Copa 2014

>Setor hoteleiro faz grande investimentos em Cuiabá

Posted on março 20, 2011. Filed under: Copa 2014 |

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Faltando ainda mais de três anos para a realização da Copa 2014, a economia de Mato Grosso já recebe uma grande avalanche de investimentos. Que o digam os empresários do setor hoteleiro. Só este ano Cuiabá ganha quatro novas torres, todas de grande porte – inclusive o seu primeiro hotel categoria “5 estrelas” – num total de 468 apartamentos e 1,35 mil leitos. O volume de investimentos nesses quatro hotéis soma mais de R$ 70 milhões. Em todo o país, o setor hoteleiro prevê investir R$ 2,4 bilhões na construção de 92 novos empreendimentos nas 12 cidades que serão sede da Copa, totalizando a oferta de mais de 24 mil quartos.
Somente neste ano segmento injetará na economia local R$ 70 milhões, 
o que para muitos isso é apenas o começo 
Mas é apenas o começo de tudo o que está por acontecer nos próximos anos. “A iniciativa privada está fazendo sua parte, investindo e preparando-se para a Copa. O que foi feito até agora são apenas investimentos embrionários. Estamos prevendo a chegada de mais oito ou 10 empreendimentos de grande porte, incluindo o Íbis e Atlântica, representando mais mil novos apartamentos e investimentos em torno de R$ 135 milhões”, revela o presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Mato Grosso, Luis Carlos Nigro.
“De fato, o setor vive um boom de investimentos sem precedentes e os negócios fluem da noite para o dia, em um ritmo frenético e quase desenfreado”, diz o presidente da Associação Brasileira de Indústria de Hotéis em Mato Grosso (ABIH/MT), Luiz Verdun.
Em recente levantamento feito pelo SHRBS, constatou-se a existência de 107 hotéis em funcionamento em Cuiabá e Várzea Grande, com uma oferta de 4,43 mil apartamentos e 10,77 mil leitos. A Capital responde por 73,51% das acomodações e 73,61% dos apartamentos.
Mas os números não param aí. Estão em construção e ampliação ainda 16 hotéis (14 em Cuiabá), 1,45 mil apartamentos e 3,78 mil acomodações. Somando-se aos hotéis em funcionamento, a Grande Cuiabá passará a contar com 123 empreendimentos hoteleiros, disponibilizando 5,88 mil apartamentos e 14,55 mil leitos. Cuiabá sozinha abrigará 84 hotéis, 4,67 mil apartamentos e 11,56 leitos. Várzea Grande somará 39 hotéis, 1,21 mil apartamentos e 2,99 mil acomodações. (Veja quadro)
NOVO FILÃO – As novas acomodações que estão sendo construídas no Estado visam atender ao forte crescimento da demanda previsto para os próximos anos, fomentado principalmente pela realização da Copa 2014. Cuiabá será uma das 12 cidades-sede e isso, por si só, desperta o interesse de investidores ávidos pela conquista deste mercado.
Com a economia estadual crescendo ao ritmo considerado “chinês” – 10% ao ano – alicerçada principalmente no agronegócio e sustentada pela estabilidade da moeda, facilidades de acesso ao crédito, aumento da empregabilidade e melhoria no poder aquisitivo da classe assalariada, o cenário para investimentos apresenta-se amplamente favorável. E os empresários não deixam escapar a oportunidade.
A decisão de instalar um novo hotel leva em conta o potencial de crescimento econômico e a projeção de aumento da demanda. “A Copa é um evento de 45 dias, mas o investimento em um novo hotel se paga em dez anos”, explica Rafael Guaspari, vice-presidente de desenvolvimento da Atlântica Hotels.
Os novos investimentos confirmam o bom momento vivido pelo setor hoteleiro mato-grossense, que encerrou o ano passado com taxa de ocupação próxima de 70%. “Nossa esperança é de que com a Copa, o turismo ecológico ganhe impulso em nosso Estado, pois passará a ser mais conhecido no Brasil e no mundo. Apostamos em um novo ciclo para o turismo e a hotelaria nos próximos anos”, aponta Nigro. Fonte: Diário de Cuiabá
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>Obras da Copa 2014 na Grande Cuiabá tem início adiado para junho

