economia

>Fed mantém juro a 0,25% ao ano e vai comprar US$ 600 bi em títulos

Posted on novembro 3, 2010. Filed under: Banco Central, Comitê de Política Monetária dos Estados Unidos, economia, Fed, recuperação |

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Em comunicado, o Comitê de Política Monetária dos Estados Unidos anunciou que irá expandir sua base monetária com o objetivo de fortalecer o ritmo de recuperação da economia.

O membro Thomas M. Hoenig votou contra a decisão pela sétima vez consecutiva

Após já ter comprado cerca de US$ 1,7 trilhão em títulos desde a eclosão da fase mais crítica da crise, a fim de reativar as condições de crédito da economia, a autoridade informou que irá comprar uma quantia adicional de US$ 600 bilhões em papéis de longo prazo do Tesouro americano até o final do segundo trimestre de 2011, em um ritmo de cerca de US$ 75 bilhões por mês.

Em tempos de juro próximo a zero nos Estados Unidos, tal ferramenta permite pressionar ainda mais as taxas de juro de maturação mais distante, barateando, em tese, o custo de capital das empresas e das famílias.

O Fed se comprometeu também em continuar a política de reinvestir o pagamento dos principais recebidos dos ativos securitizados em sua posse.

O comitê declara estar ” preparado para realizar ajustes adicionais, se necessário, para ajudar a recuperação econômica”.

Juro entre zero e 0,25%

Para justificar a taxa neste intervalo, o colegiado repetiu o discurso de que o cenário econômico, com baixa utilização da capacidade, inflação controlada e expectativas estáveis para os preços, fundamenta esse nível de juro básico por um “longo período”.

O banco central dos Estados Unidos destacou também que a retomada da produção e do emprego desacelerou nos últimos meses. Os empresários seguem relutantes em iniciar novas contratações.

“Os gastos das famílias estão aumentando gradualmente, mas continuam retraídos pela elevada taxa de desemprego, pelo crescimento modesto da renda e pelo aperto no crédito”, apontou o Fed.

Embora o comitê trabalhe com uma previsão de retorno gradual aos patamares mais altos de utilização da capacidade em um contexto de estabilidade nos preços, “o progresso para essas metas tem sido desalentadoramente baixo”.

Voto contra

Mantendo sua posição contrária à decisão do comitê de política monetária do Fed, o membro Thomas M. Hoenig votou contra pela sétima vez consecutiva.

Para ele, o cenário não permite prometer a continuidade de juro baixo por mais tempo, ao passo que isso pode levar a um desequilíbrio dos mercados e elevar os riscos de longo prazo para o panorama macroeconômico.

Fonte: Brasil Econômico

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>Partidarização de estatais e dirigismo

Posted on outubro 19, 2010. Filed under: concessão, Correios, Dilma Rousseff, dirigismo, economia, exploração, Partidarização, Petrobras, pré-salestatais |

