eleições de 2010

>O grande vencedor do debate na Globo

Posted on outubro 30, 2010. Filed under: Debate na Rede Globo, Dilma Rousseff, eleições de 2010, facebook, internet, José Serra, Orkut, presidente da República, PSDB, PT, Rede Globo, Twitter |

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Em todas as campanhas eleitorais para Presidente da República uma das ações mais desejadas e mais temidas é o debate na Rede Globo.
Se você ouve a voz das ruas, acompanha a manifestação dos militantes dos candidatos na internet, Orkut, Twitter, Facebook, chega ser cômico a forma e a importância que dão a esse debate. Sempre tem gente de um lado ou de outro que acredita que a emissora está preparando uma verdadeira “bala de prata” para destruir essa ou aquela candidatura.
No debate desta sexta-feira, 29 de outubro, podemos acompanhar o desempenho dos candidatos Dilma Rousseff(PT) e José Serra(PSDB), que não foram em quase nada diferentes do desempenho que tiveram em outros que participaram nos dois turnos das eleições de 2010. Algumas posições mais seguras e firmes mas que não vem ao caso destacar aqui.
Nosso objetivo é ressaltar quem foi o grande vencedor do debate, e a resposta pode ser estranha para alguns, para para quem assistiu os outros debates soube identificar com certeza, foram as perguntas que vieram dos eleitores.
Não vou repetí-las aqui, mas elas mostraram claramente que o Brasil do nosso cotidiano é muito diferente e está numa situação muito pior que a mídia governamental divulga com todo estardalhaço.
A pergunta sobre saúde é um desses exemplos, a eleitora disse que os doentes são tratados, quando são, como lixo. Outra sobre os impostos feito por um eleitor de Curitiba, afirmando ser da classe média, disse que arca com uma grande taxa de impostos, mas não tem nenhum benefício em troca, pois tem que pagar plano de saúde particular, escola particular e por ai vai.
O mesmo foi com a segurança pública e outros temas.
Um detalhe até certo ponto curioso foi quando a candidata Dilma admitiu, e o presidente Lula não deve ter gostado nada disso, que o Brasil arrecada muito em impostos e gasta mal, ela prometeu que se eleita, mudará isso.
Só para reafirmar, o grande vitorioso do debate foram as perguntas, pois, como dissemos, mostrou como estamos mal na saúde, segurança pública, educação, entre outros, e nenhum candidato podia acusar o eleitor que fez a pegunta, como acontece no debate onde um pergunta ao outro, em nenhuma delas nem Dilma, que representa os 8 anos do governo Lula, pode dizer que a pergunta era armação ou pegadinha, e provar que a realidade era contrária, o Serra nem tanto pois ele já as fez em quase todos os debate.
O povo brasileiro agora sabe que não é abenas onde ele mora que não existe tais problemas, é em todo oaís, pois vivíamos a impressão que só onde moramos estava mal, agora sabe-se o contrário.
Por Adalberto Guimarães
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>O que se disputará em 2010

Posted on janeiro 6, 2010. Filed under: ambiental, candidatos, econômica, eleições de 2010, Fiemt, humana, IBGE, Mato Grosso, O que se disputará em 2010, social, sustentabilidade |

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O ano de 2009 terminou com intensas articulações políticas visando a disputa das várias faixas do poder político em Mato Grosso: o governo estadual, a vaga de vice, duas vagas de senador, oito de deputados federais e 24 de deputados estaduais. Somam 36 vagas em disputa. A cada quatro anos se renova o Senado e neste ano serão duas vagas. O conjunto desse quadro de disputas arma, de imediato, um tabuleiro de interesses absolutamente inimaginável.

As arrumações partidárias, os acertos de interesses bons e ruins entre partidos, coligações e candidatos, vão se sucedendo pelo afunilamento de conversas e de arranjos eleitorais e pós-eleitorais. Do conjunto, não se pode dizer que se trata de uma arrumação necessariamente digna e honesta. Num grande número de casos, os “acertos” dispensam a ética e o mínimo de dignidade. Mas é assim que se joga enquanto não houver uma reforma política que mexa na estruturação de partidos, de coligações, de mandatos e de ética. Isso é coisa para os próximos dez anos, no mínimo.

