Dilma Rouseff

>Síntese do discurso de posse da presidenta Dilma Rousseff

Posted on janeiro 1, 2011. Filed under: Dilma Rouseff |

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Lula passa a faixa a presidente Dilma Rouseff

[…] Pela decisão soberana do povo, hoje será a primeira vez que a faixa presidencial cingirá o ombro de uma mulher.

Sinto uma imensa honra por essa escolha do povo brasileiro e sei do significado histórico desta decisão.

[… ] E sei que meu mandato deve incluir a tradução mais generosa desta ousadia do voto popular que, após levar à presidência um homem do povo, decide convocar uma mulher para dirigir os destinos do país.

[…] Não vou descansar enquanto houver brasileiros sem alimentos na mesa, enquanto houver famílias no desalento das ruas, enquanto houver crianças pobres abandonadas à própria sorte. O congraçamento das famílias se dá no alimento, na paz e na alegria. E este é o sonho que vou perseguir!

[…] O estado do Rio de Janeiro mostrou o quanto é importante, na solução dos conflitos, a ação coordenada das forças de segurança dos três níveis de governo, incluindo – quando necessário – a participação decisiva das Forças Armadas.

[…] O meu governo continuará engajado na luta contra a fome e a miséria no mundo.

[…] Mas é importante lembrar que o destino de um país não se resume à ação de seu governo. Ele é o resultado do trabalho e da ação transformadora de todos os brasileiros e brasileiras. O Brasil do futuro será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ele hoje. Do tamanho da participação de todos e de cada um:

[…] Chegamos ao final desse longo discurso. Dediquei toda a minha vida a causa do Brasil. Entreguei minha juventude ao sonho de um país justo e democrático. Suportei as adversidades mais extremas infligidas a todos que ousamos enfrentar o arbítrio. Não tenho qualquer arrependimento, tampouco ressentimento ou rancor.

Muitos da minha geração, que tombaram pelo caminho, não podem compartilhar a alegria deste momento. Divido com eles esta conquista, e rendo-lhes minha homenagem.

[…] Esta dura caminhada me fez valorizar e amar muito mais a vida e me deu sobretudo coragem para enfrentar desafios ainda maiores. Recorro mais uma vez ao poeta da minha terra:

“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”

É com esta coragem que vou governar o Brasil.

Mas mulher não é só coragem. É carinho também.

Carinho que dedico a minha filha e ao meu neto. Carinho com que abraço a minha mãe que me acompanha e me abençoa.

É com este mesmo carinho que quero cuidar do meu povo, e a ele – só a ele – dedicar os próximos anos da minha vida.

Que Deus abençoe o Brasil!

Que Deus abençoe a todos nós!

Leia a íntegra do discurso em Discurso de posse da presidenta Dilma Rousseff

Fonte: Blog do Noblat

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>Entre o Ibope e o Datafolha

Posted on setembro 30, 2010. Filed under: Datafolha, Dilma Rouseff, eleições 2010, Ibope, José Serra, Marina Silva, pesquisa IBOPE/CNI, tendência, votos |

>Por Jose Roberto de Toledo

Eleições 2010 – Pesquisa Ibope/CNI concluída na segunda não confirma tendência de queda de Dilma Rousseff (PT) e mostra a petista com 55% dos votos válidos, o que lhe daria a vitória ainda no primeiro turno. Segundo o instituto, desde o final da semana passada, Dilma permaneceu com 50% do total de votos, José Serra (PSDB) oscilou de 28% para 27%, e Marina Silva (PV) manteve a tendência de crescimento e foi de 12% para 13%.
O resultado contrasta com a queda de Dilma apontada pelo Datafolha na sua pesquisa feita integralmente na segunda-feira. Essa é uma das diferenças entre as duas sondagens: a coleta do Ibope foi dividida em três dias, de sábado a segunda (cerca de mil entrevistas foram feitas no último dia), enquanto no Datafolha toda a pesquisa de campo foi realizada na própria segunda.
Outra diferença é a metodologia: como a maioria dos institutos, o Ibope entrevista os eleitores em casa, enquanto o Datafolha faz as abordagens na rua. Isso pode produzir diferenças na amostra, pelo tipo de eleitor que cada um capta: um mais “rueiro” no Datafolha, e um mais “caseiro” no caso do Ibope. Eles podem ter comportamentos eleitorais diferentes.
Se, como aponta o Datafolha, houvesse uma tendência de queda, tanto a data de campo quanto o método de coleta poderiam, em tese, fazer alguma diferença. Os dados do Ibope, que apenas indicam que Marina segue crescendo, mostram consistência quando analisados pelas diferentes faixas de renda e escolaridade do eleitorado.