Posted on fevereiro 22, 2011. Filed under: Copa 2014 |

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O Jornal A Gazeta publicou na edição desta quarta-feira, 22 de fevereiro, que as obras marcadas para começar no próximo mês, de mobilidade urbana para a Copa de 2014 em Cuiabá e Várzea Grande, foram adiadas. Segundo a estimativa da Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Mundo do Pantanal (Agecopa), as empresas começam a atuar apenas em junho, com 3 meses de atraso. A demora coloca em risco a conclusão de todas as intervenções em tempo hábil para o evento. A Federação Internacional de Futebol (Fifa) estipulou data de conclusão apenas para a Arena, Centros de Treinamentos (CTs) e Fan Parks, que devem estar concluídos até dezembro de 2013. Já o prazo para o término das obras que envolvem infraestrutura ficou a cargo do governo.
Mesmo necessitando de ajustes, o projeto do corredor BRT Aeroporto-CPA
foi entregue ontem para a CEF
Na manhã desta segunda-feira (21), o primeiro projeto foi entregue para a Caixa Econômica Federal (CEF), que vai aprovar o documento para a liberação de crédito (ver matéria abaixo) para o corredor BRT (Bus Rapid Transit). Os demais serão entregues ainda este mês, afirma o diretor de Infraestrutura da Agecopa, Carlos Brito. Ele esclarece que os técnicos estão “lutando contra o tempo” e questiona o envolvimentos das entidades ligadas aos setores econômicos e também da população.
Conforme Brito, os projetos básicos estavam prontos, mas não puderam ser licitados devido a exigências do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O órgão exigiu também a inclusão do projeto executivo, que adiou o processo de liberação de recursos. O diretor explica que o objetivo era conseguir autorização para a licitação, que dura em média 60 dias, e depois incluir os documentos específicos. “Também queremos fazer algo lícito e com uma fiscalização criteriosa, mas não podemos deixar de entender que o tempo é algo precioso”.
Além de serem demoradas as construções, que envolvem túneis, viadutos e trincheiras, o diretor diz que há o risco de escassez de material, como cimento e ferro, além de mão-de-obra.
Brito cita que o evento já causou uma explosão no ramo imobiliário e a demanda do setor ocupou os profissionais qualificados. Outro fator agravante, são as empresas de grande porte. Muitas delas foram contratadas em outras capitais e Cuiabá pode ficar sem interessadas qualificadas e dispostas a participar da concorrência pública.
No quesito material, as empresas começam a ter problemas, as obras da Arena do Verdão, por exemplo, precisam ter alguns materiais importados.
Mobilização – O diretor assegura que não há risco de Cuiabá perder a condição de cidade sede, mas as pessoas e entidades estão perdendo oportunidades. “Eles preocupam-se apenas com as obras e deixam as oportunidades passarem. Não é apenas o governo que precisa de mobilização, a sociedade precisa acreditar na Copa e organizar-se para o evento”.
A Fifa anunciou as cidades-sede há 17 meses e pouco foi feito pelas organizações, que não são ligadas diretamente ao governo. O diretor diz que haverá carência de profissionais qualificados e possibilidades de investimentos estão abertas, principalmente com relação a infraestrutura, restauração de centros históricos e linhas de crédito.
Brito explica que todas as construções estão localizadas de forma estratégica para promover a valorização cultural da cidade e a organização urbana, atraindo as pessoas e estabelecimentos para áreas, que hoje formam vazios.
Ele cita como exemplo os Campos Oficiais de Treinamento (COTs). Um deles será instalado no estádio Eurico Gaspar Dutra, conhecido como “Dutrinha”. O diretor afirma que a condição do local é caótica, mas a importância histórica do local é grande.
Dentro do projeto, ainda está previsto a mudança do Centro de Reabilitação Dom Aquino Correa da Costa, onda foi instalada a primeira cadeia pública de Cuiabá. A idéia é construir no imóvel um museu com objetos e documentos relacionados com Eurico Gaspar Dutra, que era cuiabano e foi presidente da República.
A obra, de acordo com Brito, vai atrair os olhos dos turistas para área histórica e facilitará o acesso a créditos para a revitalização da região do Porto, que hoje tem casarões antigos abandonados.
As outras unidades estão previstas para a região do bairro Dom Aquino, Morada do Ouro e há uma discussão sobre a implantação de um centro na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
O diretor acredita que ter atletas de alto desempenho dentro da instituição pode ser a base para vários estudos e até mesmo um centro para preparação de atletas mato-grossenses. “Hoje, os atletas precisam procurar outras capitais e até fora do Brasil a estrutura para aumentar a rentabilidade na modalidade esportiva”.
Em Várzea Grande será construído um COT nas proximidades da antiga Feicovag. O projeto já atrai investimentos para o local, sendo que uma empresa ofereceu o terreno, bem como o projeto para Agecopa, na intenção de garantir a construção no local.
Dinheiro – As obras da Copa de 2014 têm cerca de R$ 1,5 bilhão garantidos por meio de linhas de crédito e investimentos a fundo perdido, ou seja, sem retorno aos cofres públicos. Do dinheiro, R$ 454 milhões serão provenientes da Caixa Econômica Federal (CEF) e R$ 394 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ambos como crédito, que serão ressarcidos pelo governo do Estado.
O restante vem do governo Estadual, com R$ 160 milhões, e do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit), com R$ 380 milhões.
A ligação entre as regiões de Cuiabá é prejudicada pela condição caótica do trânsito. Com as obras de mobilidade urbana, o acesso será facilitado. “A definição de longe não será a mesma. Com transporte coletivo eficiente e fim dos congestionamentos, o motorista vai perder menos tempo no trânsito”.
As faixas exclusivas para ônibus serão instaladas nas principais vias de Cuiabá e Várzea Grande.
BRT – Mesmo necessitando de ajustes, o projeto do corredor BRT (Bus Rapid Transit) Aeroporto-CPA foi entregue para Caixa Econômica Federal, a qual deve acompanhar as mudanças necessárias para a conclusão do projeto. O objetivo é analisar e aprovar o que não precisa de mais intervenções e, assim, dar agilidade ao processo.
O superintendente da Caixa Econômica, Ivo Zecchin, explica que os projetos para o BRT são feitos com a interferência de muitos setores, como Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), que libera licenças ambientais para as obras, e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que trata das edificações tombadas.
Segundo o diretor de Planejamento e Gestão da Agecopa, Yênes Magalhães, entre os pontos do corredor Aeroporto-CPA que necessitam de mudanças está o encontro das Avenidas Rubens de Mendonça e Mato Grosso. Até então, a área receberia um viaduto, mas por se tratar de uma região com muitos casarões tombados pelo Patrimônio Histórico o elevado será substituído por semáforos temporizados.
Outro ponto de discussão é o cruzamento com o Rio Cuiabá, que também deverá ser modificado. “O objetivo principal, nesse caso, é reduzir as desapropriações. Na semana que vem devemos apresentar uma nova proposta para esse local”.
Quanto ao projeto específico do corredor Coxipó-Centro, a previsão é que ele seja apresentado para a Caixa Econômica na primeira semana de março. As obras dos 2 corredores BRTs vão custar R$ 422 milhões e serão financiadas pela Caixa por meio do programa Pró-Transporte.
O diretor de planejamento garante ainda que o plano de Mobilidade Urbana de Cuiabá para o Mundial de 2014, que inclui os corredores BRT, será entregue em no máximo 15 dias.
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>Copa 2014: Ministro dos Esportes visita Cuiabá e reune com autoridades

