custos

>Dólar baixo favorece o comércio, mas não a indústria

Posted on outubro 15, 2010. Filed under: comércio, custos, dólar, eletrodomésticos, IBGE, Indústria, Mercado |

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O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), que mostrou alta de 2% em agosto, em relação a julho. Em comparação com o mesmo mês de 2009, a expansão foi de 10,4%, mostrando que as pessoas estão comprando bastante.
O mercado esperava um número positivo, mas mais baixo, porque acabaram os incentivos fiscais. Mas na verdade, a demanda doméstica continua forte por vários motivos: com o dólar baixo, que cria problemas em outras áreas, produtos importados ficam mais baratos. Com isso, aumenta a capacidade de compra, ou seja, é possível comprar mais coisas com o mesmo salário. Um dos itens que mais cresceu foi móveis e eletrodomésticos (2,9%). Vendas de livros, jornais e revistas aumentaram 3,5%.
O que está acontecendo, mas não é bom, é a desaceleração na indústria. Está vendendo menos, exatamente por causa do dólar; enquanto o consumidor compra mais. Exporta menos, porque o produto brasileiro vai perdendo competitividade; com isso, tem de vender com preço mais alto para cobrir os custos.
A demanda continua forte também por causa de melhoria de salário, de emprego, mas parte vem também desse efeito do dólar. Bom para o consumidor, mas complicado para a indústria local.  Autor: Mirian Leitão
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>Cliente morto não paga. Não?

Posted on julho 16, 2010. Filed under: cliente morto, cuidados, curiosidade, custos, fraudes, ingenuidade, investimento, Reicarnations bank |

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rbO Reincarnation Bank, isso mesmo, Banco da Reencarnação, cobra do cliente uma taxa para cuidar do patrimônio enquanto ele não volta para sua nova vida. Quando o cliente reencarnar, desde que não seja um hamster ou algo parecido, pode resgatar seu dinheiro. Como saber que é você mesmo que está voltando? Com testes de regressão!!! Dá para acreditar?!
Quando se trata de tirar dinheiro dos outros não há limite para a criatividade. Por isso achei interessante comentar este episódio. Porque o pior é que há pessoas que depositam seu dinheiro no tal banco. Na prática ele não “rouba” seu dinheiro. O patrimônio fica depositado lá e ele cobra taxas de administração, como cliente morto é fiel, esse fluxo de recursos para o banco é eterno.
Ainda muito difícil de acreditar! Mas veja, há muitos investidores mortos também no Brasil e que continuam a fazer os pagamentos. Um caso clássico é o do fundo 157. Ainda hoje há muitos cotistas desconhecidos, muitos deles mortos, e que continuam a pagar taxa de administração. No passado, os bancos brasileiros meteram a mão no patrimônio desses fundos cobrando taxas de administração altíssimas. Nos anos 90 a CVM tentou por ordem neste mercado e conseguiu achar muitos cotistas, mas vários ainda são desconhecidos. O mesmo acontece com as ações de empresas como Petrobras, Bradesco, Itaú e outras grandes empresas brasileiras que ainda têm muitos clientes desconhecidos, vários morreram sem nem saber que seram sócios destes negócios.

Por Mara.luquet

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