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A ida para o segundo turno da candidata oficial, Dilma Rousseff, quando a sua campanha já havia preparado a festa da vitória em Brasília, tornou mais agressivo — ou “assertivo” — o embate nesta fase final das eleições.
Sede da Petrobras no Rio de Janeiro
Como em 2006, por certo devido à inspiração do principal cabo eleitoral de Dilma, o presidente Lula, coloca-se no centro da mesa o assunto das privatizações empreendidas na Era FH, numa tentativa de apresentar o candidato tucano, José Serra, como vendilhão do “patrimônio do povo brasileiro”.
E, tanto quanto em 2006, o nome da Petrobras anda de boca em boca. Até mais do que em 2006, pois ainda se está durante a aprovação legislativa da conversão do modelo de exploração do pré-sal de um sistema de concessão — exitoso, tanto que permitiu a descoberta da nova fronteira de produção — para o modelo de partilha, mais ao gosto da ideologia estatizante que ampliou espaços no segundo governo Lula.
Mas não estamos em 2006, e, depois de quatro anos de ampliado o aparelhamento da máquina pública, de denúncias de corrupção em estatais, a velha tática ressurge ainda mais caricata.
Deve ter sido grande a frustração do patrono de Dilma ao não ter conseguido, do alto de cerca de 80% de popularidade, transferir os votos necessários para a ex-ministra liquidar as eleições no primeiro turno. Faltou pouco, mas faltou.
A gana do lulopetismo para vencer o pleito a qualquer custo ampliou-se. E assim facetas já expostas da Era Lulopetista ficam mais explícitas.
Não são fatos isolados que o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, militante petista de carteirinha, transforme a maior empresa da América Latina em comitê eleitoral de Dilma, enquanto o presidente da Vale, Roger Agnelli, decida falar de maneira aberta o que se sabe há tempos: “Tem muita gente procurando cadeira (a dele).
E normalmente é a turma do PT.” Tem-se, sem subterfúgios, aspectos marcantes do lulopetismo, principalmente na segunda gestão de Lula: a partidarização de estatais e o dirigismo na economia, que sequer respeita a privatizada Vale.
Como a ex-estatal tem, no conjunto de acionistas de peso, fundos de pensão de companhias públicas (Previ/Banco do Brasil e Petros/Petrobras), são desfechadas pressões fortes para que Agnelli coloque dinheiro da empresa — logo, de todos os acionistas — em certos projetos que atendem apenas a interesses de aliados políticos do lulopetismo.
Esses fundos são o braço financeiro bilionário de corporações sindicais, com enorme influência no mundo dos negócios, e, por tabela, nas finanças da política partidária. São arma eficiente no modelo de capitalismo de estado sonhado por viúvas de Geisel que transitam por Brasília.
O uso da Petrobras é conveniente não apenas pelo peso da empresa, mas pelo que representa no imaginário da sociedade. Balela imaginar que venha a ser privatizada algum dia.
O candidato José Serra tem razão quando diz que a Petrobras e tantas outras precisarão ser reestatizadas, pois foram privatizadas por interesses de grupos políticos e corporações variadas.
Um processo pelo qual os Correios, outrora estatal símbolo de eficiência, foram destroçados por esquemas como o montado dentro da companhia por Erenice Guerra e apaniguados de políticos.
Gasta-se um tempo precioso de debates já em si amarrados para discutir um não problema. Serve apenas para dar ideia de como estes grupos lutam para não deixar de usufruir do “patrimônio do povo brasileiro”.

Fonte: Blog do Noblat

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>A campanha eleitoral e a expectativa de piora para economia em 2011

Posted on outubro 18, 2010. Filed under: Banco Central, campanha eleitoral, Dilma Rousseff, economia, Inflação, José Serra, juros, Orçamento federal. Banco Central, PIB, previsões |

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Enquanto Dilma Rousseff e José Serra praticamente ignoram o debate dos temas macroeconômicos, as expectativas de analistas e investidores para o próximo ano vêm piorando ao longo da campanha eleitoral.
A petista e o tucano ostentam a condição de economistas em seus programas de rádio e TV, mas pouco ou nada se sabe sobre o que pretendem fazer a respeito das políticas fiscal, de administração das receitas e gastos públicos; monetária, de controle dos juros e da inflação; e cambial, referente à relação entre o real e as moedas de outros países.