Trouxe este prêambulo para lançar um comparativo entre o que a sociedade mato-grossense pensa e faz, e o senso de política que se pratica. Neste ano que passou, o IBGE divulgou que Mato Grosso cresceu o Produto Interno Bruto de 2007 em 111,2% em relação a 1995. Foi como se nascesse outro Mato Grosso dentro do mesmo Mato Grosso. O poder de consumo da população subiu da 15ª. para a 7ª. posição no Brasil. A renda per capita é de R$ 14.954,00, e R$ 500,00 acima da renda média brasileira. Ou seja, na visão do economista Carlos Vítor Timo, consultor econômico da Federação das Indústrias de Mato Grosso, “se fosse um país, Mato Grosso seria um tigre asiático”. E seria mesmo, porque a China, o maior gigante do mundo em crescimento, cresceu no mesmo período 111,9%, e nós aqui com 111,2%.

O nosso ambiente em Mato Grosso é o de atração de investimentos internacionais para as áreas de biocombustíveis, de alimentos e de agregação de valor nas cadeias de alimentos. A estimativa de crescimento industrial para os próximos anos é de 13,6% (dados da FIEMT). É um salto de momento com enormes desdobramentos sobre toda a economia estadual e nacional. Aliás, Mato Grosso já responde por 36% do superávit da balança comercial brasileira. Não é pouco. É muito, num universo de U$ 150 bilhões das exportações nacionais. O saldo entre exportações e importações foi de U$ 25 bilhões, sendo que as exportações de nosso estado foram de U$ 6,345 milhões.

É nesse ambiente de profundas transformações econômicas, com poderosas transformações sucessivas nas áreas social, ambiental, da sustentabilidade econômica e humana, que as eleições de 2010 se darão.

No ar, fica a pergunta: os pretendentes aos 36 cargos apontados no começo deste artigo estariam sintonizados entre as suas razões, os seus interesses, os dos partidos, da coligações e a realidade que se avizinha para Mato Grosso nesse futuro inevitável? O desafio real de todos os candidatos será o de sair dos palanques dos discursos gritados para o de assegurar aos eleitores que sabem para onde pretendem ir, se eleitos.

Autor: Onofre Ribeiro é jornalista em Cuiabá

onofreribeiro@terra.com.br

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>Senadora Serys do PT de MT que já metralhou Sarney, Maggi e Collor, agora alia-se a eles e não assina pedido de saida de Sarney

Posted on agosto 14, 2009. Filed under: eleições de 2010, José Sarney, PT de Mato Grosso, Senadora Serys |

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Senadora mato-grossense Serys Marly tomou gosto pelo poder central e nem parece aquela combativa de quando era deputada pois, sequer, assina manifesto que pede saída temporária de Sarney da presidência

A mato-grossense Serys Marli tem feito esforço tremendo para “segurar” na presidência do Senado o colega José Sarney (PMDB-AP), envolvido em vários escândalos. É acusado de cometer abuso de status de senador ao dar emprego e de beneficiar amigos e familiares, como o favorecimento de seu neto em contratos do governo, ter conta ilegal em um banco fora do país e de contribuir para a Fundação Sarney receber US$ 250 mil em dinheiro da companhia petrolífera estatal Petrobras. Além disso, cai sobre os ombros de Sarney a descoberta de atos secretos para esconder nomeações e outros privilégios, como auxílio-moradia de forma ilegal e de uma casa avaliada em R$ 4 milhões excluída do Imposto de Renda.

Serys integra a bancada do PT composta por 12 senadores. Destes, apenas dois (Eduardo Suplicy e Marina Silva) assinaram manifesto que pede a saída temporária do peemedebista do cargo. O documento conta com 41 assinaturas dos 81 senadores, o suficiente para forçar o Conselho de Ética a se manifestar no sentido de ao menos instaurar processo de investigação contra Sarney.

Ela é uma das petistas que não assinaram o manifesto. Nem parece aquela então deputada estadual combativa em Mato Grosso que liderou várias manifestações e ações na Justiça contra os governos Jayme Campos (91/94 e Dante de Oliveira (1995/2002). No poder central, a petista optou por seguir a linha “paz e amor” do presidente Lula. Quando questionada, costuma argumentar que segue a linha do partido e do Palácio do Planalto.

São por posições como essas que Serys, pré-candidata à reeleição, enfrenta desgaste político em Mato Grosso e contribui para manutenção no poder de figuras como José Sarney. No fundo, ela tem lá seus interesses. Ocupa hoje, por exemplo, o cargo de segunda vice-presidência da Mesa Diretora. Sarney é aliado do presidente Lula, que está interessado no apoio do PMDB para a provável candidatura da petista e ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff nas eleições de 2010.

