crescimento

>Banco do Brasil anuncia crescimento de 16,1% no lucro no 2º trimestre

Posted on agosto 16, 2010. Filed under: acionistas, Banco do Brasil, crescimento, lucro, operações de investimentos |

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O Banco do Brasil (BB) informou nesta segunda-feira (16) que registrou lucro líquido de R$ 2,725 bilhões no segundo trimestre deste ano, valor 16,1% superior ao ganho de R$ 2,345 bilhões apurado um ano antes. A remuneração dos acionistas no semestre somou R$ 2,1 bilhões, equivalentes a 40% do lucro líquido

A remuneração dos no semestre somou R$ 2,1 bilhões, equivalentes a 40% do lucro líquido

A receita de prestação de serviços (RPS) somou R$ 3,954 bilhões entre abril e junho, o que corresponde a um aumento de 15,1% frente aos R$ 3,436 bilhões obtidos em igual época de 2009.
A provisão para risco de crédito passou de R$ 3,865 bilhões no segundo trimestre de 2009, para R$ 2,525 bilhões no mesmo período deste ano.
Segundo o BB, no trimestre, os índices de inadimplência mantiveram-se abaixo do observado no Sistema Financeiro Nacional (SFN).
As operações vencidas há mais de 90 dias atingiram 2,7% da carteira de crédito, melhora de 40 pontos base no trimestre e de 60 pontos base em relação a junho de 2009, enquanto o SFN registrou índice de inadimplência de 3,7%.
Acumulado
No primeiro semestre, o lucro líquido avançou 26,5%, totalizando R$ 5,076 bilhões, contra R$ 4,014 bilhões verificados na primeira metade de 2009.
A instituição financeira explica que o desempenho é resultado das estratégias negociais adotadas, inclusive as recentes aquisições e parcerias estratégicas estabelecidas.
A receita de prestação de serviços (RPS) atingiu R$ 7,588 bilhões entre janeiro e junho, caracterizando um aumento de 19% face a igual época do ano passado.
A carteira de crédito encerrou o primeiro semestre de 2010 com saldo de R$ 326,5 bilhões, valor 29,3% maior que o apresentado no mesmo período de 2009.
“A expansão da carteira de crédito decorreu do crescimento robusto das concessões de crédito à pessoa física, especialmente crédito consignado e financiamento a veículos, e à pessoa jurídica com destaque para operações de investimentos e capital de giro”, esclareceu o banco.
De acordo com o banco, a remuneração dos acionistas no semestre alcançou R$ 2,1 bilhões, equivalentes a 40% do lucro líquido. Foram destinados R$ 1,1 bilhão na forma de juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 1 bilhão em dividendos.

Fonte: Brasil Econômico

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>Setor de álcool e açucar deve aumentar margens de lucros

Posted on junho 8, 2010. Filed under: Açúcar, Álcool, Cosan, crescimento, lucros |

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Os resultados das companhias do setor de açúcar e álcool devem demonstrar o último crescimento do recente ciclo de alta nos preços, segundo estima a corretora Spinelli.
Avanço da Cosan em distribuição deve reduzir sua exposição à volatilidade

O relatório assinado pelo analista Max Bueno e enviado aos clientes aponta que esse efeito é ainda reflexo do recente carregamento de preços registrado no ano passado.
“A quebra de safra na Índia, que passou de exportadora a importadora de cana-de-açúcar, deprimiu os estoques em todo o mundo, em níveis bem abaixo da média histórica”.
No Brasil, as chuvas muito intensas reduziram a produtividade da safra de cana, apesar da expansão do volume.
“Esperamos um patamar de rentabilidade razoável”, informa o analista. “A própria Açúcar Guarani já deu uma mostra. A empresa geralmente mostra um piso de rentabilidade para o setor, por ter um custo de estrutura mais pesado. Eles já reportaram expansão de margem.”
Bueno aponta que devem se diferenciar as empresas que estiverem expostas a outras estratégias de negócios. O analista cita, por exemplo, a Cosan, que avança no setor de distribuição de combustíveis.
“A tendência para a Cosan é que ela tenha uma volatilidade cada vez menor, uma vez que a atuação nesse outro setor equilibra a margem de rentabilidade da empresa”.
A Açúcar Guarani também tem apostado na diversificação de negócios, com ativos mais estáveis. Bueno considera o investimento na produção de amidos como um elemento equilibrador da rentabilidade da companhia. Fonte: Brasil Econômico
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>Mato Grosso vive a década de ouro de sua história