Nos três casos, o futuro presidente terá de tomar medidas para responder a incertezas que se acumularam nos últimos meses e tornaram o cenário para 2011, embora sem ameaça visível de crise, menos benigno do que parecia antes do início oficial da corrida ao Planalto.
A preocupação mais imediata é com a credibilidade do Orçamento federal. Desde o ano passado, o governo não tem conseguido cumprir as metas de superavit primário, ou seja, a parcela da arrecadação de impostos e outros recursos poupada para abater a dívida pública.
Segundo pesquisa do Banco Central, o mercado não acredita no anunciado superavit de 3,3% do Produto Interno Bruto em 2011. As projeções dos especialistas, que convergiam para 3% até julho, hoje estão em 2,8% do PIB. A diferença em relação à meta é de quase R$ 20 bilhões, ou um ano e meio de Bolsa Família.
PROMESSAS
Os candidatos, no entanto, têm proposto redução de tributos e aumento de gastos. Serra, na promessa mais cara da campanha, disse que vai elevar o salário mínimo a R$ 600 e reajustar em 10% as aposentadorias de maior valor; Dilma fala em reduzir a contribuição à Previdência.
As previsões para a inflação também se distanciaram da meta oficial -4,5% medidos pelo IPCA- ao longo do período eleitoral. Passaram de 4,8% para os 4,98% estimados no início da semana passada. Cresce, portanto, o risco de um aumento dos juros para conter a alta do consumo e dos preços: para o mercado, a taxa do Banco Central subirá dos atuais 10,75% para 11,75% ao ano.
Outra ameaça é o crescente deficit nas transações de bens e serviços com o exterior, resultado da baixa taxa nacional de investimento e da queda das cotações do dólar, que prejudicam as exportações e estimulam a compra de importados.
DISCUSSÃO AUSENTE
Analistas ouvidos pela Folha criticam a falta de debate sobre temas econômicos -com a ressalva de que, sem temores de ruptura com as atuais políticas, o impacto dessas incertezas sobre os investidores é limitado.
“Muitos aspectos deveriam estar sendo discutidos, como a questão dos gastos públicos, a necessidade de reduzir a carga tributária, de adotar uma agenda que favoreça investimentos. Mas não há preocupação com a solvência do país, como havia no passado”, diz Silvio Campos Neto, economista-chefe do Banco Schahin.
Segundo ele, muitos temas que deveriam estar sendo debatidos durante a campanha são impopulares, como um possível corte nos gastos públicos e uma nova reforma da Previdência.
Para José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, mesmo com a perspectiva de continuidade da política econômica, há espaço para mudança, por exemplo, em relação aos gastos do governo. E, no curto prazo, são necessárias medidas contra a valorização do real.
“É óbvio que alguma coisa será feita, não tenha dúvida. Mas nenhum dos dois [candidatos] falou nada a respeito disso até agora”, disse.
Thaís Zara, sócia da consultoria Rosenberg & Associados, defende “um debate mais aprofundado” em relação aos temas econômicos, mas ressalta que a piora nas expectativas do mercado financeiro observada nos últimos meses também está relacionada com o agravamento do cenário internacional.
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>Nova cara de Mato Grosso

Posted on outubro 13, 2010. Filed under: Alfredo da Mota Menezes, Assembleia Legislativa, Blairo Maggi, CUIABÁ, economia, jovens, Mato Grosso |

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A eleição de Silval Barbosa e antes a de Blairo Maggi mostra a cara do novo Mato Grosso. Também se vê essa nova cara na Assembleia Legislativa, nos Tribunais de Justiça e de Contas e nos cargos de confiança dos governos. Até nas páginas e crônicas sociais se vê a cara nova do estado.

Cuiabá, desde que ganhou a disputa com antiga capital Vila Bela, deu as cartas na política estadual. Mais tarde, quando o sul do antigo estado, com Campo Grande à frente, já incomodava o mando dos cuiabanos na política, veio a divisão do estado. No estado remanescente a presença cuiabana voltou a ser absoluta na política.

Com a forte migração das décadas de 1970 e 1980, a economia de MT deu um salto. Faltava ainda a presença dos novos mato-grossenses na política. Não tinham nome no Senado, no governo e nas funções burocráticas mais altas do estado. Agora mudou, o círculo se fechou. Era de se esperar, já que a economia mudou de mão e de lugar. Os cuiabanos terão menos espaço na política estadual.

Os cuiabanos mais antigos ainda acharão estranho esse novo momento. Os mais jovens, que talvez já sejam a maioria dos cuiabanos atualmente, nem sentirão essa mudança. Eles já fazem parte da mudança.

São eles que, em algum ponto à frente, disputarão cargos e mandatos. Já sob uma nova tendência e ótica na política. Não mais aquela do cuiabano mais velho. Será a geração shopping center e outras modernidades se contrapondo (não eliminando) as das antigas tradições como as festas de santos e padroeiros.

Essa mudança na área política começa com Blairo Maggi, que veio do novo setor da economia do estado. Eu pensava que demoraria alguns anos ainda para que se fizesse essa mudança no mando político. Foi antecipado pela brecha que surgiu na desavença interna do PSDB ou do grupo ao redor do cuiabano Dante de Oliveira.

