Copa do Mundo

>A Copa em Cuiabá e a responsabilidade de cada um

Posted on março 18, 2011. Filed under: Copa do Mundo |

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Por Agripino Bonilha Filho*

Os países e unidades federativas escolhidos pela Fifa para sediar uma Copa do Mundo podem a qualquer momento ser objeto de cláusula rescisória para que o resultado final não ofereça nenhum tipo de risco promocional e de negócios.
A justificativa é simples: além de ser o maior acontecimento esportivo mundial, a Copa do Mundo de Futebol é um grande centro catalisador de negócios que garantem a manutenção da entidade e o cumprimento dos seus objetivos. Por consequência, a entidade delega compromissos geradores de investimentos e legados com objetivo de assegurar qualidade e data irreversível para conclusão.
A simples escolha do país e cidades sedes e os convênios assinados, por si só, não geram direitos adquiridos. O evento é a maior fonte de receita da entidade promotora, assegurando oitenta por cento da sua receita por quatro anos. Portanto, é perfeitamente compreensível que os responsáveis pela organização do evento não devem e não podem se dar ao luxo de claudicar com suas obrigações.
O que acontece em Cuiabá não é um segredo cuiabano, a internet permite que toda e qualquer informação verídica ou não – circule pelo mundo, e sem dúvida dorme e amanhece na mesa dos dirigentes da Fifa. As notícias e críticas construtivas são incorporadas positivamente. As mazelas são conduzidas para o tacho das preocupações e analisadas como um tipo de sinal vermelho, sugerindo uma ameaça aos interesses da Fifa e ao êxito do evento.
A escolha de Cuiabá e Manaus como sedes da Copa do Mundo sobrepõe todas as evidências logísticas, a realidade socioeconômica e desportiva, pois reconhecemos a fragilidade do futebol regional e carecemos de proximidade geoeconômica com os grandes centros brasileiros. Entretanto, por sugestão do Presidente de Honra da Fifa, João Havelange, a escolha foi oportunizada como vitrine de uma realidade marcante onde se expõe para o mundo a exuberância da Amazônia e a tipicidade encantadora do Pantanal mato-grossense.
O legado da Copa do Mundo para Mato Grosso contempla importantes investimentos de infraestrutura na área do turismo, mobilidade urbana, tecnologia de comunicação, segurança, saúde, etc. A Copa permitirá ainda uma excepcional divulgação do estado nos seus diversos aspectos da economia ao turismo, representada por três mil e quinhentas horas de notícias através de televisão, sites, rádios, jornais e revistas para cento e doze países do mundo inteiro.
Esta exposição positiva sem precedentes representará na prática nossa introdução no roteiro turístico internacional e a divulgação do nosso potencial econômico, convidando o mundo dos negócios a investir em Mato Grosso.
A organização dessa complexa máquina capaz de coordenar todos os preparativos para receber o maior evento da história de Mato Grosso está moldada numa estrutura colegiada, autônoma, diversificada e eminentemente técnica, com mandato definido que visa priorizar todas as ações necessárias ao seu desempenho.
Nestes quinze meses de atividades com absoluto respeito à legislação vigente, aos princípios éticos e às boas práticas administrativas, muito já foi feito em termos de planejamento estratégico, alocação de recursos e elaboração dos necessários projetos. Custamos aos cofres públicos nesse período R$ 12,4 milhões e produzimos R$ 2,7 bilhões em recursos que serão aplicados nas obras e melhorias para a Capital e seu entorno.
A Agecopa é o órgão público mais fiscalizado do estado, prestando contas de suas ações ao Tribunal de Contas e Auditoria Geral do Estado que funcionam dentro da própria sede. É o único órgão a receber auditoria concomitante e integral, ou seja, todos os procedimentos administrativos e financeiros são auditados em tempo real, enquanto acontecem. Nos demais órgãos públicos, a auditoria é por amostragem e após a realização dos procedimentos. Não raro, os órgãos de controle externo impõem mudanças de critérios anteriormente aceitos, motivadas pelo necessário aperfeiçoamento da gestão pública.
Conduta correta dos órgãos reguladores, que retarda mas aperfeiçoa em nome da melhor prática de gestão.
Politizar essa organização sui generis, destruir sua blindagem original que afastava as interferências políticas, diminuir os seus méritos, criar ambiente negativo em torno de suas atuações, são atitudes que colocam em risco a nossa condição de cidade sede.
Apesar de todas as dificuldades, a começar pela ausência de projetos para resolver os problemas de mobilidade urbana que consumiram oito meses de trabalho dos técnicos da Agecopa, o saldo de Mato Grosso é muito positivo. Evito comparações com outras sedes para não desmerecer o trabalho de organização da Copa do Mundo por parte dos demais estados brasileiros.
Aceitei participar com idealismo e retidão da difícil missão de coadministrar a organização da Copa. Da mesma forma, a diretoria e o corpo técnico da Agecopa compartilham com o governador Silval Barbosa a responsabilidade de realizar este grande sonho que deixará legados importantíssimos para o conjunto da população. Conspirar contra este objetivo maior é prestar um desserviço a toda a comunidade, é sabotar o sonho de um estado pujante que orgulha a toda a Nação.