Posted on junho 1, 2010. Filed under: atacado, bebidas, Calçados, comércio, combustíveis, Comunicação, crescimento, IBGE, Indústria, Indústria Têxtil, Mato Grosso, Metalurgia, PIB |

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Estado que mais cresce no país, com ritmo de crescimento comparável ao da China, em torno de 10% ao ano, Mato Grosso vive a “década de ouro” de sua história. Saiu de importador para exportador de energia – o principal gargalo do seu desenvolvimento nas últimas três décadas – assumiu a liderança na produção de soja e algodão, passou a ter o maior rebanho bovino comercial do país e, ao invés de só exportar matéria-prima, inicia um novo ciclo de desenvolvimento ao agregar valor à produção que transforma proteína vegetal em animal, ou seja, ao invés de vender o grão de soja, transforma-o em ração para aves e suínos e exporta a carne.
O resultado desta “revolução” é o fortalecimento econômico do Estado e a expansão do setor industrial, com a vinda de agroindústrias dos mais diferentes setores, como alimentação (esmagadoras de soja, processadoras de frangos e suínos, frigoríficos), bebidas, metalurgia, combustíveis, calçados, atacado, comunicação e indústria têxtil. Junto a essas empresas foram gerados milhares de empregos diretos, provocando um extraordinário crescimento sobre a arrecadação e a elevação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios, que aponta o grau de desenvolvimento de um país, estado ou município.
Nos últimos oito anos desta década, por exemplo, a receita pública foi praticamente triplicada, saindo de R$ 3,2 bilhões, em 2002, para R$ 9,5 bilhões, em 2009. Já o PIB de Mato Grosso em 2002 foi de R$ 20,9 bilhões, saltando para R$ 42 bilhões em 2007 (último levantamento do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
“Podemos afirmar que Mato Grosso vive mesmo a década áurea da sua história”, define o superintendente de Indústria da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia do Estado, Sérgio Romani. Segundo ele, esse desenvolvimento vai ser intensificado nos próximos anos, com o advento da Copa de 2014, e continuará firme por muitos anos.
Ele diz que Mato Grosso passa por um processo de transformação ímpar. “Em um período de 12 anos – 1995 a 2007 – o nosso PIB (Produto Interno Bruto) cresceu quase 500%. Nenhum outro estado brasileiro registrou um índice tão elevado”. Frisou a importância dos incentivos fiscais como fator de atração de empresas ao Estado, mas lembrou que o grande chamariz dos investimentos continua sendo o potencial econômico do Estado e as oportunidades de negócio. “Só com a agricultura, por exemplo, Mato Grosso tem condições de triplicar sua produção sem derrubar sequer uma árvore”, pontua Romani.
“Mato Grosso tem crescido em ritmo semelhante à China, não há como segurar o nosso Estado”, diz o presidente da Federação das Indústrias no Estado (Fiemt), Jandir Milan, apoiado em um estudo econômico que traça o comparativo do crescimento industrial de Mato Grosso com a média brasileira e os estados vizinhos nos últimos 12 anos.
DADOS – O estudo mostra, com base no levantamento do IBGE, que o PIB estadual entre 1995 e 2007 saltou de R$ 7,319 bilhões para R$ 42,687 bilhões, alcançando o maior índice de crescimento entre os estados das regiões Centro-Oeste e Norte, com incremento de 483%.
Segundo Jandir Milan, a iniciativa privada investiu maciçamente graças ao bom ambiente econômico de Mato Grosso. Ele destaca ainda o bom desempenho do agronegócio e a verticalização da produção, ou seja, industrialização de matéria-prima e agregação de valores à produção.
Outro ponto favorável, na avaliação dos empresários, é que o governo federal manteve a postura agressiva de atração de investimentos e não deu ouvidos aos críticos dos incentivos fiscais. “Crescemos graças a estes incentivos e alcançamos resultados fabulosos. Os resultados aí estão em números, para quem quiser comprovar, e as indústrias não param de chegar ao nosso Estado”, afirma Sérgio Romani.
Ele lembra que os municípios que recebem as indústrias passam por uma transformação econômica. A tese do governo estadual é de que, além da geração de emprego e renda, um grande empreendimento acaba atraindo outras pequenas empresas prestadoras de serviço para atender suas necessidades.
“Um investimento puxa outro e aí a economia fica nesse ciclo virtuoso de crescimento”, afirma Romani. Para ele, o processo de industrialização está apenas começando, “mas Mato Grosso já vive uma nova era desenvolvimentista na atual década”. Fonte: Fiemt
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>Entre os erros, o crescimento