Lideranças locais, agastadas com aquele grupo, ajudaram na ida do Blairo ao governo. Na verdade, foram usadas com inteligência pelo grupo que chegaria ao poder. Da mesma forma que gente daqui usou os novos mato-grossenses para ganhar eleições depois da divisão do estado. O chumbo trocado já veio na primeira eleição do Maggi.

No início, os que apoiaram o Blairo, foram contemplados com cargos, funções e tapinhas nas costas. Essa união escorregadia foi até a reeleição. A partir daí, Blairo e o grupo se afastam dos antigos apoiadores. Esses se sentiram traídos, começam a atirar no ex-governador.

Não há o que reclamar como andam fazendo alguns. Era o caminho natural do novo Mato Grosso. A mistura de gente, ideias e comportamentos só pode ser benéfica para o futuro deste estado.

Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredoemenzes.com

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>Qualificar para receber bem

Posted on setembro 25, 2010. Filed under: Copa do mundo em Cuiabá, cursos, economia, Lazer, mão-de-obra, profissões, qualificação, Qualificar, Sedtur, turistaCopa do Mundo |

>Por Oiran Gutierrez*

Copa do Mundo em Cuiabá – Muitas iniciativas estão sendo tomadas para a qualificação de profissionais ligados a atividades turísticas, além de algumas ações que marcam um planejamento e oferta de serviços com mais qualidade visando à Copa do Mundo. Consideramos que o fundamental é um programa de qualificação com o objetivo de fortalecer geração de emprego e renda, não somente na Capital, mas também nos municípios com potencial turístico.
Destacamos o trabalho da Sedtur e de outras instituições que já estão oferecendo cursos de camareira, recepção e gerenciamento no setor hoteleiro, além de outras profissões. 
Ressaltamos que a responsabilidade é de todos os órgãos envolvidos com o turismo, seja público ou a iniciativa privada. As regiões são dotadas de belezas naturais e pontos turísticos que necessitam de mão-de-obra qualificada, isto em qualquer temporada. Não basta pensar somente na Copa daqui a quatro anos, temos uma demanda de visitantes em todos os meses do ano, tanto turista nacional quanto do exterior. Ainda deparamos com problemas no atendimento ao turista em pousadas e hotéis, como também em restaurantes, bares e demais locais de lazer do turista.
A preocupação do trade é exatamente com o receptivo. O processo de qualificação não acompanha o aumento da demanda no setor turístico. Nossa expectativa é que a Copa transforme a economia de várias cidades e traga benefícios. A preparação com a qualificação de mão-de-obra, certamente deve melhorar as regiões. A população começa a sentir a mudança na qualidade de vida à medida que se oferece a ela oportunidades de mudança, seja em obras no município, como também os serviços. É importante frisar que tudo que for realizado ficará para as cidades após o evento em 2014. Esperamos que a Copa deixe um grande legado de desenvolvimento para as cidades e principalmente satisfação aos munícipes.

*Oiran Gutierrez é presidente do Sindicato das Empresas de Turismo de Mato Grosso Sindetur
Fonte: A Gazeta

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>’Wall Street Journal’ diz que Politização é maior risco para Petrobras

Posted on setembro 13, 2010. Filed under: economia, Geral, governo, jornal, nacional, Petrobras, política, Politização, Wall Street Journal, WSJ |