Posted on fevereiro 4, 2011. Filed under: Copa 2014 |

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O ministro dos Esportes, Orlando Silva, visita Cuiabá nesta sexta-feira, 4 de fevereiro.  Logo  após chegar reunirá com o prefeito da Capital, Chico Galindo (PTB). Já no período  da tarde o encontro será com o governador Silval Barbosa (PMDB). A visita faz parte de um roteiro  de visitas pelas cidades que sediarão a Copa do Mundo de 2014. O objetivo é fazer uma vistoria nos preparativos para o Mundial.
Obra de construção no novo Verdão, a Arena Pantanal
Cuiabá é a segunda Capital visitada pelo ministro. Antes disso ele esteve em São Paulo. Ao todo, 12 cidades receberão os jogos, conforme anunciado em maio de 2009. Em setembro do mesmo ano, o ex-governador e hoje senador Blairo Maggi (PR) sancionou a lei que criava a Agecopa. Quase dois meses depois os sete diretores da Agência foram nomeados.
Projeto do estádio Verdão para Copa 2014
A primeira obra em Mato Grosso visando a realização da Copa foi a reforma do estádio Verdão, que teve início em maio de 2010, quando o antigo estádio foi demolido para que uma arena poliesportiva pudesse ser construída no local. Até o momento, o estádio é um dos que estão com as obras mais adiantadas dentre as 12 sedes. Já os projetos de mobilidade urbana, que visam melhorar o trânsito de Cuiabá e Várzea Grande, devem ser licitadas nos próximos dias.
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>Atraso nas obras dos aeroportos são o nó da Copa 2014