*Agripino Bonilha Filho é diretor de Articulação Interinstitucional da Agecopa

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>Copa do Mundo, direito do cidadão e indenizações

Posted on janeiro 26, 2011. Filed under: Copa do Mundo |

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Por Luiz Henrique de Oliveira Santos

Este ano de 2011, inicia-se com muitas promessas, entre elas, algumas são específicas, voltadas principalmente para os projetos que envolvem a Copa do Mundo de 2014.
Apesar das expectativas criadas, o que se percebe, no entanto, é que mesmo com a existência de 28 projetos para obras de mobilidade na cidade, o que se tem é uma tímida movimentação em relação às propostas apresentadas, especialmente por se tratarem de construções de grande envergadura, como por exemplo, o BRT – Bus Rapid Transit.
O BRT ou “Ônibus Rápido” como vem sendo chamado, promete revolucionar a cidade, transformando não apenas sua arquitetura, como também as estruturas do transporte coletivo, com a construção de corredores exclusivos, terminais para circulação e terminais de embarque e desembarque dos usuários.
Ideias, propostas e projetos apresentados, não se pode esquecer os questionamentos em relação aos procedimentos expropriatórios ou, mais precisamente, as desapropriações de imóveis, à qual estão dando uma conotação de um processo simples e célere – ainda mais quando se anuncia as reuniões da Agecopa, com a Defensoria Pública e o Tribunal de Justiça para agilizarem a forma como será tratado processos na capital mato-grossense – como noticiados nos jornais locais recentemente.
Apesar da união de esforços, deve-se levar em conta que não se poderá ignorar o ordenamento legal, que assegura juridicamente aqueles que terão seus bens expropriados. Que lhes sejam garantido seus direitos, uma vez que ali se encontram bens familiares e comerciais há muito tempo constituídos. Nesta seara a Constituição Federal garante o direito de propriedade (art. 5º, XXII da CF), como uma cláusula pétrea, assegurando assim a sua inviolabilidade.
Partindo desse pressuposto, não se pode deixar de mencionar que o atraso em procedimentos como a desapropriação pode acarretar tropeços legais, que estarão sujeitas a entraves jurídicos, como liminares, do mesmo modo que ocorrera com o processo da região do Porto, que demorou 7 anos para ser julgado. Vale lembrar que o Estado não dispõe desse tempo, pois restam menos de 4 anos para o início da Copa.
Nesta situação, o que não se pode é inverter papéis e equivocadamente acreditar que errado é o proprietário do imóvel quando se socorre ao Judiciário, buscando assegurar um processo justo e digno, já que a indenização é dever irrefutável do Estado.
É de se considerar que atualmente muitos indivíduos que se vêm sujeitos a ter seu imóvel desapropriado, uma vez já definidos os locais onde as obras se realizarão, encontram-se em uma repleta insegurança, pois como não se transtornar quando se sabe que em pouco tempo o imóvel será destituído de sua posse?
Evidentemente que serão indenizados, mas resta saber quais serão os parâmetros utilizados para tanto. Em especial, vale lembrar, no caso dos imóveis comerciais, que a mudança do local para outro trás transtornos ao comerciante, pois o seu fundo de comércio não abrange só a parte financeira, mas outros aspectos que compõem o universo da atividade lucrativa, ou seja, a qualidade da clientela, produtos postos à venda, horários de venda, equipamentos para o exercício do comércio, todos esses elementos serão de forma direta ou indireta afetados pela mudança. Assim resta saber se essas questões estão sendo consideradas ou será necessário longos anos de discussões judiciais?
Pois bem, como se percebe, muito há o que discutir, mas é inegável a necessidade de garantir ao cidadão lisura no procedimento, com realização de um pré-processo, para que assim o prejudicado não seja surpreendido e tenha seus direitos vilipendiados.

Luiz Henrique de Oliveira Santos é advogado, especialista em Direito Civil, Processo Civil e Direito Empresarial. E-mail: luizoliveirasantos@yahoo.com.br

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>Copas do Mundo de 2018 e 2022 serão na Rússia e Qatar

Posted on dezembro 2, 2010. Filed under: Copa do Mundo |

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 Blatter abre o primeiro envelope e confirma a vitória da Rússia em 2018
Com oito anos de antecedência a Fifa anunciou que Rússia e Qatar sediarão as Copas do Mundo de 2018 e 2022, respectivamente. Em eleição marcada por acusações de corrupção e uma crise de credibilidade, os dois países mostraram mais força política e atrativos para convencer a Fifa e seu já polêmico Comitê Executivo. O anúncio duplo foi feito nesta quinta-feira, em Zurique. A dupla receberá uma edição do Mundial pela primeira vez.
  • EFE
    Francês e descendente de argelino, Zinedine Zidane foi um dos embaixadores do Qatar-22

Favorita a 2018, a Rússia superou três concorrentes europeus: Inglaterra, Espanha/Portugal e Bélgica/Holanda. Para isso, montou o projeto mais caro, estimando valores próximos de US$ 500 bilhões, e contou com um trio de embaixadores totalmente ligado ao futebol: Andrey Arshavin, Roman Abramovich (dono do Chelsea) e Rinat Dasaev (ex-goleiro da União Soviética).

Mercado que já desembolsou altas cifras em contratações, o futebol russo aposta na Copa de 2018 para turbinar o esporte e buscar uma posição de maior destaque no cenário mundial. O país receberá pela primeira vez a maior competição de futebol com a promessa de não economizar no Mundial seguinte ao sediado pelo Brasil, em 2014.

E desembolsar muito dinheiro também combina perfeitamente com o Qatar. O país árabe já chamou a atenção mundial pelos projetos ambiciosos de estádio que elaborou e nos últimos anos não poupou esforços para receber outros eventos esportivos de grande importância, como os Jogos Asiáticos e a Copa da Ásia.

  • AP
    Garotos lamentam a derrota da dupla Bélgica/Holanda por 2018

Até a seleção brasileira entrou nesse contexto. A equipe pentacampeã mundial fez dois clássicos internacionais em Doha: em 2009, venceu a Inglaterra por 1 a 0. E no mês passado perdeu para a Argentina por 1 a 0. As partidas foram mais uma prova da organização que o Qatar pode oferecer.