Fonte: Blog do Noblat

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>A quarta-feira dos presidenciáveis

Posted on julho 7, 2010. Filed under: Dilma Rouseff, eleições 2010, José Serra, Marina Silva, presidenciáveis |

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Eleições 2010

Em São Paulo: José Serra alfineta Dilma Rousseff

     CANDIDATO TUCANO À PRESIDÊNCIA, JOSÉ SERRA

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O candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, disse nesta quarta (7) durante caminhada pelo centro de Jundiaí, em São Paulo, que achou “incrível” sua adversária, Dilma Rousseff (PT), ter assinado uma versão do programa de governo dela sem ler. “Eu achei incrível realmente, porque você não assina um programa assim, sem dar uma olhada naquilo que tem”, afirmou.  A primeira versão do programa de governo petista entregue ao Tribunal Superior Eleitoral,  previa, entre outros pontos, a tributação de grandes fortunas e redução de jornada de trabalho. Após repercussão na internet, o PT retirou o documento e entregou outra versão.  
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Dilma faz campanha na Praça da Sé

Divulgação
DILMA ROUSSEFF

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A candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) discursou nesta quarta (7), na Praça da Sé, no centro de São Paulo. Na ocasião a petista afirmou que, se eleita, os professores serão mais valorizados durante seu governo, e criticou ainda, seu adversário José Serra (PSDB). “Como eles podem fazer mais? Quando estiveram no governo, e podiam mais, eles fizeram menos”, afirmou.

Marina alfineta seus adversários

G1/Mariana Oliveira
MARINA SILVA

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A candidata do PV à Presidência Marina Silva, criticou nesta quarta (7), em São Paulo, a disputa dos adversários José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) pela autoria do programa Bolsa Família.”Vejo como insegurança. Quando se tem compromisso visceral, como teve o presidente Lula e como eu sei que eu tenho pela minha trajetória, não precisa concorrer para mostrar quem é mais comprometido com o pobre”, disse. A candidata afirmou ainda, que se eleita continuará com o programa.
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>Eleiçoes 2010: Ibope aponta Dilma com 40%, contra 35% de Serra e 9% de Marina – Indecisos 40%

Posted on junho 23, 2010. Filed under: Dilma Rouseff, eleições 2010, José Serra, Marina Silva, pesquisa eleitoral, Pesquisa Ibope, TSE |

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Pesquisa eleitoral – O instituto de pesquisa Ibope apresentou nesta quinta-feira, 23 de junho, resultado do levantamento realizado entre os dias 19 e 21 de junho, registrada no TSE sob o número 16292/2010, em 140 municípios, sob encomenda da CNI, Confederação Nacional da Indústria, com os seguintes número:
Dilma Rousseff (PT)……………..40%
José Serra (PSDB)………………35%
Marina Silva (PV)…………………..9%
Brancos e Nulos…………………….6%
Não sabem/Responderam…..10%
A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Esta é a primeira vez em que a candidata petista aparece à frente do tucano em uma pesquisa com uma diferença que ultrapassa a margem de erro. Na última pesquisa CNI/Ibope, divulgada em 17 de março, Serra aparecia com 38%, contra 33% de Dilma e 8% de Marina. Brancos e nulos somavam 12%; 8% não responderam.
Dilma aparece na frente também na simulação de 2º turno. A petista tem 45%, contra 38% de Serra. Brancos e nulos somam 8%, enquanto 9% não sabem ou não responderam.
Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, o tucano aparecia com 44%, contra 39% da petista. Brancos e nulos somavam 10%, e 7% não responderam.