Sem os 12 senadores do PT, Sarney teria uma margem frágil de 38 votos num eventual processo por quebra de decoro parlamentar, já que o número representa menos da metade dos 81 parlamentares. Além de Serys, outros dois petistas sustentam o desejo de que Sarney permaneça no cargo: a líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (SC) e o sul-mato-grossense Delcídio Amaral.

Fonte: RDNews

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>Análise dos índices e chances da pesquisa IPEC

Posted on julho 10, 2009. Filed under: eleições de 2010, pesquisa eleitoral, pesquisa IPEC |

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Falta muitíssimo para as próximas eleições. Isso não significa que não se deva falar sobre elas. Ao contrário. Deve, sempre que puder, trazê-las para a mesa de discussão. Ainda mais quando se tem uma pesquisa a respeito. Aliás, o Ipec traz dados interessantes. É, portanto, oportuno convidar o (e) leitor para refletir a respeito dos índices percentuais obtidos por cada pretendente, ou suposto pretendente ao Palácio Paiaguás.

Os números são sugestivos. Pois o referido instituto, habilmente, levou em consideração as intenções de votos em diferentes regiões de Mato Grosso: na Baixada Cuiabana, por exemplo, o prefeito da Capital obteve 49,9%; seguido pelo senador Jaime de Campos, com 28,7%; o vice-governador, 3,9%; e o presidente do Legislativo estadual, 1,6%. Quadro que se diferencia, e muito, quando o foco é o Norte. Neste, Silval Barbosa desponta com 39,6%. Bem atrás, aparecem o democrata, 19,5%, o tucano, 14,4%, e Geraldo Riva, 3,52%. Já no Sul, o ex-prefeito de Várzea Grande lidera com 18,97%, o peessedebista tem 17,2%, o peemedebista obteve 5,6% e o deputado estadual, 3,4%. Números que mudam completamente no Médio-Norte, uma vez que o parlamentar estadual aparece em primeiro lugar com 29,7%; seguido pelo prefeito, que detém 25,2%; o várzea-grandense, 19,1%, e o vice, 3,3%. Riva também segue líder na região Noroeste, com 53,8%; Wilson Santos e Jaime Campos, 17,9% e 10,2%, respectivamente. Extrato quase aproximado do Baixo Araguaia, onde o deputado surge com 28,1%, o senador 23,9%, o prefeito aparece com 21,13%; o vice-governador, 14,8%.

Podem-se fazer várias leituras dos cenários acima. Uma delas, talvez a mais importante, é a de que o vice-governador se encontra em uma situação desconfortável. Embora tenha se destacado no Norte, os números conquistados nas demais regiões do Estado o deixam em penúltimo lugar na contagem geral. Posição que tende a piorar caso ele não consiga atrair os apoios do DEM, PP, PR e PT. O que agravará ainda mais com a permanência do senhor Blairo Maggi na chefia do poder Executivo até o final do próprio mandato. Isso deve dificultar-lhe nas negociações diretas com os prefeitos e vereadores, os quais não transferem votos, mas são cabos eleitorais importantes em uma disputa ao governo. Sobretudo quando se sabe que a dita candidatura não empolga os eleitores da chamada Baixada Cuiabana, Médio-Norte, Sul, Noroeste e, tampouco, tem a simpatia do gestor rondonopolitano.

Empreitada dificílima essa a do vice-governador, que sonha em ser eleito governador. Mas não é impossível. No jogo político-eleitoral, impossível é um termo inexistente. Nada pode ser descartável, ou ignorado. Portanto, o que parece difícil pelos números da referida pesquisa, pode mudar completamente de figura mais adiante, ou mesmo em 2010. Desde que se faça a articulação necessária para a costura de uma forte aliança, cuja composição não deve ficar de fora PP, PR, DEM e PT; além disso, apareça com projeto alternativo de governo, em especial no que diz respeito à segurança, educação e saúde públicas, considerados setores mais carentes da atual administração.

