desenvolvimento

>Cresce o investimento de grandes empresas em inovação

Posted on outubro 27, 2010. Filed under: ABDI, Comércio Exterior, desenvolvimento, Indústria, Inovação, investimento |

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Cresce o número de grandes empresas brasileiras que investem em inovação tecnológica para aumentar a competitividade no mercado interno, de acordo com a pesquisa Sondagem de Inovação, divulgada nesta terça-feira (26) pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A segunda edição do levantamento trimestral constatou que 71,5% das 1,650 mil grandes empresas industriais com mais de 500 empregados inovaram no lançamento de produtos ou no processo de fabricação no trimestre de abril a junho. Percentual semelhante aos 71,4% registrados no trimestre anterior. A pesquisa também aponta que 27% do universo analisado ampliaram os investimentos próprios em pesquisa e desenvolvimento e 47% mantiveram o mesmo nível do trimestre anterior.
Na avaliação do presidente da ABDI, Reginaldo Arcuri, “são números excelentes, que indicam a consciência do empresariado sobre a necessidade de inovar para garantir presença no mercado”.
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>Mato Grosso é um país

Posted on agosto 10, 2010. Filed under: Amazônia, ambientais, Araguaia, climáticas, desenvolvimento, empregos públicos, geográficas, Mato Grosso, Médio-Norte., país, pantanal |

>Por Silval Barbosa

Conheço Mato Grosso município por município, vila por vila. Nesses 36 anos, quanto mais conheço mais admiro as potencialidades que dão a Mato Grosso essa feição de um país. Temos regiões completamente diferentes entre si, cada uma com suas possibilidades, ocupada por gente corajosa, cada um com sua rica história. Desde o histórico Pantanal, ao Araguaia, à Amazônia, ao Médio-Norte.
Sou um homem do interior. Nasci em Borrazópolis, no Paraná, com seus 8 mil habitantes. Cheguei a Mato Grosso em 1977, jovem, solteiro e em busca de sonhos. Era o tempo da aventura de abrir a Amazônia tão desconhecida, dentro do projeto federal de ocupar o Norte do Brasil.
Estudos da Escola Superior de Guerra, realizados para embasar a geopolítica de ocupar a Amazônia, a partir da década de 70, concluíram que Mato Grosso é um Estado riquíssimo em potencialidades, por sua posição fronteiriça na América do Sul, na Amazônia e pelos biomas que formam a sua geografia. Tanto que toda a ocupação amazônica se deu a partir de Mato Grosso, que ficou conhecido como “Portal da Amazônia”. Hoje, passados mais de 30 anos, está bem claro que os estudos estavam certos. O Mato Grosso de então e o de hoje estão separados por décadas de crescimento e de progresso. Haja vista a expansão de sua produção agropecuária, líder no Brasil, moderníssima e competitiva em comparação ao mundo.
Fui prefeito de Matupá, um pequeno município ao Norte de Mato Grosso, surgido às margens da histórica rodovia BR-163 aberta pelo 9º BEC nos anos 1970, sob o comando do lendário Coronel José Meirelles. Quem administra um município lida com os problemas diários dos cidadãos. É no município que as pessoas vivem, trabalham e sonham. Por isso, olho Mato Grosso com aquela visão profética da Escola Superior de Guerra sobre as potencialidades do nosso Estado, e também com a visão municipal dos problemas e das aspirações dos nossos 141 municípios.
Mesmo assim, não vejo os municípios da mesma maneira uniforme. Por conhecê-los bem e nos detalhes, sei que governar Mato Grosso será o mesmo que governar um país, com todas as diferenças regionais econômicas, de desenvolvimento, ambientais, geográficas, climáticas e humanas. Quando candidatei-me à reeleição de governador, levei em conta uma série de fatores dentro dessa linha de raciocínio. Um deles é o de dar continuidade aos grandes avanços iniciados pelo governador Blairo Maggi, principalmente na gestão, que permitiu tudo que aconteceu de bom nesses oito anos.
O segundo motivo, é que me sinto preparado não só para sucedê-lo, como para avançar ainda mais em áreas críticas como desenvolvimento humano, o desenvolvimento da educação, da saúde, da infraestrutura, e principalmente, preparar Mato Grosso para aquele papel profético do presidente Geisel. Mato Grosso é um Estado com vocação de comércio exterior já que hoje sua produção primária representa 30% do superávit da balança comercial brasileira. Mas é, também, um grande vendedor de oxigênio e purificador de carbono da poluição mundial. Mato Grosso será nesses próximos anos o Estado de Economia Sustentada.
Aqui temos polos de alta tecnologia, de empreendedorismo de altíssima competência, domínio do solo, conhecimento do clima, domínio dos equipamentos e a sabedoria de produzir cada vez mais sem aumentar as áreas de plantio. Porém, mais do que isso, estamos entrando na fase de industrialização dos alimentos que produzimos, e entrando nos mercados mundiais como competidores de respeito. Claro que estamos falando de coisas muito grandes, muito maiores do que a simples gestão de funcionários, de empregos públicos e de politicagens. Estamos falando de futuro, de competição mundial, de profundas transformações dos sistemas de educação, de saúde e da qualidade de vida dos nossos 3 milhões de habitantes.
Estamos falando do futuro e do presente. Quando me coloco à disposição dos mato-grossenses para concorrer ao Governo deste nosso país chamado Mato Grosso, para os próximos quatro anos, trago junto a promessa que todos carregamos na alma, desde os tempos históricos até os atuais e os futuros da gente mato-grossense, de sermos uma grande e poderosa referência para o país e para o mundo.
Silval Barbosa é governador de Mato Grosso e candidato à reeleição
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>Cuiabá é destaca no índice de Desenvolvimento Humano

