emprego

>Importações faz cair o nível de emprego na Indústria brasileira

Posted on março 13, 2011. Filed under: emprego |

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Diante de um PIB que cresceu 7,5% em 2010, é muito cedo para se constatar a estagnação do emprego na indústria brasileira que se observa desde agosto do ano passado. De acordo com os dados divulgados hoje pelo IBGE, o número de ocupados na indústria teve ligeira queda de 0,1% em janeiro com relação a dezembro, após apresentar a seguinte evolução nos últimos cinco meses de 2010: 0,1%, 0,0%, 0,1%, 0,1%, –0,1%, nessa ordem, de agosto a dezembro (todas as taxas de variação calculadas no mês com relação ao mês imediatamente anterior a partir da série com ajuste sazonal).
Esse comportamento do emprego reflete o momento nada positivo pelo qual a produção industrial vem passando, que, segundo os dados do próprio IBGE, acumula retração de 2,6% no período abril de 2010 a janeiro de 2011 (tomando-se como base o mês de março de 2010). E, como já está mais do que evidenciado, esse baixo desempenho do setor industrial se deve, em grande medida, ao volume crescente de importações que está deslocando e substituindo a produção doméstica.
A estagnação do emprego também pode ser observada na evolução da média móvel trimestral (calculada no trimestre encerrado no mês contra trimestre encerrado no mês imediatamente anterior a partir da série com ajuste sazonal), a qual desde outubro do ano passado é igual a zero. Já, na relação mês/mesmo mês do ano anterior, o emprego industrial assinalou avanço de 2,7% em janeiro último; mas, embora esse resultado represente a décima segunda variação positiva nesta comparação, é nítida a sua perda de ritmo: 5,3%, 5,1%, 4,8%, 4,2%, 3,1%, 3,4%, respectivamente, de julho a dezembro de 2010.
E se esses números mostram um quadro bastante desfavorável para o emprego industrial nos últimos meses (“um olhar pelo retrovisor”), os sinais para se traçar uma tendência do emprego neste início de ano não são animadores. Ao se tomar o total de horas pagas na indústria como, aproximadamente, um indicador antecedente do desempenho do emprego industrial, nota-se que, em janeiro, houve um recuou das horas pagas na indústria (–0,1% com relação a dezembro, com dados já dessazonalizados) e uma confirmação da desaceleração de seu comportamento na comparação mês contra mesmo mês do ano anterior (em janeiro deste ano, verificou-se acréscimo de 2,8%, ante 3,5% em dezembro)

Na passagem de dezembro de 2010 para janeiro de 2011 na série livre de efeitos sazonais, o pessoal ocupado assalariado na indústria apresentou pequeno recuo de 0,1%. Cabe salientar que é o segundo mês que a ocupação na indústria registra essa variação. Na relação mês/ mesmo mês do ano anterior, o emprego industrial assinalou avanço de 2,7%, a décima segunda variação positiva nesta comparação. A variação acumulada nos últimos 12 meses foi de 3,7%, variação superior a dezembro do ano anterior o resultado, que foi de 3,4%. Entretanto, se comparado ao resultado do último trimestre do ano passado (3,6%), podemos observar uma clara desaceleração.

Dados para estudos e comparações
Na comparação mensal (mês/mesmo mês do ano anterior), das 14 regiões contempladas pela pesquisa, todas registraram avanço na ocupação. As maiores contribuições a média geral foram: São Paulo (2,0%), Minas Gerais (4,2%), região Norte e Centro-Oeste (4,4%) e região Nordeste (2,1%). Em São Paulo, os impactos setoriais mais significativos vieram de meios de transporte (7,6%), máquinas e equipamentos (5,7%) e têxtil (10,6%). A redução no ritmo de crescimento do emprego industrial na passagem do quarto trimestre do ano passado (3,6%) para janeiro de 2011 (2,7%) ocorreu em 12 dos 14 locais pesquisados, com destaque para Pernambuco (de 5,3% para 0,2%), Bahia (de 6,6% para 3,9%), Espírito Santo (de 5,5% para 3,1%), Rio de Janeiro (de 6,3% para 3,9%) e região Nordeste (de 4,2% para 2,1%).
Setorialmente, doze dos dezoito setores pesquisados aumentaram o contingente de trabalhadores na indústria contra igual mês do ano passado. Os destaques positivos de maior significância foram: meios de transporte (8,2%), de produtos de metal (8,9%), de máquinas e equipamentos (7,4%), de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (7,6%) e de metalurgia básica (9,0%), enquanto papel e gráfica (–8,1%) e vestuário (–2,8%) apontaram os principais impactos negativos.