Acontece, porém, que o peemedebista jamais se mostrou habilidoso na arte de negociar. Razão pela qual quase perdeu a chance de presidir a Assembleia Legislativa. Só não perdeu a presidência dessa Casa de Leis porque dois de seus colegas, um peefelista e outro peemedebista, saíram em sua defesa, cobrando acordos anteriormente realizados. A parceria com o cacique da turma da botina na eleição de 2006, a despeito do chefe-mor do PMDB, se deu bem mais por iniciativa do então governador que do atual vice-governador. Talvez seja por isso que este peemedebista se coloca tão ligado ao “rei da soja”, a ponto de não participar da última campanha eleitoral em Rondonópolis, oportunidade em que se digladiavam PR e PMDB. Deduz-se daí que ele, o vice, na condição de candidato à sucessão, dificilmente apresentará a população projeto alternativo de governo. O que lhe atrapalhará um bocado na dita peleja.

Retrato diferente do prefeito da Capital que, de acordo com a pesquisa em questão, lidera na intenção de votos. Assunto a ser tratado em outro artigo.

Lourembergue Alves é professor universitário e articulista e-mail: Lou.alves@uol.com.br

Fonte: A Gazeta

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>Quadro geral da política em Mato Grosso segundo pesquisa IPEC

Posted on julho 7, 2009. Filed under: Avaliação do governo Blairo Maggi, eleições de 2010, pesquisa eleitoral, pesquisa IPEC |

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O Instituto Ipec, em parceria com o programa Chamada Geral (Mega 95FM) e o site Mega Debate, divulgam com esclusividade, o resultado da mais recente pesquisa de intenção de votos para as eleições de 2010. Nela, foram ouvidos 1.561 entrevistados, compreendendo 8 regiões distintas de Mato Grosso, com ênfase na análise do coeficiente eleitoral, veja o quadro:

  • Baixada cuiabana: 32,09%;
  • Região norte: 16,40%;
  • Região Sul: 14,86%;
  • Médio Norte: 11,40%;
  • Região Oeste: 9,61%;
  • Vale do Araguaia: 6,09%;
  • Noroeste: 5,00%;
  • Baixo Araguaia: 4,5%.

A técnica utilizada foi o método Survey, com um intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3%.

Perguntado ao eleitor:

“Como viram e estão vendo o estado”, os mesmos responderam:
Melhorou 61,37%
Igual 28,70%
Piorou 7,43%
Não opinaram 2,50%

Qual é o melhor senador, na sua opinião?
Não opinaram 40,72%
Jaime Campos 33,25
Serys 23,25
Gilberto Goelner 2,88

Você apoiaria um candidato apoiado pelo governador Blairo Maggi?
Apoiariam: 44,65%
Não apoiaria: 39,46
Não respondeu: 15,89

Em quem você votaria, se as eleições fossem hoje (Presidência estimulada)
Serra: 34,21%
Ciro: 17,55%
Dilma 12,56%
Heloisa Helena 4,74%
Nulo/Branco 1,15%
Não opinou: 29,79%

Como você avalia a adminsitração Blairo Maggi?
Òtima: 9,61%
Boa: 49,20%
Regular: 30,11%
Ruim: 6,02%
Péssima: 3,65%
Não opinou: 1,41%

E como você avalia o governo Lula?
Ótimo: 14,23%
Bom: 50,61%
Regular: 24,09%
Ruim: 5,06%
Péssimo: 4,23%
Não opinou: 1%

Em quem você votaria se as eleições fossem hoje? (Espontânea)
Wilson 19,47%
Jaime 17,04%
Sergio Ricardo 6,85%
Silval Barbosa: 6,02%
José Riva: 5,70%
Abicalil 3,40%
Pivetta: 3,27%
Percival: 1,60%
Julier: 0,19%

Em quem você votaria. (Estimulada – Cenário 1)

Wilson 29,40% Em dezembro tinha: 26,58%
Jaime 22,23% Em dezembro tinha: 17,65
Silval 10,31% Em dezembro tinha: 8,35%
Riva 9,67% Em dezembro não foi avaliado nas pesquisas
Nulo/Branco 0,45%
Não opinou 27,93%

Estimulação de 2º turno. Confronto entre Wilson X Jaime

Wilson: 32,42%
Jaime: 25,37
Não opinaram: 42,22%

Estimulação de 2º turno: Wilson X Silval

Wilson: 34,14%
Silval: 14,29%
Não opinaram: 51,57%

Estimulação de 2º turno: Wilson X Riva

Wilson: 33,06%
Riva: 14,29%
Não opinaram: 52,66%

Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para o senado da república? (1º voto)

