Copenhague

>Vai, minha filha, ajuda!

Posted on dezembro 21, 2009. Filed under: Carlos Minc, Copenhague, Dilma Rousseff, filha, José Serra, Lula, Marina, Meio Ambiente |

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Tudo bem que a eleição de Dilma Rousseff para presidente da República dependa acima de tudo da capacidade de Lula de transferir votos para ela. Haverá transferência. O que ninguém sabe é se será suficiente. Mas convenhamos: Dilma tem de fazer sua parte. Foi um fiasco, por exemplo, seu desempenho na conferência sobre o clima em Copenhague.

Que melhor cenário poderia ter sido montado para Dilma desfilar como apóstola da preservação do meio ambiente? Apóstola seria um exagero. A senadora Marina Silva (PV-AC) é quem tem jeito de apóstola. Desafetos apontam Dilma como adepta do desenvolvimento a qualquer preço – o que é um exagero.


Copenhague foi uma oportunidade desperdiçada por ela. Primeiro trombou com o ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente. Desautorizou uma declaração dele que em nada criaria embaraços para a posição do Brasil na conferência. Em seguida trombou com Marina e o governador José Serra (PSDB).


Os dois propuseram que o Brasil doasse um bilhão de dólares para a criação de um fundo internacional de financiamento de medidas de adaptação e redução de emissões de gases nos países pobres. Dilma rebateu a proposta sem pensar que ficaria mal na foto: “Um bilhão de dólares não faz nem cosquinha”.


Mais tarde provou o remédio amargo que empurrara goela abaixo de Minc – acabou desautorizada por Lula. Ao pedir aos países desenvolvidos que se comprometessem com metas concretas de defesa do meio ambiente, Lula disse que o Brasil estava disposto, sim, a doar dinheiro para o tal fundo.


E ainda houve o que muitos atribuíram a um ato falho de Dilma. Em uma de suas intervenções antes que Lula chegasse a Copenhague, Dilma afirmou em discurso por escrito: “O meio ambiente é, sem dúvida nenhuma, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável”.


Pobre redator do discurso. Da forma como a frase foi construída é improvável que ele tenha escrito: “O meio ambiente não é, sem dúvida nenhuma, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável”. Nesse caso, o “sem dúvida nenhuma” teria sido extirpado em favor da clareza. Dilma leu o que foi escrito. Culpa não lhe cabe.


Coube-lhe o desgaste pela trapalhada. Sorte dela que não tenham vazado durante o encontro inconfidências cometidas por seus próprios assessores. O desgaste teria sido ainda maior. Dilma cobrou do governo da Dinamarca tratamento conferido apenas a chefes de Estado. Não obteve.


Ao desembarcar, pretendia entrar direto em um carro e se mandar do aeroporto. Não conseguiu. Estava disposta a driblar detectores de metal. Não conseguiu. Exigiu que lhe servissem comida especial – conseguiu. Requisitou para uso exclusivo uma copiadora capaz de imprimir a cor – conseguiu também.


Distante dos marqueteiros, por sua própria conta e risco, Dilma foi Dilma em estado puro. Talvez tenha sido mais feliz assim. Recentemente, ela admitiu que cansou de ouvir conselhos para mudar determinados traços do seu temperamento. Decidira não tentar mais parecer com o que não é.


A simpatia não é o seu forte. Por que penar para ser simpática? Quem convive com ela a reconhece como uma executiva eficiente e talentosa, embora centralizadora. E no mais das vezes ríspida com seus subordinados. Gosta de mandar – um ponto positivo para quem aspira ao cargo mais importante do país. E não gosta de ser contrariada.


Ora bolas! Por que fazer de conta que a dama de ferro esconde uma espécie de Dilminha paz e amor? Lula é quem domina a requintada arte de se comportar como um camaleão. É grosseiro em particular com os que o cercam. Em público é doce com eles. Em particular diz muitos palavrões. Só falou merda uma vez em público.


Políticos são atores – Dilma sabe. Falam em campanha o que a distinta platéia quer ouvir Dilma sabe. E não dão um passo sem pesquisar antes seus efeitos Dilma sabe. Portanto, ou ela segue as regras ou perde de véspera. Lula ainda não chegou ao ponto de operar milagres.

E-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br – Fonte: A Gazeta

BLOG DO NOBLAT: http://www.oglobo.com.br/noblat

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>Brasil reclama por ser tratado como ‘rico’ em Copenhague

Posted on dezembro 17, 2009. Filed under: África do Sul, Índia, Brasil, China, Copenhague, Dilma Rousseff, rico |

> Luciana Coelho/Folha

A Dilma Rousseff que desfila por Copenhague é diferente da Dilma Rousseff que deixou o Brasil no início da semana.


Antes de voar para a capital da Dinamarca, Dilma levara o rosto à TV. Numa peça publicitária do PT, vendera a tese do Brasil-potência.


Dissera que o país logo seria a quinta economia do mundo.


Como não falara em prazos, Dilma passara a impressão de que a riqueza estaria na virada da esquina.


Chefe da delegação brasileira na cúpula do clima, a ministra-candidata foi submetida a uma novidade incômoda.


Os países mais ricos do planeta decidiram dispensar ao Brasil um tratamento de igual. É como se tomassem a Dilma da TV ao pé da letra.


