparado para a hipótese de o Brasil ser desclassificado durante o jogo contra o Chile, ocorrido na segunda-feira. 
      O anúncio (foto) agradece a campanha do Brasil na Copa após sua “eliminação”, onde se lê a mensagem: “A I qembu le sizwe sai do Mundial. Não do coração da gente”. E explica depois que “I qembu le sizwe” significa seleção em idioma zulu. 
      O anúncio encerra com “Valeu, Brasil. Nos vemos em 2014”. A rede de supermercados Extra é o patrocinador oficial da Seleção Brasileira e tem como mote de campanha “ser a empresa que mais acredita no Brasil”. De acordo com o grupo Pão de Açúcar, o erro foi da Folha, que se comprometeu em publicar uma retratação na edição desta quarta.
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      >Copa 2010: Seleção brasileira já faturou R$ 25 milhões e valor ainda pode dobrar

      Posted on junho 30, 2010. Filed under: Copa 2010, faturar, FUTEBOL, seleção brasileira |

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      Copa 2010 A ida para as quartas de final da Copa do Mundo renderá à seleção brasileira uma premiação de US$ 9 milhões (aproximadamente R$ 16 milhões).
       O valor, que será pago pela Fifa após o torneio para as federações participantes, variará de acordo com a posição que cada equipe atingir na competição.
      Neste Mundial, a CBF já havia garantido US$ 5 milhões (R$ 8,9 milhões) pela participação nas fases anteriores, totalizando US$ 14 milhões (R$ 24,9 milhões).
      Se o Brasil for campeão, o prêmio total será de US$ 30 milhões (R$ 53,4 milhões). Ao todo, a Fifa pagará US$ 420 milhões (R$ 748 milhões) para as 32 seleções participantes.
      Fonte: Folha Uol
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      >Brasil x Chile: Dunga faz mistério sobre escalação e minimiza bom retrospecto

      Posted on junho 28, 2010. Filed under: Brasil, Chile, Copa 2010, Dunga, FUTEBOL, seleção brasileira |

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      Ao lado de Grafite no treino deste domingo, Felipe Melo não está confirmado

      Ao lado de Grafite no treino deste domingo, Felipe Melo não está confirmado
      O Brasil joga contra o Chile nesta segunda às 15h30min em Johannesburgo pelas oitavas de final da Copa. 
      As duas equipes reeditam o confronto pela mesma fase da Copa de 1998, na França, quando o Brasil do então capitão Dunga goleou os chilenos por 4 a 1. 
      O treinador não quis confirmar a escalação da equipe. Felipe Melo, que se recupera de uma lesão no tornozelo, ainda é dúvida, mas Kaká e Robinho devem voltar ao time. 
      Sob o comando de Dunga, o Brasil enfrentou o Chile cinco vezes e venceu todos os confrontos, mas o treinador menosprezou o retrospecto favorável. “São apenas estatísticas”, disse ele.
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      >Copa 2010: Alemanha manda Inglaterra embora sem dó, com goleada de 4 a 1

      Posted on junho 27, 2010. Filed under: Alemanha, Copa 2010, Copa do Mundo, FUTEBOL, gol, Inglaterra |

      >Neste domingo a Alemanha carimbou seu passaporte com uma goleada, mesmo com contravérsias, sobre a Iglaterra, e despacha os ingleses mais cedo para casa.

      O gol de Klose, o brilhantismo de Özil, a habilidade de Schweinsteiger, o oportunismo de Müller… Todos esses ingredientes valorizaram ainda mais a goleada histórica da Alemanha sobre a Inglaterra por 4 a 1, neste domingo, em Bloemfontein.

    • Michael Regan/Getty Images Klose comemora ao abrir o placar para contra a Inglaterra
    • Christophe Simon/AFP Rooney reclama com o assistente que não validou gol inglês
    • Cameron Spencer/Getty Images Arbitragem não vê a bola entrar no que seria o segundo gol inglês
      • Rebote Inglaterra cobra falta na barreira, Alemanha puxa contra-ataque. Essa situação resultou um gol e pelo menos dois lances perigosos
         
        Criatividade Com cinco homens no meio, Alemanha dominou o setor e apagou os ingleses Gerrard, Barry, Milner e Lampard.
         
