Copa do Mundo de 2014

>A verdade sobre Cuiabá e a Fifa

Posted on outubro 17, 2010. Filed under: Capital, católico apostólico, CBF, Centro Geodésico da América Latina, Copa do Mundo de 2014, CUIABÁ, estádio Verdão, Fifa, Mato Grosso |

>Por Félix Marques

Para quem não sabe, Cuiabá é a Capital do Estado do Mato Grosso, Brasil, situada no Centro Geodésico da América Latina e geograficamente posicionada na beira de um rio e atrás de um morro como situou Giovanni Melchior Bosco, o padre católico apostólico romano que após ordenar os primeiros salesianos em 1862, em Roma, passou a distribuí-los em missão pelo mundo e a primeira missão para o Brasil foi mandada para Cuiabá, quando o Santo Padre afirmou que os missionários iriam para o fim do mundo na beira de um rio atrás de um morro.
Cuiabá capital de Mato Grosso
Isso indicava o rio Cuiabá e o morro do Santo Antônio na província do Mato Grosso. E Fifa é a Federation Internationale de Football Association, mais conhecida pelo acrônimo Fifa e que congrega todas as associações de futebol do mundo. É essa entidade internacional que promove de 4 em 4 anos a Copa do Mundo em algum país do planeta. Desta feita, a Copa do Mundo de 2014 será realizada no Brasil e com subsedes em várias cidades brasileiras, dentre as quais Cuiabá, Capital do Mato Grosso.
Nesse contexto entendemos que é a nossa cidade quem deveria ser convocada para assumir o compromisso com a Fifa. Todavia, o Estado do Mato Grosso se antecipou e assinou o Termo de Compromisso com a Fifa e o Comitê Organizador no Brasil através da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e se comprometendo a cumprir as metas para evento, usurpando o legítimo direito de Cuiabá e de sua gente. Dessa forma a Capital do Mato Grosso foi extirpada do processo, servindo, apenas, de espaço físico para que a Fifa e o Estado do Mato Grosso implantassem aqui as obras e urbanizações, sem que Cuiabá fosse ouvida ou mesmo convidada para receber as modificações físicas estruturais e projetos de mobilidade urbana.
Estádio Verdão sendo demolido para construção do novo estádio em Cuiabá
Estão considerando que Cuiabá não tem um gerente, não tem alcaide, é uma cidade do sem-fim e sem dono e sem sociedade. Não. Aqui tem dono. Tem sociedade organizada. E nós exigimos respeito. Aqui tem prefeito. Aqui tem uma Câmara de Vereadores atuante. Sendo assim, quem tem que conclamar o mundo para voltar os olhos negros e azuis para Cuiabá é o senhor prefeito Francisco Galindo e não a Agecopa. Quem tem que dar entrevista para o mundo é tão somente o prefeito. Quem tem que apontar as obras que precisamos é o prefeito e a sociedade cuiabana. Quem tem que alertar a Fifa que Cuiabá necessita de uma rede de esgoto para receber o evento é o prefeito municipal. Quem tem que apresentar à Fifa que precisamos construir um esgoto mestre às margens do rio Cuiabá de ponta a ponta do município e nas duas margens e com estação de tratamento de esgoto de espaço em espaço é o prefeito. Quem tem que exigir a urbanização de toda extensão das margens do rio Cuiabá é o prefeito. Quem tem que exigir a canalização e cobertura de todos os córregos que cortam a cidade é o prefeito. Quem tem que exigir que se construa as unidades de mini-hospitais em Cuiabá para atender o evento é o prefeito. Quem tem que apresentar os projetos de melhorias de ruas, praças e avenidas na Capital é o prefeito. Quem tem que apresentar os projetos de reforma, adaptação e modernização das escolas municipais para bem receber o mundo é o prefeito.
Sem esses propósitos administrativos, a Copa do Mundo em Cuiabá vai ser um engodo, uma tapeação sem fim. Vão realizar obras de fachadas, maquiar Cuiabá para realizar o evento e vão embora e o que é pior esbanjando o erário e sugando o povo, quando, na verdade, todas essas melhorias e investimentos são unicamente da Fifa. Ela que é uma das entidades mais ricas do mundo sempre derramou dinheiro por toda parte por onde passou e não será diferente com Cuiabá. Basta cobrar.
Vamos nos organizar para enfrentar esse episódio antes que esse evento se torne um epílogo triste e cubra a nossa cidade com o véu negro da desgraça e do desespero social após a Copa. Como se há de notar, é grave o problema e de suma importância atrair o prefeito e a sociedade cuiabana para a questão que se mostra misteriosa e com previsões catastróficas pós-Copa, já que Cuiabá não vai ter orçamento para administrar a cidade após esse evento esportivo e urge a necessidade de se exigir do Estado e da Fifa provisão orçamentária para pelo menos dez anos após a Copa do Mundo sob pena de empurrar a nossa sociedade para a tragédia da fome, da miséria, da criminalidade generalizada e da desgraça sem fim. Cremos haver razões factuais e jurídicas em profusão para o manejo de actio popularis e ou ação mandamental com o fito de assegurar os direitos da sociedade cuiabana.