Discute-se em Copenhague a criação de um fundo anual para combater o aquecimento global. Em 2030, somaria algo como US$ 200 bilhões.


Os países ricos se dispõem a custear 25% do fundo. E sugerem que nações como Brasil, China, Índia e África do Sul compareçam com 20%.


Em timbre diverso do que usara na propaganda petista, a Dilma Rousseff do exterior subiu no caixote com cara de ministra de país remediado:


“Somos a favor de compromissos comuns, mas diferenciados. Esses países têm 200 anos de desenvolvimento e de acúmulo de riqueza, por isso não concordamos”.


O ministro petista do Meio Ambiente, Carlos Minc, ecoou a colega: “Daqui a pouco, os EUA vão dizer que são um país em desenvolvimento”.


Lá fora, tomada por representante de nação endinheirada, Dilma faz voto de pobreza. No Brasil, ministra de país ainda pobre, Dilma faz voto de riqueza.


Considerando-se o fato de que o Brasil não vale senão o quanto pesa, melhor levar a sério apenas a Dilma de Copenhague.


Fonte: Blog do Josias


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>A vaca é a culpada?

Posted on dezembro 16, 2009. Filed under: Agropecuária, COP-15, Copenhague, direito ambiental, economista, efeito estufa, especialista, mercados de commodities, produtor rural, USP |

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A pecuária tem importância fundamental na economia brasileira desde os primórdios de nossa colonização. Vários ciclos econômicos passaram, mas a atividade pecuária sempre esteve presente, oferecendo alimento farto para a crescente população. Para o Estado de Mato Grosso não há como olvidar, a maioria da população sabe disso. Mesmo antes de chegar a energia elétrica e as rodovias, as charqueadas cumpriam o seu papel. Os batelões zingavam os rios, formando nas barrancas um intenso comércio.

Os números, normalmente não publicados, dão conta da importância da pecuária mato-grossense e brasileira. No decorrer do ano de 2008 foram exportados aproximadamente US$ 700 milhões pelo setor, mesmo considerando que 80% da carne mato-grossense é dirigida ao mercado. Já em nível nacional, para o ano de 2009 o Conselho Nacional Permanente da Pecuária de Corte estima exportações de tão somente 2 milhões de toneladas, enquanto que o consumo interno deverá ultrapassar a casa das 7,2 milhões de toneladas.


Em tempos de Copenhague, no decorrer da COP-15, nossa velha e necessária pecuária está vivendo dias de grande desconforto. Está sendo debitado à pecuária brasileira o percentual de 50% das emissões de gases de efeito estufa. Acadêmicos, ambientalistas e outros “entendidos” no assunto defendem este número com paixões e pregam uma inevitável catástrofe por conta da ruminação de nossas vacas e bois.


Levam o problema ainda mais longe, oferecem receitas de mitigação das emissões pela pecuária. Pregam que, com a integração lavoura pecuária, recuperação de pastagens, etc, os problemas serão minimizados. Enquanto isso despencam as exportações brasileiras dessa importante commodity. Não sei com precisão o que significa “desserviço prestado ao Estado de Mato Grosso”, porém, neste caso, não há como negar, demonizar a pecuária parece ser um caso bem característico dessa façanha, para o Estado e o país.


Estes mesmos “entendidos” esquecem que o setor pecuário realizou um esforço hercúleo e conseguiu reduzir a idade de abate nesta década, de cinco para três anos. Quantos milhões de toneladas de gás metano deixaram de ser emitidas? Claro, assim como a melhoria na qualidade da carne ofertada, esta informação parece não ser importante aos críticos. Nesta guerra desigual de informações vimos nosso boi, que já foi verde por conta da vaca louca, se transformar no boi pirata por obra do ministro do Meio Ambiente e agora, guardião, por decisão do ministro da Agricultura e Pecuária.


Mas, nem tudo está perdido. Esta semana a imprensa divulgou uma posição firme do professor Paulo Artaxo do Departamento de Física da USP e também membro do IPCC. Segundo ele, a atividade da pecuária emite não mais que 17% e a diferença para se chegar aos 50% refere-se aos desmatamentos na Amazônia que, erroneamente são computados totalmente para a pecuária. Portanto, estão errados todos os entendidos no assunto. Mas, esta é uma questão que não pode ser deixada de lado. Precisamos saber exatamente o quanto emitimos na criação de gado bovino para que possamos mitigar tais emissões.


E a conta de tudo isto? Tenho segurança em afirmar que se frustrarão aqueles que foram à Dinamarca com o objetivo de garantir recursos financeiros. Não há dinheiro disponível no mundo para a conta que apresentam. Certamente que os cenários internacionais indicam às nações muita cautela na definição de valores para um fundo onde “um bilhão de dólares não faz cosquinha”. Assim a definição das disponibilidades financeiras para “salvar o planeta” ficará para 2010.


Enquanto isto não ocorre, uma boa medida seria a redução drástica do rebanho brasileiro, até mesmo, em função do princípio da precaução. Precisamos fazer conta dos custos para recuperação de pastagens que são extremamente elevados, mas se reduzem com a diminuição do rebanho. Por outro lado é muito bom que os críticos da pecuária busquem novas ofertas de proteínas, afinal, enquanto você lia este artigo nasceram 819 crianças no mundo. Portanto, a culpa não é da vaca!