        Segurança Laterais alemães não foram tanto ao ataque, anulando assim as investidas pelos lados da Inglaterra.
      Porém, um erro grave do árbitro Jorge Larrionda e do auxiliar Mauricio Espinosa, que não assinalaram um gol claro a favor dos ingleses, acabou dando argumentos aos britânicos para tentar justificar a perda da vaga às quartas de final.
      Aos 38 minutos do primeiro tempo, o placar do estádio Free State indicava 2 a 1 para a Alemanha. No campo, Lampard chutou da entrada da área, a bola bateu no travessão, dentro do gol, novamente no travessão e parou nas mãos do goleiro Neuer. No entanto, o lance que resultaria no empate para os ingleses não foi validado pelo árbitro uruguaio Jorge Larrionda, muito em virtude do mau posicionamento do seu auxiliar.
      A jogada irritou os jogadores da Inglaterra e, mais ainda, os torcedores que lotaram o Free State. Prova disso é que, na saída do intervalo, o barulho sempre ensurdecedor das vuvuzelas deu lugar a uma sonora vaia ao trio de arbitragem, que acabou se tornando protagonista do clássico entre Alemanha e Inglaterra.
      Curiosamente, o lance deste domingo remete a outro acontecido em 1966. Na ocasião, Inglaterra e Alemanha disputavam a final da Copa do Mundo. Após o empate por 2 a 2 no tempo normal, o inglês Hurst acertou um belo chute, que bateu na trave e em cima da linha. O árbitro, no entanto, validou o gol, a equipe inglesa acabou vencendo por 4 a 2, e os alemães lamentam até hoje a marcação errada naquela decisão.
      Antes desta jogada, no entanto, a Alemanha foi muito superior à Inglaterra. O técnico Fabio Capello teve opções para montar sua defesa, mas o setor não foi capaz de frear os habilidosos alemães. Upson, por exemplo, perdeu uma disputa com Klose após “lançamento” do goleiro Neuer. O erro permitiu ao atacante alemão abriu o placar, chegar a 12 gols ao longo da história e ficar a três de Ronaldo, o maior artilheiro da história das Copas do Mundo.
      Perdidos em campo, os ingleses ainda assistiram Podolski ampliar o placar e desperdiçar chances claras de marcar. No raro momento em que o time inglês conseguiu acertar alguma coisa, Upson aproveitou uma falha de Neuer para descontar.
      No segundo tempo, os jovens alemães mostraram por que são apontados como favoritos ao título e ganharam a alcunha de sensação desta Copa do Mundo. Com uma variedade de dribles, rápidos contra-ataques e muita disposição, Schweinsteiger, Özil e Müller dominaram a faixa de meio-campo e, com dois belos gols, acabaram de destruir o frágil sistema defensivo adversário e completaram o vexame inglês neste Mundial. Já para a Alemanha, expectativa por um grande confronto com México ou Argentina na próxima fase.
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      >Seleção Americana está fora da Copa 2010

      Posted on junho 27, 2010. Filed under: Copa 2010, Estados Unidos, FUTEBOL, Gana, seleção americana |

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      Última seleção africana na disputa, Gana passou pelos americanos e está classificada para as quartas de final. Com o empate em 1 a 1 no tempo regulamentar, o jogo foi para a prorrogação. 
      Os africanos fizeram 2 a 1 nos Estados Unidos com três minutos de tempo extra e vão enfrentar o Uruguai na próxima fase. 
      Os uruguaios venceram a Coreia do Sul por 2 a 1 em partida realizada em Port Elizabeth.
      Os sul-americanos não passavam das oitavas de final desde o Mundial de 1970. O jogo entre Gana e Uruguai será realizado na sexta-feira.
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      >Brasil enfrenta Costa do Marfim hoje por vaga nas oitavas de final

      Posted on junho 20, 2010. Filed under: Copa 2010, Dunga, FUTEBOL, Processo Seletivo |

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      A seleção brasileira enfrenta hoje a Costa do Marfim pelo grupo G da Copa do Mundo e tenta garantir vaga nas oitavas de final. 
      A partida acontece a partir das 15h30, horário de Brasília, no estádio Soccer City. 
      O técnico Dunga não deve mexer no time, que sofreu para derrotar a Coreia do Norte. 
      O Paraguai vence a Eslováquia por 2 a 0, em partida ainda em andamento pelo grupo F. 
      Itália e Nova Zelândia entram em campo às 11h.