Posted on novembro 23, 2010. Filed under: aeroportos, Copa 2014 |

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As obras de reforma e ampliação dos aeroportos brasileiros, que são o maior gargalo de infraestrutura a ser resolvido pelo governo para a Copa do Mundo de 2014, ainda estão longe do ritmo necessário e podem representar um embaraço para o Brasil, alertou o ministro do Esporte, Orlando Silva, nesta segunda-feira.
“Hoje tenho uma preocupação muito forte com aeroportos”, disse o ministro a jornalistas durante a feira de negócios e esportes Soccerex.
“Quando pensamos em um evento desse porte e pensamos que o Brasil é quase um continente, que só se pode circular nele de avião, percebemos que é o risco principal para a Copa de 2014”, acrescentou.
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>Aeroporto e a Copa

Posted on setembro 10, 2010. Filed under: aeroporto, Agecopa, Copa 2014, Fifa, Infraero |

>Revista semanal trouxe uma entrevista com o todo poderoso secretário executivo da Fifa, o francês Jerôme Valcke. Ele é o cara que gruda no pé de quem estiver pela frente sobre as obras para uma Copa do Mundo.

Na entrevista, ele fala que o Brasil não pode perder um dia sequer na sua programação para a Copa de 2014. Fala ainda que o maior problema do Brasil está nos aeroportos. Num trecho da entrevista diz que “se avaliarmos que algumas dessas cidades-sede não estão conseguindo se preparar a contento, infelizmente elas terão de ser cortadas”.

Os fatos indicam que a Agecopa tem, até agora, feito seu dever de casa. O caso do aeroporto é do governo federal, da Infraero. Aí é que está a preocupação. Tem algo no ar preocupando todo mundo.

Publiquei nesta coluna, em janeiro deste ano, artigo reclamando do aeroporto que serve Cuiabá. Falava que estava uma porcaria o atendimento a quem chegava nos vôos. Mostrava ainda números de passageiros, cargas e serviço postal do aeroporto em comparação com outros do país. Os dados levantados colocavam o aeroporto regional numa posição que deveria merecer mais atenção da Infraero.

A Infraero respondeu ao artigo, que também foi publicado em janeiro, em que ela dizia que estava praticamente tudo resolvido.

Em sua resposta, a Infraero escreveu ainda que o projeto “para o novo aeroporto estava pronto para atender a demanda atual e a Copa de 2014” e que o processo “licitatório estava em andamento”.

Escreveu também que seriam ampliadas todas as áreas do terminal e que se teriam seis pontes de embarques e desembarques. Que o estacionamento seria ampliado, também o pátio de aeronaves e as vias de acesso ao aeroporto. Dizia, por fim, que “a previsão de término das obras é dezembro de 2012”.

Agora se fica sabendo que não se tem ainda licitação da obra. Que as intervenções físicas serão menores do que se falava e que não estariam previstas obras nas vias de acesso. Estavam previstas antes, segundo o comunicado anterior da Infraero.

Será que parte do dinheiro destinado ao nosso aeroporto vai nutrir outros lugares que tem pressão política e eleitoral mais forte? O que de fato está acontecendo? Da parte do estado parece que tudo corre dentro do programado. Brasília e a Infraero é que se colocam de forma dúbia.

Época de eleição é momento de pressão, gente. Se não forem confirmados agora alguns comprometimentos, deveríamos olhar com mais cuidado a ameaça do francês secretário executivo da Fifa.

