Corpo de Bombeiros

>Incêndio arrasador destroi parque industrial, residências e coloca a cidade de Marcelândia em pânico

Posted on agosto 12, 2010. Filed under: Bom Dia Mato Grosso, Corpo de Bombeiros, desabrigadas, fogo, Incêndio, madeireiras, Marcelândia |

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O Bom Dia Mato Grosso ficou sabendo logo cedo do trágico incêndio na cidade de Marcelândia, (distante 720 quilômetros de Cuiabá), porém não tínhamos informações seguras que pudéssemos apoiar para publicar e informar nossos leitores. Por isso só agora postamos a matéria publicada pelo site Só Notícias, a quem agradecemos e parabenizamos pela ampla cobertura. As fotos e o vídeo nessa matéria é crédito do site.
 Incêndio gigantesco em Marcelândia MT
As chamas que aterrorizam os moradores de Marcelândia (210 km de Sinop) “entraram” noite adentro e serão combatidas, nesta 5ª feira de manhã, por dois aviões que, juntos, têm capacidade para jogar 4,5 mil litros de água. O “socorro” chegou tarde (fogo começou a ganhar grande proporção por volta das 12h), mas é indispensável porque o saldo do “incêndio gigante” é arrasador: pelo menos 15 madeireiras atingidas – maioria foi destruída totalmente. 
Outras tiveram parte da estrutura atingida. São cerca de 60 casas que também foram completamente destruídas. Um bar e uma mercearia também foram destruídos.
As primeiras equipes dos bombeiros e defesa civil chegaram esta tarde a Marcelândia. Um helicóptero está dando apoio. Os oficiais sobrevoaram a área e repassaram informações para as cúpulas e a Casa Militar do Governo Estadual que definiram a operação emergencial. 
 Fogo por todos os lados
“Montamos uma estrutura inicial de combate, orientando a população, atendendo prioridades. As chamas ainda estão e a situação continua crítica.  Estamos fazendo combate efetivo ao fogo e trabalho preventivo. Mas ainda não temos em levantamento exato da área destruída. 
Mas é grande”, afirmou, ao Só Notícias, o major Aluizio Metelo Junior, do Corpo Bombeiros, que está em Marcelândia.
Um estado marcado pelas grandes queimadas, não está preparado para combater grandes incêndios, mesmo em área urbana.
As imagens são semelhantes a de um filme de terror. A destruição deixou rastro quilométricos. 
 Indústria madeireiras e residências em chamas
O fogo começou no lixão, perto do setor industrial e passou para algumas áreas rurais. O vento forte fez as chamas se espalharem e atingiram um barracão de madeireira passando para a primeira colônia (conjunto de casas de madeiras usadas pelos funcionários). As madeireiras e casas ficavam próximas uma das outras. As chamas altas e o vento forte fizeram com que, cada vez mais, o fogo aumentasse, causando muito mais destruição e desespero.
Marcelândia não tem Corpo de Bombeiros. Mas, sua gente, tem muita solidariedade. Não demorou muito para que dezenas de pessoas passassem a ajudar os que estavam na “linha do fogo”. Móveis, roupas, comida e demais pertences eram retirados das casas e colocados no outro lado da rua. Pás carregadeiras arrastavam madeira e toras que estavam nos pátios de outras madeireiras. Parte dos maquinários também foi salva. Mas com o avanço rápido do jogo, pouco foi salvo. Alguns poucos tanques, rebocados com tratores e com bombas, jogavam pequena quantidade de água. A rede elétrica foi desligada para evitar mais problemas.
 A impotência: o município e o estado não tem meios para combater o incêndio
O desespero tomava conta de empresários, funcionários, mulheres, crianças. 84 foram encaminhadas para o hospital municipal, com intoxicação da forte fumaça e alguns com queimaduras. Cerca de 14 ainda permancem hospitalizadas para terem outros cuidados. Nenhuma corre risco de morte.
Mais de 100 pessoas desabrigadas foram levadas para escolas municipais e salão paroquial da Igreja Católica, onde ficarão nos próximos dias. Precisam de roupas e comida. 
Posteriormente, contarão com solidariedade para ganharem alguns móveis e recomeçarem a vida.
Ainda não é possível calcular o prejuízo com a destruição das madeireiras. Nesta 5ª, após os focos serem debelados, é que começa ser feito levantamento. A tragédia terá forte impacto na economia de Marcelândia, que tem a atividade florestal como um dos fortes pilares.