Félix Marques é advogado, presidente da Comissão de Defesa do IBDI/SP. E-mail felixmarques@terra.com.br

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>Prefeito de Cuiabá planeja asfaltar 100% das ruas até final de 2012

Posted on agosto 16, 2010. Filed under: Chico Galindo, Copa do Mundo de 2014, CUIABÁ, Mato Grosso, prefeito de Cuiabá, PTB |

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Prefeito de Cuiabá, Chico Galindo (PTB), por enquanto, evita comentar sobre a reeleição em 2012

Em quatro meses de administração, o prefeito Chico Galindo (PTB) concentra seus esforços para realizar o maior projeto de pavimentação já realizado em Cuiabá. “Quero terminar meu mandato com 100% de ruas da Capital asfaltadas. Estou trabalhando muito para tornar este sonho em realidade”, planeja o petebista. Para alcançar o que chamou de seu “maior sonho”, o prefeito busca apoio do governo estadual, federal e da iniciativa privada.


Além disso, o gestor municipal disse aguardar com expectativa o anúncio do governo Federal sobre a destinação dos recursos da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC II). No dia 30 de setembro, o presidente Lula (PT) deve anunciar o montante que será destinado às cidades contempladas pelo programa. Segundo Galindo, os projetos de saneamento e pavimentação para a Capital demandam quase R$ 1 bilhão. “Esses recursos são muito importantes para garantirmos as mudanças necessárias para a realização da Copa do Mundo de 2014 em Cuiabá”, avaliou.


Depois de “superar”, como ele mesmo diz, episódios espinhosos como o problema do lixo e o PAC I, Galindo se prepara para concluir obras e lançar novos programas. Para 2011, ele conta que não pretende fazer mudanças radicais na administração. Contudo, adianta que irá dinamizar o trabalho das secretarias e contratou um serviço de consultoria que estuda possível fusão ou ampliação das pastas. Apesar da hipótese, o prefeito diz que não fará mudanças no staff.


Neste ano, o prefeito conta que irá concluir uma operação tapa-buraco, em que serão investidos R$ 36 milhões em obras de drenagem e pavimentação asfáltica. Por meio de outro convênio com União e Estado, 43 bairros da Capital receberão recursos da ordem de R$ 20 milhões para obras de drenagem de águas pluviais e pavimentação.


Na relação dos bairros beneficiados constam Jardim Presidente, Tijucal, Nova Esperança 1, Jardim Renascer, Senhor dos Passos, Jardim Gramado, Altos do Coxipó, Altos da Boa Vista, Tancredo Neves e Jardim Alvorada.


