CUT

>O gato comeu a CUT

Posted on março 8, 2011. Filed under: CUT |

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Por Carlos Chagas

Insossa, inócua e inodora será a tentativa de inserir a CUT no movimento sindical, de oito anos e dois meses para cá. Parece haver naufragado a organização que tantos serviços prestou ao trabalhador nos anos de chumbo da ditadura e, depois, no despertar da Nova República, atormentando José Sarney, sem esquecer o período neo-liberal que foi de Fernando Collor a Fernando Henrique, com o interregno de Itamar Franco.
Com a posse do Lula e o início do governo Dilma, desapareceu a Central Única dos Trabalhadores. Raros são os que se recordam do nome de seu atual presidente, como mais difícil ainda será alinhar as campanhas desencadeadas de lá para cá. Parece que o gato comeu a CUT, porque nem mesmo lutar por melhores salários ela tem lutado. De greves e mobilizações, nem se fala. Equivocaram-se seus líderes ao considerar encerrada sua missão na hora em que um torneiro mecânico assumiu o poder. Deixaram escoar pelos dedos a oportunidade de dar sustentação ao Lula, como agora a Dilma, para que pudessem resistir ao predomínio dos especuladores, ao lucro dos bancos, à supressão de direitos trabalhistas e, ainda agora, à compressão do salário-mínimo. Acomodou-se a CUT. É por essa razão que Dilma Rousseff receberá na sexta-feira, como figura maior do movimento operário, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva… Fonte: ClaudioHumberto
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>Banco do Brasil e Petrobras custeiam revista da CUT pró-Dilma

Posted on outubro 19, 2010. Filed under: Banco do Brasil, CUT, Justiça Eleitoral., Petrobras, Revista do Brasil, TSE |

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TSE proíbe circulação sob a alegação de que sindicato não pode fazer campanha

Na edição deste mês, “Revista do Brasil” traz na capa reportagem que saúda possibilidade de vitória da candidata

Proibida de circular pela Justiça Eleitoral pelo conteúdo favorável à campanha de Dilma Rousseff (PT), a edição deste mês da “Revista do Brasil”, vinculada à CUT (Central Única do Trabalhador), teve anúncios pagos por Petrobras e Banco do Brasil.
Revista Brasil, paga com dinheiro do povo brasileiro por 
meio do Banco do Brasil e Petrobras
A estatal e o banco confirmam que são anunciantes da revista, mas se recusaram a informar o valor repassado.
Ontem, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Joelson Dias determinou a interrupção da circulação da revista, cuja tiragem é de 360 mil exemplares mensais.
O responsável pela publicação, Paulo Salvador, disse, porém, que todas as revistas já foram distribuídas.
O entendimento do ministro é que a publicação faz defesa aberta da candidatura de Dilma. Pela Lei Eleitoral, sindicatos não podem contribuir direta ou indiretamente com campanhas políticas.
A decisão atende a um pedido da coligação de José Serra (PSDB). O mesmo ministro do TSE aplicou multa a Serra e ao diretório tucano na Bahia em julho por propaganda antecipada em maio.
Diz o TSE: “A representante noticia e traz elementos que demonstram a divulgação, por entidade sindical, ou criada por sindicatos, de mensagens de conteúdo aparentemente eleitoral, em publicações que distribuem e também em seus sítios na internet, o que, ao menos em tese, configuraria violação ao inciso da Lei Eleitoral”.
A edição barrada traz uma foto de Dilma na capa sob o título “A vez de Dilma – o país está bem perto de seguir mudando para melhor”.
Há, inclusive, foto de Dilma cumprimentando Marina Silva (PV) em evento com o presidente Lula. Também inclui reportagem sobre a derrota de oposicionistas da “velha guarda” no Senado.
Em meio à atual polêmica religiosa, a edição traz o bispo de Jales (SP), dom Demétrio Valentini, enaltecendo Lula e lembrando que Dilma é sua candidata.
A despeito da decisão do TSE, o conteúdo da revista estava na internet ontem.
O “conselho diretivo” da revista é formado por dirigentes da CUT e filiados ao PT, como o presidente da central, Artur Henrique, e Maria Izabel Noronha, a Bebel, que comandou greve de professores contra Serra.
A revista é produzida pela Editora Gráfica Atitude, administrada em rodízio pelos presidentes em exercício do Sindicato dos Metalúrgicos e do Sindicato dos Bancários.
Já estiveram à frente da empresa, por exemplo, o deputado estadual eleito Luiz Cláudio Marcolino (PT), aliado do deputado federal Ricardo Berzoini (PT), e o vice-presidente da CUT, José Lopez Feijóo, membro do “Conselhão” do governo federal.