Riva: 10,12%
Serys: 9,35%
Sérgio Ricardo: 9,16%
Antero: 7,30%
Abicalil: 6,15%
Wellington Fagundes: 5,77%
Pedro Henry: 3,97%
Pivetta: 3,01%
Carlos Bezerra: 2,75%
Pedro Taques: 1,02%
Gilberto Goelner: 0,58%

Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para o Senado da república? (2º voto)

Riva: 9,55%
Serys: 6,73%
Sérgio Ricardo: 6,92%
Antero: 4,48%
Abicalil: 8,97%
Wellington Fagundes: 5,12%
Pedro Henry: 3,84%
Pivetta: 2,56%
Carlos Bezerra: 5,51%
Pedro Taques: 1,67%
Gilberto Goelner: 0,51%
Não opinou: 44,14%

Resultado levando em consideração a média das intenções de votos, excetuando os brancos e nulos

José Riva: 17,00%
Sérgio Ricardo: 13,93%
Serys: 13,92%
Abicalil: 13,22%
Antero: 10,17%
Wellington: 9,46%
Carlos Bezerra: 7,25%
Pedro Henry 6,79%
Piveta: 4,86%
Pedro Taques: 2,35%
Goelner: 0,94%

Fonte: Mega Debate

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>Pesquisa IPEC aponta Wilson Santos em 1º lugar para governo do estado com 29,40 %

Posted on julho 7, 2009. Filed under: eleições de 2010, Instituto IPEC, Programa Chamada Geral |

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Pesquisa realizado pelo Instituto IPEC, acaba de divulgar no Programa Chamada Geral, apresentado pelo ex-deputado Lino Rossi, pesquisa de inteção de votos para governador do estado nas eleições de 2010.

A pesquisa foi fechada dia 6 de julho e apresenta o seguinte quadro na estimulada.

  • 1º Wilson Santos com 29,40%
  • 2º Jaime Campos 22,23%
  • 3º Riva 9,67%
  • 4º Silval 10,31
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>Três obras de pavimentação em Mato Grosso serão prioridades de Antonio Pagot

Posted on maio 18, 2009. Filed under: BR-158, BR-364, Dnit, eleições de 2010, Luiz Antônio Pagot |

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Começa mês, encerra mês, e o que se tem não passa do falatório dos políticos a respeito de obras, tanto para Mato Grosso como o Brasil, parece que vai ficar tudo para ser lançado as vésperas das eleições de 2010, consequentemente, ficará para o futuro governo realizar.

Desta vez o diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, comemora as conquistas à frente da instituição e informa que muitas outras obras também serão destaques em 2009. Depois da considerada “vitória histórica”, com a pavimentação da tão esperada BR-158, sendo 201 quilômetros da rodovia que vai em direção à divisa com o Pará, agora, a BR-364 está na lista de prioridade.

Com o aval do presidente Lula para desenvolver projetos de infra-estrutura, o presidente do Dnit disse ao site Olhar Direto que se sente otimista com o trabalho na pasta e vai realizar uma verdadeira revolução na área da malha rodoviária federal. Isso porque, ele reforça que os números contabilizam o montante de R$ 1 bilhão em obras e serviços destinados em 2009, para as rodovias federais no Estado.

Pagot disse ainda, que a BR-364, considerada uma das mais importantes rodovias diagonais do Brasil, está com o andamento das obras avançadas. “São mais de 300 km de pavimentação e as obras já iniciaram de Mundo Novo a Sapezal. A entrega total será até 2011”, afirmou.

Entre as prioridades também está a rodovia BR-163, que liga Cuiabá a Santarém, no Pará. São quatro trechos de obras de Lucas do Rio Verde a Guarantã do Norte e a ordem de serviço deverá ser dada nos próximos meses. Já quanto à duplicação de Rondonópolis para o Posto Gil, Pagot enfatiza que a licitação dos primeiros trechos também deverá ocorrer no decorrer deste ano.

O processo para garantir a concretização das obras demanda tempo. No entanto, o presidente do Dnit avalia que a instituição passou por uma nova reformulação que vem garantindo menos tempo para aprovação de projetos como a licitação. “Antes uma licitação demorava quase dois anos e a aprovação de projetos, que agora é no máximo 45 dias, antes era de 60”, enfatizou.

Pagot afirmou que a superintendência do Dnit em Mato Grosso concluiu, no final de 2008, licitações para 1.719 quilômetros de obras que incluem serviços de conservação, restauração e implantação de rodovias.

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