Posted on março 9, 2010. Filed under: cabo eleitoral, campanhas, crescimento, Data-Folha, presidente Lula |

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Em meio às campanhas extemporâneas, prossegue a polarização na disputa entre a petista e o peessedebista. Tudo que o presidente Lula mais queria, com o intuito de comparar o seu governo com o de seu antecessor, e, desse modo, fortalecer sua candidata. Fortalecimento registrado, sobretudo, na última pesquisa do Data-Folha. Pois a diferença que a separa do governador paulista de 14% caiu para 4%.

Queda que se deve, também, aos erros de estratégia do PSDB. Partido que jamais soube ser oposição, tampouco mostra habilidade para propagandear os feitos da administração Fernando Henrique. Se não bastasse isso, José Serra, igualmente, se apresenta inabilitado para promover a união no ninho tucano. Foi assim em 2002, quando se desentendeu com Tasso Jereissati (PSDB/CE). A ponto de esse senador apoiar, não oficialmente, a candidatura Ciro Gomes (PSB). Episódio que se repetiu em 2006, desta feita com Geraldo Alckmin, então candidato da sigla à Presidência da República, e, agora, com Aécio Neves (PSDB/MG), o qual se recusa a compor a chapa “puro sangue”.

Diferentemente do presidente do país. Líder que mantém em torno de si a quase totalidade dos filiados do PT, ainda que através de colocação no serviço público ou por meio de distribuição de verbas federais a ONGs. Tanto que ninguém se opôs a sua escolhida para concorrer à chefia do governo federal. Dilma Rousseff foi recebida com entusiasmo por dezenas de petistas durante a cerimônia de aniversário da agremiação. Comemoração que se transformou em ato de apoio, de comprometimento com a candidata que, ao discursar, supervalorizou as ações do governo, especialmente o PAC e o Bolsa Família, no mesmo instante em que atacou a oposição, capitaneada pelo partido peessedebista, cujo papel, segundo ela, será o de “destruir” o que se tem.

A “continuidade” norteia a pregação petista rumo às eleições de 2010. Mote de campanha interessante, também adotado pelo PSDB, uma vez que grande parte do que se vê hoje, sendo desenvolvido por Lula da Silva, teve início lá atrás, entre 1994 e 2002.

Acontece, porém, que os tucanos são ruins de discurso, de propaganda. O que facilita todo o trabalho da petista-candidata. “Vendida” como competente. Nada se diz mais a respeito dela, a não ser vez ou outra a sua passagem pela “esquerda revolucionária”, no período burocrático-militar. Passagem divulgada pela metade. Talvez para esconder o que não soaria bem aos ouvidos da população. Em compensação foi publicado, sem o menor receio, um currículo fajuto, no qual constavam mestrado e doutorado da ministra-chefe da Casa Civil. Cursos não realizados. O tal currículo foi retirado da Internet, sob a alegação de que a divulgação do mesmo não tinha sido autorizada. A ministra-candidata se explicou, porém não convenceu. Resultado, igualmente, repetido no episódio da secretária de Receita, bem como no caso do dossiê sobre os gastos da administração passada. Até uma cobaia foi inventada.

Episódios que não atrapalham os planos da ala governista. Sua candidata cresce nas pesquisas. Graças à máquina do Estado brasileiro, bem como a participação diária do seu maior cabo eleitoral, o presidente Lula; ao passo que a oposição se vê ainda à mercê das divergências no seio do tucanato. Divergências que o seu candidato é incapaz de resolver. Se continuar assim, a tendência é “a vaca ir para brejo”.

Autor:Lourembergue Alves é professor universitário e articulista. Fonte: A Gazeta.E-mail: lou.alves@uol.com.br
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>Carrefour projeta crescimento em 2010 com abertura de 70 lojas

Posted on março 2, 2010. Filed under: Carrefour, crescimento, hipermercados, investir, varejista, Walmart |

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O presidente do Grupo Carrefour Brasil, Jean-Marc Pueyo, disse nesta segunda-feira (1º) que a companhia deverá registrar um crescimento das vendas brutas entre 15% e 16% este ano, na comparação com 2009. Segundo ele, a expectativa é de que sejam investidos este ano aproximadamente R$ 1,25 bilhão para a abertura de 70 lojas, de todas as bandeiras, com um foco nas regiões Norte e Nordeste. Para 2011, a varejista pretende investir novamente R$ 1,25 bilhão.