Fonte: Folha de S. Paulo

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>Eleições 2010: TSE aplica quinta multa a Lula

Posted on junho 5, 2010. Filed under: CUT, Dilma Rousseff, Henrique Neves, Lula, TSE |

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O ministro Henrique Neves, do TSE, acaba de aplicar a quinta multa contra Lula por campanha antecipada. O ministro concordou com o argumento do Democratas de que o presidente fez propaganda em favor de Dilma Rousseff no evento realizado pela CUT, em São Paulo, para celebrar o Dia do Trabalhador. Henrique Neves exige que Lula pague 7 500 reais por ter exaltado a candidata do PT no evento. Com essa multa, sobe para 37 500 reais o valor das condenações contra o presidente.
Henrique Neves entendeu que Lula fez campanha quando disse que “é preciso mais tempo, é preciso que tenha sequenciamento. Ô Dilma, você viu o que eu falei? Sequenciamento”. Esse ponto foi crucial para a condenação de Lula. Afirma o ministro:
– (…) Noto que, mesmo não havendo identificação direta – explícita – de que a representada (Dilma) foi referida como a mais apta a dar prosseguimento às ações do governo, a interrupção do discurso, com a inclusão de seu nome e a repetição pausada da palavra “sequenciamento” , uniu o argumento da continuidade com a pessoa identificada, o que, na forma das recentes decisões deste Tribunal, deve ser considerado como prática de propaganda eleitoral antes do período permitido.
Dessa vez, Dilma escapou da punição. Na ação, o Democratas não juntou fitas com as falas da petista, apenas recortes de jornal. Assim, segundo entendimento do tribunal, ficou prejudicada a análise. A CUT também se livrou da condenação, porque não ficou demonstrado que o ato “fora pré-concebido como veículo específico para realização de propaganda eleitoral”.

Fonte: Radar Veja

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>Deixe a Dilma ganhar

Posted on fevereiro 18, 2010. Filed under: câmbio flutuante, contas públicas, CUT, Dilma Rousseff vencer a eleição, Jornalistas econômicos, MST, PIB, superávit primário, UNE |

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Dizem as melhores análises que o governo Lula vai deixar as contas públicas para o próximo presidente numa situação que inspira cuidado.

Jornalistas econômicos estão mostrando que o governo atuou bem em manter a santíssima trindade da economia: superávit primário, câmbio flutuante e metas de inflação. Além disso, reduziu a relação entre dívida e PIB e atuou bem em diminuir os efeitos da crise econômica recente.

Mas, mostram os números, o governo Lula aumentou a carga tributária de 32,54% em 2003 para 35,02% em 2009. Aumentou também os gastos públicos, incluindo novas contratações e aumentos reais de salário. Aumentou ainda o déficit da Previdência. O governo investiu pouco em infraestrutura (1% do PIB em comparação com os 16,3% em gastos públicos correntes). E infraestrutura de transporte é base para o crescimento econômico.

A consequência dos gastos do governo, incluindo os de combate à crise de 2008, trouxe fatores que atrapalham o crescimento econômico, como câmbio valorizado e juros altos.

Também o governo Lula, apesar do seu enorme capital político, não fez importantes reformas para o futuro econômico do país, como as previdenciária, tributária e trabalhista. Concordam as melhores análises do Brasil e do exterior que o país terá que atacar esses problemas se quiser crescer de forma sustentada nos anos à frente.

O próximo governo terá que pisar no breque para manter o equilíbrio fiscal e pagar suas contas. Se continuar no mesmo ritmo atual a casa cai. Terá que enfrentar também as reformas que trazem desgastes políticos.

Daí que talvez fosse até melhor a Dilma Rousseff vencer a eleição. Uma eleição com segundo turno e perdê-la por poucos votos, mostrando que haveria quase metade do país numa oposição. Deixar que a Dilma e o PT façam o reajuste nas contas públicas e as necessárias reformas.

Se for alguém da oposição vão fazer comparação com o governo Lula e este seria catapultado para o alto. Se for a Dilma, o problema econômico seria dividido com o governo que saía. Ela é considerada continuidade daquele. O governo Lula seria também responsabilizado pelo que estivesse acontecendo na economia.

Se for um presidente da oposição teria ainda que enfrentar o bate bombo da CUT, UNE, MST e tantas outras entidades que foram irrigadas com muito dinheiro público pelo atual governo. Todos chorando pelo governo Lula ou a volta do “nosso guia”.

Não dá para saber se esta situação foi criada de forma consciente ou não. Acho que não, mas se foi é um maquiavelismo de consequências perigosas para um país e uma enorme brutalidade histórica.