Depois da paralisação do PAC I, por conta da Operação Pacenas da Polícia Federal, a Companhia de Saneamento da Capital (Sanecap) passou a atuar nas obras. O prefeito garante que parte delas retornarão no próximo mês.


O PAC na capital está dividido em oito lotes, sendo que no primeiro, está prevista a construção de adutoras e sub-adutoras que beneficiarão os bairros Tijucal, Nova Esperança, São João Del Rey, Pedra 90, Carumbé, Planalto, CPA e adjacências. Esta obra será executada pelo Exército, cujo início está previsto para o mês de setembro, no valor de R$ 18.779.512,61. Outros três lotes retornam as obras em setembro e os quatro que restaram estão em fase de análise do processo licitatório. “Houve um planejamento no início do ano que estamos seguindo à risca”, garante o prefeito.


Mesmo à frente da prefeitura da Capital, Galindo ressalta que não deixa de cumprir suas obrigações político-partidárias. “Minha função é pedir votos para o candidato Wilson Santos e mostrar que ele fez uma administração espetacular da qual estou dando continuidade”, disse. Galindo ainda evita em falar do pleito eleitoral de 2012, quando provavelmente tentará reeleição. “Estou preocupado com o hoje, em fazer uma boa administração”, finalizou.
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>Sonhos e falta da sonhos

Posted on julho 17, 2010. Filed under: Copa do Mundo de 2014, CUIABÁ, Dia do Comerciante, Empresários, Fifa, FUTEBOL, Futuro, Mato Grosso, Onofre Ribeiro, Rondonópolis, sonhos, tecnologias |

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Por Onofre Ribeiro
Na quarta-feira desta semana estivem em Rondonópolis para, entre outras coisas, fazer uma palestra na festa de comemoração do Dia do Comerciante, promovida pela Associação Comercial e Industrial da cidade. O tema foi os cenários de desenvolvimento de Mato Grosso no futuro.
A idéia inicial da palestra seria abordar os cenários mais voltados à região Sul, associando-os com o ambiente de desenvolvimento do estado. Mas quando cheguei, as solicitações para a abordagem concentraram-se em dois pontos: o que Rondonópolis pode esperar do futuro, e o que a Copa do Mundo de 2014 poderá trazer para o município. No aspecto da copa, o interesse é impressionante. Fui obrigado a comparar com o interesse de Cuiabá, onde a população está indiferente e parece até mesmo torcer contra. Entre uma e outra posição não há como não perceber que lá a auto-estima é forte, e na capital é baixa.
Os empresários de Rondonópolis têm a consciência de que o futuro depende deles, da sua participação, da sua cobrança aos poderes públicos, da sua interatividade com o município, e mais importante: da sua disposição de participar disso tudo. Outro ponto a favor. Na capital todos estão dispersos e ninguém fala uma língua única. Claro que o ambiente da capital é muito maior, mas a ausência de uma ação unificada, causa caos como esse que vem marcando a capital anos após anos.
No item Copa do Mundo, os rondonopolitanos querem saber até que ponto a região Sul será beneficiada e de que forma. Disse-lhes que um raio aproximado de 500 km no entorno de Cuiabá será atingido diretamente na forma de interesses para negócios antes e pós-copa e na exploração do turismo. A copa não só um monte de jogos de futebol. É um evento que na copa de 2006 na Alemanha, deu à FIFA 7 bilhões e meio de dólares de lucro líquido. Evento é coisa para se ganhar dinheiro. Não tem poesia. Isso explica o futebol a cada copa mais feio e mais sem graça nem arte. É porque o futebol é apenas um detalhe esportivo dentro do evento. O mesmo raciocínio se aplica ao vôlei, ao basquete, ao tênis, ao automobilismo e às olimpíadas mundiais. O esporte serve apenas para puxar dinheiro.
Desse modo, a região Sul com seus enormes potenciais de turismo terão forte atração de turistas e de negócios. São as águas quentes, os esportes radicais, a cidade de pedra, sítios arqueológicos, as serras e a cultura garimpeira com todas as suas nuances de culinária e de vida. Sem falar no turismo rural gerado pelo agronegócio, muito apreciado no mundo.
Se em 2006 33 bilhões de pessoas de 231 países do mundo assistiram às transmissões da copa da Alemanha, usando tecnologias mais antigas, imagine-se dentro de quatro anos como estarão as transmissões e o acesso de espectadores. Regiões como a Sul, o médio-norte, o Pantanal, serão profundamente atingidas pelos desdobramentos da Copa do Mundo de 2014. Mas, de concreto mesmo, queria deixar a observação: em Rondonópolis o futuro parece mais desejado e esperado do que em Cuiabá, onde uma folha que cai levanta desânimo e pessimismo. Que coisa! Parece que só Cuiabá não sonha…!
Onofre Ribeiro – Contato: onofreribeiro@terra.com.br
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>Copa é oportunidade única para Cuiabá, afirma Milton Neves