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Uma reportagem publicada na edição desta segunda-feira do jornal americano Wall Street Journal afirma que a politização da Petrobras é o maior risco que a empresa enfrenta no futuro.
O texto, assinado pelo jornalista Edward Tan, afirma que a Petrobras, em sua oferta pública de ações estimada em US$ 65 bilhões, tem ressaltado aos potenciais compradores dos títulos os altos riscos envolvidos na exploração de petróleo em águas profundas.
“Mas o maior risco [da Petrobras] pode ser político”, afirma o texto.
“A grande reserva de petróleo no litoral do Brasil ameaça reintroduzir a política na administração da gigante petrolífera, que é controlada pelo governo brasileiro, mas competentemente administrada de forma comercial.”
“Como a Petrobras é vista como um instrumento de política nacional, seja na sua concepção ou através da evolução econômica, ela se permite ser politizada. O perigo é que ela se aproxime da Petróleos Mexicanos ou Petróleos de Venezuela AS, as companhias nacionais do México e Venezuela respectivamente, que foram transformadas para promoverem várias causas sociais.”
O jornal prevê que as ações da Petrobras ficarão mais voláteis no futuro próximo, devido às atividades exclusivamente petrolíferas da companhia, aos riscos ligados à exploração em águas profundas e ao “risco de que sua filosofia independente […] seja alterada pela política”.
Eleições presidenciais
O Wall Street Journal ressalta que a Petrobras tem perspectivas enormes de retorno financeiro diante das reservas comprovadas de 14 bilhões de barris equivalentes de petróleo (BEP), com potencial para chegar a 35 bilhões de BEP.
No entanto, o jornal diz que isso pode levar a um controle político maior da Petrobras, já que o Congresso brasileiro está considerando criar leis que dariam exclusividade à empresa brasileira na operação de áreas do pré-sal.
Com isso, a empresa, que tem 55% das suas ações com direito de voto sob controle do governo, teria uma posição predominante na exploração das novas jazidas. No entanto, alguns acionistas reclamam que a Petrobras pagaria caro demais pela operação nas áreas determinadas pela lei e podem levar a questão à Justiça.
Outro risco de politização da Petrobras apontado pelo jornal são as eleições presidenciais brasileiras, que “introduzem outra incerteza”.
“A candidata com ampla margem de liderança nas pesquisas, Dilma Rousseff, é vista em geral como tendo posições mais esquerdistas do que o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar de ter o seu apoio”, escreve o Wall Street Journal.
O jornal não menciona as plataformas dos candidatos presidenciais em relação à Petrobras. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Fonte: Estadão
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>Chineses vão liderar investimentos no Brasil

Posted on agosto 30, 2010. Filed under: China, Deloitte, economia, Investimentos, investimentos no Brasil, liderar, minério de ferro, soja |

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Com US$ 20 bi aplicados no País este ano, China anima a economia, mas coloca medo nos empresários

As autoridades chinesas passaram anos acenando com investimentos bilionários, que nunca se realizavam, provocando frustração e queixas no Brasil.
Nos últimos meses, porém, a China resolveu partir da retórica para a prática e rapidamente virou o jogo no País.
Nos últimos três meses, as empresas chinesas fecharam negócios em valores dez vezes maiores que os investimentos realizados no País nos últimos três anos.
Este ano, os chineses já anunciaram US$ 20 bilhões entre investimentos e empréstimos para a Petrobrás. A previsão é que o valor chegue a US$ 25 bilhões até o fim do ano.
Com esses números, a China deixa de ser uma promessa para virar o maior investidor estrangeiro no País em 2010. E, segundo um estudo da consultoria Deloitte, os investimentos no Brasil podem ultrapassar US$ 40 bilhões por ano até 2014.
Esse movimento provoca uma reação ambígua no Brasil, como quase tudo que diz respeito à relação com a China. Com seu apetite insaciável pelas matérias-primas produzidas pelo Brasil, do minério de ferro à soja, a China foi um dos principais motores do crescimento econômico brasileiro na última década.
Mas o cliente e rival asiático assustou os industriais brasileiros com sua capacidade de produzir e exportar produtos a preços baixíssimos, tomando lugar das mercadorias nacionais aqui e em mercados no exterior.
Com o novo ciclo de investimentos, não é diferente. Os recentes anúncios de compras ou negociações de minas, áreas de exploração de petróleo e terras para agropecuária, acenderam o sinal de alerta nas organizações que representam os empresários brasileiros.
Fonte: Estadão.com
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>Exportação de Mato Grosso é destaque no cenário nacional

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: agronegócio, Agropecuária, economia, exportação, Mato Grosso, Ministério da Agricultura |