Autor: Alfredo da Mota Menezes. Fonte: A Gazeta. E-mail: pox@terra.com.br
Site: http://www.alfredomenezes.com

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>Plano de direitos humanos desagrada à indústria

Posted on janeiro 12, 2010. Filed under: CUT, Direitos Humanos, Grupo Ometz, Ibama, impacto ambiental, licenciamento, sindicatos |

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Empresários da indústria de base começaram a demonstrar insatisfação com o Programa Nacional de Direitos Humanos.

Entre as propostas do plano, há um ponto que sugere a inclusão das centrais sindicais no processo de licenciamento de obras de impacto ambiental comprovado. A medida atrasará os projetos de infraestrutura no país, segundo Paulo Godoy, presidente da Abdib (associação da infraestrutura e indústrias de base).

“Não consigo entender por que inserir um novo agente, sem conhecimento específico sobre o assunto, no processo. Essa discussão está descolada do foco de um plano que tem vistas aos direitos humanos”, afirma Godoy.


Na prática, a possibilidade de inclusão das centrais já foi comprovada, pois a medida, inserida agora no programa de direitos humanos, já foi tema de uma portaria conjunta do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama, publicada no “Diário Oficial da União” em agosto de 2009. A portaria dá aos sindicatos participação na elaboração dos Rima (Relatórios de Impacto Ambiental) e do licenciamento para novos empreendimentos das empresas.


Godoy também sugere que a medida poderá tornar-se uma ferramenta de barganha nas mãos das centrais sindicais. “Isso dá margem a arbitrariedades. Que tipo de poder de veto essas instituições teriam? Não há respaldo legal.”


Para Carmen Foro, secretária de meio ambiente da CUT Nacional, entidade que deu origem à iniciativa junto ao ministério, a inclusão é uma “conquista, pois vai permitir a intervenção dos trabalhadores em espaços políticos a que não tinham acesso”. Foro informa que a partir deste mês as centrais devem começar a elaborar planos de ação. “É da maior importância garantir que os sindicatos possam analisar se as empresas têm políticas ambientais adequadas à saúde dos trabalhadores e das comunidades no entorno.”

“É da maior importância garantir que os sindicatos possam analisar se as empresas têm políticas ambientais adequadas”
CARMEN FORO
secretária de meio ambiente da CUT

“A inclusão desse novo ator no já demorado processo de licenciamento ambiental cria mais obstáculos e conflitos”
PAULO GODOY
presidente da Abdib


NA ESCOLA

O Grupo Ometz, dono das redes de escolas de inglês Wise Up, Lexical, You Move e Go Getter, vai abrir neste semestre uma unidade em Bogotá. A inauguração faz parte do processo de expansão internacional da empresa, que alcançou 400 unidades em 2009 e já está presente em Buenos Aires. Também estão previstos investimentos de R$ 28 milhões em marketing para 2010, segundo Flávio Augusto da Silva, presidente do grupo. No ano passado, o grupo faturou R$ 103 milhões, crescimento de 67% em relação ao ano anterior, e superou 65 mil novos alunos. No último final de semana, o grupo anunciou o lançamento de uma nova bandeira, a Wise4U, de ensino à distância.

Emenda constitucional do perfil da dívida interna deve ser o foco



O contribuinte brasileiro deve olhar atentamente para a regulamentação jurídica da emenda constitucional que alongou o perfil da dívida interna, segundo Paulo de Barros Carvalho, titular de direito tributário da PUC-SP e da USP. “Essa decisão poderia mexer com a imagem do país no exterior, caso o Brasil não estivesse vivendo momento histórico tão favorável.”

Por outro lado, segundo Carvalho, “a famosa reforma tributária, que não avança nem tem condição de avançar, é algo com que o contribuinte não precisa se preocupar”.
“Tratando-se de ano eleitoral, não deverá haver sustos na alta da carga tributária.”

LÍDER EM DESISTÊNCIA

O consumidor brasileiro desistiu de comprar, em média, US$ 152 nas festas de fim de ano. Esse valor coloca o Brasil no topo do ranking de pesquisa feita em 11 países. Na média global, o valor das compras não realizadas foi de US$ 109. Os principais motivos apontados pelos consumidores foram a insatisfação com o produto, a falta de desconto, o mau atendimento, a indisponibilidade no estoque e a demora na hora de pagar. O levantamento foi realizado com 4.534 consumidores, entre os dias 25 de novembro e 20 de dezembro, pelas empresas e-Rewards e TNS International, em parceria com a Motorola.


com JOANA CUNHA e ALESSANDRA KIANEK – Fonte: Folha de S. Paulo
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