Posted on novembro 6, 2009. Filed under: Copa do Mundo de 2014, CUIABÁ, Mato Grosso, Milton Neves, pantanal |

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A Copa do Mundo de 2014 é o divisor de águas e uma oportunidade única para que Cuiabá se insira de vez como um pólo no país. A definição é do jornalista e comentarista esportivo Milton Neves durante uma palestra sobre o evento esportivo no VI Encontro dos Prefeitos Mato-grossense, realizado na manhã desta quinta-feira (5), no Centro de Eventos do Pantanal.

“O cavalo está passando arriado em Cuiabá. Este é momento de montar e saber controlar o bicho, porque nunca mais Cuiabá será sede de uma Copa do Mundo, porque nunca mais o evento virá para o Brasil, pelo menos não nos próximos 80 anos. Essa Copa para Cuiabá é um marco e um divisor de água”, comentou durante a palestra para mais de 80 prefeitos.

Milton Neves teve a oportunidade de expor sua preocupação com o cumprimento de prazo determinados pela Fifa ao governador em exercício Silval Barbosa e garantiu ter ficado mais tranquilo após saber que Mato Grosso já possui mais de R$ 100 milhões para iniciar a obra do estádio. Além disso, o edital de licitação já foi lançado e a construção da nova arena deve iniciar em fevereiro do próximo ano, conforme determinação da Fifa.

Por outro lado, Neves acredita que a construção de cinco hotéis em Cuiabá será pouco para atender a demanda para a Copa do Mundo, porém ressaltou que ainda faltam cinco anos. O jornalista acredita ainda que a capital mato-grossense e o Rio de janeiro serão as duas cidades-sede mais procuradas pelos turistas.

“O Rio de Janeiro pelas belezas que Deus lhe deu e Cuiabá pelo Pantanal, que se antes da Copa era um Flamengo, depois será um Barcelona”, comparou.

De acordo com o comentarista, Mato Grosso precisa trabalhar rapidamente para não ocorrer atrasos e problemas como na África, que para ele, será a pior Copa do Mundo já realizada. Porém, é preciso tomar cuidado para não construir elefantes brancos conforme ocorreu no Rio de Janeiro com o Panamericano.

Fonte: Olhar Direto

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>É só o que falta

Posted on outubro 6, 2009. Filed under: êxitos, Copa do Mundo de 2014, Jogos Olímpicos de 2016, Lula |

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Ricardo Noblat

“Dilma será presidente do Brasil. Sei que vão me acusar de ingerência, meu coraçãozinho é quem está falando”. (Hugo Chávez)

A coleção de êxitos de Lula é notável. A economia cresceu com distribuição de renda e atravessou veloz a crise financeira mundial. O governo balançou com o escândalo do mensalão, mas não caiu e hoje é sustentado por 14 partidos. O país nunca teve presidente tão popular. A Copa do Mundo de 2014 é nossa e os Jogos Olímpicos de 2016 também.


