Democratas

>DEM parece que tomou juizo e prepara desfiliação do governador do Distrito Federal por corrupção

Posted on novembro 29, 2009. Filed under: corrupção, DEM, Democratas, desfiliação, Distrito Federal, Escândalo, expulsão |

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Pressionado internamente, o comando nacional do Democratas prepara a desfiliação e futuramente a expulsão do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM).

Escândalo no Distrito Federal

Reprodução
Acusado de coordenar um suposto esquema complexo de corrupção, Arruda vai se explicar amanhã, às 14h, à cúpula de seu partido sobre as denúncias. Ele passou este domingo telefonando para os colegas de partido.

“Existe um fato e denúncias. Contra fatos e denúncias o combate são fatos e não versões. É assim que funciona. Vamos dar ao governador o espaço que ele precisa para se explicar. Mas o clima de desconforto é grande. Aguardamos a defesa dele, mas grande parte do DEM pensa na desfiliação e até na expulsão”, disse à Agência Brasil o senador Demóstenes Torres.

Demóstenes contou que Arruda passou o domingo conversando, por telefone, com cada integrante da executiva nacional do DEM. Nas conversas, o governador tentou explicar as imagens em que aparece recebendo dinheiro do então assessor Durval Barbosa.

Segundo o senador, Arruda afirmou que as imagens são do período da sua campanha de 2006, quando recebia recursos para repassar aos que trabalhavam com ele. De acordo com as explicações do governador, tudo foi relatado ao Tribunal Regional Eleitoral (TER) e também ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

OAB compara Arruda a peruano que renunciou após denúncias de corrupção

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, afirmou neste domingo (29) que o vídeo que mostra o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), recebendo dinheiro é comparável à situação do ex-presidente peruano Alberto Fujimori, forçado a renunciar no ano 2000 após denúncias de que seus assessores compravam apoio político de parlamentares.

No microblog Twitter, o líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), avisou que se for constatada irregularidade, haverá punição.

“O Democratas não vai se portar como o PT. Se houve erro, haverá punição de acordo com o que uma democracia prevê. O Democratas exige seriedade sempre. Não vamos empurrar nada para baixo do tapete. São denúncias graves”.

Outros líderes do DEM ouvidos pela Agência Brasil afirmaram que a tendência na legenda não é favorável a Arruda, mas que aguardam as explicações do governador para evitar possíveis injustiças.

Arruda e seu vice, Paulo Octávio, ambos do DEM, assessores do governo do Distrito Federal, deputados distritais e empresários estão no centro das denúncias investigadas pela Polícia Federal que apontam a existência de um suposto esquema de corrupção com superfaturamento de contratos, irregularidades em licitações e pagamentos de propinas.

Segundo as apurações da Polícia Federal, cerca de R$ 600 mil foram arrecadas de empresas privadas que mantêm contratos com o governo do Distrito Federal.

Depois de uma nota oficial, informando que aguarda as explicações de Arruda, o presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), disse à Agência Brasil que espera a reunião com o governador para manifestar-se. Os principais líderes do Democratas vieram a Brasília nos últimos dias para analisar o assunto. A questão foi potencializada com a divulgação de imagens nas quais Arruda aparece recebendo dinheiro supostamente destinado ao pagamento de propina.

Fonte: UOL #uolcelular { clear: both; margin:1.5em 0 0 0; font-size:0.8em; } #uolcelular h3 { background:#efefef;color:#000;font:bold 1.1em arial;padding:3px;height:12px;display:block;margin:0;padding-left:1em;} #uolcelular #borda { height:3em;border:1px solid #efefef;color:000;font:normal 13px arial;background:url(http://img.uol.com.br/wap-ico.gif) 1em 0.4em no-repeat;padding:0;padding-top:1.1px; } #uolcelular #borda #txtCel { margin: 0.2em 0 1em 4em; *margin-bottom:1em; } #uolcelular #borda #txtCel a {color:#666666; text-decoration:none; } #uolcelular #borda #txtCel a:hover { text-decoration:underline; } #uolcelular #borda #txtCel a strong {color:#000000;}

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>Osvaldo Sobrinho assume vaga de Jaime Campos no Senado

Posted on setembro 10, 2009. Filed under: DEM, Democratas, Dnit, Luiz Antônio Pagot, Manobra política, PTB, Senado, tucanos |

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Manobra política envolvendo Democratas e tucanos permitiu que, sem cumprir prazos regimentais, nem convocações, o petebista Osvaldo Sobrinho assumisse a vaga do senador do senador licenciado Jaime Campos (DEM), tão logo foi lido e aprovado na Comissão de Constituição e Justiça a renúncia do primeiro suplente, Luiz Antônio Pagot (PR). Com a decisão, Jaime Campos passa a ter apenas Osvaldo Sobrinho como suplente.

Essa manobra política ganhou outros contornos como, por exemplo, as composições com o governo do Estado, já que o DEM e PTB são do arco de aliança que elegeu o governador Blairo Maggi.

Todo o processo começou com o pedido de licença do senador Jaime Campos para tratamento de assuntos particulares. O democrata chamou Pagot e comunicou a licença, e de pronto ele rejeitou a idéia em deixar o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit).

Só que o pior seria a perda do mandato de suplente, o que levou o PR a analisar a possibilidade ingressar na Justiça para que Pagot assumisse e se licenciasse, permanecendo no Dnit e repassando a vaga.

Toda essa engenharia acabou sendo desmontada em uma reunião na manhã de ontem, no Palácio Paiaguás (sede do governo do Estado) entre a cúpula do Partido da República e o governador Blairo Maggi, quando ficou decidido que Pagot ainda pela manhã renunciaria a primeira suplência em prol de Mato Grosso, ou seja, o Estado e os investimentos que o Dnit mantém são mais importantes do que o mandato temporário de senador para o PR.

O presidente do PR, Wellington Fagundes, disse que como candidato e político o senador Jaime Campos tomou a decisão que melhor lhe convinha, mas que isto não afasta o DEM do arco de alianças e do apoio ao governo Maggi.

Só que a situação já estava tão definida, que nem bem Pagot renunciou, e Osvaldo Sobrinho que já se encontrava em Brasília fosse convocado e empossado, fato pouco corriqueiro dentro do Senado.

A licença de menos de 120 dias não exige a convocação do suplente, o que garantiria a permanência de Pagot como primeiro suplente, mas não permitiria que Osvaldo Sobrinho assumisse.

Fonte: A Gazeta


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