Embora não tenha tradição alguma no futebol, o Qatar conseguiu desbancar quatro candidaturas, incluindo os poderosos Estados Unidos. Austrália, Coreia do Sul e Japão também pleitearam o Mundial de 2022, sem sucesso.

Obrigado por acreditar na mudança e por querer ampliar o território do esporte. Vocês sentirão orgulho de nós e do Oriente Médio. É uma promessa que faço agora 

 

 
Do xeque Mohamed Bin Hamad Al Thani, presidente da candidatura do Qatar

Mas a festa dos vencedores contrasta com o ambiente criado em torno da escolha. A eleição aconteceu em meio a uma grande crise de credibilidade da Fifa. Desde o início, os conchavos e trocas de influências entre os países candidatos foram frequentes. O lobby no pleito para 2018 poderia render apoio na disputa seguinte, e vice-versa. Nenhuma candidatura envolvida confirmou a parceria, mas o próprio Josepp Blatter, presidente da Fifa, admitiu que os conluios eram inevitáveis.
O maior problema, porém, surgiu depois. Dois dos 24 membros do Comitê Executivo da Fifa, responsáveis pelas escolhas, foram pivôs de um escândalo deflagrado pelo Sunday Times em outubro.
Já houve dez Copas na Europa Ocidental e nenhuma na Europa Oriental. Em nossa região começou uma nova era com a queda do Muro de Berlim em 1989. Com um Mundial na Rússia cairá outro muro simbólico e começará uma nova era no futebol
Vitaly Mutko, ministro dos Esportes da Rússia

Reynald Temarii, presidente da Confederação de Futebol da Oceania, e Amos Adami, representante da Nigéria, mostraram-se dispostos a negociar seus votos com jornalistas britânicos que se passaram por lobistas dos Estados Unidos. O caso ganhou repercussão mundial e deixou a Fifa em situação delicada.
A saída foi suspender a dupla e admitir o problema para tentar diminuir o desgaste sobre a credibilidade da Fifa. Para agravar o cenário, nesta semana a BBC veiculou denúncias contra três membros do Comitê Executivo, entre eles Ricardo Teixeira, presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa de 2014.
Com a participação de Esportes Uol
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>Setor de hotelaria investe mais de R$ 100 milhões em Cuiabá

Posted on julho 23, 2010. Filed under: Copa do Mundo, CUIABÁ, Grand Odara Hotel, Holiday Inn, Hotel, hotel de luxo em Cuiabá, HOTELARIA, Mato Grosso |

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Impulsionado pela projeção nacional e internacional que Mato Grosso conquistou nos últimos anos e associado ao fenômeno da Copa de 2014, o setor de hotelaria já tem projetos
em andamento que ultrapassam R$ 100 milhões em investimentos até 2013 nas duas maiores cidades do Estado, Cuiabá e Várzea Grande. De acordo com o Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares (SHBRS-MT), o montante inclui a construção e reformas de 16 hotéis, todos em obras.
Empresários do segmento apontam que mesmo antes da confirmação da Capital como sede da Copa do Mundo, o setor já trabalhava em ritmo acelerado com o turismo de negócios. Até o Mundial serão ao menos 1,451 mil apartamentos novos e reformados em Cuiabá e Várzea Grande. Um incremento de 3,784 mil leitos em um universo que hoje totaliza 10,774 mil leitos. Agora os empresários se preparam para a fase que antecede o Mundial, com a vinda de executivos e trabalhadores da construção civil.
 Grand Odara Hotel, em construção, será primeiro hotel 
de luxo em Cuiabá
“A Copa do Mundo já começou a movimentar a economia local e em breve haverá demanda por hotéis de todas as categorias, com a vinda desde executivos a até trabalhadores braçais”, aponta o empresário Renato de Paiva Pereira que idealizou o Grand Odara Hotel. O empreendimento, em construção, é apontado como o primeiro estabelecimento de luxo do Estado e deve ficar pronto em meados do ano que vem. O projeto de R$ 20 milhões está em execução desde agosto de 2008, com parte de recursos financiados pelo Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). O novo hotel deve gerar 120 empregos diretos e 50 outras vagas de trabalho para atender a demanda do salão de eventos.
Paralelo ao luxo de grandes hotéis em construção, a simplicidade e o baixo custo serão as marcas da bandeira americana Holiday Inn, prevista para entrar em funcionamento na Capital até outubro. Com a concepção “express”, de hospedagem rápida, o hotel terá 128 apartamentos de categoria 3 estrelas e está em fase de instalação na avenida Miguel Sutil. “Nosso investimento já passa de 15 milhões. Escolhemos a bandeira americana porque foi a que mais se adequou à nossa realidade”, conta o empresário Daniel Osvaldo Ramos.
A nova unidade vai gerar inicialmente 50 empregos diretos. “Percebemos que Mato Grosso despertou uma onda de crescimento grande nos últimos anos. Nesse cenário, encontramos a oportunidade que procurávamos para crescer com o Estado”, afirma Ramos.
Autor: Marcos Lemos – Fonte: A Gazeta
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>Os brasileiros ficaram em quarto lugar entre os visitantes estrangeiros que mais gastaram na Copa 2010 da África do Sul, totalizando US$ 13,4 milhões

Posted on julho 15, 2010. Filed under: Alta Floresta, Caged, cartões de crédito, compras, Consumo, Copa do Mundo, empregos, Expomov, malha fina, Sedtur, Visa |