Folha de Pagamento Real.

A folha de pagamento real da indústria brasileira apresentou, na relação janeiro de 2011/dezembro de 2010, já livre dos efeitos sazonais, variação positiva de 5,1%, após ter acumulado queda de 4,4% entre novembro e dezembro de 2010. Frente a janeiro de 2010, verificou-se um aumento de 7,1%, impulsionado pelo crescimento das contratações em meios de transporte (17,5%), máquinas e equipamentos (12,2%), produtos químicos (11,9%), produtos de metal (11,1%) e alimentos e bebidas (3,7%). Por outro lado, papel e gráfica (–10,9%) e madeira (-2,6%) exerceram os maiores impactos negativos sobre o total da indústria.

Número de Horas Pagas. 

Houve um recuo no total de horas pagas na indústria na passagem de dezembro para janeiro 0,1%, com dados já dessazonalizados. Frente ao igual mês de 2010 verificou-se acréscimo de 2,8%, com treze dos quatorze locais e onze dos dezoito ramos pesquisados assinalando crescimento. Dentre os locais pesquisados, os maiores impactos positivos vieram de São Paulo (1,9%), Minas Gerais (5,0%), região Norte e Centro-Oeste (5,8%), Paraná (3,5%) e Santa Catarina (3,0%). Setorialmente, meios de transporte (8,9%), produtos de metal (10,3%), máquinas e equipamentos (7,0%), minerais não metálicos (8,1%) e máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (7,7%) exerceram as principais contribuições. Fonte: IEDI
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>O caminho do empreendedorismo

Posted on outubro 6, 2010. Filed under: caminho, CLT, criar, descobrir, Embraer, empreendedores, empreendedorismo, emprego, experiência, Inovação, jovem, mercado de trabalho, Petrobras, Sem-categoria |

>Luiz Gonzaga Bertelli*

O mercado de trabalho está mudando e os jovens precisam saber como construir carreira em território instável. Não é de hoje que o emprego com carteira assinada e todos os benefícios garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) vem perdendo espaço para novas modalidades de contratação. Criar e gerenciar seu próprio negócio – e, consequentemente, sua força de trabalho – pode não ser a garantia de um futuro profissional livre de percalços, mas com certeza fará a diferença na falta de uma ocupação.
Esse assunto me motivou até a escrever o livro Formando empreendedores – Guia para o estudante que sonha com negócio próprio ou com sucesso na carreira profissional, lançado e distribuído gratuitamente aos estudantes há quase quatro anos. A obra traz depoimentos de diversos especialistas, que abordam a realidade do mercado; a relação entre o empreendedorismo dos cidadãos e o desenvolvimento do Brasil; a formação e o perfil do empreendedor; conselhos sobre como vencer os entraves que sempre aparecem em projetos; sistemas de proteção – como incubadoras de empresas -; a importância e o valor da marca, entre outras dicas.
O grande exemplo de empreendedorismo brasileiro é Ozires Silva, ex-presidente da Embraer e da Petrobras, que não contente em ter realizado um sonho pessoal, que era integrar a Força Aérea Brasileira, entendeu que o país deveria ter uma fábrica de aviões e mobilizou-se para estimular pessoas a aderir a esse ideal e auxiliá-lo. Com isso fundou a Embraer que, em 1970, iniciou a produção brasileira de aviões.
O empreendedorismo também pode ser praticado em menor escala pelo jovem no seu dia-a-dia. Trata-se do intraempreendedorismo, que é a aplicação das ideias de inovação dentro da própria empresa em que atua como estagiário, aprendiz ou mesmo empregado. Essa habilidade também pode se manifestar como a tão valorizada iniciativa ou proatividade. Ou seja, o jovem que não tem experiência para criar projetos ou descobrir novas áreas de atuação também não pode ficar em seu canto, esperando que alguém lhe passar alguma atividade. Ele precisa mostrar-se interessado, propor soluções, tirar dúvidas e absorver o máximo de informação sobre sua área de atuação. Um futuro profissional preparado para atuar com autonomia dentro e fora de uma empresa terá sempre uma ocupação garantida.

*Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) e diretor da Fiesp
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>Micros e pequenas empresas foram responsáveis por 71,3% dos empregos mês de maio

Posted on junho 26, 2010. Filed under: Cgaed, emprego, Sebrae |

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Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 71,3% dos 298.041 empregos com carteira assinada criados no mês de maio. Os números confirmam uma tendência de liderança do setor na geração de empregos no país.
O mais interessante é que os empreendimentos menores são os mais eficientes quando o assunto é geração de postos de trabalho. As microempresas com até quatro empregados contribuíram com 48% do saldo total de empregos. As pequenas empresas, que empregam entre 20 e 99 pessoas, foram responsáveis por 13,8%, seguidas daquelas com cinco a 19 empregados, com 9,5%.
O setor de serviços se mantém na dianteira na geração de postos de trabalho, com 19,5% do saldo total, mas a grande novidade é a inclusão do setor de agricultura e pecuária em segundo lugar, com 14,4%, ultrapassando o comércio, que ficou na terceira classificação com 13,1%, construção civil com 12,6% e a indústria de transformação, com 10,8%.
Tais números refletem a força crescente do segmento na economia brasileira. As micro e pequenas empresas (MPEs) respondem por 98% das empresas, 67% das ocupações e 20% do Produto Interno Bruto (PIB). Essenciais para o desenvolvimento brasileiro, elas têm sido alvo de políticas públicas específicas com destaque para a Lei Geral das MPEs, que cria, entre outros, facilidades tributárias como o Super Simples, institui o Empreendedor Individual, visando reduzir as altas taxas de informalidade no Brasil, e põe em prática mecanismos para privilegiar a comercialização dos produtos do segmento. Há que se ressaltar o trabalho sério e constante de instituições como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em prol do desenvolvimento real do pequeno negócio.
Mesmo assim, empresários e empreendedores que atuam no segmento de pequenos negócios ainda enfrentam muitas dificuldades. Prova disso é o relevante índice de “mortalidade” nos primeiros anos de vida dos pequenos negócios.
É claro que há aí muitos outros fatores a serem considerados, entre eles a questão educacional, afinal desenvolvimento e educação, no seu sentido mais amplo, estão intimamente atrelados. Fonte: A Gazeta

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>Mato Grosso tem mais de 250 vagas de emprego para 2 de junho

Posted on junho 2, 2010. Filed under: emprego, Mato Grosso, vagas |

>Emprego em Mato Grosso – Diferentes empresas oferecem mais de 250 vagas de emprego para Cuiabá, Várzea Grande e Mato Grosso.

São oportunidades de empregos com dezenas de cargos e em todos os níveis de escolaridade.

Confira a relação completa de todas as vagas aqui

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>Grupo canadense investirá R$ 224 mi nas cidades de Pontes e Lacerda e Porto Esperidião

Posted on maio 25, 2010. Filed under: emprego, incentivo fiscal, Mato Grosso, Metalurgia, Mineração, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Serra da Borda |

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A empresa Serra da Borda Mineração e Metalurgia S/A, pertencente ao grupo canadense Yamana Gold, assinou hoje protocolo de intenções com o governo do Estado de Mato Grosso para investimento de R$ 224 milhões nas cidades de Pontes e Lacerda e Porto Esperidião. A meta da empresa é extrair por ano 3,1 toneladas de ouro parcialmente refinado, a partir de 2012.
Vista aéria da cidade de Pontes e Lacerda – MT
Geração de empregos
De acordo com o governo de Mato Grosso, o projeto deve gerar mil empregos na fase de implantação, a partir do segundo semestre. Na fase de operação serão 200 empregos diretos e 500 indiretos. O diretor financeiro da empresa, Adalberto Franco Netto Telles, diz que o apoio do governo mato-grossense, por meio de programa de incentivo fiscal, foi importante na tomada de decisão, além da questão de infraestrutura e mão de obra.
Incentivo fiscal
O secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia de Mato Grosso, Pedro Nadaf, argumentou que os incentivos fiscais concedidos pelo governo são poucos e não geram perda de receita. “Os incentivos são para aquisição de máquinas e equipamentos para implementação do projeto, que tem minas subterrâneas e de afloramento”, explicou
Nos primeiros quatro meses deste ano, o ouro foi o sétimo produto da pauta de exportações de Mato Grosso, com receita de US$ 52,6 milhões, valor 96% superior ao observado em igual período do ano passado.
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>Foram criados 266 mil vagas de empregos no mês de março em todo o país