Quando a simulação é feita entre Dilma e Marina, a petista aparece com 53%, contra 19% da presidenciável do PV. Brancos ou nulos representam 15%; 13% não sabem ou não responderam. Em 17 de março, a simulação de 2º turno entre Dilma e Marina dava 48% para a petista, 11% para a ex-ministra do Meio Ambiente, 22% de brancos e nulos e 12% que não responderam.
Já entre Serra e Marina, o tucano fica com 49%, contra 22% da candidata verde. Brancos ou nulos somam 16% e não sabem ou não responderam, 13%. A pesquisa anterior dava 55% para o candidato do PSDB, contra 17% da candidata do PV, 18% entre brancos e nulos e 9% que não responderam.
Na espontânea, Dilma tem 22%, Serra tem 16%, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 9%, Marina tem 3% e o ex-governador mineiro Aécio Neves (PSDB) tem 1%. Brancos e nulos somam 7%, e 40% não sabem.
A última pesquisa que mediu a intenção de votos para os presidenciáveis, contratada pela Rede Globo e pelo jornal ‘O Estado de São Paulo’ e divulgada em 5 de junho, apontava Serra e Dilma empatados com 37%.
Sabem quem é Dilma
O levantamento CNI/Ibope identificou um aumento no conhecimento da candidata petista pelo eleitorado. Hoje, 73% sabem que Dilma Rousseff é apoiada pelo presidente Lula. Em março, o índice era de 58%.


Indecisos
O diretor de operações da CNI, Rafael Lucchesi, afirma que o elevado grau de indecisos demonstra que a disputa pelo eleitorado “ainda está em suas etapas iniciais, se aquecendo”, uma vez que, em março, 42 % dos entrevistados não sabiam em quem votar. No último levantamento, o índice teve uma leve redução e está em 40%
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>Eleições 2010: Candidatos a presidência não dão respostas a grandes temas como narcotráfico

Posted on junho 22, 2010. Filed under: Dilma Rouseff, eleições 2010, José Serra, Marina Silva, narcotráfico |

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Por Carlos Chagas
Os candidatos presidenciais continuam devendo. Qual a estratégia de José Serra, Dilma Rousseff e Marina Silva, por exemplo, para enfrentar a multiplicação do narcotráfico e a crescente utilização das drogas, agora mais estendidas às camadas menos favorecidas? Não vale ficar criticando ou defendendo a Bolívia e seu presidente Evo Morales. Seria preciso que tucanos, companheiros e verdes dispusessem de um roteiro de ação, a ser desenvolvido nos primeiros dias do governo de quem vencer. Ação policial implacável? Campanha educativa imediata? Centralização do combate aos bandidos no plano federal? Colaboração efetiva e financeira com estados e municípios? Responsabilização maior dos usuários, inclusive penal? Investimentos em centros de recuperação espalhado por todo o país? Cooperação ampliada com organismos internacionais e em especial americanos e europeus?
Essas e quantas outras políticas de atuação imediata precisavam estar sendo conhecidas e debatidas pelos candidatos, em se tratando o narcotráfico de um dos maiores males da atualidade.
Mas o que dizer da violência, isto é, da segurança pública? Anunciar a criação de um ministério específico para enfrentar a questão é pouco, na medida em que faltam informações sobre sua estrutura e seus objetivos.
Como e em que termos promover a reforma tributária e a reforma política? Manter a reeleição e os mandatos presidenciais em quatro anos ou acabar com ela e estender os períodos para cinco ou seis anos? Como viabilizar a transformação do pré-sal de sonho em realidade? Ampliar ou reduzir o projeto do etanol, enquadrando ou liberando a atividade dos usineiros? Manter as facilidades concedidas a centenas de igrejas empenhadas em aumentar o volume de doações recebidas, sem pensar na tributação válida para empresas comerciais?
Não tem fim o monte de interrogações que os pretendentes ao palácio do Planalto estão devendo ao eleitorado, em meio aos foguetes das festas de São João.
LULA PERMANECE OU SAI DE CENA?
No caso da vitória de José Serra não se duvida de que quinze minutos depois de conhecido o resultado das urnas o presidente Lula assumirá o comando da oposição. Estará posicionado para concorrer às eleições de 2014 e ninguém tirará dele a condição de fiscal maior do governo tucano.
No reverso da medalha, porém, qual será a posição do primeiro-companheiro? Terá escrúpulos de funcionar como pólo aglutinador das iniciativas maiores do governo Dilma Rousseff? E a nova presidente, como reagirá diante da presença do criador? Manterá parte do atual ministério, mesmo atenta à lição secular de que não se deve nomear quem não se pode demitir? Optará pela formação de uma equipe pretensamente dela, com atenção especial para a goela aberta do PMDB?
Parece fora de questão o aproveitamento do já então ex-presidente Lula em algum organismo internacional. Primeiro porque não quer, depois pela falta de condições, depois de nossa postura diante do Irã. Aquilo que Fernando Henrique Cardoso não conseguiu por falta de apoio interno, Luiz Inácio da Silva também não conseguirá, por ausência de respaldo externo. Condenado a permanecer por aqui, encontrará forças para permanecer entre o apartamento de São Bernardo e o do Guarujá?