Autor:Amado de Oliveira Filho é produtor rural, economista, especialista em mercados de commodities agropecuárias e direito ambiental – Fonte: A Gazeta – amadoofilho@ig.com.br

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>Meio Ambiente: Governado Blairo Maggi explica em Copenhague ações de MT na redução do desmatamento

Posted on dezembro 15, 2009. Filed under: Amazônia legal, Carlos Minc, ciência, Copenhague, destamatamento, Dinamarca, Fórum, Meio Ambiente, Tecnologia |

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Na Dinamarca, Blairo Maggi pede a participação da sociedade
para defender a floresta brasileira

O governador Blairo Maggi (PR), que está em Copenhague, Dinamarca, participou de uma reunião do Fórum dos Governadores da Amazônia Legal nesta segunda (14) e defendeu que há maior conscientização de todos os atores sociais, empresariais e públicos envolvidos na conservação e proteção ambiental da Amazônia. Segundo ele, essa nova mentalidade resultou na redução do desmatamento nos últimos anos. “Mato Grosso teve mudanças muito grandes em termos de redução de desmatamento entre 2003 e 2009”, comentou Maggi a uma plateia de jornalistas, empresários, ambientalistas, professores universitários e governos subnacionais de todo o mundo. “E grande parte do desmatamento se deve ao fato de que as pessoas têm entendimento sobre o valor da floresta em pé”.

Maggi afirmou também que é necessária a participação da sociedade de uma forma geral.
“O mundo mudou e é hora de todas as pessoas se engajarem nessa mudança para que tenhamos uma nova realidade, um mundo melhor para nossos filhos, nossos netos e gerações futuras”, disse o governador a interlocutores no Bella Center, palco central dos debates e proposições em Copenhague. A redução do destamatamento em Mato Grosso no ciclo 2003/2004 registrou 11.814 Km² para cerca de 1.047 Km² entre 1º agosto 2008 a 31 julho de 2009, de acordo com dados oficiais calculados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Maggi informou ainda que 62% da redução do desmatamento da Amazônia brasileira desde 2005 é atribuída ao estado de Mato Grosso.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que já protagonizou duras discussões com Maggi e hoje tem o republicano como “queridinho” dos ambientalistas, também participou da reunião dos governadores e realçou aos presentes a importância da união em defesa da floresta brasileira. “Hoje existe diálogo aberto, maduro em função da união dos governadores da Amazônia e do governo do presidente Lula”, avaliou Minc.

Acompanham o governador em Copenhague os secretários de Estado Luiz Henrique Daldegan (Meio Ambiente), Eumar Novacki (Casa Civil e Comunicação Social), Alexander Maia (Casa Militar), Terezinha Maggi (Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social), professora Flávia Nogueira (Extraordinária de Apoio a Políticas Educacionais) e o adjunto de Marketing do Governo, Júlio Valmórbida.

Fonte: RDNews

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>Ministra Dilma da vexame ao propor acordo do clima tímido em Copenhague

Posted on dezembro 14, 2009. Filed under: Clima, Copenhague, Dilma Rousseff, efeito estufa, gases, Ministra Dilma, OAB, Orçamento da União, TAM, tímido |

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Em entrevistas concedidas a reporter da Rádio CBN, empresários e políticos, inclusive do próprio governo, monstraram indignados pelo fato da Ministra Dilma apresentar uma proposta aquém do que ja havia sido debatido em Compenhague.


A folha Online postou o seguinte texto:

Ao final de seu primeiro dia em campo como chefe da delegação brasileira na negociação do clima, neste domingo (13), a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) defendeu uma meta global de corte de 50% nas emissões de gases do efeito estufa até 2050, em relação aos números de 1990.


O número é o mais tímido entre os três que foram incluídos em uma proposta de acordo apresentada na semana passada com apoio do Brasil (50%, 85% e 95%). Mas representa um avanço na posição da própria Dilma, que, dias antes de ir para Copenhague, não queria nenhum valor que implicasse em um compromisso dos países em desenvolvimento que viesse depois a ser cobrado.


“Esse [número] nós temos, é o mínimo de 50% [até 2050]”, afirmou Dilma após passar a tarde reunida com outros chefes de delegação discutindo a proposta de acordo. O texto precisa ser entregue a premiês e presidentes nesta quinta para que eles o assinem na sexta.


Setores do governo avaliam que uma meta inferior a 70% de corte das emissões globais sobre 1990 é insuficiente para conter o aquecimento do planeta sob um teto de 2 ºC até 2100, como recomendado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).

Enfática, Dilma colocou a hipótese de não haver acordo nenhum em Copenhague caso ele acabe com a diferenciação de responsabilidades entre países ricos e pobres definida pelo Protocolo de Kyoto (1997).
“Não posso deixar que haja uma volta para trás. Eu não posso voltar para casa [com um acordo desses], né?”, pontuou.


Exigência

Durante toda a entrevista, a ministra repetiu que cabe a países ricos a cota maior e compulsória do corte de emissões e do financiamento às nações em desenvolvimento para lidarem com a mudança climática.


Segundo Dilma, a questão de igualar a exigência de corte entre o bloco dos desenvolvidos e o dos em desenvolvimento voltou à baila ontem na reunião dos ministros. Ela aceita compromissos, mas não metas nem sanções por descumprimento.