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Gastos na Copa – Os cartões de crédito da bandeira Visa movimentaram US$ 312 milhões na África do Sul durante a Copa do Mundo. Os brasileiros ficaram em quarto lugar entre os visitantes estrangeiros que mais gastaram, totalizando US$ 13,4 milhões, ou 4,2% do total. Os que mais gastaram foram os americanos, com 19,05% do valor total, seguidos pelos ingleses (19,03%) e australianos (4,7%).
Expomov – A 6ª Feira de Móveis, Máquinas e Equipamentos para Indústria Moveleira de Mato Grosso (Expomov), em Alta Floresta, gerou expectativa de negócios de R$ 3,869 milhões no médio prazo. Nos dois dias do Encontro de Negócios da feira no final de semana passada foram efetivadas vendas de R$ 251,5 mil. A feira foi uma iniciativa do Sebrae-MT, em parceria com vários sindicatos do setor.
Cadastur – Equipe da Sedtur visita esta semana empreendimentos turísticos de Sinop para elevar o número de empresas e profissionais registrado no Cadastur. Nos próximos dias será a vez de Ponte Branca e Alto Araguaia.
Consumo 1 – A inadimplência dos consumidores deve crescer no segundo semestre, segundo projeções da Serasa Experian. Em maio, o indicador de Perspectiva de Inadimplência do Consumidor registrou alta de 0,3% em relação a abril, atingindo o patamar de 98,6.
Consumo 2 – Pela metodologia utilizada, em um horizonte médio de 6 meses, as oscilações cíclicas da inadimplência. Níveis abaixo de 100 indicam que, a inadimplência do consumidor não deve atingir patamares críticos.
Empregos – O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulga hoje (15) os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, Caged. Segundo o ministro Carlos Lupi, o semestre deve fechar com quase 1,5 milhão de empregos gerados. A estimativa é que a criação de vagas formais chegue a 2,5 milhões em 2010.
Limitação – Lupi nega que a oferta de emprego esteja parada. No momento, segundo ele, há sazonalidades que limitam a abertura de vagas nas áreas da educação e da agricultura, o que não quer dizer que o emprego não cresça.
Malha fina – Contribuintes que estavam na malha fina há 5 anos vão acertar as contas com o Fisco. Hoje (15), a Receita abre a consulta ao lote residual do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2005. Ao todo, 117 contribuintes receberão restituição de R$ 341,1 mil, e 222 pessoas físicas terão imposto a pagar (R$ 648,8 mil)
Compras – O índice que mede a intenção de compra dos consumidores paulistanos no terceiro trimestre deste ano subiu de 74,6 % no segundo trimestre para 75,6%, conforme pesquisa trimestral de intenção de compras divulgada pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (Fia).
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>Espanha faz a história e entra para história como campeã da Copa do Mundo pela primeira vez em 2010

Posted on julho 11, 2010. Filed under: Copa 2010, Copa do Mundo, Espanha, FUTEBOL, gol, Holanda |

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Iniesta arma o chute para fazer o gol do título espanhol (crédito: EFE)

Zamora, lendário goleiro da década de 30. Parra, Basora e Zarra, jogadores da equipe quarta colocada em 50. Puskas e Gento, atacantes da Copa de 62. Butrageño, Hierro e Raul, ídolos recentes do futebol espanhol. Todos eles foram honrados hoje no gramado do Soccer City, em Johanesburgo. A Espanha venceu a Holanda por 1 a 0 na final da Copa do Mundo da África do Sul, gol de Iniesta na prorrogação. Com isso, a Fúria se tornou a oitava seleção campeã do mundo.

A equipe espanhola, no entanto, foi a campeã com o menor número de gols marcados: apenas oito em sete jogos. A Inglaterra, em 66 e o Brasil, em 94, eram os campeões com o pior ataque até então: 11 gols. Em contrapartida, a defesa espanhola só sofreu dois gols e igualou o recorde italiano de 2006 e francês de 1998.

A artilharia da Copa do Mundo 2010 ficou dividida entre quatro jogadores. Forlán, Müller, Sneijder e Villa terminaram o torneio com cinco gols. Iniesta se tornou o 56° jogador a marcar gol em uma final de Copa (o 70° gol da história em 19 finais).

Vicente Del Bosque optou novamente por Pedro na vaga de Torres. Com isso, Villa ficou centralizado e três meias faziam o elo com o ataque. No meio, Xavi, nas pontas (com inversões constantes), Pedro e Iniesta.

A Espanha fez o seu jogo. Teve mais posse de bola e sofreu com o anti-jogo holandês no primeiro tempo. Além disso, a marcação no meio-campo obrigou a Espanha a trocar passes na defesa (diferente dos outros jogos). Assim, os três meias espanhóis ficaram isolados da dupla de volantes e dos quatro homens da zaga.

No segundo tempo, com seis jogadores holandeses com cartão amarelo, Vicente Del Bosque colocou Navas no lugar de Pedro. O jogador do Sevilha passou a atuar na ponta direita, no mano a mano com Van Bronckhorst. Sem poder fazer a falta, o jogador espanhol conseguia chegar à linha de fundo com frequência.

A Holanda, até então com 100% de aproveitamento e há 25 jogos sem perder, entrou no gramado do Soccer City com a sua formação habitual.

No 4-2-3-1, a equipe de Van Marwijk apostou na forte marcação para deter o toque de bola espanhol e obrigar o chute da defesa para o ataque. Sneijder, nas cobranças de falta próximo à área e Robben, nos escanteios, levaram muito perigo ao goleiro Casillas.

A campanha espanhola
A Espanha iniciou a luta pelo título com derrota, 1 a 0 diante da Suíça. Depois, confirmou o primeiro lugar no grupo H com duas vitórias: 2 a 0 em Honduras e 2 a 1 no Chile.

Na fase de mata-mata, quatro resultados por 1 a 0, que refletiram a maneira espanhola de atuar: muito toque de bola e paciência para matar o jogo. Portugal, Paraguai, Alemanha e Holanda foram derrotados nas oitavas, quartas, semis e na final, respectivamente.