Veja ainda
Vídeo com imagens do grande incêndio em Marcelândia

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>Acidente: Elevador do Ministério do Esporte despenca com cinco pessoas

Posted on fevereiro 26, 2010. Filed under: acidente, construtora ADLER, Corpo de Bombeiros, despencou, elevador, Esplanada dos Ministérios, Ministério do Esporte |

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Um elevador despencou do segundo andar do prédio do Ministério do Esporte, na Esplanada dos Ministérios, por volta das 14h, desta sexta-feira (26/2). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o elevador, que estava com cinco pessoas, caiu quatro andares, desde o segundo andar até o primeiro subsolo. De acordo com a corporação, as vítimas estão conscientes e foram levadas ao Hospital de Base do Distrito Federal.
Segundo funcionários, o elevador que caiu é um dos quatro trocados há cerca de quatro meses e que desde então vêm dando problemas. Eles são da empresa AMG Inteligência e Elevadores e foram instalados pela construtora ADLER. Os bombeiros não interditaram os outros elevadores. 
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>Enchente em Cáceres deixa cerca de 20 mil pessoas desabrigados e desalojados

Posted on fevereiro 12, 2010. Filed under: Cáceres, chuva, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, desalojados, Enchente em Cáceres, esabrigados |

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Cerca de 20 mil pessoas ficaram desabrigadas ou desalojadas depois de 12h de chuva ininterrupta, que atingiu 19 bairros e parte do centro


Vinte mil pessoas, entre desabrigados e desalojados, foram atingidas pelas chuvas que caíram durante 12h, ontem em Cáceres. De acordo com a Comissão Municipal de Defesa Civil, choveu cerca de 60 milímetros, o dobro do previsto para todo o mês de fevereiro, no município. A chuva começou às 23h de quarta-feira (10) e só diminuiu às 11h da manhã de ontem. Conforme o Corpo de Bombeiros, 19 bairros e parte da área central da cidade ficaram inundados. O rio Paraguai subiu 38 centímetros em menos de 24h. Na tarde de quarta-feira estava com 3,94 metros. Ontem, ao meio dia, o nível da água estava a 4,32 metros.


A prefeitura disponibilizou 3 escolas para servirem de abrigo. Uma delas, a Izabel Campos, também ficou alagada, comprometendo o socorro das vítimas. A ação das águas também foi devastadora na zona rural. A informação é de que, dezenas de pontes caíram deixando várias comunidades isoladas Em alguns bairros como o Vila Mariana, os bombeiros socorreram os moradores usando barcos. O mesmo meio de transporte também foi usado próximo a estação rodoviária, no centro da cidade. Centenas de pessoas de vários bairros perderam tudo: móveis, roupas e eletrodomésticos.


Em uma parte do bairro da Cavalhada a água chegou a 1,60 metro. Vários córregos que cortam a cidade, como o Sangradouro e Lavapés transbordaram. Os comerciantes tiveram que baixar as portas para salvar as mercadorias. Conforme o major Ramão Barbosa, comandante do Corpo de Bombeiros, em alguns casos, ouve dificuldade no socorro porque, apesar de estarem em áreas alagadas, muitas pessoas se recusaram a sair. “Apesar do perigo, muitos não quiseram sair. Outros preferiram as casas de parentes e amigos, ao invés dos abrigos improvisados”, disse.


Além da precipitação de cerca de 12 horas, a inundação pode ser atribuída à vários fatores. Entre eles, a falta de limpeza dos canais que cortam a cidade e deságuam no rio Paraguai, bem como a deficiência de vazão da obra recém construída para recuperação da baia do Malheiros. Há muitos dias, moradores e segmentos da comunidade local vinham cobrando a desobstrução dos córregos. Atendendo a uma sugestão da administração municipal, o promotor André Almeida, autorizou a destruição parcial da obra, que na opinião do prefeito Túlio Fontes e um grupo de vereadores, teria agravado a situação.