Outro problema constantemente levantado pela delegação brasileira é a falta de dinheiro na mesa para as ações de médio prazo. Os países desenvolvidos não citam números e, com exceção da União Europeia, não falam em financiamento depois de 2013. Em vez disso, cobram aporte dos emergentes –sobretudo da China e do Brasil (Índia e África do Sul raramente são citados).


“Tem uma situação completamente invertida. A responsabilidade é dos países desenvolvidos”, afirmou a ministra.


A UE defendeu nesta semana a colaboração dos emergentes em um fundo global para lidar com adaptação e corte de emissões nos países em desenvolvimento –uma proposta inicialmente colocada pelo México.

Dilma não rechaçou a ideia, mas afirmou que antes de definir a posição brasileira quer ver dinheiro na mesa. “Você só vai fazer isso quando você souber quanto vai ser posto.” Para ela, primeiro os países ricos, donos da responsabilidade, precisam mostrar suas ofertas. “Se vai ter contribuição voluntária ou não é um segundo momento.”


A ministra defende que a discussão em Copenhague se balize pelo PIB per capita e, em linha com a posição tradicional do Brasil, considere o histórico de emissões. Alguns países dizem que os emergentes, por estarem entre os que mais contribuem hoje para o aumento dos gases-estufa, deveriam fazer mais –o que Dilma classifica como um “escândalo”.


A ONU estima que em 2020 serão precisos US$ 150 bilhões anuais para bancar as ações de adaptação e mitigação no médio prazo. Dilma diz que o Brasil vê um número entre US$ 100 bilhões e US$ 500 bilhões. Fonte: Folha Online

Decisão sobre caças ficará para 2010

José Cruz/ABr
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PRESIDENTE LULA

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O presidente Lula confirmou hoje (14) que o governo federal vai deixar para 2010 a decisão sobre a compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira. Lula é quem vai dar a palavra final sobre a escolha dos aviões, mas prometeu reunir o Conselho de Defesa Nacional para decidir, conjuntamente, se o Brasil vai comprar as aeronaves da França, Estados Unidos ou Suécia. No entanto, ele já admitiu ter preferência pelos aviões franceses. O presidente também informou que está prevista a compra de submarinos para a Marinha, assim como cerca de 3.000 carros blindados para o Exército.

Orçamento fica para semana que vem

José Cruz/ABr
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SENADORA IDELI SALVATTI

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A conclusão da votação do Orçamento da União para 2010 deve ficar para semana que vem. Com o cronograma apertado, a Comissão Mista de Orçamento ainda precisa analisar relatórios setoriais, antes de entrar na discussão do relatório final do deputado Magela (PT-DF). A senadora Ideli Salvatti (PT-SC) acredita que o mais provável é concluir a votação no dia 22 deste mês, último dia de trabalho antes do recesso. O líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), afirmou que o tema será discutido nesta terça (15) com o líder do DEM no Senado, José Agripino (RN), e parlamentares da comissão. Na noite desta segunda (14), a comissão tentará realizar uma reunião extraordinária.

Caso Arruda: OAB pede para que
Câmara do DF não entre em recesso

oab.org.br
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CEZAR BRITTO

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O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, pediu nesta segunda (14) que a Câmara Legislativa do Distrito Federal não entre em recesso legislativo neste fim de ano, para que a Casa possa analisar os pedidos de impeachment contra o governador José Roberto Arruda. Britto fez a sugestão após a OAB protocolar representações por quebra de decoro parlamentar contra os deputados distritais Eurides Brito (PMDB), Leonardo Prudente (DEM) e Junior Brunelli (PSC), para impedi-los de participar da análise do processo em que estão envolvidos. “Se um deputado é acusado do crime que se investiga, não pode participar do seu exame como se não estivesse envolvido, pois não haverá isenção”, disse Britto.

Eramos 6

Eramos 6

Até o Ano Novo, tudo velho

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Para esta segunda (14), Carlos Chagas traz em seu artigo um resumo de tudo o que não vai ser concluído este ano na política. Desde a confirmação dos partidos sobre seus candidatos à 2010, até os trabalhos do Legislativo, Judiciário e também sobre as discussões em torno do escândalo de corrupção envolvendo o governo do Distrito Federal. Segundo ele, “de hoje até o início de janeiro não acontecerá nada na política nacional. Fica tudo como está, salvo se Papai Noel dispuser de planos surpreendentes, daqueles que continuamos ignorando”.

Arruda perde para Serra e Cabral

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O governador José Roberto Arruda perdeu para os governadores José Serra (PSDB) e Sérgio Cabral (PMDB) – o campeão – na enquete do “pior governador do Brasil”, do blog Militar Legal. O Distrito Federal paga o melhor salário da Polícia Militar; o Rio, um dos piores.

TAM retém passageiros franceses por 4 horas. Como reclamaram, foram presos.

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Dois franceses e uma francesa de meia-idade foram soltos sob fiança, sexta, após tumulto num voo da TAM, domingo passado, em Guarulhos (SP), de volta à França. Uma falha técnica reteve o avião sob o sol por quase quatro horas, sob protesto de outros passageiros. Os três queriam trocar de avião, temendo tragédia igual à da voo 447 da Air France, segundo a imprensa francesa. A TAM processa o trio por “danos morais”. Deveria sofrer processo idêntico.