História
Espanha e Holanda nunca haviam se enfretado em Copas. As partidas mais importantes entre as seleções ocorreram em 1983, nas eliminatória da Euro 84. Em Sevilha, a Espanha venceu por 1 a 0. Depois, os holendeses, em Roterdã, fizeram 2 a 1. O resultado, porém, tirou a Holanda do campeonato europeu.

Mais sete jogos amistosos foram disputaos entre as finalistas de 2010. O retrospecto está empatado: três vitórias para cada e um empate. A Espanha fez 13 gols e a Holanda nove.

Para chegar ao título mundial, a seleção espanhola disputou 13 Copas e fez 56 partidas pelo torneio. Venceu 28, perdeu 16 e empatou 12. Fez 88 gols e sofreu 59.

 

Casillas salva o gol de Robben no segundo tempo (crédito: EFE)

O jogo
Aos quatro minutos, Xavi cobrou falta pela direita, Sergio Ramos antecipou Van Persie e cabeceou para a ótima defesa de Stekelenburg. Na sobra, Piqué tentou cruzar, mas o camisa 1 defendeu novamente.

Três minutos depois, Alonso tocou para Busquets na defesa. O volante deixou passar e a bola sobrou para Kuyt. De fora da área, o holandês bateu em cima de Casillas. Logo depois, Xavi lançou Villa por cima da zaga e Stekelenburg saiu bem do gol.

Aos 10, Iniesta abriu para Sergio Ramos na direita. O lateral encarou Kuyt e de frente para o gol tentou o cruzamento rasteiro. Heitinga jogou para escanteio. Na cobrança, Xavi recebeu e cruzou para Villa. A conclusão do camisa sete, poré, bateu na rede pelo lado de fora.

Sneijder, seis minutos depois, cobrou falta da intermediária e Casillas saiu  do gol para afastar. Aos 29, Villa saiu da área e enfiou para Xavi na frente, mas o goleiro holandês saiu do gol antes da conclusão.

Pouco depois, a melhor chance holandesa da primeira etapa. Robben cobrou escanteio para trás, Van Bommel jogou rasteiro para a área e Mathijsen furou na tentativa de finalização.

Aos 43, Alonso cobrou da intermediária e a bola saiu rente à trave direita. No último lance do primeiro tempo, Heitinga cabeceou para o meio da área e Puyol afastou. Na sobra, Robben chutou do bico da grande área e Casillas buscou na canto esquerdo baixo.

Segundo tempo

Segundo tempo
A Espanha quase abriu o marcador aos dois minutos. Xavi cobrou escanteio, Puyol desviou no primeiro pau e Capdevilla, sozinho, não conseguiu concluir. A resposta da Holanda veio com Van der Wiel. O lateral subiu ao ataque, cruzou e a bola passou na boca do gol.

Aos nove, Sergio Ramos sofreu falta perto da área. Xavi bateu e jogou perto do ângulo do gol holandês. Seis minutos depois, Van Persie subiu com Puyol e cabeceou por cima do gol.

No ataque seguinte, Robben perdeu a melhor oportunidade do jogo. Sneijder lançou entre os zagueiros e o camisa 11 bateu em cima de Casillas, que conseguiu mandar para escanteio.

Aos 24, Xavi abriu para Navas na direita. O meia cruzou, Heitinga falhou e Villa, sozinho na frente de Stekelenburg, concluiu para o gol. O zagueiro holandês, que havia falhado, conseguiu desviar para escanteio.

Sete minutos depois, Sergio Ramos de frente para o gol cabeceou por cima da meta holandesa. Aos 37, Robben ganhou na corrida de Puyol, tentou driblar Casillas, mas o goleiro fez a defesa nos pés do holandês.

Depois, as equipes passaram a tocar bola ne intermediária à espera da prorrogação.

ProrrogaçãoNo primeiro minuto, Iniesta e Fabregas tabelaram pelo meio e a bola sobrou para Xavi. A defesa holandesa afastou e Villa bateu com desvio pela linha de fundo.

Aos quatro, Iniesta enfiou para Fabregas e o jogador do Arsenal bateu em cima de Stekelenburg. A resposta holandesa veio com a cabeçada perigos de Mathijsen e a bola por cima do gol de Casillas.

Iniesta, pouco depois, com duas opções tentou a jogada individual e perdeu o gol na cara do goleiro holandês. Na blitz para cima da Holanda, Navas recebeu na direita e bateu no gol. A bola desviou na zaga e quase entrou.`

Segundo tempo
Iniesta, aos três minutos, foi lançado e derrubado por Heitinga na entrada da área. O árbitro Howard Webb expulsou o zagueiro e na cobrança Xavi bateu por cima do gol.

Aos nove, Sneijder cobrou falta, a bola desviou e passou perto da trave direita de Casillas.
Logo depois, Torres, da direita, lançou na área. A bola sobrou para Fabregas, que tocou para Iniesta. O camisa seis tocou na saída do goleiro e fez o gol do título.

Ficha técnica:
Holanda 0 X 1 Espanha
Data: 11/07/2010, Domingo
Horário: 15h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio Soccer City , Johanesburgo, na África do Sul
Árbitro: Howard Webb (Inglaterra)
Auxiliares: Darren Cann (Inglaterra) e Michael Mullarkey (Inglaterra)
Cartões Amarelos: Van Persie, Puyol, Van Bommel, Sergio Ramos, De Jong, Van Bronckhorst, Heitinga, Capdevilla, Robben, Van der Wiel, Mathijsen e Iniesta.
Cartão Vermelho: Heitinga

Holanda
Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst (Braafheid); De Jong (Van der Vaart), Van Bommel, Sneijder, Kuyt (Elia) e Robben; Van Persie.
Técnico: Van Marwijk

EspanhaCasillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevilla; Busquets, Xabi Alonso (Fabregas), Iniesta, Xavi e Pedro (Navas); Villa (Torres).
Técnico: Vicente Del Bosque
Gol: Iniesta aos 12 minutos do segundo tempo da prorrogação.