      Nos tempos em que tinha bobo no futebol

      A seleção africana que o Brasil enfrenta neste domingo é recheada de jogadores que atuam em clubes europeus de primeira linha — a Costa do Marfim tem dois atacantes do Chelsea (Drogba e Kalou), um meia do Barcelona (Yaya Touré), outro do Sevilla (Zokora) e defensores do Manchester City (Kolo Touré) e do Arsenal (Eboue). Muito diferente do primeiro adversário africano do Brasil em Copas, o Zaire, em 1974. A equipe que foi à Alemanha mal sabia das regras do jogo. Num dos lances mais inusitados de todos os Mundiais, um defensor encheu o pé e soltou a bomba numa falta. Só que a falta era em favor do Brasil. O jogador do Zaire levou um amarelo — e ainda reclamou do juiz, dizendo que ele já tinha apitado, autorizando a cobrança. O velho chavão de que não tem mais bobo no futebol pode valer hoje em dia, quando até a Coreia do Norte consegue endurecer um jogo contra o Brasil. Mas em 1974…

      Fonte: Veja Copa 2010

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      >Lula, O craque de 2010

      Posted on junho 6, 2010. Filed under: cientista político, Copa 2010, Dilma, Eleição 2010, Lula, Marina Silva, Pelé |

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      …pode não estar na Copa 2010. Lula alavancou a candidatura
      de Dilma Rousseff à liderança. Se ele continuar jogando
      assim, elegerá sua sucessora – isso se não aparecer
      uma zebra até lá

      Diego Escosteguy
      Leo Valle/Corbis/Latinstock
      MUDANÇA DEMOCRÁTICA
      A presidente do Chile, Michelle Bachelet, empossa
      o conservador Sebastián Piñera: sem populismo
      O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende se consagrar como o maior craque da história do Brasil. A promessa de Garanhuns estreou bem nos rachões do sindicalismo, brilhou no primeiro time do Partido dos Trabalhadores e foi vice três vezes – até que, em 2002, jogando no melhor estilo paz e amor, conseguiu mostrar a qualidade do seu futebol e se tornar presidente da República. De lá para cá, sua carreira vem subindo velozmente ao Olimpo onde pairam os mitos brasileiros. Apesar de ter sofrido uma breve má fase há cinco anos, quando flagraram metade do seu time no antidoping do mensalão, ele encontrou perseverança para ser bicampeão em 2006. Nos últimos tempos, embalado pelo relativo sucesso de programas sociais do governo e pelo bom momento da economia, Lula atingiu seu ápice: 80% dos brasileiros aprovam seu futebol. É no auge da era Lula, portanto, que se aproxima a copa da política brasileira: a eleição presidencial. Nela, como não pode concorrer, o presidente deveria atuar apenas como técnico da novata Dilma. Lula, porém, não tem nada de Dunga – e entrou em campo com tudo, dando diariamente chapéus na Justiça Eleitoral, carrinhos nos adversários e preciosos passes para a sua camisa 9.
      Até o momento, o presidente, vá lá que sem muito fair play, está levando o time nas costas. Desde o fim do ano passado, quando Lula passou a jogar com afinco, Dilma vem crescendo lentamente nas pesquisas. A tal ponto que, nas últimas semanas, as sondagens mais confiáveis, como a do instituto Datafolha, indicaram um empate entre ela e o candidato tucano, José Serra. Ambos aparecem com 37% das intenções de voto – em dezembro, a petista aparecia com 26%, e o peessedebista flanava com 40%. Não há dúvida de que o crescimento da candidata petista se deve ao presidente, nem dúvida há de que ele será o dínamo político da campanha. A população gosta do presidente e está satisfeita com suas próprias condições de vida. Até março do ano passado, Dilma, apesar de ocupar o poderoso cargo de chefe da Casa Civil, era conhecida superficialmente por somente 53% dos brasileiros. À medida que foi sendo apresentada por Lula ao eleitorado, seja em discursos televisivos, seja em desavergonhados eventos eleitorais país afora, Dilma cresceu e apareceu, conquistando votos na mesma proporção em que se tornou conhecida. No jargão dos marqueteiros, isso se chama transferência de votos. Na linguagem do futebol, resume-se ao talento de Dilma para se posicionar na banheira e receber os passes de Lula. Somente no decorrer da campanha, contudo, será possível descobrir se a camisa 9 do PT sabe fazer gols, transformando intenções em votos.
       