O que falta para Lula proclamar do alto de sua reconhecida modéstia que realizou a obra perfeita? Eleger seu sucessor. Jamais na história democrática do país um presidente da República passou a faixa para quem escolheu. Itamar Franco passou para Fernando Henrique, seu ex-ministro das Relações Exteriores e da Fazenda. Mas quem elegeu Fernando Henrique não foi Itamar foi o Plano Real que acabou com a inflação.


Em visita ao Maranhão, o ex-ministro José Dirceu, articulador “ad hoc” da candidatura da ministra Dilma Rousseff a presidente, soprou para colegas a fórmula que imagina capaz de garantir a eleição dela. Primeiro há que se comparar à exaustão as realizações do atual governo com as do seu antecessor. Segundo há que se massificar a informação de que Dilma é a candidata de Lula. Cerca de 40% dos brasileiros ainda ignoram isso.


E o mais importante: a certa altura da campanha, Lula haverá de se afastar das tarefas prosaicas da administração para se dedicar com exclusividade a percorrer o país carregando Dilma debaixo do braço. Dilma não tem e dificilmente terá votos próprios. Com a entrada em cena da senadora Marina Silva (PV-AC), perdeu a condição de ser a única mulher candidata a presidente. Vencerá se o eleitor se convencer de que ela é Lula de saias.


Tanto melhor se o eleitor acreditar que Dilma na verdade é candidata a um mandato tampão. Uma vez que se eleja, cederá o lugar depois de quatro anos a quem não pôde concorrer ao terceiro mandato consecutivo. Lula costuma dizer que será mais fácil tentar voltar em 2014 no caso de derrota de Dilma em 2010. Bobagem! Na prática, o mandato de presidente, governador e prefeito é de oito anos com uma confirmação pelo meio.


Enfraquecido ao final do seu governo, Fernando Henrique sabia que seu candidato estava condenado à derrota. De sua parte, José Serra sabia que chegara a hora de Lula. Nem Fernando Henrique suou a camisa para eleger Serra, nem Serra quis que ele suasse. Preferiu manter distância. Jogou na mesa uma carta implausível, a única que tinha: apresentar-se como o candidato da mudança, talvez mais confiável do que Lula. Não deu certo.


A ninguém Fernando Henrique confessou que apostava no insucesso de Lula para subir outra vez a rampa do Palácio do Planalto. Mas não é de todo um disparate especular que ele apostava, sim. Lula poderia ter cedido à tentação de mexer com a política econômica. Havia conselheiros de sobra ao seu redor sugerindo que mexesse. Era desprovido de experiência para governar – Dilma não é. E foi atropelado por mensaleiros e aloprados

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Fernando Henrique é um retrato na parede. Lula recusa tal destino. Desistiu de brigar pelo terceiro mandato consecutivo porque a idéia pegou mal no seu círculo íntimo de assessores e aliados. Contudo, a candidatura de Dilma foi concebida por ele para ocupar espaço à espera da ocasião ideal do lançamento de algo parecido com o movimento “queremista” que devolveu Getúlio Vargas ao poder em 1950. Mas aí veio a crise dos bancos.


A crise despachou o “queremismo” para o freezer. Enquanto espera que Dilma volte a subir nas pesquisas de intenção de voto, Lula deixa Ciro Gomes (PSB-CE) brincar de candidato a presidente. Ciro só será candidato para valer se abrir uma razoável vantagem sobre Dilma. Então Lula poderá até trocar Dilma por ele. Do contrário, acabará forçado a abandonar o páreo e a disputar o governo de São Paulo se quiser.


Falta cacife político e financeiro a Ciro para enfrentar Dilma contra a vontade de Lula e do seu próprio partido.

E-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br

BLOG DO NOBLAT: http://www.oglobo.com.br/noblat – Fonte: A Gazeta

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