coronel Campos Filho

>Mudança na Polícia Militar, sai Campos Filho e Silval nomeará Farias para comando-geral da PM

Posted on março 1, 2010. Filed under: coronel Campos Filho, coronel Farias, Palácio Paiaguás, PM, Polícia Militar, Segurança Pública |

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Coronel Osmar Farias já está praticamente confirmado no 
comando-geral da PM no lugar do coronel Campos Filho
O peemedebista Silval Barbosa, que assume as missões de comandar o Estado a partir de 31 de março e a candidatura de governador nas eleições de outubro pelo PMDB, decidiu que manterá o secretário de Justiça e Segurança Pública Diógenes Curado, mas vai substituir, de imediato, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Campos Filho. Na vaga nomeará o coronel Osmar Lino Farias, que hoje responde pela coordenadoria militar do Tribunal de Justiça. Farias já conduziu o Comando da Capital. Embora não admita publicamente, o vice-governador já formalizou o convite ao coronel para vir a substituir Campos Filho, que deve ser mandado para a reserva, já que superou o tempo de carreira para aposentadoria compulsória.
    
O comentário corrente nos bastidores, tanto junto aos militares quanto no Palácio Paiaguás, é que Campos Filho “se queimou” porque tem se dirigido mais aos secretários-chefes Alexander Maia (Casa Militar) e Eumar Novacki (Casa Civil), em detrimento de Diógenes Curado. Isso acabou gerando conflitos. Os dois secretários, que também deixam a administração junto com Blairo Maggi têm se empenhado para “segurar” Campos Filho no cargo. Outro complicador é o desgaste junto à tropa do comandante-geral. Silval tem afirmado aos aliados mais próximos que pretende “dar uma cara nova ao governo”, embora represente a continuidade da gestão Maggi, que começou em janeiro de 2003.
     
Estrutura e desafios
   A tendência é que a partir de abril, o coronel Farias, na missão árdua de intensificar o trabalho ostensivo num Estado onde o índice de violência sobe numa escala gradativa, passe a comandar um efetivo com 5,8 mil policiais militares, distribuídos nos 141 municípios. O quadro efetivo hoje é composto de 18 coronéis, 59 tenentes-coronéis, 82 majores, 159 capitães, 81 primeiros-tenentes e 67 segundos-tenentes, além de subtenentes (31), primeiros-sargentos (32), segundos-sargentos (66), terceiros-sargentos (447), cabos (1.297) e soldados (3.473), assim como aspirantes (24) e alunos a oficial (16). Os subsídios variam de R$ 1,4 mil, no caso de soldado a R$ 10,7 mil, pagos a coronel. Ainda fazem parte do quadro de militares 713 bombeiros, entre eles 356 soldados, 5 coronéis, 15 tenentes-coronéis e 29 majores.
   
Um dos projetos já em estudo pelo novo governo é colocar em prática quatro novos comandos regionais da PM, elevando a estrutura de 8 para 12. Um estudo sobre a Lei de Organização Básica está pronto e apresenta algumas sugestões. Estuda-se também a volta da nomenclatura “Batalhão”. Em princípio, a proposta é instituir comandos em Pontes e Lacerda, Peixoto de Azevedo, Alta Floresta e Vila Rica. Isso resultaria na ampliação de 18 para 22 do número de cadeiras de coronéis na ativa. Acontece que para cada comando abrem-se duas vagas de coronel. Hoje, a PM mantém comandos regionais em oito cidades-polos. São elas: Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis, Barra do Garças, Cáceres, Tangará da Serra e Juína. Isso exigirá maior estrutura de pessoal e, consequentemente, mais investimentos financeiros e logísticos. Fonte: RDNews
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