Impostos: brasileiro pagou R$ 1 trilhão

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O “impostômetro” instalado da Associação Comercial de São Paulo, acaba de registrar o recolhimento de R$ 1 trilhão em impostos, durante o ano de 2009.

AC: TSE livra deputado de cassação

Ag. Câmara
Foto
SÉRGIO PETECÃO

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O Tribunal Superior Eleitoral negou recurso que pretendia cassar o mandato do deputado Sérgio Petecão (PMN-AC). De autoria dos ex-deputados Narciso Mendes e Auricélia Assis Mendes, o documento acusava Petecão de abuso de poder político e compra de votos durante a campanha. O relator, ministro Marcelo Ribeiro, votou pela rejeição por considerar que as provas apresentadas não levaram à “conclusão irrefutável de que houve abuso”.

África paralisa negociação da COP 15

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Os delegados de países africanos abandonaram nesta segunda (14) os grupos oficiais de negociação da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 15). Apoiados por outros países em desenvolvimento, a África deixou o grupo para protestar contra uma tentativa dos países desenvolvidos de acabar com o Protocolo de Kyoto. Segundo Jeremy Hobbs, diretor executivo da ONG Oxfam International, a África “soou o sinal de alerta para evitar que o trem descarrile ao fim desta semana”. Segundo representantes africanos, o Protocolo de Kyoto é o único meio de se impor metas vinculantes às nações ricas, historicamente responsáveis pelo acúmulo de gases-estufa na atmosfera.

Citi vai devolver R$ 20 bi aos EUA

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O Citigroup afirmou nesta segunda (14) que chegou a um acordo com órgãos reguladores norte-americanos para devolver US$ 20 bilhões recebidos como parte do resgate bancário. O banco recebeu US$ 45 bilhões da administração americana como parte do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos. Os outros US$ 25 bilhões foram convertidos, este ano, em ações ordinárias do Citigroup, deixando os Estados Unidos com cerca de 34% de participação na instituição financeira. Em nota, o presidente-executivo do Citigroup, Vikram Pandit, afirmou que o grupo é “grato pelos Estados Unidos” e reconhece a obrigação de “apoiar a recuperação econômica financiando assistência aos donos de moradias e outros mutuários em necessidade”.

ONU pede explicações sobre censura

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A Organização das Nações Unidas (ONU) enviou ao Itamaraty uma carta pedindo explicações sobre a censura imposta ao jornal O Estado de S. Paulo. Segundo reportagem do Estadão, a carta foi enviada pelo relator da entidade para defesa da liberdade de expressão, Frank La Rue, antes da decisão do Supremo Tribunal Federal, tomada na última semana, que manteve a mordaça. Desde 31 de julho, o jornal está impedido de publicar notícias sobre a investigação da Polícia Federal relacionadas a atividades do empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney.

Fonte: http://www.claudiohumberto.com.br

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>Planeta não terá uma segunda chance

Posted on dezembro 13, 2009. Filed under: chance, COP-15, Copenhague, Mercosul, planeta, Venezuela |

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Orlando Brito

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A CIDADE FERVE, MAS O SHOPPING FECHA ÀS 17H: SEM PLANO B.

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É natural que os moradores de Copenhague estejam assustados. A COP-15, conferência da ONU para estudar as mudanças climáticas entupiu a cidade de forasteiros de todas as partes do mundo. De repente, o metrô está lotado, não há taxis, nem lugar nos restaurantes. Há barulho nas ruas, a polícia – que raramente se ocupa com repressão – teve de mostrar sua força para conter ambientalistas mais acalorados. Apesar de ser capital de um país do chamado primeiro mundo, as novidades são raras, a monotonia toma conta das pessoas. Muita coisa, porém não mudou no cotidiano dos dinamarqueses. Por exemplo, o principal shopping da cidade, o Fisketorvet, fechou no ontem às cinco da tarde, apesar do período de Natal. Lá, porém, é um dos lugares onde há manifestações expontâneas, como essa aí. Onde um cartaz diz que o planeta não tem um Plano B de sobrevivência. (Orlando Brito, de Copenhague)

Venezuela no Mercosul: decisão terça

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A votação do protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul pode ser concluída na próxima terça (15). Na última semana, um acordo entre os líderes adiou a análise da matéria PDS 430/08. A proposta gera polêmica entre oposição e governo. Os governistas defendem a entrada do país no bloco, e justificam que será bom para a economia de ambos. Já a oposição é contra, principalmente porque se trata de um país liderado por Hugo Chávez.Para o presidente Lula, a aprovação é necessária para que o bloco comece a superar divergências conjunturais, para “atacar de frente as assimetrias” existentes.

CCJ analisa proibição de
cigarro em ambientes fechados

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SEN. TIÃO VIANA

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Os senadores da Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal podem votar na próxima quarta (16) o projeto de lei que proíbe o uso de produtos de tabaco em ambientes coletivos fechados. A proposta, de autoria do senador Tião Viana (PT-AC), veta o uso, em locais fechados públicos ou coletivos, de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco. Para o autor do projeto, a proibição é o único meio de proteger os não fumantes da ação dos poluentes que decorrem da queima do tabaco. O projeto tem parecer favorável da senadora Marina Silva (PV-AC) e, se aprovado, seguirá para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa.