      É do resultado dessa incógnita que sairá o próximo presidente. As pesquisas e a sabedoria política sugerem o seguinte: se Dilma conseguir convencer os eleitores de que merece ser a sucessora de Lula (como tem conseguido até agora), ganhará a eleição; se falhar, a vitória provavelmente caberá a Serra. Aqui, porém, como bem sabe o presidente, vale o mais infame dos clichês futebolísticos: toda eleição é uma caixinha de surpresas. Para evitar um maracanazzo petista, Dilma segue com disciplina as orientações do professor – quer dizer, do presidente Lula e dos marqueteiros de sua campanha. A estratégia petista depende do sucesso de três táticas: Lula convencer o eleitorado de que a vitória de Serra significaria um retrocesso para o país, Lula fazer muita campanha para Dilma e, finalmente, Dilma mostrar-se autêntica e confiável para os simpatizantes do lulismo. O último item é puramente subjetivo. Subordina-se aos múltiplos aspectos da personalidade da petista, ao modo como a índole dela se comunica com o eleitorado. Da busca dessa furtiva e intangível qualidade decorre, em larga medida, o trabalho dos marqueteiros.
      “Não basta o Lula dizer que a Dilma é candidata dele. O eleitor tem de ouvir isso da Dilma, e sentir que confia nela”, afirma o cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília. Ou seja: o eleitor não elege postes. Na Colômbia, o presidente Álvaro Uribe deve fazer seu sucessor, o ex-ministro da Defesa Juan Manuel Santos. No Chile, entretanto, a presidente Michelle Bachelet, apesar de apresentar 80% de aprovação, não conseguiu que seu candidato lhe sucedesse – nesse caso, o candidato não era desconhecido como Dilma. A diferença entre os dois exemplos indica como o fenômeno da transferência não tem nada de cartesiano. O desafio de Dilma é paradoxal. Ela precisa ser conhecida como sucessora natural do presidente – mas deve fazer isso sem exageros, de modo a não esmaecer na sombra de Lula.
      As recentes boas notícias para Dilma não espantam as preocupações dos coordenadores da campanha petista. Os principais temores deles concentram-se na possibilidade de ataques pessoais à candidata. O maior dos medos decorre da militância de Dilma durante a ditadura militar. Os petistas temem que a recorrente insinuação – sem fundamento, frise-se – de que a candidata pegou em armas possa causar danos desastrosos a ela. A preocupação resultou numa defesa preventiva, que foi ao ar no último programa televisivo do PT: a despropositada comparação de Dilma com o líder sul-africano Nelson Mandela, que ficou 27 anos preso por se opor ao regime segregacionista.
      Nunca é demasiado o cuidado com esse tipo de pancada. As tão impalpáveis virtudes que os marqueteiros procuram ressaltar em Dilma podem dissolver-se com um ataque certeiro. Nas mais recentes eleições brasileiras, sobram exemplos de políticos destruídos por um deslize verbal ou um erro pregresso. Em 2002, dois candidatos ficaram pelo caminho. Roseana Sarney era favorita até a Polícia Federal descobrir um inexplicável montinho de dinheiro vivo nos escritórios da família. No auge da campanha, quando estava próximo de Lula nas pesquisas, Ciro Gomes chamou um eleitor de burro. Até mesmo a reeleição de Lula em 2006, que se mostrava tranquila, entrou em risco quando aloprados petistas em busca de dossiês foram presos com um inexplicável montão de dinheiro.
      Dessa tormentosa saga de trapalhadas e baixarias que costumam acometer as campanhas no Brasil, extrai-se a lição da cautela. Como qualquer processo político, uma eleição se desloca como uma nuvem, na qual é difícil prever tempo ruim. Foram trovoadas desse tipo, aliás, que tiraram Dilma do banco de reservas – sucessores naturais de Lula, como José Dirceu e Antonio Palocci, queimaram-se em escândalos. O bom momento de Dilma se deve também à dificuldade de Serra e de Marina Silva, a candidata do Partido Verde, em encontrar um discurso que concilie a continuidade desejada pelo eleitorado com propostas que o seduzam. Ainda faltam quatro meses para as eleições. Lula, o Pelé da política, sabe que o jogo só acaba quando termina.  Fonte: Revista Veja
      Fotos Mauricio Duenas/Corbis/Latinstock e Carlos Ortega/Corbis/Latinstock
      SEMELHANÇAS
      Na Colômbia, Juan Manuel Santos (à esq.) tem tudo para suceder a Álvaro Uribe:
                continuidade à vista    
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