Os 23 campeões mundiais:1 – Iker CASILLAS (Goleiro) – Nascimento: 20/05/1980 – Clube: Real Madrid – Altura: 1,84m
2 – Raul ALBIOL (Zagueiro) – Nascimento: 04/09/1985 – Clube: Real Madrid – Altura: 1,87m
3 – Gerard PIQUE (Zagueiro) – Nascimento: 02/02/1987 – Clube: Barcelona – Altura: 1,92m
4 – Carlos MARCHENA (Zagueiro) – Nascimento: 31/07/1979 – Clube: Valência – Altura: 1,82m
5 – Carles PUYOL (Zagueiro) – Nascimento: 13/04/1978 – Clube: Barcelona – Altura: 1,78m
6 – Andres INIESTA (Meio-campo) – Nascimento: 11/05/1984 – Clube: Barcelona – Altura: 1,70m
7 – David VILLA (Atacante) – Nascimento: 03/12/1981 – Clube: Barcelona – Altura: 1,83m
8 – XAVI Hernandez (Meio-campo) – Nascimento: 25/01/1980 – Clube: Barcelona – Altura: 1,70m
9 – Fernando TORRES (Atacante) – Nascimento: 20/03/1984 – Clube: Liverpool (ENG) – Altura: 1,81m
10 – Cesc FABREGAS (Meio-campo) – Nascimento: 04/05/1987 – Clube: Arsenal (ENG) – Altura: 1,75m
11 – Joan CAPDEVILA (Lateral-esquerdo) – Nascimento: 03/02/1978 – Clube: Villarreal – Altura: 1,82m
12 – Victor VALDES (Goleiro) – Nascimento: 14/01/1982 – Clube: Barcelona – Altura: 1,83m
13 – Juan Manuel MATA (Atacante) – Nascimento: 25/11/1981 – Clube: Real Madrid – Altura: 1,74m
14 – XABI ALONSO (Volante) – Nascimento: 26/05/1983 – Clube: Ajax – Altura: 1,83m
15 – SERGIO RAMOS (Lateral-direito) – Nascimento: 30/03/1986 – Clube: Real Madrid – Altura: 1,83m
16 – Sergio BUSQUETS (Volante) – Nascimento: 16/07/1988 – Clube: Barcelona – Altura: 1,89m
17 – Alvaro ARBELOA (Lateral-direito) – Nascimento: 17/01/1983 – Clube: Real Madrid – Altura: 1,84m
18 – PEDRO (Atacante) – Nascimento: 28/07/1987 – Clube: Barcelona – Altura: 1,69m
19 – Fernando LLORENTE (Atacante) – Nascimento: 26/02/1985 – Clube: Atlético de Bilbao – Altura: 1,94m
20 – Javier MARTINEZ (Meio-campo) – Nascimento: 02/09/1988 – Clube: Atlético de Bilbao – Altura: 1,90m
21 – DAVID SILVA (Meio-campo) – Nascimento: 08/01/1986 – Clube: Valência – Altura: 1,77
22 – Jesus NAVAS (Atacante) – Nascimento: 21/11/1985 – Clube: Sevilha – Altura: 1,72m
23 – Pepe REINA (Goleiro) – Nascimento: 31/08/1982 – Clube: Liverpool (ENG) – Altura: 1,87m

Fonte: RD1

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>Espanha e Holanda disputarão final inédito nas história da Copa do Mundo

Posted on julho 7, 2010. Filed under: África, Copa 2010, Copa do Mundo, Espanha, Fifa, Holanda |

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A Copa viu nesta quarta-feira algo que parecia improvável no fim da primeira rodada da fase de grupos. Depois de largar na África do Sul com uma derrota surpreendente para a Suíça, a Espanha acumulou forças durante o Mundial e comprovou sua antes decantada capacidade de favorita ao derrotar a então sensação Alemanha por 1 a 0 no estádio Moses Mabhida, em Durban. Puyol fez de cabeça e virou o herói da vitória da Fúria.

  • AFP PHOTO / GABRIEL BOUYS
    Torcedor invadiu o campo logo no início da partida e foi retirado

  • AFP PHOTO / ROBERTO SCHMIDT
    Schweinsteiger não repetiu as boas atuações desta Copa

  • Fabrice Coffrini/AFP
    Puyol subiu mais que a defesa alemã para fazer gol da vitória
  • Ângulo fechado: Aos 6min do 1º tempo, Villa é lançado na área, toca de bico e só não marca graças à saída de gol de Neuer.
    Sem direção: Em pressão no 2º tempo, Iniesta avança na área, mas chuta mal cruzado.
Com a classificação espanhola à final, a Copa conhecerá no próximo domingo um campeão inédito, que se juntará à lista de sete países que já venceram o torneio da Fifa desde sua primeira edição em 1930.
 AFP/PEDRO UGARTE