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Quatro fatores são apontados para o incremento da exportação de grãos do país e Mato Grosso desponta no cenário como o principal fornecedor para os países asiáticos. O Estado também atuaria como alternativa de fornecedor para países que enfrentam problemas de abastecimento por questões climáticas. O anúncio da perspectiva foi feito durante Fórum Internacional de Produtores de Soja & Cia (Soybean Fórum), realizado em Salvador (BA), nesta quinta-feira (19).
O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura (Mapa), Célio Porto, diz que há dois movimentos ligados a demanda e uma oferta que possibilitarão a ampliação das exportações da soja, principal commoditie do Estado. “O desenvolvimento chinês, a produção de etanol a partir do milho nos Estados Unidos e as mudanças climáticas vão impulsionar o mercado externo e o Brasil se apresenta como fornecedor, principalmente Mato Grosso”.
O superintendente do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Celidônio, diz que o Estado tem capacidade para atender esta demanda, mas que é preciso viabilizar os custos, principalmente de logística, para colocar no mercado produtos com preços acessíveis. O secretário Célio Porto diz que outros Estados são promessas para ofertar os produtos, como a região entre Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia e mais o Noroeste de Minas Gerais, região que recebeu investimentos da Vale para dar infraestrutura. “Todas essas regiões vão agregar, mas Mato Grosso é único que tem como atender a demanda de pronto”.
Todas essas expectativas são entorno também da demanda a ser gerada nos Estados Unidos. Segundo Otávio Celidônio, na América do Norte, quando se planta milho não se planta soja e como haverá uma demanda até 2022 de 342 milhões de toneladas de milho, haverá perda de área plantada por soja. Em Mato Grosso, Celidônio diz que até julho a expectativa também era de redução de área plantada de 2% em relação aos 6,2 milhões de hectares plantados na safra 2009/2010, mas que isso pode ser revertido. “Os preços tendem a melhorar e o produtor deverá investir mais”.  Fonte: A Gazeta
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>Maioria dos CEOs nos EUA não planeja contratar no próximo ano

Posted on agosto 14, 2010. Filed under: CEOs, economia, economistas contratar, EUA, gestores, investidores, planejar |

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A retomada do crescimento da economia dos Estados Unidos preocupa gestores, investidores e economistas

A retomada do crescimento da economia dos Estados Unidos 
preocupa gestores, investidores e economistas
Um estudo realizado pela “Young Presidents Organization”, uma espécie de rede social com mais de 17 mil executivos, mostrou que 62% dos CEOs dos EUA não planejam contratar novos funcionários em 2011.
A pesquisa mostrou também um recuo na confiança dos executivos em relação às vendas, emprego e retomada da economia.
O indicador que mede o sentimento destes líderes caiu para 57,5 em julho, contra os 61 verificados em abril. A leitura acima de 50 sinaliza que o otimismo predomina entre a maioria dos CEOs.
O estudo também revela que apenas um terço dos executivos planeja reforçar o quadro de funcionários. Os 62% que não planejam contratar também admitiram que não prevêem demissões nas corporações.
A dimensão do tamanho das companhias tem grande relevância nesta pesquisa. Os CEOs de empresas com menos de 100 trabalhadores mostraram-se mais otimistas a contratar do que os presidentes de companhias de maior dimensão, com mais de 500 funcionários (apenas 24% quer elevar os postos de trabalho).
Por setores, a pesquisa mostrou que a indústria manufatureira é a mais otimista para contratações. Em sentido oposto, estão os CEOs de construtoras americanas.
No geral, 57% dos executivos projetam uma melhora de pelo menos 10% nas vendas durante o próximo ano, enquanto 60% não preveem mexer nos atuais planos de investimento.
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>Corte de gastos e fim dos incentivos fiscais devem desacelerar PIB no 2º trimestre, prevê Mantega

Posted on junho 9, 2010. Filed under: economia, Guido Mantega, Ministro da Fazenda, PIB 2010. |

>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que é necessário destacar a “qualidade do crescimento”, ao comentar a expansão de 2,7% da economia no primeiro trimestre deste ano em relação aos últimos três meses de 2009.

Ele disse que o resultado foi melhor do que o esperado. Para o próximo trimestre, porém, a expectativa é de desaceleração.

Os motivos são o corte de R$ 10 bilhões nos gastos do governo e o fim dos incentivos fiscais, além da volta do compulsório dos bancos e da taxa de juros. Ainda assim, o ministro revisou para 6,5% a previsão de crescimento do PIB em 2010.

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