Posted on abril 15, 2010. Filed under: Caged, emprego, vagas |

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Março foi o melhor mês da história na geração de empregos, diz Caged.
O mês de março foi o melhor da série na geração de empregos para o período. No mês, foram criados 266 mil postos de trabalho em todo o país. 
Este foi o terceiro mês consecutivo de aumento na geração de emprego. No acumulado do ano, a criação de postos de trabalho também atingiu o patamar recorde de 657 mil, superando em quase 20% o melhor trimestre da história registrado em 2008. 
O setor de serviços foi o que mais se destacou na criação e na geração de empregos.
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>Síntese econômica: Fusão cria a Máquina de Vendas

Posted on março 30, 2010. Filed under: emprego, Insinuante, Ricardo Eletro, Síntese econômica, Varejo |

>Fusão

A empresa resultante da fusão das redes de varejo Ricardo Eletro e da Insinuante, chamará Máquina de Vendas. Estimativa é faturar R$ 10 bilhões nos próximos 4 anos, dobrando o faturamento atual das duas companhias, de R$ 5 bilhões. A marca Insinuante será a bandeira das regiões Nordeste e Norte do país enquanto a Ricardo Eletro será utilizada no Centro Oeste e Sudeste. O número de lojas deverá 528 para mil.

Emprego

O número de empregados na construção civil atingiu novo recorde em janeiro, com crescimento de 2,55% em relação a dezembro, somando 2,519 milhões de trabalhadores, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foram contratados 62,755 mil trabalhadores.



Negativo

A balança comercial da indústria brasileira de fios e cabos e produtos semimanufaturados inicia 2010 negativa. O setor do cobre importou US$ 124 milhões e exportou US$ 67 milhões para mercados externos, déficit de US$ 56 mi.

Vendas

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) calcula que a missão empresarial Peru-Colômbia, que terminou na semana passada, tenha gerado negócios imediatos de US$ 2,375 milhões para os empresários participantes. Os negócios futuros previstos chegam a US$ 24 milhões.

Inauguração

A Nativ Pescados inaugura hoje a unidade em Sorriso. A empresa atua em toda a cadeia produtiva, desde a produção até a comercialização. A projeção é que a empresa fature R$ 36 mi em 2010, R$ 63 mi em 2011 e R$ 84 mi em 2012. Atualmente são 257 colaboradores com a previsão de 440 empregos diretos e 1,320 mil indiretos até 2012.

Milho

Cerca de 46 mil pequenos criadores e microindústrias de 21 estados adquiriram diretamente da Conab, em 2009, por meio do Vendas em Balcão, 158,1 mil (t) de milho. O programa visa estimular a manutenção de plantéis, com a comercialização de grãos destinados à ração animal. O produto é de estoques públicos, formados com recursos da Política de Garantia de Preços Mínimos.

Páscoa

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Ibedec) orienta o consumidor para a compra de ovos de Páscoa: Antes de comprar produtos de fabricação caseira aconselha-se degustar, verificar a higiene do local. Já os industrializados é necessário que seja feita pesquisa de preço, pois pode haver variação significativa. E no pós-páscoa verificar se realmente há desconto nos ovos quebrados.

Consumo de gás natural cresce 15,95%

<!– function paginaSlideShow228912(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i<10; i++) { try { if (document.getElementById("img_" +id+ "_" +i).style.display == "") { index = i; } document.getElementById("img_" +id+ "_" +i).style.display = 'none'; document.getElementById("link_" +id+ "_" +i).style.fontWeight = ''; } catch (e) {} } switch (num) { case "+": if ((index != -1) && (index 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–> O consumo de gás natural fechou o primeiro bimestre com alta acumulada de 15,95%, em comparação aos dois primeiros meses de 2009. Em fevereiro, o consumo foi de 41,2 milhões de metros cúbicos por dia. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), o resultado foi estimulado principalmente pela expansão de 33,05% na demanda industrial. A comercialização de gás natural teve um aumento de 24% de um ano para o outro e de 14% entre janeiro e fevereiro deste ano, apesar da crise financeira internacional.

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>Ganho na Bolsa chega a 4,3% nas duas semanas de março

Posted on março 13, 2010. Filed under: analistas, Bovespa, consumidor, cotação do dólar, Eike Batista, emprego, Gol Linhas Aéreas, Ibovespa, lucro, OGX |

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A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou esta sexta-feira em baixa de 0,78%, aos 69.341,38 pontos, na segunda queda seguida. Apesar do recuo, o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) registra ganhos de 0,72% na semana. No mês, a alta é de 4,27%.