ALFREDO DA MOTA MENEZES é professor universitário e articulista político.
pox@terra.com.br – site: http://www.alfredomenezes.com

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>Empresas são atraídas a Cuiabá pela Copa 2014

Posted on agosto 21, 2010. Filed under: construção, construção civil, Copa, Copa 2014, CUIABÁ, Hidrelétricas, Indústria, Mato Grosso, Road Show, Tendências |

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A construção civil cresce em números representativos no Estado e o anúncio da Copa em Cuiabá acelerou o processo, juntamente com programas do governo federal de incentivo à aquisição da casa própria, como é o caso do Programa Minha Casa Minha Vida. Para este ano, a expectativa do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon) é de que o crescimento seja equivalente ao nacional, de 10%, com possibilidades de superar. Pensando nisso, um grupo de empresas está realizando o Road Show, um circuito de palestras pelas 12 cidades sede da Copa com as tendências e novidades que podem acrescentar tanto em grandes obras como em empreendimento de menor porte.
Todo este incremento faz com que o mercado demande por tecnologias que proporcionem economia de tempo e dinheiro, e solucionem problemas como a falta da mão-de-obra. De olho neste mercado, a SH, indústria e fornecedora de fôrmas, andaimes e escoramentos investe em mercados em crescimento, como é o caso de Mato Grosso. O grupo que trabalha há 40 anos no país e tem bases nas regiões Nordeste e Sudeste, possui um escritório em Cuiabá e visa inaugurar uma unidade no Estado.
O diretor comercial da SH, Wolney Henriques do Amaral, diz que antes de montar uma unidade é preciso que o mercado aponte uma demanda que garanta negócios por um prazo mínimo de 10 anos, situação que aparenta ser a realidade estadual.
A SH comercializa e aluga fôrmas para concretagem, por exemplo, que eliminam o uso de tijolos e aceleram o processo de construção. O gerente da unidade de Brasília, que administra Mato Grosso, Carlos Batalha, explica que os equipamentos são uma solução para a carência de mão-de-obra e a corrida contra o tempo.
O presidente do Sinduscon, Cezário Siqueira, diz que a tecnologia é uma carência no Estado em virtude da distância dos centros de distribuição. “Verificamos que o aluguel de tecnologias como essa é viável, mas devido ao preço do frete e à carência de manutenção, temos que improvisar e desenvolver técnicas que supram a deficiência”.
A SH já atua no Estado em parceria com duas construtoras e na construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), mas pretende ampliar os negócios e viabilizar a tecnologia. De acordo com o Sinduscon, há muita demanda por mão-de-obra qualificada e nunca houve tanto investimento por iniciativa dos empresários na qualificação profissional e por isso a técnica é bem vinda. Fonte: A Gazeta
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>Copa 2014, a questão

Posted on julho 22, 2010. Filed under: Copa 2014, CUIABÁ, Mato Grosso, sonhos |

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 Por Onofre Ribeiro
No último domingo abordei o tema aqui neste espaço no artigo “Sonhos e falta de sonhos”. Nele anotava o pouco entusiasmo dos habitantes da cidade a respeito da próxima copa do mundo que terá Cuiabá como uma das sedes. Recebi muitos e muitos e-mails e comentários, todos divergentes entre si. Alguns, até agressivos, dizendo que a copa é uma babaquice e não vai trazer nada para a cidade. Outros eufóricos. Mas, lamentavelmente, a maioria dos e-mails e dos comentários foram de desânimo.
             
Não gostaria de entrar no mérito da copa neste artigo. Gostaria de falar um pouco sobre a nossa capital. Moro nela desde agosto de 1976. Era uma cidade pequena, com 100 mil habitantes, muito acanhada, concentrada no centro histórico, com alguns bairros nascendo num raio de 5 quilômetros, talvez.  Era um momento particularmente importante de ocupação da Amazônia e com sucessivas ondas de migração em busca de um suposto “eldorado” amazônico. Gente jovem gente adulta e muita gente cansada dos grandes conflitos agrários, sociais e econômicos do Sul e do Sudeste brasileiros.
             
