cuidados

>Cliente morto não paga. Não?

Posted on julho 16, 2010. Filed under: cliente morto, cuidados, curiosidade, custos, fraudes, ingenuidade, investimento, Reicarnations bank |

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rbO Reincarnation Bank, isso mesmo, Banco da Reencarnação, cobra do cliente uma taxa para cuidar do patrimônio enquanto ele não volta para sua nova vida. Quando o cliente reencarnar, desde que não seja um hamster ou algo parecido, pode resgatar seu dinheiro. Como saber que é você mesmo que está voltando? Com testes de regressão!!! Dá para acreditar?!
Quando se trata de tirar dinheiro dos outros não há limite para a criatividade. Por isso achei interessante comentar este episódio. Porque o pior é que há pessoas que depositam seu dinheiro no tal banco. Na prática ele não “rouba” seu dinheiro. O patrimônio fica depositado lá e ele cobra taxas de administração, como cliente morto é fiel, esse fluxo de recursos para o banco é eterno.
Ainda muito difícil de acreditar! Mas veja, há muitos investidores mortos também no Brasil e que continuam a fazer os pagamentos. Um caso clássico é o do fundo 157. Ainda hoje há muitos cotistas desconhecidos, muitos deles mortos, e que continuam a pagar taxa de administração. No passado, os bancos brasileiros meteram a mão no patrimônio desses fundos cobrando taxas de administração altíssimas. Nos anos 90 a CVM tentou por ordem neste mercado e conseguiu achar muitos cotistas, mas vários ainda são desconhecidos. O mesmo acontece com as ações de empresas como Petrobras, Bradesco, Itaú e outras grandes empresas brasileiras que ainda têm muitos clientes desconhecidos, vários morreram sem nem saber que seram sócios destes negócios.

Por Mara.luquet

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>Olha quem está poupando

Posted on junho 8, 2010. Filed under: crianças, cuidados, filhos, Futuro, grávidas, invstimentos, livros, Mara Luquet, Para ler, poupança |

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DelmasMara Luquet fez o prefácio deste livro da Fernanda Delmas e adorou! Ela escreveu em seu blog ” o que mais me comove nas mães é que elas são capazes de abrir mão da própria segurança financeira para atender demandas de seus filhos. Quando são demandas legítimas, eu até consigo entender. Mas quando são superfluos eu realmente acho temerário. Sei que é difícil, mas tem que ser muito racional, para o bem das mães e dos próprios filhos. Eles podem nem se dar conta agora, mas quando crescerem vão achar ótimo ter uma mãe financeiramente independente.”

Diz a Fernanda logo na introdução:

“Este livro não é um guia sobre como economizar. Nem tem a pretensão de ensinar você a gastar seu dinheiro. Quando se trata de filhos, quem sabe e decide o que é importante é você. Pode ser que você queira fazer economia em algumas coisas, mas se sacrifique heroicamente para gastar até o último centavo em algo que considere fundamental para a felicidade do seu filho. A decisão é sua. Só que você pode ao menos estar preparada para os gastos com os quais vai topar. Existem despesas que uma futura mamãe nem imagina que vêm pela frente. Perguntei a uma amiga que já tem uma filha crescida qual era a melhor dica sobre os gastos com bebês. Ela brincou: “Não me lembro de muita coisa, só de que nunca mais consegui equilibrar as finanças!”. Não precisa ser assim.

E conclue: Eu concordo 100% com a Fernanda.

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>Cartão de crédito: Modo de usar

Posted on maio 29, 2010. Filed under: Cartão de Crédito, cartões, Condusef, cuidados, dinheiro extra, educação financeira |

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Cartão não é:
Renda extra
O melhor financiamento
Antidepressivo

Cartão é:
Antecipação de sua renda
Organizador do seu caixa
Espelho do seu orçamento

Na Conferência Internacional de Educação Financeira, organizada pela OCDE e realizada esta semana no Rio, o cartão de crédito foi a estrela. Há muita preocupação sobre este instrumento de crédito e o consenso de que é fundamental que as pessoas sejam treinadas a utilizar seu cartão. Ou seja, transformar o algoz num aliado.

O representante do México fez uma apresentação muito boa. No México, a correta utilização do cartão de crédito é uma questão que envolve o próprio governo federal.

Aqui link para o filme publicitário que eles fizeram dizendo que cartão de crédito não é um dinheiro extra.
http://www.youtube.com/watch?v=2u5ruLj0SEI

Abaixo, estão as regras para a utilização do cartão de crédito elaborado pelo mexicano Condusef (Comissão Nacional para a Proteção e Defesa dos Usuários dos Serviços Financeiros):

Antes de contratar:
Compare entre os diversos cartões. Nem todas oferecem o mesmo. Escolha a que mais se ajusta às suas necessidades e a sua capacidade de pagamento. Procure ter apenas as necessárias.

Informe-se sobre as taxas de juro, tarifas, seguros associados benefícios e responsabilidades.
Antes de assinar o contrato esclareça todas as dúvidas.

Para quem já está com o cartão:
Use dentro do seu orçamento e/ou em caso de emergências. O cartão de crédito pode ser de grande ajuda se for utilizado dentro da sua capacidade de pagamento.
Nunca o considere como dinheiro extra para gastar acima da sua renda.
Pague pontualmente suas dívidas

Para reduzir sua dívida no cartão:
Pague sempre acima do mínimo
Tente consolidar a dívida numa única linha de crédito
Cancele alguns cartões

Recomendação: fique sempre atento a sua conta consolidada

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>Leãozinho…

Posted on abril 5, 2010. Filed under: aposentadoria, cuidados, IR, meu dinheiro, PGBL, previdência privada, tributação, VGBL |

>Quem tem aplicações em PGBL e VGBL, os planos de previdência privada, tem que prestar muita atenção na forma como declarar estes investimentos no Imposto de Renda.

Segundo a advogada Andrea Nogueira Neves, sócia do escritório Velloza, Girotto e Lindenbojm e uma especialista nesta área, muitas pessoas declaram essas aplicações de forma errada.
Fique atento a:

1- PGBL/Fapi/Fundos de pensão/ Planos tradicionais

Contribuições efetuadas no ano de 2009, inclusive em nome dos dependentes: dedução de até 12% dos rendimentos tributáveis.

Condição: contribuição para a previdência social, inclusive do dependente maior de 16 anos.

Atenção: o saldo não deve ser informado na declaração de bens. Você deve declarar o valor das aplicações feitas no ano na declaração de DESPESAS.

2-VGBL

A declaração do VGBL deve ser em bens e direitos, pois o VGBL é um ativo. Você deve declarar o valor das aplicações realizadas no ano. Mas apenas o valor total das aplicações, sem o rendimento no período.

Em nenhum dos dois casos você declara o saldo e o rendimento da aplicação.

Quando o assunto é previdência, a questão tributária ganha ainda mais relevância. No longo prazo, o ganho fiscal tem um impacto pesado nas suas aplicações. Por isso muita atenção!

Fonte: Mara Luquet

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