Posted on agosto 25, 2009. Filed under: CUIABÁ, desenvolvimento, idh, IFDM, Lucas do Rio Verde |

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Cuiabá é o segundo município de Mato Grosso em desenvolvimento humano, de acordo com o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), pesquisa que é divulgada anualmente pela Federação das Indústrias no Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e que leva em consideração o desempenho dos municípios brasileiros nas áreas de emprego e renda, educação e saúde.

Capital só foi superada em Índice de Desenvolvimento Humano

para Lucas do Rio Verde, no Norte de MT

Numa escala de zero a um adotada no cálculo do IFDM, Cuiabá obteve a média, considerando as três áreas avaliadas, de 0.76, sendo superada no Estado apenas por Lucas do Rio Verde, que ficou com um percentual um pouco superior, de 0.79.

No quesito emprego e renda, a capital obteve o índice de 0.83 e no de Saúde 0.80, que se enquadram na mais alta faixa de classificação, de 0.8 a 1.0, considerada, pelos critérios do IFDM, como de “alto desenvolvimento”.

“O desempenho do nosso município no IFDM, que é uma pesquisa da mais alta credibilidade, realizada por uma entidade do porte da Firjan, comprova que as políticas públicas do nosso Governo, focadas no desenvolvimento econômico com geração de empregos e renda, na Saúde e na Educação de qualidade, estão no caminho certo e apresentam resultados mais que satisfatórios”, comentou o prefeito Wilson Santos.

A pesquisa da Fijam, versão 2009, utiliza dados de 2006 e essa defasagem de tempo é explicada pelo fato de se basear única e exclusivamente em estatísticas oficiais, portanto de plena confiabilidade, e somente em 2009 foi possível reunir concomitantemente as informações dos Ministérios da Educação, da Saúde e do Trabalho e Emprego.

A pesquisa tem periodicidade anual, recorte municipal e abrangência nacional. A geração de emprego e renda e a qualidade dos serviços de saúde e a educação estão entre os principais indicadores do nível de desenvolvimento humano da população.

Saúde acima da média

O secretário de Saúde da capital, Luiz Soares, destaca que o percentual obtido pela área de saúde no IFDM ficou acima da média das demais capitais brasileiras, como resultado, principalmente, dos investimentos realizados pela administração municipal na rede básica, com destaque para as unidades do Programa Saúde da Família (PSF).

“Esse bom desempenho reforça a importância do Sistema Único de Saúde. Fica demonstrado que, apesar da insuficiência de recursos, de ser necessário haver mais investimentos dos governos federal e estadual, o SUS é uma política pública perfeitamente viável”.

Já o secretário de Educação, Carlão do Nascimento, comentou que a administração do prefeito Wilson Santos vem priorizando os investimentos na área educacional e que os resultados só tendem a melhorar. Ele cita o exemplo do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que considera dados de aprovação, reprovação e abandono escolar.

Em 2005, portanto no início da primeira gestão de Santos, Cuiabá obteve a pontuação de 3.7 (numa escala de zero a 10), ficando em 17º lugar entre as capitais. Já em 2008, Cuiabá recebeu a pontuação de 4.1, subindo para 13º lugar entre as capitais do país.

Fonte: Midianews

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