A cidade cresceu depressa, mas da pior maneira. A maioria dos migrantes foi para as regiões novas do Norte, do Leste e do Noroeste de Mato Grosso. Uma grande leva era de gente pobre vinda do Nordeste do país trazida para ocupar o Território Federal de Rondônia, que o governo federal queria transformar em Estado, para viabilizar a ocupação regional e melhorar a performance política do cansado governo militar no Congresso Nacional.
             
Muita gente que veio não suportou a dureza das regiões novas, e os de Rondônia não agüentaram a falta de assistência. Todos desceram e se fixaram em Cuiabá, a partir de 1980, cansados, doentes e sem chances de voltarem às suas terras de origem. Assim, Cuiabá cresceu depressa demais com favelas, grilos e invasões de áreas urbanas. Aqui merece uma lembrança: deputados estaduais da época, federais e vereadores, coordenaram as invasões de terras urbanas em troca de votos.
             
Passados 30 anos, Cuiabá é essa cidade sem rumo e sem projetos. Enquanto Campo Grande se estruturou, Goiânia e até Porto Velho, Cuiabá é uma cidade esparramada, sem vias de escoamento adequadas e quase impossíveis de responderem aos fluxos de escoamento do tráfego urbano. Mas o pior,é a falta de projetos e de planejamento capazes de responder ao mínimo desses desafios. O poder público municipal de Cuiabá é absolutamente incapaz de responder. As instituições públicas e privadas não se incorporaram a esse desafio contribuindo ou discutindo. A população segue a sua rotina da cantilena de reclamar através da mídia, e nada mais!
             
De repente, a copa do mundo é a única e exclusiva oportunidade de se resolver o planejamento estratégico do curto e do médio prazos desse caos em que a cidade se transformou. Mas aí a cidade não responde. Uns, por saudosismo. Outros, por descrença. Outros, por inércia. Outros, por descompromisso. Outros por desculpe e descrença política. Alguns tentam responder. Mas a pressão contrária é absurda. Nesse ponto, acho que se Campo Grande tivesse sido escolhida, em vez de Cuiabá, lá eles teriam mais sinergia com as chances de transformações.
             
Concluo este artigo, lembrando que fora da copa não haverá salvação para Cuiabá nos próximos anos. Mas sem o aval da sociedade cuiabana, vai ser difícil. Muito difícil, porque a torcida contra é enorme!
Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso
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>Nova fábrica de cimento será instalada em Rosário Oeste

Posted on junho 17, 2010. Filed under: ambiental, BRC Cimentos, construção civil, Copa 2014, Marzagão, Rosário Oeste |

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A demanda de cimento em Mato Grosso é a que mais cresceu no país nos últimos anos. A procura pelo produto no Estado gira e torno de 120 a 125 toneladas mês. A perspectiva para os próximos anos por conta do próprio crescimento da construção civil e ser uma das subsedes da Copa 2014 é de aumento dessa demanda.
O governador Silval Barbosa recebeu nesta quarta-feira (16), em audiência, representantes de um grupo de fundos de investimentos que anunciou a construção da primeira fábrica de cimentos da nova empresa BRC Cimento no país.
Essa primeira unidade será instalada no Distrito Marzagão, município de Rosário Oeste (128 km de Cuiabá). Serão investidos na construção da fábrica R$ 400 milhões, nos primeiros 18 meses, e mais R$ 400 milhões nos próximos 5 anos, gerando mil empregos diretos, na fase de construção e 450 empregos diretos quando estiver funcionando. A expectativa de produção é 1,5 milhão de toneladas/ano.
O governador, segundo o porta-voz do grupo, Felício Valarelli, se comprometeu em auxiliar no que for possível. Tanto que pediu que se protocole as cartas consultas junto a Secretaria de Indústria, Comércio, para ver a viabilidade de se conceder incentivos fiscais. “O que for possível o governo vai fazer”. Um dos pedidos foi isenção de ICMS na importação das máquinas. Valarelli informou que a partir da liberação do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima), que já foi protocolado na Sema, começam os serviços de terraplenagem no local, e no prazo de 5 meses começam a chegar as máquinas encomendadas junto a Prago Tec, da Bélgica, uma das maiores fábricas de cimento do mundo. O prefeito de Rosário Oeste, Joemil Araújo que também participou da audiência e se mostrou bastante receptivo, pois a fábrica vai gerar renda e emprego. Fonte: Secom
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>Fifa visita Cuiabá e recebe garantia que prazos serão cumpridos para Copa 2014