Em 2009, a varejista registrou faturamento bruto de R$ 25,5 bilhões, mostrando crescimento 14% nas operações brasileiras. “No Brasil e na China temos nossas maiores taxas de rentabilidade, por isso estamos ampliando nossos investimentos por aqui”. Pueyo destacou ainda que a intenção da varejista é estar presente em todos os Estados brasileiros até o final de 2011. Atualmente, a rede está em 18 estados mais o Distrito Federal.

Questionado sobre a estratégia para atingir estes novos mercados, o executivo disse que o crescimento será orgânico, mas não descarta aquisições nestas regiões. “Não é nosso foco (aquisições), mas sabemos das oportunidades que existem”. Sobre as informações de que as operações brasileiras do Carrefour estariam sendo negociadas com o Walmart, Pueyo disse que não faria comentários, e afirmou que “tudo sobre este assunto já foi dito”.

A companhia conta com 114 hipermercados Carrefour, 49 lojas do Carrefour Bairro, 376 da bandeira Dia% e 59 da bandeira Atacadão. O Carrefour emprega 70 mil funcionários nas lojas no Brasil.  Fonte: A Gazeta
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>IBGE aponta crescimento do PIB do Brasil de 1,3% no 3º trimestre

Posted on dezembro 10, 2009. Filed under: Banco Central, crescimento, Guido Mantega, IBGE, Ministro da Fazenda, PIB do Brasil |

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O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,3% no terceiro trimestre deste ano, em relação ao segundo, para R$ 797 bilhões.


Segundo informou nesta quinta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em relação ao terceiro trimestre de 2008, houve queda de 1,2%. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o PIB caiu 1,7% em relação a igual período de 2008. Nos últimos 12 meses encerrados em setembro.


A alta trimestral veio abaixo das expectativas do mercado. Segundo pesquisa da Reuters, economistas projetavam alta de 2% para o PIB em relação ao trimestre anterior . Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tinha dito que o país teria crescido 2% entre julho e setembro, puxado pela recuperação dos investimentos no setor produtivo.


Esse é o segundo trimestre consecutivo que a economia brasileira cresce em relação ao trimestre anterior, após ter passado por um período chamado de “recessão técnica” – caracterizada pela queda do PIB por dois trimestres seguidos – iniciado no 4º trimestre de 2008, logo após o agravamento da crise financeira mundial.


No segundo trimestre deste ano, o PIB brasileiro havia crescido 1,9%, após uma queda de 0,8% no primeiro trimestre.


Para o fechado do ano, a aposta das instituições financeiras, segundo pesquisa do Banco Central, é que o PIB encerre com alta de 0,21%. Já para 2010, a previsão é de crescimento de 5%.


Componentes do PIB

Segundo o IBGE, na comparação trimestral, o principal destaque ficou com a Indústria, que cresceu 2,9%, e com Serviços, que expandiu 1,6%. Já Agropecuária retrocedeu 2,5%.

O IBGE desataca, pelo lado da demanda interna, os investimentos, denominados de Formação Bruta de Capital Fixo, que cresceram 6,5% em relação ao segundo trimestre. O consumo das famílias teve alta de 2%, e os gastos do governo subiram 0,5%.


Considerando o setor externo, as exportações de bens e serviços tiveram leve expansão de 0,5% e as importações de bens e serviços cresceram 1,8%.


Em relação ao terceiro trimestre de 2008, Serviços teve alta de 2,1%, enquanto Agropecuária caiu 9% e Indústria recuou 6,9%.


A despesa de consumo das famílias cresceu 3,9%, na vigésima quarta expansão neste comparativo, Segundo o IBGE, ajudou neste resultado o aumento de 2,5% na massa salarial real.


Os gastos do governo cresceram 1,6%, enquanto investimentos caíram 12,5%, sobretudo em razão da queda na produção interna e redução na importação de máquinas e equipamentos.


As exportações de bens e serviços caíram 10,1%, enquanto as importação de bens e serviços recuaram 15,8%.

Fonte: Economia UOL

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