Seguridade aprova 13º para idoso

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A Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados aprovou na última semana a proposta que concede gratificação natalina (13º salário) no valor de um salário mínimo aos idosos de baixa renda com 70 anos de idade ou mais que recebem o benefício de prestação continuada (BPC-Loas). Direcionados também aos deficientes físicos, o objetivo da proposta é equiparar essas pessoas aos aposentados e pensionistas do INSS. A proposta também instituiu uma renda mensal vitalícia de até 60% do salário mínimo para maiores de 70 anos de idade que não tenham condições de se manter e para pessoas incapacitadas para o trabalho. O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Neilton Mulim (PR-RJ), ao Projeto de Lei 3967/97 e a outras sete propostas que tramitam em conjunto. Os projetos tramitam em caráter conclusivo e ainda serão analisados pelas comissões de Finanças; e de Constituição e Justiça.

Governo quer consolidar Leis Sociais

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O presidente Lula pretende enviar, em fevereiro, ao Congresso Nacional, proposta para regulamentar de forma definitiva as políticas sociais do governo federal. A ideia do presidente é, no último ano de mandato e quando serão realizadas eleições presidenciais, propor a Consolidação das Leis Sociais (CLS), aos moldes que Getúlio Vargas fez na década de 1940 com a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Segundo o presidente, a criação da CLS “possibilita estipular metas e diretrizes que serviriam de ponto de partida para que todos dialoguem”, ao se referir à articulação entre os diferentes órgãos que fazem política social e aos três níveis de governo (União, estados e municípios). Na avaliação de Lula, o próximo governo, eleito em 2010, “tentará prorrogar esses mecanismos”.

Orçamento discute estimativa de receita

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A Comissão Mista de Orçamento vai negociar na próxima semana um acordo para a segunda estimativa de receita primária para 2010. Os integrantes da comissão também tentarão fechar o déficit de cerca de R$ 7 bilhões em despesas obrigatórias que existe na proposta do relator-geral, deputado Magela (PT-DF), em áreas como saúde e agricultura. Na última semana, a CMO conclui a votação de sete relatórios setoriais. Na próxima semana o colegiado deverá fazer um esforço concentrado para votar os três restantes e o parecer final do relator-geral. Fonte:www.claudiohumberto.com.br

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>Maggi quer área florestal consolidada

Posted on novembro 20, 2009. Filed under: Aécio, Ahmadinejad, Blairo Maggi, Copenhague, florestal, Sponholz |

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GOV. BLAIRO MAGGI

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O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), é a favor que a nova legislação ambiental preserve os direitos dos agricultores que estavam dentro da lei na época em que derrubaram 50% da mata na zona de transição entre floresta e cerrado. Maggi criticou a insegurança jurídica na área ambiental e propôs que as decisões em relação aos zoneamentos sejam tomadas com base em dados da Embrapa. Sobre a compensação na reposição florestal, o governador afirmou que possui duas propostas. A primeira é que a compensação possa ser feita no Estado, sem necessidade de ser a mesma bacia hidrográfica. A segunda diz respeito às áreas de cerrado, onde no mínimo 20% da reposição florestal devem ser feitos dentro da propriedade. Para ele, “é um loucura tirar uma área que produz alimento para plantar cerrado”.

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Sarney recebe Ahmadinejad 2ª feira

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PRES. MAHMOUD AHMADINEJAD

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O presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP), receberá na próxima segunda (23) o presidente da República Islâmica do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Ahmadinejad visita o Brasil poucos dias depois do presidente de Israel, Shimon Peres. Outro chefe de Estado fará uma visita de cortesia ao presidente do Senado na próxima semana. Na terça (24) será a vez do presidente da República Tcheca, Václav Klaus.

Bandidão ficará longo período no Brasil

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CESARE BATTISTI

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Em razão do recesso no Judiciário, a “análise” prévia do Ministério da Justiça e a demora para a publicação do acórdão da decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a extradição do terrorista Cesare Battisti, o italiano pode ter uma longa sobrevida no Brasil. A expectativa é de que Lula se decida apenas em fevereiro.

Fernando Henrique, o sociólogo
da interação social concreta

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Na densa produção intelectual de FHC, nenhuma o satisfaz mais do que uma pesquisa realizada no sul do país no início da década de 60. Leva o título de Capitalismo e escravidão no Brasil Meridional: o negro na sociedade escravocrata do Rio Grande do Sul. É um livro de 339 páginas lançado em 1962 pela editora Difusão Européia. Era a tese que fez FHC doutor, em 1961, pela Filosofia da USP. Na sinopse que apresenta o livro em seu site, o autor explica que o texto “reconstrói a totalidade social concreta que resultou da interação entre senhores e escravos na sociedade gaúcha”. O livro teve mais duas edições – em 1977 e em 2003. No site www.estantevirtual.com.br, a obra de FHC ainda pode ser encontrado em 36 sebos de seis Estados diferentes – 15 deles só em São Paulo. Dá uma boa idéia teórica do pensamento de FHC, até a “interação social concreta” praticada por ele em 1988 com sua empregada Maria Helena Pereira, uma negra formosa que deu ao então senador um filho, Leonardo.