Posted on maio 14, 2010. Filed under: aeroporto, COL, Copa 2014, Copa das Confederações, Copa do Pantanal, Fifa, Infraero, Mobilidade Urbana |

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A sede da Copa do Pantanal está cumprindo rigorosamente todos os compromissos e prazos estabelecidos pela FIFA para a realização da Copa 2014. A garantia foi dada esta manhã pelos diretores e técnicos da Agecopa aos arquitetos do Comitê Organizador Local (COL), órgão que fiscaliza em nome da FIFA os trabalhos desenvolvidos pelas doze sedes brasileiras.
Equipe da Fifa em visita a obra do Verdão em Cuiabá

As obras de construção da Arena Multiuso – Novo Verdão começaram no dia 26 de abril, oito dias antes do prazo final (3 de maio) e prosseguem em ritmo acelerado. A demolição do antigo estádio deve ser concluída em um mês, segundo estimativa do consórcio Santa Bárbara /Mendes Júnior. Paralelamente à principal obra física para a Copa 2014, estão sendo projetados os dois Centros de Treinamento, o Fan Park (espaço adequado para grandes públicos assistirem aos jogos) e a ampliação do aeroporto Marechal Rondon, a cargo do governo federal por meio da Infraero.
A Agecopa também já finalizou os projetos das principais intervenções no sistema viário por intermédio do Plano de Mobilidade Urbana. Os projetos que incluem a construção de viadutos, trincheiras, duplicação ou alargamento de pistas, pontes e os dois corredores exclusivos para ônibus, BRTs (Bus Rapid Transit) vão garantir mais qualidade no transporte coletivo e individual, facilitando o deslocamento da população e visitantes durante e depois da Copa.
Parte destas obras devem ficar a cargo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, órgão do Ministério dos Transportes, já que estão localizadas nas rodovias federais BR-163, 364 e 070, nos trechos em que elas cortam o perímetro urbano sobrepondo-se às avenidas Fernando Corrêa, Miguel Sutil e FEB, respectivamente.
Vistoria: A equipe do Departamento de Estádios do Comitê Organizador Local (COL) da Copa 2014 visitou esta manhã o canteiro de obras da nova Arena. Os arquitetos Carlos De La Corte e Tiago Pelakauskas e o engenheiro Fábio Carvalho vistoriaram a obra e checaram o cumprimento do cronograma dos trabalhos que devem estar concluídos em dezembro de 2012, a tempo de Cuiabá se candidatar a sede da Copa das Confederações em 2013. A vistoria técnica dos estádios brasileiros começou no dia 5 de maio em São Paulo e será concluída no dia 20 de maio, em Salvador.
Carlos de La Corte defendeu tese de doutorado sobre os estádios brasileiros, comparando-os com estádios europeus desde a década de 80 até o ano 2000. Ainda recém-formado se filiou à Iaks (The International Association for Sports and Leisure Facilities), a principal organização internacional dedicada a instalações esportivas e recreativas. O arquiteto é hoje o principal avaliador de estádios a serviço da FIFA, que receberá relatórios detalhados sobre a situação das obras em cada cidade-sede. (Assessoria).
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>Fifa visita Cuiabá para vistoriar as obras no "Novo Verdão"

Posted on maio 13, 2010. Filed under: COL, Copa 2014, Copa do Pantanal, Fifa, FUTEBOL, Verdão |

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Desenho da arena do novo estádio Verdão para Copa de 2014
A Fifa, através do COL, Comitê Organizador Local, da Copa 2014 de futebol, visita nesta quinta-feira, 13 de maio, as obras de remoção e reconstrução no novo estádio Verdão em Cuiabá, a sede da Copa do Pantanal.

A imprensa poderá registrar a visita, mas o arquiteto Carlos De La Corte e demais integrantes do Departamento de Estádios não prestarão declarações à imprensa. Esta é uma norma da Fifa que vem sendo aplicada em todas as cidades-sedes visitadas.

O período de vistoria técnica dos estádios e também de avaliação do cronograma de obras em cada uma das 12 sedes começou no dia 5 em São Paulo e encerrará no dia 20 de maio, em Salvador.

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