Mais de 120 homens trabalharam no socorro às vítimas. Somente o Corpo de Bombeiros designou 30 homens; o Exército 20; a Cruz Vermelha, 30, além da Sema, Secretaria de Ação Social e vários voluntários


Essa foi à segunda inundação da cidade, no período de 3 anos. Em janeiro de 2007, uma chuva de 18 horas ininterruptas, causou transtorno deixando o município em estado de emergência. O saldo foi 18 bairros inundados, 2 mil desalojados e 300 famílias desabrigadas. Três casas desabaram. O estrago foi sentido durante mais de um ano. Apesar de receberem vacinas e produtos para desinfetar casas, várias pessoas afetadas contraíram vários tipos de doenças. Fonte: A Gazeta

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>Incêndio na loja Atacadão de Cuiabá destrói mais de 500 t de mercadorias

Posted on novembro 6, 2009. Filed under: bairro Tijucal, Carrefour, Corpo de Bombeiros, Incêndio, Incêndio na loja Atacadão |

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Da Redação – Jardel Arruda

O gerente regional do Atacadão, Wlamir dos Anjos, já fez uma estimativa das perdas causadas pelo incêndio ocorrido na manhã desta sexta-feira (6), na sede da rede de supermercados instalada no bairro Tijucal. Segundo ele, cerca de 500 toneladas de produtos, “três carregamentos”, queimaram no incidente, que destruiu o depósito da unidade do supermercado pertencente ao grupo Carrefour.


Apesar das perdas, o gerente preferiu comemorar o fato de não ter havido feridos na tragédia. “Não teve vítima, o resto não é importante, o que se perdeu é só material”, declarou Wlamir, em um dos poucos momentos reservados para a imprensa, em meio à ‘correria’ para acompanhar as ações dos bombeiros, orientar funcionários e atender ligações.

Questionado sobre valores reais, o gerente disse ser muito cedo para qualquer estimativa. Mas levando em consideração o tamanho das labaredas, declarou: “Deve ter sido grande”.

Wlamir ainda afirmou querer fazer o supermercado, intocado pelo incêndio, voltar a funcionar o mais rápido possível. “Hoje fica fechado com certeza. Amanhã é difícil. E Também dependemos das instruções da Defesa Civil”, argumentou.

Mais de 80 homens do Corpo de Bombeiros trabalharam para conter o incêndio que começou às 7h50, ainda sem explicação. De suporte, havia 12 viaturas da corporação, mais quatro caminhões-pipa enviados pela Defesa Civil de Cuiabá e outros três contratados pelo gerente do supermercado.


A fumaça foi a grande inimiga dos bombeiros. Ela dificultava a respiração e reduzia a quase zero a visibilidade de quem estava no local. Um dos soldados explicou que ela surgia devido à queima dos óleos e diversos produtos inflamáveis que existiam no interior do depósito.

O comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Carlos Alexandre, afirmou que não foi difícil controlar o fogo, e que a meta dos bombeiros, desde o início, foi impedir que as chamas alcançassem o supermercado. “Agora é só o rescaldo, que dura algum tempo ainda”, afirmou.

A chuva, que muitos pensam ajudar, na verdade foi indiferente em todo combate ao incêndio, que ocorreu em ambiente fechado. Na verdade, ela só dificultava a dissipação da fumaça. “Quando a chuva é só um sereno ela ajuda, quando é muito forte atrapalha. Hoje foi indiferente”, disse o coronel Alexandre.


Além dos que trabalhavam para conter o incêndio e dos funcionários do supermercado, dezenas de curiosos pararam para assistir o trabalho dos bombeiros. Um deles, entrevistado pelo Olhar Direto, definiu a cena com uma frase. “Parece filme de cinema”. Fonte:
Olhar Direto

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>Três irmãos morrem ao brincar no rio Cuiabá

Posted on julho 20, 2009. Filed under: Bonsucesso, Corpo de Bombeiros, crianças, Várzea Grande |

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Três crianças, supostamente irmãos, entre 6 e 12 anos de idade, morreram afogados na tarde deste domingo na localidade de Bonsucesso, também em Várzea Grande. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, as crianças brincavam no rio, em uma propriedade particular chamada Chácara Mineração Bom Jesus, quando se afogaram.

Dois corpos foram resgatados ainda ontem e o terceiro estava sendo procurado. O Corpo de Bombeiros não tinha informação sobre a identidade das crianças. A mãe não estava no local do acidente e está em estado de choque. Quem acionou a equipe foi o dono da chácara.

A quinta e última vítima de afogamento foi Claudinei Bonis da Silva, 22. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o cadáver de Claudinei foi localizado às 17h45. Ele teria se atirado no rio para salvar duas pessoas que estavam se afogando. Ele conseguiu salvar as vítimas, mas não conseguiu sair do rio com vida.

Fonte: Jornal A Gazeta

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