Sponholz

Sponholz

Fotografia é história
Eduardo x Sabrina
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Senador Eduardo Suplicy novamente entrevistado por Sabrina Sato. Anteontem, quarta-feira.
Como foiA jeitosa japonesinha Sabrina Sato descobriu maneira peculiar de produzir peças televisivas sobre o Congresso para um programa de tevê do qual é estrela. Os fotógrafos ficamos de olho quando ela aparece por lá para suas entrevistas porque quase sempre têm resultado surpreendente. Há três semanas, deixou o senador paulista Eduardo Suplicy numa tremenda saia justa, ao oferecer-lhe um cuecão vermelho, que o parlamentar vestiu e desfilou. Resultou o maior rebú. Dessa vez o reencontro de Suplicy com as câmaras de Sabrina não rendeu tanto frisson. Ele limitou-se a cantarolar alguns trechos da música preferida do presidente Lula, “A triste partida”, de autoria do poeta cearense Patativa do Assaré. Orlando Brito.

Aécio cobra definição sobre candidatura

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GOV. AÉCIO NEVES

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O governador de Minas, Aécio Neves, voltou nesta quinta (19) a cobrar uma definição do candidato tucano à Presidência em dezembro deste ano ou no máximo em janeiro de 2010. Segundo ele, os entendimentos regionais, estaduais podem ser prejudicados com a demora, já que eles dependem do apoio “do eventual candidato à presidente da República”. Aécio disputa a indicação do partido com o governador de São Paulo, José Serra. Ele voltou a afirmar que após janeiro, caso não consiga se viabilizar como candidato à Presidência, irá se dedicar “muito e profundamente” à sua sucessão em Minas Gerais.

Lula decidirá sozinho sobre o terrorista

Orlando Brito
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MIN. TARSO GENRO

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O ministro Tarso Genro (Justiça) disse nesta quinta (19) que o presidente Lula vai decidir “sozinho” sobre a extradição do ex-terrorista italiano Cesare Battisti. Ele também afirmou que não há prazo para a análise do presidente sobre o caso que pode ser favorável ou não à extradição do italiano decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar de não revelar a posição de Lula, o ministro disse esperar que o presidente decida com base em sua visão “humanitária”, podendo encontrar saída jurídica para abrigar Battisti no Brasil. O ministro ainda afirmou que o Brasil tem “orgulho” de ser um destino de refugiados políticos que foram perseguidos em seus países de origem –por isso defende que Battisti fique no país.

Cristovam pede ‘ação’ em Copenhague

Orlando Brito
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SEN. CRISTOVAM BUARQUE

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O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) fez nesta quinta (19) um apelo ao presidente Lula para que adote uma posição de vanguarda durante a Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP 15), na Dinamarca, que acontecerá em dezembro. Para Cristovam, os compromissos voluntários assumidos pelo governo brasileiro de redução das emissões de gases geradores do efeito estufa, bem como de diminuição do desmatamento na Amazônia, não são suficientes para conter a tragédia ambiental planetária. Cristovam pediu ainda a Lula que participe da conferência “como um ideólogo propondo um modelo novo para a civilização, onde o consumo será limitado, de acordo com as restrições ecológicas”.

‘STF lavou as mãos no caso Battisti’

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SEN. DEMÓSTENES TORRES

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O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) criticou a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de que cabe ao presidente Lula decidir se vai cumprir ou não a extradição do ex-terrorista Cesare Battisti. Para Demóstenes, “a Suprema Corte lavou as mãos e se desmoralizou” ao deixar o caso na mão do Executivo. O senador disse que o STF não pode ficar com a pecha de que cede a pressões de outro poder e acrescentou que, com a decisão tomada, foi como se o tribunal tivesse rasgado o Estatuto do Estrangeiro. Ele reforçou ainda que o STF não pode se comportar como um órgão consultivo.

Mercadante critica falta de fiscalização
nas obras em São Paulo

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SEN. ALOIZIO MERCADANTE

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Em discurso no Plenário do Senado, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) disse nesta quinta (19) que há um problema grave de fiscalização nas obras em São Paulo. Ao comentar sobre a queda de três vigas de sustentação do viaduto em construção do trecho sul do Rodoanel de São Paulo, na última sexta (13), o senador informou que os Tribunal de Contas da União (TCU) identificou 72 irregularidades na obra, que vão desde a alteração de métodos construtivos até a troca de areia por brita. Todas essas alterações, disse o senador, teriam o objetivo de reduzir custos e antecipar a conclusão da obra em 14 meses, para inaugurá-la no dia 27 de março. Mercadante comunicou que vai pedir uma audiência pública para discutir o caso. Fonte: http://www.claudiohumberto.com.br
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>Copenhague, um grande piquenique?

Posted on novembro 18, 2009. Filed under: CO2, Copenhague, Forbes, Fundação, IPCC, Mato Grosso, piquenique, UnB, Universidade |

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O ex-reitor da UnB, professor José Carlos de Almeida Azevedo, doutor em física pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dos EUA, afirmou e consta dos anais da Audiência Pública realizada na Câmara dos Deputados, realizada no último dia 12/11 em Brasília, que a Conferência de Copenhague este ano, não passaria de um grande piquenique. Claro, todos os presentes, pegos de surpresa, ouvindo uma afirmação desta tiveram reações diversas. Alguns beiraram o escárnio. Pessoalmente, achei um pouco exagerada a fala daquela autoridade.