A cotação do dólar comercial fechou esta sexta-feira com queda de 0,4%, a R$ 1,763 na venda, completando o quarto dia consecutivo de desvalorização. A moeda encerrou a semana com perda acumulada de 1,29%. Mas no ano, ainda tem ganho de 1,15% .


Contribuíram para os negócios de hoje alguns indicadores econômicos que foram divulgados nos Estados Unidos, além de balanços de empresas.

As vendas no varejo norte-americano surpreenderam e cresceram 0,3% em fevereiro. Apesar desse dado, o departamento de Comércio do país anunciou que as compras de veículos e autopeças caíram 2% no mês passado.

Contrariando a expectativa dos analistas, a confiança do consumidor nos EUA piorou no início de março por causa de um pessimismo maior com a geração de empregos no país. Para o diretor responsável pela pequisa do indicador, o norte-americano está deixando de confiar nas políticas econômicas que têm sido aplicadas nos últimos meses.

No Brasil, o nível de emprego industrial caiu 1,1% em janeiro comparado com igual período de 2009. Este foi o menor recuo desde dezembro de 2008. Já em relação ao último mês do ano passado, o nível de ocupação no país cresceu 0,3%.

Entre os balanços que foram divulgados nesta sexta-feira, destacou-se o da petrolífera OGX, do brasileiro Eike Batista. O lucro da empresa despencou 97% em 2009, para R$ 10,8 milhões. De acordo com a companhia, o resultado foi motivado pelo aumento das despesas financeiras que saltaram de R$ 37,1 milhões em 2008 para R$ 608,4 milhões no ano passado.

A Gol Linhas Aereas reverteu o prejuízo do quarto trimestre de 2008 e ganhou R$ 398 milhões nos últimos três meses de 2009. O lucro foi impulsionado, segundo a empresa, pela utilização de créditos fiscais de R$ 352 milhões, reconhecidos na linha de Imposto de Renda e contribuição social, decorrentes de prejuízos fiscais da Varig, comprada pela companhia em 2007. Fonte: Economia
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>Trabalho – Especialista defende manutenção da jornada em 44 horas

Posted on fevereiro 11, 2010. Filed under: carga horária, emprego, redução da jornada de trabalho, Trabalhadores |

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A redução da jornada de trabalho de 44 horas não significará aumento no emprego nem melhoria na produtividade. Segundo José Pastore, professor de relações do trabalho da USP, o mais adequado seria manter a jornada legal – prevista na Constituição – como está, mas baixar o número de horas estipuladas na “jornada praticada”, aquela celebrada entre empresas e empregados.

– No mundo inteiro, as jornadas estabelecidas em lei são longas e imutáveis. Na Alemanha, por exemplo, é de 48 horas por semana. E a praticada? Varia de setor para setor e é negociada – explica ele.


No Brasil, segundo o professor, a carga horária de 41% dos trabalhadores com carteira assinada já é de 40 horas semanais ou está abaixo desse número.


-O que se pretende aqui é mexer na jornada legal, mas teremos uma só para uma realidade heterogênea. Não há razão para mudá-la, isso causaria impacto nos custos diretos e indiretos das empresas – afirma Pastore, acrescentando que, hoje, a jornada mais praticada no Brasil é a de 40 horas.


Ontem, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP) propôs um texto alternativo ao da emenda constitucional (PEC) que tramita na casa, sugerindo a redução gradual de 44 para 42 (em dois anos), e não para 40 horas, como diz o texto. Como o Globo mostrou hoje, a medida é aceita pelos trabalhadores, mas rechaçada pelos empresários. Fonte: Mirian Leitão

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>Emprego na indústria registra em 2009 a maior queda em sete anos

Posted on fevereiro 9, 2010. Filed under: emprego, emprego na indústria, pessoas ocupadas |

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em destaque

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O índice do emprego na indústria mostrou uma redução de 5,3%, a maior queda desde o início da série histórica em 2002.

Apenas a indústria de papel e gráfica mostrou ganho no contingente de trabalhadores. Entre os que assinalaram recuo, as perdas de maior impacto vieram de meios de transporte, máquinas e equipamentos, vestuário, produtos de metal e madeira.

Em dezembro, o setor reduziu em 0,6% o número de pessoas ocupadas frente a novembro.

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