Fonte: ClaudioHumberto

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>Eleições 2010: Dilma chega a 30% e Serra cai para 35%, aponta pesquisa Ibope

Posted on março 17, 2010. Filed under: Dilma Rouseff, eleições 2010, Ibope, intenções de voto, pesquisa, Serra |

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Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira mostra o governador de São Paulo José Serra com 35% das intenções de voto na disputa pela Presidência da República, cinco à frente da ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff. A diferença entre eles, porém, caiu 21 pontos em relação ao levantamento divulgado em novembro, quando o tucano tinha 38% das intenções, contra 17 da petista. A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI).
Já o deputado federal Ciro Gomes (PSB) ficou com 11% dos votos, dois pontos percentuais a menos do que no levantamento anterior. A pré-candidata do PV Marina Silva aparece com 6%. Os votos brancos e nulos chegam a 10%. Não quiseram responder à pesquisa 8% dos entrevistados.

Em um cenário em que Ciro não participasse da disputa, Serra tem 38% e Dilma, 33%. A senadora Marina aparece com 8%. Se o governador de Minas Gerais Aécio Neves entrasse na corrida no lugar de Serra, Dilma teria 34% das intenções de voto, à frente de Ciro Gomes, que tem 21%. O mineiro teria 13% das intenções.

O Ibope ainda simulou um segundo turno entre Dilma e Serra. O tucano venceria a eleição com 44% dos votos, ante 39% de Dilma. O instituto ouviu 2.002 pessoas entre os dias 6 e 10 de março, em 140 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Lula  – Ainda segundo a pesquisa, 53% dos entrevistados preferem votar no candidato apoiado pelo presidente Lula. Até o momento, porém, 42% deles desconhecem quem é o candidato do presidente.

Rejeição – Serra também leva vantagem no quesito rejeição. De acordo com o Ibope, ele tem o menor porcentual: 25% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele, ante 27% de Dilma Rousseff.

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>Eleições 2010: Deputado Carlos Abicalil comunica a senadora Serys sua intenção de disputar o Senado e diz que clima é tenso

Posted on fevereiro 7, 2010. Filed under: Abicalil, Deputado Carlos Abicalil, Dilma Rouseff, eleições 2010, presidente Lula, PT, Senadora Serys, Serys |

>Mariane de Oliveira
Da Redação

O Bom Dia Mato Grosso reproduz a entrevista concedida pelo deputado Carlos Abicalil ao Jornal A Gazeta, edição de 7 de fevereiro, a quem agradecemos. Fazemos isso pela necessidade que temos de manter nossos leitores bem informados dos bastidores da política matogrossense no que diz respeito as eleições de 2010.


A tensa conversa travada no gabinete de Serys em Brasília, durante uma hora e meia, pode resultar no maior racha já vivenciado pelo partido, além de enfraquecer o palanque da ministra Dilma Rouseff em Mato Grosso, pré-candidata à Presidência da República pelo PT. Abicalil é muito próximo do presidente Lula e ocupa a função de vice-líder do governo na Câmara Federal, o que indica que a decisão para o impasse deve vir do Palácio do Planalto.


Presidente regional do PT, Abicalil, 48 anos, foi reeleito deputado federal com mais de 128 mil votos em 2006. Ele concedeu a seguinte entrevista ao jornal A Gazeta, onde relata detalhes da conversa com Serys e tece críticas veladas à senadora.


Carlos Abicalil quer disputar vaga no Senado e levou proposta para Serys, que rejeitou e afirmou que pode sair da vida pública, caso ele seja escolhido pelo partido

A Gazeta – O senhor procurou a senadora Serys para dizer que é candidato ao Senado. Como foi a conversa com ela?

Carlos Abicalil – Nesta semana tive um encontro com a senadora Serys, e como havia afirmado anteriormente, durante todo o processo, assim que inaugurássemos a nova gestão do partido iríamos dar início a esse entendimento, relativo à pré-candidatura ao Senado e às estratégias para 2010 nesse sentido. Fiz questão de ir ao gabinete da senadora, conversamos muito, durante uma hora e meia, e eu apresentei a pretensão de que o diálogo da candidatura ao Senado fosse apresentado. A senadora Serys tem elevado compromisso partidário, ela honra há 20 anos os mandatos conquistados dentro do PT, e faz isso de forma exitosa. Então tenho certeza de que ela vai compreender isso, vamos realizar esse debate de maneira a ampliar a representação do PT.