Puyol celebra gol que colocou a Espanha em sua primeira decisão de Copa
Apesar de bons instantes em Mundiais, os finalistas espanhóis e holandeses jamais abraçaram a maior glória do futebol internacional.
Pelo título, a Espanha apostará no apogeu da melhor geração de jogadores da sua história, que já levará ao duelo contra a Holanda dois feitos históricos dos últimos anos: a conquista da Eurocopa de 2008 e a classificação inédita a uma final de Mundial.
Fica assim pelo caminho a Alemanha e suas três goleadas por quatro gols na Copa. Nesta quarta, os goleadores de Joachim Low não lembraram as atuações dos massacres prévios contra Austrália, Inglaterra e Argentina.
Em campo na semifinal de Durban, a Espanha colocou a bola no chão e dominou a divisão da posse. Esteve mais no ataque, girou pelos dois lados na missão quase impossível de furar a barreira defensiva alemã.
O goleador David Villa lutou, mas era dificilmente acionado. Assim, a alternativa foi a insistência nos chutes de fora com Xabi Alonso, mas sem sucesso.
Atrás, a Espanha poucas vezes teve a meta de Iker Casillas ameaçada. Mas quando a bola chegou, a estrela do Real Madrid mostrou a segurança de que dificilmente algo iria acontecer, justamente como na vitória espanhola sobre a Alemanha na final da Euro de dois anos atrás.
A histórica classificação da Fúria para a final da Copa do Mundo veio no segundo tempo, como poucos imaginavam, pelo alto e não pelo chão como a Fúria gosta de conquistar terreno.
Em jogada digna dos espetáculos recentes do estádio catalão Camp Nou, a dupla do Barcelona Xavi e Puyol apareceu em escanteio para vencer a gigante linha de defensores da Alemanha.
Assim, a Espanha de Vicente del Bosque levará a campo contra a Holanda no próximo domingo toda um retrospecto de grandes times, ídolos e frustrações em Mundiais passados, no jogo mais importante da Fúria em Mundiais desde 1930. Fonte: Uol Esportes
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>Robinho considera injusta a demissão de Dunga e exagero em cobranças pela eliminação

Posted on julho 5, 2010. Filed under: Copa 2010, Copa do Mundo, Dunga, FUTEBOL, Robinho |

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  • Robinho concedeu a primeira entrevista coletiva após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo
    Robinho concedeu a primeira entrevista coletiva após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo
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      Camisa 11 da seleção brasileira na Copa do Mundo, Robinho considera injusta a demissão de Dunga e as cobranças pela eliminação nas quartas de final. O atacante concedeu entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira, no CT Rei Pelé, e demonstrou incompreensão com as criticas feitas ao desempenho do treinador e da seleção.

      Robinho não vê erros na condução de Dunga ao longo do trabalho e no desempenho do Brasil na Copa. Para o jogador, a derrota para a Holanda por 2 a 1, na última sexta-feira, ocorreu por questão de “detalhes”.

      “Futebol é um conjunto, e por isso é errado culpar o Dunga pela eliminação. Assim como não seria o principal responsável em caso de título. O Brasil sempre vai entrar em campo para ganhar e, infelizmente, por causa de duas bobeiras em jogadas de bola aérea ficamos fora. Estamos frustrados”,

      comentou Robinho que, ao longo dos quatro anos de trabalho de Dunga à frente da seleção, foi colocado como um dos jogadores preferidos do técnico.

      “Nossa preparação foi muito boa. Só que quando não se ganha, todos questionam. Nós sabemos que nos preparamos adequadamente e infelizmente não ganhamos. Esse é meu pensamento”, complementou.

      Com relação a Luiz Felipe Scolari e Mano Menezes, principais nomes especulados para assumir o comando da seleção, Robinho não se posicionou. O jogador pareceu mais preocupado em perder espaço na seleção.

      “A demissão do Dunga me pegou de surpresa. Eu nunca trabalhei com o Mano e nem com o Felipão, mas são treinadores vencedores. Com qualquer um desses dois, a seleção estará bem servida. Espero que o próximo treinador me convoque”, disse o ídolo santista.

      Robinho participou de 4 dos 5 jogos do Brasil na Copa do Mundo, e marcou dois gols. O desempenho foi considerado pelo próprio jogador abaixo da expectativa.

      “Estava bem fisicamente. E achei que poderia ter ido melhor, pois sei do meu potencial. Agora é trabalhar para ganhar a próxima Copa em casa”, finalizou Robinho.

      O atacante se reapresentou ao Santos na tarde desta segunda-feira, no CT Rei Pelé. Pouco depois de conversar com Dorival Júnior, foi liberado para folgar ao longo da semana

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      >Funcionários de hotéis onde a Seleção Brasileira hospedou na África recusam falar sobre ambiente entre os jogadores e comissão

      Posted on julho 5, 2010. Filed under: África, África do Sul, Copa do Mundo, FUTEBOL, jogador de futebol, seleção brasileira |