No decorrer de sua fala, muitos mudaram de opinião. Mesmo dispondo de pouco tempo para seu depoimento, o velho cientista ofereceu informações valiosíssimas e preocupantes, especialmente para aqueles que acreditam e, de alívio para os que acreditavam que o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e suas publicações estão corretas quanto ao fato de que a ação do homem interfere absolutamente sobre o clima do planeta.

Sem dúvidas, é um tema complexo e não pode ser tratado com paixões e muito menos politizá-lo com vistas às próximas eleições, especialmente em Mato Grosso. Mas, voltando ao professor José Carlos e sua afirmação do piquenique de Copenhague, quando analisamos as posições dos Estados Unidos e da China, podemos afirmar que o professor está certo. Se a definição será tomada apenas no próximo ano, por que o mundo volta-se para Copenhague? Sem dúvidas, qualquer coisa que não seja apenas o envio de alguns observadores, se trata de um grande piquenique e, na maioria dos casos, com dinheiro público.

As posições do professor José Carlos e do IPCC são completamente antagônicas. Ambas devem ser consideradas e, numa eventual convergência, eliminar radicalismos das partes. É importante considerar que o ex-reitor não está sozinho nesta história. Soma a ele cientistas como o presidente da Federação Mundial de Cientistas professor Antônio Zichini que critica a debilidade dos modelos matemáticos do IPCC e conclui por recomendar que o tema do aquecimento volte aos laboratórios e condena a busca de notoriedade pelos alarmistas das adesões intempestivas.

Para os dois professores, o IPCC é um órgão político e não científico e, ainda, que não há prova de que o CO2 gerado pelo homem seja o vilão que se divulga. Para eles, o clima da terra sofre influências de manchas solares, de raios cósmicos, de ciclos da terra em sua órbita, vulcanismo, nuvens, correntes oceânicas e tantas outras que sugerem, que todos nós devemos buscar conhecer para não embarcarmos em modismos. Assim, fica claro então que desde já estabeleçamos o princípio da precaução para não sofrermos prejuízos.

Em seus argumentos o professor José Carlos recomenda a leitura dos resultados dos seminários internacionais da Fundação Ettore Majorana, Erice, Itália. Recomenda ainda estudos das posições da Universidade de Wisconsin. Da mesma forma, recomenda a leitura do depoimento do competente meteorologista Robert M. Carter ao Senado dos Estados Unidos, além de uma lista de milhares de cientistas críticos do IPCC. Segundo ele, nestes documentos científicos o leitor iniciará a compreender o que de fato está ocorrendo com o clima.

E o piquenique? Bem, como a própria Dinamarca, anfitriã do encontro, está propondo que a definição fique para meados de 2010 na Alemanha ou no final do mesmo ano no México, está confirmado o piquenique. Se não for isto, no mínimo o brilho do evento já está comprometido. O resultado já está antecipado, será tão somente o estabelecimento “firme” de um prazo para a definição e assinatura de um belo texto completo e que finalmente deverá recepcionar as assinaturas de presidentes de países de primeiro mundo.

No mais, discursos, bravatas e comemorações das recentes publicações, para eles, da não menos importante lista da revista Forbes. Porém, gastar dinheiro público com uma grande comitiva em Copenhague é um desserviço que será prestado ao Estado.

Autor: Amado de Oliveira Filho é economista, especialista em mercados de commodities agropecuárias, direito ambiental. Fonte: A Gazeta. E-mail: amadoofilho@ig.com.br

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>Mato Grosso negocia contrato de carbono no exterior

Posted on novembro 13, 2009. Filed under: carbono, Clima, contrato de carbono, Copenhague, Degradação, desmatamento, Mato Grosso, Seminário |

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O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), pretende fechar contratos de negociação de carbono entre empresas estrangeiras e produtores agrícolas de seu Estado ,durante o Seminário Internacional sobre Mudanças de Clima, que será realizado pela Organização das Nações Unidas, no próximo mês, em Copenhague (Dinamarca). Esta deve ser uma das bandeiras brasileiras no encontro, mas o Mato Grosso quer se posicionar à frente, já mostrando que a ideia pode ser colocada em pratica.


“O Mato Grosso levará seu projeto de REDD Estadual”, disse, referindo-se à Redução de Emissões para o Desmatamento e Degradação. A intenção é a de que empresas que registrarem altos volumes de emissão de carbono paguem US$ 5,00 por tonelada de carbono armazenado. A estimativa inicial do governador é a de que se fechem acordos para evitar a emissão proveniente de 100 a 120 hectares por ano no Estado.

Fonte: 24HorasNews

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>Riscos de fracasso no acordo de Copenhague

Posted on novembro 4, 2009. Filed under: Bangcoc, Conferência do Clima, Copenhague, EUA |

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Há riscos de fracasso na Conferência do Clima em Copenhague, em dezembro. Faltam 32 dias e negociação não vão bem. Em Barcelona, houve mais uma tentativa de acerto prévio. Uma fonte disse que o que saiu de lá foi, na verdade, uma versão mais fácil de entender e comunicar o documento de Bangcoc.

Daqui até a reunião o processo deve acelerar. Nos EUA há pressão para aprovação no Senado do projeto de lei que reduziria as emissões americanas. Por aqui, tenho esperanças que o Brasil assuma uma meta ousada, que seja um dos negociadores que tentam cooperar para um avanço, em vez de bloquear as negociações.

Fonte: Blog da Mirian Leitão

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