Gazeta – Isso significa trocar de posições, a senadora Serys sairia candidata a deputada federal e o senhor ao Senado?

Abicalil – Sim. Isso refletiria na real possibilidade de ampliar a bancada do PT, até porque a senadora Serys e o deputado Ságuas Moraes têm patamar de representação que, somados, dão essa possibilidade real ao partido.


Gazeta – Qual foi a resposta da senadora, ela aceitou?

Abicalil – A senadora afirma que ela, em conjunto com a família, chegou ao posicionamento de que, ou é candidata à reeleição, ou não é candidata. Fiz apelo por três vezes de que ela pudesse reconsiderar a possibilidade de, em não sendo candidata à reeleição, contemplasse a possibilidade de figurar na chapa a federal junto com o deputado Ságuas. Isso não significa passar por cima do partido. Na minha visão, reitero que essa é uma possibilidade do PT ampliar a sua representação popular.


Gazeta – Caso a senadora não reconsidere seu posicionamento, o PT pode realizar uma consulta a todos os filiados?

Abicalil – Não há nenhum problema, até porque acabamos de passar por uma consulta ampla (o processo de eleições diretas, que elegeu os diretórios). Mas prefiro que tenha um entendimento em uma instância partidária regular, e a senadora também concorda. A decisão deve ser dos membros do diretório. Tanto eu quanto ela concordamos que a decisão deva sair até o final de março.


Gazeta – O senhor já havia conversado sobre esse com lideranças do PT antes de quinta-feira?

Abicalil – Participei de todas atividades partidárias programadas desde de dezembro de 2008. Todas as vezes em que fui instado por aqueles diferentes grupos sobre o tema (disputa ao Senado), advertia para alguns aspectos principais: a incoerência com a defesa de uma aliança ampla se o ponto de partida reservasse dois cargos majoritários ao PT e já vinculasse tais cargos aos nomes; a inexistência de candidaturas natas, que nunca fizeram parte da cultura petista; a necessidade de compor uma chapa que ampliasse o número de mandatos e de representações petistas nos níveis estadual e federal. Finalmente, ponderava que aquele momento não era o melhor para a definição de vinculações finais entre nomes e cargos para a disputa, até porque, se foram sinceros os termos das teses, a principal referência permanecia guiada pelo projeto nacional, seus desdobramentos num projeto de desenvolvimento humano e sustentável para Mato Grosso e seus nas composições eleitorais.


Gazeta – O senhor já tratou desse assunto com o presidente Lula?

Abicalil – Com o presidente? Diretamente, não. A última oportunidade de conversa direta que tivemos foi durante a viagem de volta de Alta Floresta, logo após o lançamento do Programa Terra Legal. Devo lembrar que naquele momento, o governador Maggi dizia não ser candidato a qualquer cargo. O quadro mudou de lá para cá. Por isso, mantenho diálogo permanente com o chefe do gabinete pessoal, Gilberto Carvalho, o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini, o ministro da secretaria-geral, Luiz Dulci, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o ministro da Previdência, deputado José Pimentel, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, entre outros. Obviamente, dá-se ciência à ministra Dilma e ao presidente da República.


Gazeta – O deputado Ságuas Moraes tem trabalhado sua candidatura ao Senado e a candidatura dele a deputado federal…

Abicalil – O deputado Ságuas tem dado uma excelente contribuição ao PT, ao governo de Mato Grosso e à sociedade. Projetos políticos petistas não são solitários. Sempre buscam ampliar horizontes de participação, de realização, de expressão pública. Outro dia, o professor Alfredo Menezes, aqui na Gazeta, escrevia que a fila anda. Não quero ser o impedimento para o andar da fila quando ele significar ampliação das expressões e dos mandatos do PT.


Gazeta – O senhor recuaria de uma candidatura ao Senado para evitar um racha no partido?

Abicalil – Quem não conhece o PT vive propagando rachas em toda ocasião de debate. Serys disputou a presidência do PT contra Ságuas em 2005. Ganhou. Disputei a presidência estadual do PT contra a Serys, em 2007. Vencemos e fizemos maioria no Diretório Estadual. Ambos continuamos petistas. O PT não se reduz aos mandatos. As personalidades e seus valores inegáveis não superam o partido. Creio, firmemente que faremos um debate sereno, responsável, equilibrado, consequente, atento. Já passamos da pré-escola ou do jardim da infância. Fonte: A Gazeta

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