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      Copa do Mundo – A seleção brasileira foi embora da África do Sul no último sábado, mas deixou resquícios de seu comportamento no país da Copa do Mundo. Funcionários que tiveram contato mais próximo com os jogadores são proibidos de falar sobre o assunto. Em dois dos três hotéis usados pela delegação, conversar sobre a seleção significa risco de advertência ou punição mais grave. Apenas hóspedes contaram um pouco do “day after” do time de Dunga.
      Em Port Elizabeth, palco da eliminação brasileira diante da Holanda, nas quartas de final, os funcionários não escondem o medo em dar alguma declaração ou fazer o mais simples comentário. No domingo, um dia depois de a seleção partir rumo ao Brasil, o silêncio foi total.
      “O gerente não está aqui e nós não falamos sobre isso”, respondeu uma recepcionista. Quando questionada o motivo de tal postura, ela informou: “não podemos falar disso, estamos proibidos.”
      Os funcionários do pequeno bar do hotel também se mostraram assustados. Perguntado se o Brasil esteve hospedado lá, um atendente respondeu: “sim”. E você viu os jogadores? “Não posso falar”, emendou ele, baixando o tom de voz e indo para outro canto do balcão.
      Em Johanesburgo, onde a seleção passou grande parte do tempo concentrada e isolada, a restrição foi ainda maior. Ter contato com os funcionários foi praticamente impossível. Aqueles que mais se aproximaram dos jogadores também não abriram a boca. “Estamos proibidos de falar. Eu, ela e todo mundo”, afirmou um segurança apontando para a colega que tomava conta da entrada do lugar.
      Mas se em Johanesburgo a seleção se despediu feliz e animada depois de bater o Chile por 3 a 0 nas oitavas de final, em Port Elizabeth o clima foi pesado depois do duelo com os holandeses, que venceram por 2 a 1.
      A brasileira Dina Applegreen Oliveira estava no mesmo hotel da seleção na manhã de sábado. Viu de perto as reações de alguns jogadores horas depois da eliminação diante da Holanda. “O clima era de muita tristeza. O Julio Cesar estava com cara de enterro, parecia que tinha ido num velório. Seus olhos estavam inchados e vermelhos”, contou Dina.
       Dunga manteve o clima de discrição na África, o que seguiu mesmo após a eliminação brasileira
      Embora tivessem o dia livre até embarcar no final da tarde, os jogadores preferiram não deixar o hotel. A maioria sequer tomou café da manhã. Juan e Luisão foram os que ficaram mais tempo no lobby do hotel durante o sábado. “Eles estavam bem abatidos e ficaram no barzinho do hotel, mas sem beber nada com álcool”, disse a torcedora.
      Kaká esteve entre aqueles que não saíram do quarto. E foi um dos poucos que Dina não conseguiu ter um contato mais próximo. Nada de fotos ou autógrafo. “Quando ele finalmente apareceu no lobby algumas pessoas já estavam em volta dele e ficou difícil.” Fonte: UOL Esportes
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      >Com sede de esnobar o Brasil, seleção de Maradona bate o México por 3 a 1 e parte para cima da Alemanha

      Posted on junho 27, 2010. Filed under: Argentina, Copa do Mundo, FUTEBOL, Maradona, seleção |

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      A Argentina encanta, convence e ganha. Tem um ataque infernal que compensa a defesa que adora dar sustos. Maradona fica no banco, mas inspira. Põe o time para frente. Aplaude os erros em jogadas individuais, incentiva para a próxima tentativa. 
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      AP Photo/Guillermo Arias

      –> AP Photo/Guillermo Arias

      Maradona e jogadores da Argentina comemoram da vitória sobre o México
      Neste domingo, o time “hermano” mostrou tudo isso e ainda contou com duas “ajudonas” contra um coadjuvante que também agradou. A vitória por 3 a 1 sobre o México valeu uma vaga nas quartas de final e muito mais: foi o contraponto da Copa marcada por muitas partidas fracas tecnicamente.
      • Getty Images Mexicanos reclamaram muito de impedimento no 1º gol argentino
      • AP/Ivan Sekretarev Osório errou na saída e Higuaín fez seu quarto gol no Mundial
      • Dani Ochoa de Olza/AP Com uma bomba, Tevez marcou seu segundo gol na partida
      • Para frente: O ataque argentino foi infernal no 1º tempo – rápido e habilidoso, brigou e fez os gols.
         
        Parelho: O México perdeu, está eliminado, mas jogou de igual para igual. Quase abriu o placar.
         
        Conta fechada: O 2º gol de Tevez eliminou qualquer chance de reação aos 7min da etapa final.
      O próximo desafio terá gosto de revanche para os argentinos. Eles enfrentam a Alemanha, que atropelou a Inglaterra por 4 a 1. Na Copa passada, em 2006, os alemães eliminaram a Argentina nas quartas de final na disputa por pênaltis. O reencontro, então, já tem data (sábado), hora (11h de Brasília) e local (Cidade do Cabo) marcados.
      Mas este domingo foi um dia para não se esquecer tão facilmente. Não bastasse o futebol envolvente dos argentinos, o duelo ainda teve inúmeros ingredientes que só valorizam o espetáculo, gostem os politicamente corretos ou não.
      Duas seleções rápidas e ofensivas, clima quente, falha grotesca de zagueiro e até um gol escandalosamente impedido, lembrando que a Fifa defende esse “fator humano” no combate à ajuda da tecnologia. E tudo isso no Soccer City, principal palco da África do Sul, com 84.377 torcedores.
      Foi “apenas” um jogo de oitavas de final, mas já figura entre os melhores desta Copa. Tevez abriu o placar aos 26min totalmente impedido. Não satisfeito, mandou uma bola no ângulo na etapa final. Um golaço.
      Higuaín, como bom matador, também fez o seu. Foi oportunista ao ganhar o presente de Osório e frio para driblar o goleiro, fazendo seu quarto gol e se isolando na artilharia do Mundial.
      Messi é um capítulo à parte. Ele não para. Se cada vez mais o futebol mundial valoriza a força física, a obediência tática e a marcação total, o camisa 10 argentino vai no caminho contrário.
      O atacante do Barcelona sabe como poucos fazer isso. Arrisca dribles com frequência e sai em arrancada. Muitos lances não dão certo, como aconteceu neste domingo. Mas ninguém reclama. Maradona apoia. E Messi, ainda sem nenhum gol na Copa, não desiste.
      O México também merece aplausos. Fez um gol, mas poderia ter sido mais. O placar foi justo apenas com o ataque argentino. A equipe de Javier Aguirre levou perigo constante, chegou a ter mais domínio territorial e encarou o rival de igual para igual.
      Mas foi pouco para superar a turma de Tevez, Higuaín, Messi, Maradona… A Argentina vai firme em busca do tri. A Alemanha que se cuide. Fonte: UOL Esporte
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